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História Apenas Mais Uma História de Amor - Bughead - Capítulo 46



Notas do Autor


Oii! Capítulo feito com carinho pra vcs...
Tem um Bughead básico e um hot pra animar!
Espero que gostem... Ah, a trilha sonora é Flashligth - Jessie J.
Boa Leitura 💞

Capítulo 46 - Capítulo XLVI


Fanfic / Fanfiction Apenas Mais Uma História de Amor - Bughead - Capítulo 46 - Capítulo XLVI

CAPÍTULO XLVI


Era a quinta vez que o celular de Betty tocava naquela tarde e pela quinta vez ela o ignorava.

- Sua mãe de novo? Acho que deveria atender... – disse Verônica a encarando por cima dos óculos.

- Não vou Vee, ela quer que eu volte para casa, mas foi ela quem me expulsou de lá. Além do mais, o Jugh ainda precisa de mim.

Betty voltou sua atenção para seu trabalho de História, mas sentia o peso do olhar de Verônica sobre ela. Ergueu os olhos, ela a observava.

- Que foi? – Disse levemente incomodada com aquele olhar.

- Eu te conheço Betty. O Jughead já está bem... Inclusive ele está lá fora treinando com os Buldogues enquanto estamos aqui nessa biblioteca. Você quer ficar no trailer por que acha que precisa protegê-lo de alguma coisa.

Betty suspirou derrotada.

- Eu não posso correr o risco de perde-lo outra vez Vee! Enquanto estamos aqui, os caras que atacaram ele estão por aí planejando sabe-se lá o que... E eu tenho medo que o Jughead vá atrás deles, e acabe... Morto!

Verônica percebeu que Betty estava com os olhos marejados, ela pegou na mão de sua amiga sobre a mesa.

- Vai ficar tudo bem Betty...

- Já faz quase um mês, e eu ainda tenho pesadelos horríveis. Acordo assustada no meio da madrugada com a imagem dele todo ensanguentado caído na cozinha.

As lágrimas escorriam agora pelo rosto dela. Sem saber como acalmar Betty, Verônica trocou de lugar, ficando ao seu lado e a puxando para um abraço apertado.

- Vee, eu vou pra casa. Não tô com cabeça para terminar esse trabalho. Pode avisar ao Jughead pra mim? – ela disse guardando suas coisas na mochila.

- Não acha melhor espera-lo?

- Não, o treino ainda vai demorar um pouco e eu tenho que passar em casa para pegar algumas coisas. Esse horário provavelmente minha mãe está no jornal então... Preciso aproveitar.

- Tudo bem, eu aviso. Se cuida!

Aproveitando que tinha o último período livre e as chances de cruzar com sua mãe no meio da tarde em casa eram mínimas, Betty decidiu ir até sua casa pegar algumas roupas. Quando entrou a casa estava silenciosa e aparentemente vazia, como o esperado. Imediatamente ela subiu ao seu quarto e pegou tudo que precisava, em poucos minutos já estava descendo as escadas. No exato minutos em que se dirigia para a porta, alguém a abriu.

- Pai! – ela gritou assustada.

- Betty, você voltou? – Hall diz surpreso, fechando a porta.

- Não Pai... Só vim mesmo pegar umas coisas, já estou indo. Não quero encontrar com a mamãe.

Ele a olhava com ternura e preocupação.

- Betty, ela não vai chegar agora, fique um pouco. Vamos conversar...

Com os olhos fixos em seu pai, Betty assentiu. Largando a mochila no chão ela o acompanhou até a cozinha. Ele estava com um monte de correspondências na mão e as separava enquanto dizia:

- Acho que já está na hora de você e sua mãe conversarem, não está certo você ficar morando com seu namorado, aqui é a sua casa.

- Mas foi ela que quis assim pai! E sinceramente eu já estou farta do controle obsessivo da mamãe há muito tempo.

- Ela não quis te colocar pra fora de casa Betty, você conhece sua mãe. Ela é explosiva e as vezes faz as coisas sem pensar. Mas a verdade é que ela está arrasada com tudo isso... Ela sente a sua falta, ela se preocupa com você. Volte pra casa...

Betty não sabia se estava pronta para encarar sua mãe, ela sabia que não poderia ficar com os Jones para sempre mas no momento não estava disposta a reviver todas as discussões de sempre.

- Acho que isso aqui é para você – Hall lhe estendia um envelope pardo.

Betty o pegou e imediatamente seus dedos ficaram trêmulos, era a resposta da Julliard. Seu coração batia em um ritmo acelerado e ela ficou em êxtase com o que acabara de ler.

- EU PASSEI!!! AH MEU DEUS!!! PAI... EU FUI ACEITA NA JULLIARD – Betty pulava abanando o envelope em suas mãos.

