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História Apenas Mais Uma História de Amor - Bughead - Capítulo 47



Notas do Autor


Oi amores! Já voltei pra vcs não esquecerem de nós. Hoje gostaria de agradecer por vcs estarem sempre aqui, já chegamos a 10.000 views 🤩🤩🤩 Eu amo ler os comentários, saber o que estão achando... Muito obrigada mesmo ❤️
Espero que gostem do capítulo de hoje e vão Preparando o coração pq os próximos vão trazer fortes emoções 🤩😂
Boa Leitura 💞

Capítulo 47 - Capítulo XLVII


Fanfic / Fanfiction Apenas Mais Uma História de Amor - Bughead - Capítulo 47 - Capítulo XLVII

CAPÍTULO XLVII


Na manhã de sábado, ainda de olhos fechados, Jughead passava a mão pela cama esperando que seus dedos sentissem o toque macio da pele de Betty. Frustrado por não a encontrar ele se levanta e ao sair do quarto um delicioso cheiro de panquecas faz seu estômago roncar. Uma lembrança nostálgica invade sua mente... A última vez que sentiu aquele cheiro, sua mãe estava na cozinha preparando seu café da manhã. Tentando ignorar o aperto em seu peito ele entra na cozinha e abraça Betty por trás, enquanto ela despeja massa de panqueca sobre a frigideira.

- Por que levantou tão cedo? – ele diz beijando seu pescoço.

Ela da uma gargalhada.

- Cedo? Jugh... São quase meio dia!

Betty percebe um vinco de preocupação se formar em sua testa.

- Algum problema? – ela pergunta.

- Meu pai... Ele não chegou ainda?

- Não o vi por aqui...

- Essa viagem dele... Muito estranha. O que ele poderia resolver em Centervile em uma sexta feira a noite? Não estou com um bom pressentimento a respeito.

Segue-se um minuto de silêncio, internamente Betty está em conflito mais uma vez sem saber se deveria ou não contar a Jughead sobre a estranha ligação de FP.

- Eu tenho achado meu pai um pouco estranho Betty, as vezes penso que é pelo que aconteceu comigo. Mas me ocorreu que ele pode... Não sei... Talvez ele tenha ido atrás da minha mãe – Jughead diz em um tom distante, como se estivesse falando mais com ele mesmo do que com Betty.

- Jugh, Preciso te contar algo.

Betty leva a bandeja com panquecas para a mesa, ao lado coloca uma garrafa do famoso xarope de bordo Blossom. Senta-se de frente para ele e o olha no fundo dos olhos.

- Você está me assustando... – ele diz

- Jugh, por favor me promete que não vai fazer nenhuma maluquice...

- Betty! Fala de uma vez!

- Ontem, quando cheguei aqui seu pai estava em uma ligação e... Bem, Sem querer eu meio que ouvi um pedaço.

Betty conta a Jughead que ouvira FP falando com “um tal de Mustang”.

- Mustang? Quem é Mustang? Não temos nenhum sócio ou fornecedor com esse nome... Nem mesmo um cliente.

- Tem mais uma coisa Jugh... – ela estava com receio de contar toda a história, mas já que havia começado decidiu que era melhor dizer tudo de uma vez.

- Ele falava algo sobre uma espécie de combinado e também... – ela fez uma pausa, respirando fundo continuou – disse para não chegarem perto de você outra vez.

Jughead a olhava de uma maneira estranha, certamente tentando assimilar o que ouvira.

- BETTY, VOCÊ ESPEROU UMA NOITE INTEIRA PRA ME DIZER ISSO?

Ele levantou-se gritando, sem saber o que fazer Betty tentava se explicar.

- Jugh... Se acalma, eu não sabia o que fazer, eu queria te proteger.

- ME PROTEGER?! CARAMBA BETTY... O MEU PAI PODE ESTAR MORTO AGORA EM QUALQUER LUGAR POR AI!

Ele andava de um lado para o outro, sua respiração estava ofegante e passava a mão nos cabelos compulsivamente.

Betty sentiu seu estômago revirar só de pensar na possibilidade de algo realmente ter acontecido. Começou a se sentir um pouco culpada por não ter dito nada assim que Jughead chegou do treino.

- Me desculpa Jugh... Eu deveria ter te contado. – ela dizia com a voz trêmula.

Ele havia parado no meio da cozinha com as mãos na cintura, visivelmente transtornado, respirou fundo tentando se acalmar e foi até Betty, sem aviso a puxou para seus braços.

- Não... Não... Você não tem que se desculpar ok? – disse sério.

Ele encostou seu queixo na cabeça dela enquanto a apertava com mais força, os braços dela o envolviam em um abraço apertado também.

- Eu não deveria ter gritado com você. Me perdoa amor.

Ele a afasta um pouco sem desfazer o abraço e da um beijo em sua testa.

- Preciso ligar pra ele – Jughead diz saindo da cozinha.

Alguns minutos depois ele volta, com o celular em mãos e a expressão mais suave.

- Esta tudo bem, ele atendeu e já está a caminho. – ele diz, agora mais calmo.

Betty sorri aliviada enquanto Jughead vai até ela novamente. Ela está sentada em uma das cadeiras, ele se abaixa em sua frente e segura sua mão beijando-a delicadamente.

