História Apenas mais uma de amor. - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Aventura, Dramione, Romance
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Palavras 6.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola, espero que gostem ....

colocarei um capitulo por semana

deixe seu comentário....

Capítulo 1 - Capitulo 1 - O inicio.


Fanfic / Fanfiction Apenas mais uma de amor. - Capítulo 1 - Capitulo 1 - O inicio.

Corria com todas as forças que ainda lhe restavam, a dor no braço direito aumentando a cada Movimento, mas isso não importava, não naquela hora. De algum jeito sabia que, se parasse, a coisa iria alcançá-la e realmente não queria isso. Corria sem rumo aparente, não ousava olhar para trás, com medo do que pudesse ver. 

Com uma das mãos, protegia a face de ser fustigada pelos galhos das árvores e pelo vento forte. A varinha tinha sido perdida em algum lugar, pelo menos era isso que achava, já que não a tinha encontrado em suas vestes esfarrapadas. A blusa rosa estava rasgada, suja de barro e de sangue fresco, a calça jeans igualmente rasgada e manchada de um sangue já opaco em algumas partes. 

Correu mais um pouco até que ouviu um barulho de água, que lhe deu a certeza de haver uma nascente nas proximidades do local onde estava. Pulou sobre os arbustos e entrou no que lhe parecia uma caverna. Não sabia onde estava, muito menos o que fazia ali, mas tinha que se esconder, fugir dele.

Por alguns minutos ou horas, não tinha certeza, apenas conseguia ouvir o som da chuva forte que caía do lado de fora, os uivos de animais que fazia questão de não saber quais eram e o barulho do vento batendo nas árvores antigas. Nada além dos sons da natureza. Deixou seu corpo cansado e ferido cair com um baque surdo no chão da caverna, encostou a cabeça no que parecia ser uma rocha e, pela primeira vez, fechou os olhos por breves segundos, o cansaço da fuga desenfreada se fazendo presente não sabia o que ia acontecer mais tinha que ficar em pé e esquecer do cansaço. 

Quando voltou a abrí-los, desejou nunca ter feito aquilo. Olhos muito vermelhos a encaravam com vitória. Não conseguia enxergar direito, mas tinha certeza de que aquela coisa estava sorrindo, um sorriso diabólico, arrepiante. Com grande terror, viu-a erguer a mão em sua direção e não conseguiu segurar um grito desesperado que há muito tempo estava preso em sua garganta. 

 

Acordou de súbito, passou a mão pela testa suada e voltou a fechar os olhos. Tinha tido novamente aquele sonho, ou melhor, pesadelo. Aqueles olhos, aquele sorriso... Merlin! Não gostava nem de lembrar. O pior, o que a deixava mais apreensiva, era que aquele olhar e aquele sorriso lhe eram familiares, mas não se lembrava de onde e nem como sabia que conhecia aquele "rosto" tão sombrio e assustador. 

Balançou a cabeça tentando tirar as lembranças do sonho, pois era sábado e queria voltar a dormir. Se pudesse, descansaria o dia inteiro. Não pôde evitar um sorriso, estava parecendo seu irmão. Podia apostar um galeão que o garoto ainda estava dormindo o sono dos justos. “Maldito pesadelo!", pensou a garota ao se levantar da cama. Sabia que não iria conseguir mais dormir, então o melhor que tinha a fazer era levantar e começar o dia com o pé direito - excluindo, logicamente, as lembranças do sonho. Olhou se no espelho de seu quarto prendeu os longos cabelos num rabo-de-cavalo frouxo, deixando apenas alguns fios soltos emoldurando sua face, o que lhe dava um ar mais angelical. Colocou sua pantufa preferida e saiu do quarto.

A casa estava silenciosa, mas não era para menos, pois ainda eram sete e meia da manhã do sábado mais frio que ela se lembrava. Atravessou o corredor, desceu as escadas, passou pela bela e aconchegante sala de visitas e chegou à cozinha bem equipada e arrumada. Não foi surpresa quando viu uma mulher de cabelos muito vermelhos e olhos imensamente verdes ajudando Juju, a Elfa Doméstica da casa, a fazer o café da manhã. Normalmente era assim na casa dos Potter. Lílian e Hermione acordavam primeiro, ajudavam Juju na arrumação, mesmo sob os protestos da elfa, e então iam acordar os preguiçosos da casa: Thiago e Harry. Normal, tudo absolutamente normal.  Sentou-se na mesa sem fazer muito barulho.

- Bom dia, mãe, Juju - cumprimentou a morena servindo-se de um pouco de café. 

- Bom dia, meu amor! - cumprimentou Lílian com um grande sorriso no rosto ao encarar sua filha mais "nova". - Dormiu bem? - perguntou sentando-se ao lado da morena.

- Er... Dormi, na medida do possível. - acrescentou com um suspiro cansado. 