Hall sorria estendendo os braços em sua direção.

- Parabéns minha filha, estou orgulhoso de você. – ele disse a abraçando apertado.

- Tá vendo pai, por que a mamãe não pode simplesmente ficar feliz por mim? Se ela estivesse aqui provavelmente estaríamos brigando de novo...

- Ela vai se acostumar com a ideia Betty, de um tempo a ela...

Por fim, Betty prometeu a seu pai que iria pensar a respeito de voltar pra casa. Despediu-se dele rapidamente e foi para o trailer mal podendo conter a ansiedade de contar para Jughead que fora aceita na Julliard.

Ela ficou um pouco decepcionada ao ver que ele ainda não tinha chegado do treino, estacionado em frente ao trailer estava apenas a pick-up de FP e ao entrar Betty escutou sua voz. Algo em seu tom fez com que ela ficasse em silêncio para ouvir. Ele parecia falar ao telefone, sua voz vinha da cozinha.

“Já lhe disse Mustang, eu tenho palavra! Mas lembre ao Tall Boy do nosso combinado. E mais uma coisa... se chegarem perto do meu filho eu acabo com vocês, como já deveria ter feito.”

Betty bateu a porta propositalmente e FP foi até a sala.

- Betty, é você! Onde está o Jughead?

- Ele ainda está no treino Sr. Jones.

- Diga a ele que tive que fazer uma pequena viagem até Centervile... Preciso resolver umas coisas do ferro velho por lá, volto amanhã cedo. - ele disse pegando as chaves da pick-up e saindo.

Desconfiada de que FP estava mentindo e que essa “pequena viagem” tinha algo a ver com a conversa que ela acabara de escutar, Betty apenas esboçou um sorriso e acenou.

Ela ficou alguns minutos processando aquilo, uma parte dela queria contar a Jughead, a outra parte tinha medo de que ele fizesse algo perigoso, e tinha certeza que ele faria, se isso ajudasse seu pai. Jogou-se na cama respirando fundo e antes que pudesse pensar no que fazer...

- Betty? Pai?

Jughead aparecera na porta do quarto, com um imenso sorriso ele a encarava:

- A melhor parte do meu dia é chegar em casa e te encontrar deitada na minha cama.

Sorrindo, Betty se levantou indo até ele, enlaçando os braços em volta de seu pescoço . Ela ficou na ponta dos pés para lhe dá um beijo.

- Tenho novidades – diz afastando – se para encara-lo com o sorriso mais encantador que ele já vira.

Pega então o envelope pardo que estava sobre a cama e o entrega, evitando ao máximo esboçar qualquer reação, o deixando ainda mais curioso. Com um olhar intrigado ele abre. A medida em que lê a carta um sorriso vai se espalhando em seu rosto.

-Betty... isso é...- ele diz passando os olhos pela carta novamente.

- Incrível? Impressionante? Julliard me aceitou Jugh!- Ela diz com a voz embargada pela emoção.

Ele se aproxima dela pondo alguns fios soltos do seu cabelo para trás da orelha.

- Você, Betty Cooper! AAH EU TO TÃO ORGULHOSO! CARAALHO, JULLIARD?- Ele lhe puxa para um abraço apertado a tirando do chão.

A risada misturada dos dois se espalhava pelo quarto criando um efeito sonoro gostoso de ouvir.

- Parece que somos uma dubla imbatível não é Jones? Julliard, Yale... – Betty o olhava com segundas intenções, enquanto seu dedo indicador passeava pelo peitoral de Jughead, coberto por sua camiseta suada.

*Jughead P.O.V*

“I got all I need when I got you and I

I look around me, and see a sweet life

I'm stuck in the dark but you're my flashlight

You're getting me, getting me through the night” ( Flashligth – Jessie J.)

O simples toque dela em meu corpo surtiu efeito, Nossos olhares se cruzaram, prendendo um ao outro e estabelecendo aquela conexão que só nós entendemos. Exatamente como se fosse a primeira vez...

- Só precisamos agora esperar pela sua resposta da Julliard ou que a Northwestern nos aceite. E em alguns meses Jugh, seremos só nós dois em algum paraíso.

Embora eu tivesse assuntos inacabados em Riverdale, a simples possibilidade de estarmos indo juntos para a universidade em breve me dava a sensação de que finalmente as coisas começariam a dar certo pra nós, isso merecia uma comemoração...

Eu sorri, ao imaginar nós dois seguindo nossos sonhos e nossos caminhos juntos, era tudo o que eu mais queria. Mas naquele momento meu corpo pedia por algo mais imediato.

- Em alguns meses... mas por enquanto, podemos fazer nosso próprio paraíso... aqui.