- Sério, me perdoa por ter falado com você daquele jeito. Eu me descontrolei só de imaginar que algo pudesse acontecer com meu pai.

Ele faz uma pausa e embora pareça mais tranquilo, ainda há preocupação em seu olhar.

- Mas eu vou ter que dar um jeito de descobrir qual o lance dele com esses caras... eu preciso! – ele parece determinado e isso deixa Betty um pouco preocupada.

Ela passa a mão nos cabelos dele sorrindo e Inclina-se para beija-lo.

- Tudo bem Jugh, já passou. O que importa é que o Sr. Jones está bem, você está bem...

Ainda segurando a mão de Betty ele se levanta, ela faz o mesmo e novamente ele a envolve em seus braços.

- E nós ainda temos alguns minutos de total privacidade para serem aproveitados – ele diz enquanto beija o pescoço dela.

***

Minutos mais tarde Betty e Jughead tentam terminar os últimos trabalhos que tem para entregar durante a próxima semana. Com a proximidade do final do período letivo veio também uma carga extra de trabalhos e provas, deixando todos mais tensos e ansiosos pois dentro de algumas semanas eles estarão se despedindo do ensino médio.

- Cheguei crianças... Garoto, isso aqui estava na caixa do correio, é para você. – FP estende um envelope pardo para Jughead.

Betty reconhece na hora aquele envelope e eles trocam olhares ansiosos.

Sem cerimônia ele rasga o envelope puxando o papel em seu interior, enquanto seus olhos percorrem a carta, Betty o observa mal conseguindo respirar.

- Então? O que diz? – ela pergunta sem conseguir conter a ansiedade em sua voz.

Jughead ergue os olhos do papel em suas mãos... Ele olha para seu pai e para Betty, ambos esperando que ele diga algo. Mas ele apenas os encara com a boca entreaberta sem conseguir dizer uma só palavra.

Movida pela ansiedade, Betty puxa de uma vez o papel das mãos de Jughead e seus olhos brilham intensamente a medida que ela o lê.

- Jugh... NÓS VAMOS PARA NOVA YORK!!! – Ela diz segurando o rosto dele entre suas mãos.

Como se a ficha tivesse finalmente começado a cair, ele abre um sorriso imenso, abraçando Betty com força a tirando do chão e a rodopiando pela sala.

- SIM! NÓS VAMOS PARA NOVA YORK MEU AMOR! – Ele dizia.

- Parabéns Garoto! Estou tão orgulhoso de você... Yale, Julliard. TEREMOS UM JONES NA UNIVERSIDADE! – FP puxara Jughead para um abraço, dando fortes tapas em suas costas.

- Sua mãe estaria orgulhosa de você! – FP acrescentou e Jughead sentiu aquele aperto no peito novamente.

Houve um silêncio incômodo nesse momento, claramente FP se arrependera do que dissera. Betty sabia o quão delicado e doloroso esse assunto era para Jughead e a simples menção de sua mãe foi suficiente para ofuscar um pouquinho da felicidade que havia em seu olhar.

- Jugh, vem... Temos que começar a pesquisar sobre o campus, fraternidades, alojamentos... NÓS VAMOS PARA NY – Betty quebrou o silêncio, puxando – o pela mão na tentativa de espantar qualquer vestígio de tristeza.

Eles passaram o restante do dia rindo e fazendo planos de como seria a vida em Nova York. A Julliard havia enviado junto com o comunicado de aceitação os formulários para a matrícula, que deveria ser feita depois da formatura do ensino médio. Eles estavam tão empolgados com a vida que planejavam que já nem se importavam com a resposta da Northwestern, que chegou dias mais tarde trazendo uma aprovação para Betty enquanto Jughead “não se enquadrava no perfil acadêmico da Universidade”.

Já era noite e eles se preparavam para dormir, Betty estava deitada sobre o peito de Jughead, ele brincava distraidamente com uma mecha do cabelo dela enquanto lia pela milésima vez um de seus livros favoritos, o clássico Moby Dick.

- Jugh, eu preciso voltar pra casa – Betty disse levantando a cabeça para olha-lo

- Por que? – ele perguntou visivelmente decepcionado.

Ela contou a Jughead sobre o encontro com seu pai na sexta feira a tarde.

- E ele tem razão, eu não posso ficar morando com vocês a vida toda. Além do mais, eu realmente queria me entender com a minha mãe antes de ir para faculdade sabe. Sinto que nossa relação precisa de uma chanse.

Ele respirou fundo e ficou em silêncio por um momento, Betty acomodou-se em seu peito novamente.

- Por mim nós ficaríamos assim para sempre... Não vejo a hora de ser só nos dois em NY. Mas... Eu concordo que você e a Dona Alice precisam se entender.

- Obrigada Jugh, por estar sempre ao meu lado... Vai ser incrível nós dois em NY. Quem sabe em alguns desses festivais da faculdade você escreve uma música e eu canto...

- Seremos uma dupla incrível meu amor.

E embalados por amor e sonhos eles logo adormeceram, fantasiando tudo que ainda viveriam juntos.


Notas Finais


Quem ainda não favoritou a fic, aperta o ❤️ aiii ... Por favor! Vamos chegar aos 150 favoritos 😘😘😘


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