Na casa, a única que sabia de seus contínuos pesadelos era sua mãe. Tinha a impressão de que Harry desconfiava, mas isso não vinha ao caso naquela hora.
- Teve aquele pesadelo? Outra vez? - indagou a ruiva preocupada, observando a face da filha atentamente. Pequenas olheiras debaixo dos belos olhos castanho-esverdeados denunciavam a falta de sono.

- Acho que já me acostumei. - respondeu a garota, dando os ombros e pegando uma torrada - Não se preocupe - Hermione sorriu e assegurou: - Estou bem. 

Lílian ergueu ambas as sobrancelhas, mas, reconhecendo o olhar de "Não quero falar sobre isso agora" da garota ao seu lado, decidiu não insistir. A ruiva tinha que admitir, elas eram parecidas, quer dizer excessivamente parecidas. Os mesmos costumes, o mesmo vício pela leitura, o mesmo ar mandão e ao mesmo tempo extremamente doce e simpático. A filha, porém, tinha um jeitinho maroto só dela, era divertida e bastante inteligente. Um amor de menina quando não pisavam em seu "calo". Lílian sorriu, não tinha como negar: Hermione era a mistura perfeita dela e de Thiago.

Já Harry... Bem, este era a cópia perfeita de Thiago, apenas com os olhos da mãe, imensamente verdes. O garoto tinha o mesmo gosto para Quadribol que o pai, sendo apanhador de sua Casa desde o primeiro ano em Hogwarts. A ruiva não pôde evitar lembrar-se da festa que o marido deu ao saber da notícia e riu. Homens! Todos iguais. Também não podia negar que o seu filho mais "velho" logo conseguiria bater o recorde de detenções dos marotos. Não só ele como Hermione, que também fazia das suas de vez em quando, porém em menor escala agora que tinha se tornado monitora. Atualmente, Harry era o que dava mais trabalho. Igual ao pai.

- Mãe? - a voz calma de sua filha a tirou de seus devaneios.

- Diga, meu bem. 

- A senhora acha que... - a garota fez uma pausa - que esses sonhos... -ela mordeu o lábio inferior, nervosa. - podem ser um tipo de...

- Bom dia família feliz! - falou um belo moreno que acabara de chegar à cozinha. Ele tinha os cabelos negros completamente bagunçados e os olhos num castanho-esverdeado vivo. 

Dando um sorriso amarelo, Hermione virou-se para encarar seu pai, Thiago Potter.

- Dia, pai! - cumprimentou a garota, recebendo um beijo na testa em resposta.

- Bom dia, querido. - disse Lílian.

Thiago sorriu para a ruiva e lhe roubou um beijo rápido, indo se sentar à frente dela.

- O Harry ainda não acordou? - perguntou o homem, começando a se servir. 

A ruiva e morena fizeram um gesto negativo com a cabeça. Thiago ergueu a sobrancelha e deu de ombros, Harry sempre era o último a acordar.
Continuaram tomando café da manhã e o homem não pode deixar de notar que sua filha estava estranhamente calada naquela manhã, o que era bastante suspeito, já que Hermione tinha a mania de ser meio, quer dizer completamente falante durante o café. Lançou um olhar interrogativo a Lílian, mas está apenas desviou o olhar, "Aí tem coisa...", pensou o moreno entre um gole e outro de suco.

- Está tudo bem com você, Bonequinha? - indagou Thiago, interessado. Mione riu antes de responder ao pai:

- Está sim, pai. Apenas não dormi muito bem. - ela levantou-se da mesa. - Vou acordar o Harry. - e saiu da cozinha.

- Está tudo bem mesmo, Lily? - perguntou novamente o moreno, alguma coisa no olhar de sua filha o fez duvidar do "está sim, pai".

- Claro, claro que sim. Porque não estaria? - disse a mulher, nervosa. Odiava mentir as coisas de Thiago, mas por enquanto era necessário. 
- Se você diz... - ele encolheu os ombros e voltou a comer - Ah, você soube o que aconteceu com o Pedro? - perguntou o homem com um sorriso maroto nos lábios. 
Lílian encarou Thiago, curiosa, o mesmo sorriso aparecendo em seu rosto. 
***

Subiu as escadas lentamente, tinha que parar de pensar em bobagens. Era apenas um sonho, nada mais. Todo mundo tinha pesadelos de vez em quando, isso era normal. Ignorou, propositalmente, a vozinha que lhe dizia que sonhava com a mesma coisa há mais de um mês. Não queria preocupar seu pai; sua mãe já tinha se "descabelado" o suficiente quando contou sobre seu sonho. E onde estava o seu plano de começar o dia com o "pé direito"?! É, realmente precisava parar de pensar naquelas coisas.

