História Apenas Mais Um Verão de Mistérios - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Amizade, Amor, Bill, Carinho, Dipper, Drama, Gravity Falls, Incesto, Loli, Mabel, Pacifica, Pinecest, Pines, Romance, Stan, Tragedia, Violencia
Visualizações 216
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. :)

Capítulo 12 - Ato 12: Pode esconder um segredo, mas ele sempre voltará.


Dipper parou o carro e desligou o motor, Mabel dormia no banco ao lado, ela sentiu o motor parar e despertou. Abrindo os olhos era a alvorada do dia seguinte, ela primeira mente tremeu desorientada pensando que o ontem tinha sido apenas um sonho, mas ao sentir a mão de Dipper em seu ombro ela abandonou seus pensamentos em um sobressalto.

Dipper disse: Chegamos a nosso novo lar… Pode ir descansar em vou descer nossas coisas. –Mabel subiu as escadas do novo apartamento, ao entrar viu que era pequeno e antigos, mas com um toque feminino ficaria muito mais animado.

Mabel sentiu alguém a abraçando por trás e beijando levemente sua nuca, era Dipper com as malas atrás dele, prontos para uma nova vida.

Então ele disse: Nosso novo lar irmãzinha. –A dor destas palavras doíam tanto a garganta dele quanto os ouvidos dela.

Mabel gemeu baixinho: Dipper… Me desculpe…

Dipper se afastou preocupado e disse: Mudou de ideia? Quer voltar para casa?

Mabel disse em um sobressalto: Não! É apenas que eu sempre fui uma irmã tão ruim sempre te arrumando problemas, agora estamos aqui sozinhos e você vai ter que trabalhar e estudar para poder me carregar nas costas.

Dipper apertou as bochechas dela com as mão e disse: Mabel, pense o seguinte se fosse minha esposa eu não teria que fazer a mesma coisa.

Mabel engasgou e disse: Mas eu não sou sua esposa… -Disse ela cheia de pesar. –E eu nunca poderia ser…

Dipper suspirou e disse: É eu sei, mas é só força de expressão, vamos mudar de assunto e arrumar a casa…

Juntos Dipper e Mabel transformaram aquele prédio velho em um verdadeiro lar, terno, quente e aconchegante. Lembrava vagamente a cabana do mistério. Dipper estava satisfeito, viver com sua irmã Mabel, como nos bons tempos, mas ele sentia que algo estava errado, algo faltava.

Dipper falou: Bem vou ao mercado comprar comida…

Mabel falou: Ok vou tomar um banho e preparar um para você para quando você voltar.

Dipper sentiu seu próprio cheiro e disse: Estou fedendo?

Mabel riu e disse gentilmente: Você nunca cheira mal Dipper… E seu odor é tão másculo.

Isso foi estranho eles não tinham dúvida, coraram juntos e se despediram. Dipper foi comprar algo para o almoço, e aproveitando para ver onde ficava a faculdade. Ele deu uma volta pela cidade estava feliz pela nova vida, passou numa padaria comprou pães e viu um maço de cigarros ele já era emancipado pela lei americana então poderia fumar, e ele a um tempo tinha iniciado o vício, mas ainda não tinha contado a seus pais ou a Mabel, ele sabia que fumava por ansiedade de algo, mas não sabia o porquê, mas agora com Mabel ele tentava resistir.

O padeiro então falou: Algo mais?

Dipper olhou para o maço tão convidativo, mas então falou: Não obrigado, não preciso de mais nada… -Parecem apenas palavras bonitas, mas as vezes elas tem significados tão profundos que nem mesmo aquele que as profere a compreende, ele não precisava de mais nada se tivesse Mabel. Voltando para casa andando ouviu duas senhorinhas conversando.

A primeira disse: Você viu aquele caso dos dois irmãos que estavam vivendo como um casal no sul da fronteira? –Essa frase infelizmente atentou a mente do Dipper.

A outra falou: É eu ouvi dizer. Sabiam que eles eram gêmeos? Ela engravidou e devido a um problema de gênes congênitos ela quase morreu na gravidez.

A primeira falou: Eu não sabia, e o que houve com a criança?

A outra falou: Como todas as abominações ela não sobreviveu…

Dipper sentiu todo seu corpo doer, ele estava chorando, apesar de sua memória apagada ele sabia quais eram seus sentimentos por Mabel, e não sabia se ela sentia o mesmo, acreditava que ela não sentia, ele tentou esquecer até arrumando uma namorada, mas não conseguiu, e agora ouvindo isso ele percebeu que não podia fazer isso com Mabel, isso só iria machuca-la… E se o que aconteceu com os gêmeos do sul da fronteira acontecesse com eles também?

Dipper sussurrou baixinho chorando enquanto caminhava para casa: Enterre estes sentimentos doentes no fundo de sua alma Dipper, e nunca mais os deixem sair…

Ah doce ironia, se ele soubesse que esta era a segunda vez que ele proferiu estas palavras ele riria para não chorar, mas ele não sabia. E de fato ele estava certo, e se algo acontecesse? E se eles tivessem algum gene defeituoso que pudesse fazer seus filhos sofrem? Claro que essas coisas podem acontecer com qualquer um, com as pessoas normais o risco é de 0,25%, e com irmãos gêmeos não passa de 0,50%, mas é um jogo perigoso que ele se meteria se ele arrastasse Mabel para seus sentimentos doentes, ele iria se controlar ele não iria deixar nada passar e que ela pecebesse…

O que ele não sabia ou se lembrava é que sua irmã na verdade sentia o mesmo, os mesmo sentimento impuros, talvez até mais fortes e intensos que os dele, eles conseguiram resistir por algo mais que um ano, mas sabe o erro é como um objeto em inércia uniforme, ele não se move, mas basta uma pequena força de movimento para que ele comece a se mexer, e o interessante é que ele não para… Nunca para! Mas qual seria a força de movimentos para finalmente joga-los na espiral de negação e dor que estavam fugindo a mais de um ano desde aquele incidente em Gravity Falls?

Poderiam ser várias forças, puberdade, dor, carinho, raiva… Amor

Mas só seriam necessários seis letras “ciúmes”.

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Mabel havia acabado de se banhar de se banhar quando alguém bater na porta ela abriu e viu alguém quem não esperava.

Uma garota de 17 anos, loura e com belas formas falou sorrindo: Olá Mabel.

Mabel não podia acreditar: Olá Pacífica… O que está fazendo aqui? –Disse ela ansiosa para que Pacífica dissesse que só veio dar um oi para ela.

Pacífica falou: Vim falar com Dipper. –Mabel ficou sem ar e sentiu seu coração apertar.

Mabel falou: O que quer falar com ele?

Pacífica disse percebendo a irritação de Mabel: Eu e ele estamos na mesma faculdade, falamos em algumas semanas, eu não sabia que você estaria aqui. Veio ajuda-lo a se arrumar no final de semana e depois seus pais virão te buscar?

Mabel falou: Não eu vim com ele, vou morar aqui e arranjar um emprego.

Agora Pacífica ficou sem palavras, ela não acreditou. Ela não sabia se ficava feliz ou estranhava, ela e Mabel se davam bem agora, mas Pacífica queria passar um tempo a sós com Dipper. O que Mabel estaria fazendo aqui, era algo estranho.

Pacífica começou a pensar: “Eles são muito próximos para apenas irmãos que se dão bem.” –Dipper chegou na porta com um saco de pães quando viu as duas se encarando, ele tinha esquecido que tinha falado com Pacífica, e só de olhar Mabel ele percebeu…

Ela não tinha gostado nem um pouco.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, comentário são sempre bem vindos. :)


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