Eu disse sussurrando em seu ouvido e ela sorriu maliciosa de volta, com certeza entendeu o que eu quis dizer.

Enquanto eu sentia o corpo de Betty cada vez mais próximo do meu, me lembrava o quanto eu havia sentindo falta dela durante a minha recuperação. Seu toque, seu cheiro, sua boca, seu corpo... eu me sentia como se tivesse em uma crise de abstinência.

Betty já estava completamente colada em mim e suas mãos puxavam a minha camisa com delicadeza, com certeza ela ainda tinha medo de me machucar porque sua mão tocou cuidadosamente a cicatriz em minha barriga, aqueles olhos verdes me encaravam com um brilho diferente, havia uma certa tristeza neles.

- A ideia de te perder ainda me assombra Jugh...

Ela disse baixinho, sua voz era trêmula. Eu encostei minha testa na dela e vi seus olhos se fecharem.

- Eu estou aqui Betty... Com você. Pra você e por você. Nada vai nos separar.

- Promete?

Ela disse abrindo os olhos, aqueles grandes olhos verdes pelos quais eu era perdidamente apaixonado.

- Eu juro! – prometi a ela.

“I can't stop my heart when you're shining in my eyes

Can't lie, it's a sweet life

I'm stuck in the dark but you're my flashlight

You're getting me, getting me through the night

'Cause you're my flashlight

My flashlight

You're my flashlight.”

Silenciosamente nossos corpos chamavam um pelo outro e sem conseguir mais me controlar eu a levantei pela cintura, imediatamente suas pernas se entrelaçaram em mim. Qualquer medo ou dúvida se transformou em desejo naquele momento.

Os dedos de Betty se afundaram nos meus cabelos, a boca dela devorava a minha me enlouquecendo aos pouco. Eu a levei para cama, ela sorria me provocando enquanto tirava sua blusa. Parei para admira-la por um momento, na verdade poderia ficar assim por horas... completamente hipnotizado.

- Vem Jughead...– Ela disse provocante, me tirando do transe.

Fui pra cima dela, beijando seu corpo lentamente, meus lábios subiam pela sua barriga até chegar ao vale entre seus seios, ainda cobertos pelo sutiã. Deslizei minhas mãos pelas suas costas liberando o fecho e senti a pele de Betty se arrepiar quando toquei suavemente seus ombros, puxando as alças do sutiã. Meu corpo se enrijeceu de prazer quando ela se inclinou para beijar meu pescoço e seus mamilos roçaram no meu peito. Percebendo o quanto eu estava excitado, ela resolveu me provocar ainda mais. Me empurrando na cama, arrancou o que restava das minhas roupas e eu quase perdi a sanidade quando senti o toque de suas mãos quentes no meu membro que latejava de desejo... Foi impossível segurar um gemido quando ela o colocou entre seus seios fazendo movimentos enquanto olhava pra mim mordendo o lábio inferior.

- Betty... Você... tá me deixando louco...

Eu disse ofegante.

Betty sorriu dizendo com uma voz que derramava desejo:

- “Deixando” Jones? Eu quero ver você completamente louco.

E ela estava realmente determinada a me enlouquecer, porque sem hesitar, seus lábios se fecharam no meu membro e eu perdi a razão quando senti sua língua deslizando em mim, minhas mãos se agarraram em seus cabelos ditando o ritmo.

Eu não podia mais me controlar, estava quase lá... Por instinto, dei um leve puxão em seu cabelo fazendo com que ela parasse e olhasse pra mim, seus olhos brilhavam intensamente e imediatamente sua boca veio em direção a minha. Nossas línguas se encontravam de uma forma selvagem enquanto eu levantava a saia de Betty e arrancava sua calcinha. Com um movimento eu a joguei de bruços na cama, meu corpo tinha urgência em penetra-la e ela gemeu alto quando o fiz. Nosso ritmo era lento e intenso, eu segurava em sua cintura enquanto ela olhava sobre o ombro me instigando até eu perder o pudor que me restava.

Enterrei meus dedos em seus quadris segurando-os com força enquanto ela pedia, entre gemidos, que eu fosse “mais rapido” “mais forte”. Senti seu corpo se contrair ao atingir o êxtase, e imediatamente eu a segui. Trêmulo, me joguei para o lado e ela deitou – se sobre meu peito, estávamos suados e ofegantes. Fazia tempo que eu não me sentia tão bem, tão completo e dentro de mim eu tinha a certeza de que jamais permitiria que nada, nem mesmo a morte, nos separasse.

“I see the shadows low beneath the mountain top

I'm not afraid when the rain won't stop

'Cause you light the way, you light the way

You light the way”



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