Atravessou o corredor e entrou na primeira porta à direita.  "isso não podia ser chamado de quarto", pensou reprovadora. Roupas e papéis pelo chão, a porta do guarda-roupa aberta, cuecas no ventilador de teto, o som ligado, sapatos jogados aqui e ali, livros espalhados..."como se ele tivesse lido algum desses livros" Pensou a morena 

Revirou os olhos e caminhou até a cama de seu irmão. Ele estava de barriga para baixo, com os lençóis na cintura, deixando nus os seus ombros e suas costas. O pé direito aparecia entre as cobertas, ela foi até lá e passou as unhas sobre ele. Harry gemeu e escondeu o pé. Hermione riu.

- Harry, acorda.

-Não to afim - disse sonolento enquanto virava a cabeça para o outro lado. 

- Vamos, acorda. Você está perdendo um dia lindo! - dizendo isso, ela andou até a janela e abriu as cortinas, deixando os raios do sol se espalharem pelo quarto. Apesar de estar meio frio, o sol brilhava. 

Harry se esquivou diante daquela claridade brutal e colocou a travisero na cara.

- Você está me torturando! - ele disse enquanto puxava as cobertas.

- Ah! Vamos lá, Potter. Levante-se! - ela disse se ajoelhando ao lado dele na cama. - Não tenho o dia todo, Harryzinho! - cantarolou enquanto balançava o corpo do moreno de um lado para outro.

- Não! Deixe-me dormir e só me acorde numa hora decente – resmungou

o garoto afastando as mãos da irmã de si. 

- Já são quase nove!

Harry tirou a cabeça debaixo do travesseiro encarou a irmã, incrédulo.

- E você tem a coragem de me acordar a essa hora da madrugada?! Você é louca, Mione! Isso não é mais segredo - disse o moreno, que, logo depois, voltou a colocar as cobertas sobre si.

Hermione deu uma tapa no monte que era formado por Harry e os lençóis, causando outro gemido no garoto.

- Acorda! - disse enquanto tirava as cobertas de cima dele.

- Hey! Eu poderia estar nu aqui embaixo, sabia? - protestou o garoto ainda de olhos fechados, tentando pegar as cobertas, mas Hermione já tinha jogado longe.

- Vá embora e volte daqui a dois dias, maninha. - Implorou o jovem Potter.

Hermione suspirou e, ao invés de ir embora, ela foi até ele, colocou uma perna de cada lado do corpo de Harry e sentou-se com um pouco de força sobre a bunda do garoto, fazendo com que ele soltasse uma risada estrangulada.

- Eu não vou a canto nenhum. - ela começou a fazer uma pequena massagem nas costas nuas de Harry. -Vamos lá, acorde. Você ainda tem que tomar o café, antes que Juju limpe a cozinha.

- Não me importo! - ele bocejou - Você tem idéia de quantas garotas gostariam de estar no seu lugar, irmãzinha? - perguntou maroto.

Hermione podia imaginar o sorriso safado no rosto do irmão e não pode evitar dar um sorriso. Ele tinha razão. Pelo menos metade de Hogwarts desejava aquilo.

Rindo, a garota deu um beliscão do traseiro do garoto.

- Aii Mione - exclamou Harry, rindo.

- Isso é para você deixar de ser convencido e pervertido, Potter. - saiu de cima do moreno e sentou-se na cama. Harry fez a mesma coisa em seguida.

- Eu? Pervertido? da onde? - ele sorriu - Não era eu que estava muito bem sentado na bunda de outra pessoa, era?! - perguntou cínico, recebendo uma travesseirada em resposta. 

- Ah! Cala essa boca, garoto! - disse Hermione jogando outro travesseiro em Harry, que desviou sem problemas.

Rindo, o garoto puxou sua morena preferida para um abraço. Ela podia continuar sendo "insuportável", mas ele amava demais a sua "Bonequinha". 

- Bom dia, maninho. - disse a garota entre um bocejo e outro. 

- Bom dia, Bonequinha. - respondeu ele, arrancando um riso de Hermione.

Hermione Jane e Harry James, o casal de gêmeos dos Potter, eram bastante parecidos em algumas coisas, conheciam um ao outro melhor do que ninguém, eram melhores amigos e eternos cúmplices. Hermione podia ser monitora, mas Harry sempre conseguia convencê-la a quebrar algumas regrinhas. Coisa básica. Nada demais . O moreno tinha nascido uma hora mais cedo que a irmã, então era tido como o irmão mais "velho". Ok, ok. A diferença é mínima, ainda mais se tratando de gêmeos, mas uma hora é uma hora, e ele foi mais rápido na questão "quem-faz-a-mamãe-parar-de-sofrer-mais-rápido".

