História Apenas me Abrace. - Sad - Park Jimin - BTS - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Jimin, Park Jimin, Sad
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Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amores eu tive que respostar esse capítulo, então me perdoem.
Vamos lá. 😉

Capítulo 4 - Encorajamento


Lá estava eu na sala de espera do hospital, eu era a  terceira na fila da quimioterapia e o nervosismo tomava conta de mim, mil pensamentos me atormentavam e noventa por cento deles não eram muito bons. Park Jimin não estava comigo como havia prometido, nem ao menos me ligou pra dizer que não iria e eu me sentia ainda mais insegura e com medo por estar ali sozinha.

Eu não esperava e nem pedi pra ele estar comigo, mas quando ele me disse que iria estar comigo confesso que meu corpo se encheu de energia e um encorajamento tomou conta mim.  

– Senhorita Park! – A enfermeira me chamou interrompendo meus pensamentos.

– Sou eu… – Me levantei e fui em sua direção.

– Senhorita Park Moon, o médico irá iniciar as quimioterapias hoje você está preparada? – A moça me perguntou serena e eu apenas assenti.  – Por aqui. – Eu a seguia pensativa.


Droga Park Jimin!


– Falou alguma coisa Senhorita Park? – A moça me questionou e eu apenas neguei com a cabeça.  Eu apenas estava insegura e admito que eu queria sim que Park Jimin estivesse ali comigo, droga eu queria.

Entrei no consultório do médico que me recebeu sorridente, me sentei na maca e ele me olhou atentamente.

– Senhorita Park, você precisará ser forte pois as sessões de quimioterapias tem seus efeitos colaterais e é muito importante que você não esteja sozinha após cada sessão. Você poderá sentir náuseas, vômitos, diarréias, entre outros efeitos, então esteja ciente e tenha uma boa pessoa ao seu lado pra lhe encorajar e ajudá-la.

– Ah, está tudo bem doutor, eu tenho alguém me ajudando. Menti. O fato era que eu teria que me virar sozinha depois daqui. Maldito Park Jimin!

Iniciarmos a sessão com administração de medicamentos via intravenosa e eu que odeio agulhas, me senti muito mal só de ver aquela seringa ser espetada em minha pele e senti um pouco de dor quando o medicamento começou a se fundir com minha veia, uma tontura repentina tomou conta de mim e eu apenas adormeci sem meu consentimento.


– Moon… Moon… – Abri os olhos e vi que Park Jimin sussurrava meu nome baixinho. – Ufa! Você está viva. – Ele sorriu e eu o empurrei.

– O que foi, pensou que eu já tinha morrido? – Falei seria e ele engoliu seco.

– Eu estava brincando, me perdoe pela brincadeira sem graça. – Ele se aproximou novamente e eu desviei o olhar.

– Cedo ou tarde eu vou morrer mesmo, isso é um fato! – Falei ríspida e ele engoliu seco.

– Mas você não vai morrer cedo, eu te proíbo de morrer primeiro que eu. – Ele aproximou suas mãos de meu rosto e eu me esquivei.

– Você quer competir? – O olhei nos olhos. – Você sabe que no fim quem vai ganhar sou eu, então para de querer me fazer ter esperanças de uma longa vida.

– Moon, para!

– Foi você que começou!

– Vem, vamos para casa! – Ele me ajudou a levantar e eu o acompanhei em silêncio.




Eu vomitava desesperadamente em meu banheiro e Park andava de um lado para o outro do lado de fora do quarto. Eu nunca tinha me sentido tão mal assim, pelo menos não que eu me lembre.

– Moon, você está bem? – Park falou do lado de fora e eu apenas continuava em silêncio. – Você não quer mesmo que eu fique aí com você, te ajude?

– NÃO! SAI PARK JIMIN!!!

– Você precisa de mim agora Moon!

– EU NÃO PRECISO!

– Precisa sim, deixa de ser teimosa e deixa eu entrar aí.

– Se você se importasse realmente não teria me deixado sozinha hoje. – Falei baixinho torcendo para que ele não me ouvisse.

– Ok! Então eu já vou, faça bom proveito de sua solidão.

Ouço a porta da sala ser batida bruscamente e então respiro fundo, eu não queria que ele e nem ninguém me visse daquele jeito, e ainda era a primeira sessão. Definitivamente eu não sei se continuaria fazendo os tratamentos, minha vida estava uma droga mesmo e Park Jimin me lembrou com sua última fala, que eu vivia sozinha e estava sozinha no mundo.

Escovei os dentes e gargarejei enxaguante bucal, a fim de me livrar de qualquer vestígio do vômito nojento que saiu de dentro de mim, saí do quarto em direção a cozinha buscando beber alguma coisa, abri a geladeira e peguei um suco de maçã que estava ali e bebi quase que desesperadamente, ouço a campainha e ao abrir a porta sou surpreendida por Jimin que me olhava sério.

– O que você quer agora? – Revirei os olhos e me afastei devagar.

– Eu quero me desculpar por ter feito você passar por isso sozinha hoje… – Ele me olhou com um semblante triste e eu desviei o olhar.

– Não tem problema, eu não ligo! – Falei alterada.

– Liga sim! – Ele me encostou na parede e encostou nossas testas.

– Quem disse? – Falei nervosa.

– Você disse!

– Eu? – Tentei o empurrar mas ele me impediu segurando minhas mãos e prendendo na parede.

– Sim, eu ouvi você resmungar. – Ele engoliu seco e voltou a me encarar, nossos rostos estavam tão perto que eu podia sentir sua respiração quente. – Eu tive um contratempo no trabalho, me perdoe…

– Tanto faz Jimin… – O encarei e ele manteve seus olhos em mim, como se me analisasse.

– Tem certeza?

– S-sim… – Falei trêmula, eu realmente não sabia o porquê de estar assim naquele momento.

– Então eu vou embora, se não precisa de mim… adeus! – Ele falou sério e eu senti um calafrio tomar conta de mim. Ele se afastou de mim e eu respirei fundo e ao ver que ele estava prestes a sair de minha casa, senti uma sensação estranha e corri até ele o impedindo que me deixasse sozinha.

– Fica! – O puxei pelo braço e ele me encarou surpreso.

– Você tem certeza?

– Acho … acho que sim. – Soltei seu braço desajeitada e ele sorriu de soslaio.

– Então apenas deixe de besteiras. – Encostou novamente nossas testas e me carregou no colo me deixando sem reação.

– O que você está fazendo?

– Vou cuidar de você!


Notas Finais


Continuo? 🙂

Me sigam @euqualquer e vejam minhas outras historinhas.

Atualizadas:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-namorado-da-minha-mae--kim-taehyung--bts-12596624


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