Com um dos braços, fez a irmã mais "nova" ficar sentada em seu colo e levantou-se da cama. Mione sempre fora muito ciumenta em relação a ele, e Harry em relação a ela. Fitou o rosto da morena em seus braços e sorriu. Parecia um anjo daquele jeito, os olhos fechados e alguns fios arruivados do cabelo negro caindo sobre a face. Sempre gostou do contraste das cores do cabelo de sua irmã. O mais interessante era que Hermione, quando pequena, era muito ruiva, mas a cor dos cabelos dela foi escurecendo naturalmente. Agora tinha virado uma mistura exótica e bela de negro com alguns fios vermelho-sangue, o que sem dúvida chamava bastante atenção. Acomodou a irmã melhor em seus braços e começou a caminhar em direção à cozinha. Só Merlin sabia como era difícil vigiar aquela "CDF chata" em Hogwarts. 

*****

 

A mansão dos Badni era a casa mais bonita da região, era branca com detalhes verdes bem clarinho, com grandes janelas e uma grande porta que dava no Roll da mansão onde tinha uma mesinha com alguns papeis em cima e um vaso com flores e duas grande escadas que dava para o mesmo corredor onde ficava os quartos. E um lado tinha a sala de visitas com dois sofás brancos e uma mesinha de centro, dois criados mudos um de cada lado do sofá de quatro lugares e no outro tinha uma sala de jantar junto com a cozinha.

La moravam Maya e Raj Badni, dois indianos que trabalhavam a 20 anos no ministério da magia inglês e seus três filhos  Joenny Badni e que era a filha mais velha tinha 17 anos, morena de cabelos longos e lisos, Danilo o filho do meio de 16 anos e a mais novinha  de 7 anos, Daniela.


***

Fedido, essa era a melhor palavra para distinguir aquele lugar dos demais. Uma pequena casa, se é que aquilo podia ser chamado desse modo, escondida dentro de uma mata fechada e rodeada por uma grande vala de esgoto a céu aberto. Vários bichos mortos podiam ser vistos durante todo trajeto até o interior daquela simples moradia, que de "simples" não tinha completamente nada em seu interior. 

Uma grande sala pintada com cores escuras e decorada com móveis alinhados e de extrema elegância era a entrada daquele "casebre", que, por sinal, era enfeitiçado para que o odor do lado de fora não entrasse para as dependências interiores.

Dois homens altos e de aparência nada amigável faziam a guarda do local. Parecia que matariam, da maneira mais dolorosa possível, qualquer coisa que tentasse entrar ali sem permissão. Se bem que o local era invisível para os Trouxas, mas não podia se dizer a mesmas coisas dos Bruxos. Por isso, seguindo ordens do Mestre, Bellatrix Lestrange reforçara aos feitiços de proteção naquela manhã.

- Tudo pronto? - perguntou um homem loiro de olhos acinzentados. Ele tinha um admirável porte físico, que ficava ainda mais visível por conta da roupa negra que usava. 

- Sim - disse Bella com frieza, mas o sorriso malicioso nos seus lábios denunciava o quanto ela estava contente por ver o ex-cunhadinho. - O mestre já está pronto? -indagou.

Em resposta, Lucio Malfoy apenas balançou a cabeça num gesto afirmativo e, dando as costas para a mulher, começou a caminhar pelo extenso corredor escuro, sendo seguindo imediatamente por ela.

Entraram numa sala tão grande quanto a primeira, com a diferença de que essa tinha uma extensa mesa, feita de madeira negra puríssima, recoberta pelos mais raros rubis e diamantes existentes. Cerca de vinte cadeiras de couro de Dragão estavam enfileiradas, dez de casa lado da mesa, esperando serem ocupadas pelos seus respectivos líderes.

A pouca iluminação era feita por velas flutuantes, estrategicamente espalhadas pelo local, mas não foi isso o que chamou a atenção dos dois servos. Havia um altar de estilo egípcio, desgastado pelo tempo, que conservava uma aura de magia e poder inimagináveis, principalmente por causa do ser que o ocupava. O homem, ou melhor, o que fôra um ser humano, estava sentado confortavelmente em seu trono, seu rosto pálido e magro sem demonstrar reação alguma, os grandes olhos vermelhos analisando os recém-chegados. Usando uma leve capa preta, que fazia um contraste com sua pele extremamente branca, Voldemort esperou que seus comensais mais devotados se ajoelhassem diante dele e lhe contassem as últimas novidades.

- Milorde! - começou Lucio, depois de uma reverência - Estamos prontos. 

- Ótimo - disse Voldemort com sua habitual voz fria, seus lábios finos formando um pequeno sorriso de satisfação. - Tragam o prisioneiro e aguarde o meu sinal. 

 

***

Levantou disposto naquela manhã. O céu estava límpido e com poucas nuvens, e, apesar do frio, as condições eram perfeitas para um bom vôo. E isso era suficiente para deixar o humor de Draco Malfoy o melhor possível.

Draco se levantou de sua cama abril acortina e colocou uma camiseta qualquer para ir tomar café. Desceu as grandes escadas e entro na sala de jantar onde vil viu sua mãe tomando café sozinha lendo o profeta diário. Sua mãe tinha se casado de novo com seu ex professor de dcta o Lupim. 

-Bom dia mamãe! - disse o loiro indo beijar a sua mãe. 

-Bom dia filho acordou sedo hoje - disse a mãe estranhando o filho que era sempre o último a acordar. 

-Vou jogar quadribol com Harry e Zabini! Mel ainda não acordou? - pergunto o loiro se servindo de um pouco de café – o Lupim? Já foi para mistério?

-O Lupim já! e sua irmã ainda não acordo eu acho que ela ficou engripada, dei uma poção para ela ontem a noite.

A maior felicidade de Narcisa Black era seus filhos, Draco e Mellany, quando teve a noticia que teria um casal de gêmeos não se conteve de alegria, durante a infância de seus pequenos tomou a difícil decisão de largar do seu marido Lucio Malfoy. E foi a melhor decisão.

-Draco, querido como um pedaço de pão! – Narcisa disse ao ver que o filho estava só com a xicara de café na mão.      

-Estou sem fome! - disse o loiro com pouco entusiasmo. – Acho que estou ficando doente também! – dizendo isso o sonserino fez uma cara de cachorro que caiu da mudança

- Ai que invejoso! – a voz veio das escadas, onde Mellany aparecia para o café, a sonserina era loira igualmente ao irmão, um pouco menor do que ele já os olhos azuis pareciam refletir o mar calmo, porem hoje não poderia se dizer que a menina era considerada a mais bonita de Hogwarts, muito por conta das profundas olheiras e a ponta de seu nariz estar muito vermelha ela ainda vestia um pijama e pantufas. Draco realmente nunca havia visto sua irmã tão mal.

-Você esta com a cara horrível! -disse o menino enquanto ela se sentava na sua frente na mesa.

-Filha você ainda não está melhor? -  Narcisa colocou a mão na testa da menina medindo sua temperatura, cuidar de doentes era o que ela fazia de melhor – você está ardendo em febre!

-Acho que vou morrer! – Mellany deixou sua cabeça cair na mesa, Draco olhou para sua mãe e revirou os olhos pelo drama de sua irmã, o amor entre os dois era impressionante desde pequenos narcisa percebia a semelhança, sempre doentes juntos, o gosto pelas mesmas comidas, parecidos em tudo.

-Bom eu vou indo, antes que eu pegue essa doença ai...! – Draco se levantou rapidamente antes que sua mãe pudesse protestar.

 

Atrás da sua atual casa, a alguns metros de distância, havia um terreno vazio no qual havia sido montado um campo de Quadribol, que ficava escondido dos olhares curiosos dos trouxas por altas árvores e alguns feitiços básicos. Com uma Firebolt IV pendurada no ombro direito, o sonserino de belos olhos azul-acinzentados, porte atlético e aristocrático imensamente admirável, cabelos muito loiros e corpo bastante trabalhado por causa dos anos de Quadribol, deixou uma bonita casa de dois andares e entrou na trilha que dava para o terreno.

Ainda faltavam alguns minutos para o time de Quadribol improvisado chegar, se bem que não se podia chamar de time o grupo composto por Harry Potter, Rony Weasley e Blaise Zabini, pensou o loiro com um sorriso irônico nos lábios. Também tinha o fato de que ele, Draco Lucio Malfoy, nunca fôra com a cara do cabelo-de-fogo-ambulante-Weasley. Merlin! Sua mãe podia ter deixado de ser uma Malfoy, mas ele ainda era e tinha um nome a zelar. Bom, pelo menos o que sobrou dele. 

Não demorou mais de quinze minutos e lá estava ele, no meio do amplo terreno, esperando pacientemente pela a chegada de seus amigos. Um ruído semelhante a uma chicotada denunciou a chegada de um dos jogadores.

- Boa tarde, Draco - cumprimentou um moreno sorridente. Ele tinha os cabelos negros bagunçados e olhos muito verdes, sem falar no corpo (*autora suspira*) de dar inveja em muitos e fazer a maioria das mulheres suspirar inclusive a irmãzinha de Draco que desde criança era apaixonada pelo moreno.

Harry Potter fôra o segundo a chegar, trazendo no ombro direito uma vassoura igualzinha a de Draco, uma Firebolt IV.

-Boa, Harry - disse o loiro virando para encarar o melhor amigo.

A vida era realmente irônica, quem diria que um Malfoy algum dia pudesse virar o melhor amigo de um Potter?! Tudo bem que as mães de ambos tinham grande culpa no cartório, já que eram melhores amigas desde que se conheciam por gente, inclusive Lílian Potter era madrinha do sonserino. E Draco não conseguia pensar em pessoa melhor para este "cargo".

- Rony e Zabini ainda não chegaram? - perguntou o moreno. Olhando ao redor, ele logo avistou uma cabeleira ruiva e uma castanha - Lá estão eles. - disse andando até os recém chegados. Draco revirou os olhos e seguiu o amigo. 

- Vamos começar agora? - quis saber um garoto muito ruivo, de olhos azuis. Ele tinha um corpo bem definido e carregava uma Nimbus 2005 na mão esquerda. Apesar de não ir com a cara de Draco, o ruivo concordou em jogar depois de muita, muita mesmo, insistência de Harry, seu melhor amigo. 

- O que você acha, Weasley? - indagou o loiro irônico. Blaise reprimiu uma risada e Harry revirou os olhos. A sessão de elogios não ia demorar a começar. 

- Oras, vamos logo com isso. ? falou um garoto de cabelos castanho-escuros e de belos olhos negros, que também tinha o corpo bastante trabalhado e músculos definidos, os quais ficavam visíveis devido à blusa preta que usava. Zabini era um intermediário naquele quarteto. Era o outro melhor amigo de Draco e tinha uma boa convivência com os outros dois, apesar de achar o filho mais velho dos Potter demasiadamente irritante, sentimento este que era recíproco.
Todos subiram em suas respectivas vassouras e levantaram vôo. Sem dúvidas, voar era a segunda coisa que Draco mais gostava de fazer. Ele viu o Weasley ir em direção aos grandes aros da direita e Blaise para os da esquerda. Com uma das mãos segurando firmemente no cabo da vassoura, tirou a varinha das vestes e aprontou para um baú alguns metros abaixo de si.

-Alohomorra - disse ele. De dentro do baú saíram um pomo-de-ouro e uma goles enfeitiçada, que voou até Draco e por ele foi segurada. 

- Somos apenas quatro, Draco. É melhor usarmos só a goles. - propôs Harry, que estava bem em frente ao sonserino. 

- Certo. - disse Draco - Prepare-se para perder Potter! - acrescentou o loiro com um sorriso presunçoso no rosto.

- Veremos, Malfoy. Veremos. - retrucou Harry.

A goles foi solta e a partida se iniciou. Draco tomou a liderança com um movimento rápido da vassoura e pegou a bola, voando em disparada para os aros que Rony defendia. É claro que Harry não deixou por menos, pois ele não era considerado o melhor apanhador dos últimos tempos à toa. Utilizando metade da potência de sua Firebolt, Harry tinha que admitir, o sonserino desgraçado que era seu melhor amigo sabia voar muito bem  o moreno alcançou o loiro e fez com que a sua vassoura emparelhasse com a dele.

- E ai, Harry? - começou Draco - Pronto para mais uma lavada? - ironizou 

Um sorriso cínico formou-se nos lábios de Harry antes dele responder ao amigo:

- Não cante vitória antes do tempo, Malfoy. Ah! Se eu fosse você prestaria mais atenção na bola - e, com uma guinada na vassoura, trombou com toda força no adversário, fazendo-o se desequilibrar e acabar baixando a guarda. Harry aproveitou essa distração e pegou a bola em tempo de evitar que Draco fizesse o primeiro gol da partida. 

- O QUE? ...AH VOCÊ VAI VER, POTTER! - berrou Draco antes de fazer a volta e partir em disparada atrás do moreno, que ria abertamente.
Blaise parou de rir quando viu Potter vindo na sua direção, pois suas esperanças de zoar a cara de Rony por levar um gol em menos de cinco minutos de jogo tinham ido por água a'baixo. Resmungando coisas inaudíveis, concentrou-se nos ágeis movimentos do grifinorio, o viu jogar a goles e defendeu por um triz o gol que Harry tentava fazer.
- Não tão rápido, Potter! ? desdenhou o goleiro sonserino. Blaise logo jogou a goles para Draco, que estivera observando a cena com um sorriso irônico nos lábios. 

Ok! Eles eram amigos, mas estamos falando de Quadribol entre duas casas rivais, então... Cerca de uma hora e meia havia se passado desde o primeiro lance do jogo quando, felizes e extremamente relaxados (Rony não muito já que levou um gol de Draco no segundo lance do loiro), os quatros voltaram ao chão ouvindo as piadas de Rony e os comentários de Zabini sobre certas coisas, tudo isso ao som de altas gargalhadas. 

O jogo acabou dando empate, onze para cada time, sendo a maioria dos gols marcados por Harry e Draco, já que Rony e Blaise só tiveram oportunidade de marcar quando as posições dos jogadores foram trocadas, a fim de deixar a partida mais movimentada.

- Só sou eu ou algum de vocês também está com fome? ? perguntou Rony depois de alguns minutos de conversa amimada, debaixo da sombra de uma das árvores do terreno.

- Os Weasley e sua eterna fome... - cantarolou Draco sarcástico.

-Cala boca, loiro oxigenado! - retrucou o ruivo - Mas, pessoal, é serio. Estou faminto! 

- Também! - concordou Blaise levantando-se - E aí, Draco? A tia Narcisa pode fazer alguma coisa pra nós? - perguntou esperançoso. 
Draco se espreguiçou antes de responder ao melhor amigo

- Não sei não, ela estava meio estressada hoje - ele fez uma careta ao lembra-se do escândalo que sua mãe fez ao ver uma toalha molhada em cima de sua cama.- Além disso Mel esta doente.

- Iiiih! Se a sua mãe for parecida com a minha quando está estressada, tenho pena do Remo - comentou o ruivo rindo e arrancando risadas dos demais.
Dois anos antes Narcisa Black casara-se com Remo Lupin e agora eles moravam numa bela casa no sul de Londres. No início fôra meio estranho para Mellany e principalmente para Draco, já que eles não sabiam do antigo romance entre sua mãe e o ex-maroto, mas agora, depois de dois anos de convivência harmoniosa, os sonserinos não conseguia pensar em homem melhor para sua mãe. 

- Isso não é problema - falou Harry - Podemos ir lá pra casa, garanto que a Juju pode fazer algo pra gente. E se a Mione estiver boazinha - ele riu ao ver o sorriso de Draco ao escutar o nome de sua irmã - ela pode fazer aquela torta de morango que só ela sabe. E você, Malfoy - advertiu Harry -, Não comece com as suas brincadeiras, ok?! 

O loiro fez sua melhor cara de santo.

- Eu?! Como você pode pensar isso de mim, Potter?! Claro que não vou fazer nada com a Mini-Evans - defendeu-se o loiro, mas o sorriso maroto em seus lábios denunciava as suas próximas atitudes. 

- Sei. Vamos logo. - Dizendo isso ele aparatou, sendo imitado pelos amigos em seguida. 

***
 

Tinha algo melhor que ficar deitada, debaixo de lençóis fofinhos e quentinhos, lendo um bom livro num dia de verão estranhamente frio? Eu digo que não. Além do mais, ler sobre Runas Antigas era deveras interessante, mas em sua sincera opinião nada se comparava a Transfiguração, essa sem dúvida era sua matéria preferida. Também tinha o fato de que estar completamente sozinha em casa ajudou a escolher o programa literário. Não que tivesse outra coisa mais interessante para fazer, pensou ela, ligeiramente desgostosa da sua falta de idéias para passar o tempo.

Há mais ou menos três horas seus pais tinham saído para atender a um chamado urgente do Ministério. Vida de auror não era fácil, pensou a garota. E com tudo que estava acontecendo no Mundo Bruxo a situação piorava cada vez mais.

Aí você pergunta: e o Harry? Bem, o "ingrato" que ainda chamava de irmão também saíra, fôra jogar Quadribol com os amigos, dá pra acreditar nisso?! Como é que uma pessoa - que tenha algum grau de inteligência, obviamente - prefere jogar aquilo ao invés de ampliar seus conhecimentos lendo um bom livro?! Por Merlin, isso era uma completa falta de absurdo!

- Só podia ser homem mesmo! - disse irônica, enquanto virava a página de seu livro. 

Ok! Talvez, apenas talvez, pudesse estar exagerando um pouquinho, mas o seu atual momento de "estou-completamente-e-absurdamente-entediada" pedia aquilo. 

E já ia esquecendo outro detalhe importante... Como alguém, em sã consciência, conseguia ficar no mesmo lugar com a versão masculina da Madona por mais de dois segundos? Merlin! Aquelas pessoas (seu irmão e o Blaise, principalmente) deveriam ser estudadas. Para Hermione, aquele milagre era demais para sua escassa paciência, Mellany então sua melhor amiga como ela conseguia sobreviver com aquela Barbie. Draco Malfoy era terrivelmente irritante, chato e convencido demais para seu gosto, além das outras inúmeras qualidades que a garota via no sonserino.

Mas o que fazia Hermione Jane Potter odiar com todas as suas forças a fuinha oxigenada era o prazer que o loiro demonstrava em irritá-la, o que era agravado pelo fato de ele conseguir mesmo tirá-la do sério.

- Merlin realmente gosta de mim! - disse a morena.

O tom irônico em sua voz fez o quadro de Rowena Ravenclaw, pregado na parede ao lateral do quarto, abafar uma risadinha. Havia um quadro igualzinho a esse na sala que sua mãe e seu pai tinham no Ministério, era por ele que Lílian ou Thiago mandavam alguns recados para seus filhos.
Cansada de ler o mesmo parágrafo pela quinta vez consecutiva, fechou o livro de Runas com um pouco mais de força, dando, logo em seguida, um longo suspiro de tédio. Perdera de vez a sua tão preciosa concentração, e quem era o culpado? "Odeio Draco Malfoy", pensou raivosa ao se levantar da cama.

- Juju. - disse Hermione e no segundo seguinte uma criaturinha baixinha, com grandes olhos azuis e orelhas bem pontudas, vestida com um vestidinho azul todo florido apareceu em sua frente.

- O que a menina Potter deseja? Posso ajudá-la em algo? Quer que Juju arrume o quarto? - perguntou a Elfa de uma vez só.

- Calma Juju - começou Hermione risonha - Você está muito ocupada? - a elfa fez um gesto negativo com a cabeça - Certo, você pode preparar a banheira do quarto da mamãe pra mim?! - perguntou.

A elfa pareceu imensamente feliz por ter algo pra fazer.

- Claro! Juju faz agora mesmo! - ela ia desaparatar quando Hermione a chamou novamente.

- Mas tem uma condição: eu ajudo você no jantar. Não quero atrasar as suas tarefas, querida. - falou Hermione sorrindo meigamente para a criatura mágica.

- Mas senhora...

- Sem "mas", Juju. Já me decidi. Agora pode ir e nem tente me enrolar, ouviu?-advertiu a morena.

- Juju não gosta disso, mas Juju obedece. - e desaparatou.

Rindo, a morena voltou a se jogar na cama, tinha certeza de que um banho relaxante iria ajudar a esquecer os pensamentos assassinos que estava tendo com um certo sonserino extremamente arrogante.

***

Depois que parou de sentir aquela horrível sensação de estarem comprimindo todos os seus órgãos dentro de uma fina e suja mangueira, Draco abriu os olhos e se viu numa bonita sala. Ela tinha as cores num meio termo de claro e escuro, havia dois sofás, um branco e outro marrom, e entre eles, uma mesinha de vidro com alguns enfeites e dois porta-retratos, um tapete de cor clara cobria o chão na parte dos móveis de muito bom gosto. Na parede central da sala, acomodados numa detalhada estante de mogno escuro, estavam, todos de última geração, uma TV, um aparelho de som e outro de DVD. 

Ficou um tempo olhando para um dos porta- retratos, o pensamento voando longe e um pequeno sorriso brincando nos lábios. Só voltou à "realidade" ao ouvir a voz de Harry o chamando para ir à cozinha.

- Quer um babador, Malfoy? - provocou Blaise. Ele tinha sido o único que notou como o loiro admirava a foto da sua melhor amiga, Hermione Potter. 

- Não enche, Zabini - disse o sonserino, entrando na cozinha junto com o amigo.

O cômodo era bastante espaçoso, as paredes eram revestidas de branco misturado com bege e uma grande janela iluminava o aposento. Havia uma mesa de seis lugares no centro, um balcão largo com mais duas cadeiras, perto da pia, e uma geladeira e um freezer à esquerda. Encostado na parede da direita havia um fogão de oito bocas e, no centro, um grande armário amarelo. 

A porta dos fundos estava aberta e por ela entrou um Elfo Domestico, vestido com um mini-macacão colorido. Ele tinha grandes olhos castanhos e carregava algumas cervejas amanteigadas, que presumivelmente seriam tomadas por eles.

Rony estava sentado em uma das cadeiras e bebia um copo de suco. Harry ainda pegava algumas comidas na geladeira e pareceu imensamente feliz ao ver Dobby, o outro Elfo da casa.

- Está aqui, meu senhor Potter - disse o Elfo com um grande sorriso - Dobby já trouxe as cervejas, deseja mais alguma coisa?
Harry encarou aquela coisinha baixinha com um sorriso, estava na cara a expectativa de Dobby por cumprir as ordens de seus patrões. 

- Por enquanto é só, Dobby. - disse Harry, vendo surgir uma certa decepção nos grandes olhos castanhos. Então, demonstrando certa preocupação com sua irmã mais "nova", ele perguntou: - Sabe onde está a Mione? Não a vi quando cheguei... 

Draco, que estava sentado do lado de Zabini na mesa, abriu um sorriso maroto ao escutar a resposta do criado.

- Dobby sabe, Dobby sabe sim... A menina Potter está no banho, nem imagina que os senhores estão aqui em baixo. - Informou o Elfo contente por ajudar seu senhor.

- Tudo bem, agora pode ir. Qualquer coisa eu chamo você. - Dobby fez um movimento positivo com a cabeça e sumiu com um estalar de dedos. 

No andar de cima, uma garota de estatura mediana, belos olhos castanho-esverdeados, longos cabelos negro-arruivados e corpo definido e atraente estava quase terminando de tomar seu banho relaxante. Ela estava alheia a tudo que acontecia no andar de baixo e ao garoto extremamente loiro que subia, cautelosamente, as escadas.


Notas Finais


Me conte o que achou

beijosss


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