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História Apenas por Dinheiro. - Capítulo 2


Escrita por: Shampoo04

Notas do Autor


Oeeee!
O que estão achando do Sayuri?
Alguém gostaria de "conversar" com ele?
(=ω=;)
Eu adoraria SayuSayu!
Agradeço a quem está lendo, quem for comentar e quem divulgar a fic
Poucas pessoas leram, mas continuo animada em conseguir mais leitores \o/
Dependendo da popularidade dela... Pretendo digitar uma Segunda Temporada.
Quem sabe...
Obrigado pela atenção. E aqui está ELE <3
(≧ω≦)
~A imagem eu achei no Facebook, pensei OMG OMG você se parece com o SayuSayu!!~
O que acham?

Capítulo 2 - Você precisa do meu dinheiro? Faça por merecer.


Fanfic / Fanfiction Apenas por Dinheiro. - Capítulo 2 - Você precisa do meu dinheiro? Faça por merecer.


Saindo da escola, já limpo do acontecimento da sala, vi um dos outros garotos que garante minhas despesas, eu faço sexo com ele quase toda semana, ele é quente e um dos melhores com que já fiz ( e não são poucos),  ele me viu e se aproximou.
-Sayuri, olá! 
-Oi Kubo-kun. - ele se chama Hideko Kubo, tirando que ele tem um tanto bom de dinheiro, não sei muito sobre ele, ele é do terceiro ano seu cabelo é preto, mas suas pontas são descoloridas. Muitos tem medo dele, ele se parece com delinquente, contudo ele é uma boa pessoa.
-Sayuri está disponível amanhã de tarde? - ele perguntou fazendo 'aquela cara'. Eu entendi o que ele quis dizer.
-Pra você eu sempre estarei disponível! - eu não gosto de ter que fazer caras e bocas, fingindo essa personalidade, mas essas caras provocantes me ajudam bastante.
-Pode ser na minha casa? Eu estou muito estressado ultimamente! Só você sabe me aliviar. - ele comentou.
-Vou fazer você ficar calminho amanhã Kubo-kun! Espere por mim.
Não fazia questão de esconder o que eu faço, não é como se eu ainda fosse um garoto totalmente recatado, a necessidade faz sapo pular e faz os garotos da minha escola se sentirem bem comigo, além do mais quanto mais souberem mais eu lucraria com isso.
-Arai-san! Arai-san! - Um outro garoto, também do terceiro ano, me chamou. - Eu quero conversar com você. Fiz uma cara devassa.
-O que quer?
-Não sei se posso falar com você aqui... 
Peguei ele pela mão e carreguei para uma sala. 
-Será que aqui é calmo o suficiente? - disse fazendo uma pose mais sensual, ele se corou.
-Me disseram algumas coisas sobre você... - ele estava incerto - Queria saber se...
-Que tipo de coisas disseram sobre mim? 
-Que você precisa de dinheiro...
-Hm... Eu preciso sim.
Ele pegou uns três mil ienes do bolso e contou na minha frente. 
-Como você faz pra merecer isso? - ele começou a me provocar.
Eu cheguei perto dele chupando seu pescoço e desabotoando sua calça, acariciando toda sua região íntima, que não demorou pra mostrar ser imponente. Ele já ficou duro.
-Eu faço você gozar! 
-Aqui?! 
-Você não acha que assim é mais excitante? - eu derrubei ele e me sentei em suas coxas, fazendo movimentos com a mão tranquilos e acelerando pra fazê-lo se lubrificar.
Lambia seu corpo descendo até sua parte dura, coloquei tudo na boca, ele gemia, ele pareceu ser inocente ou iniciante. 
-Você já tinha feito isso antes? - perguntei.
-Não...
-Ótimo - disse - Então vou fazer você pedir por mais depois.
Eu deixei ele molhado e quase chegando na melhor parte parei.
-Por que você parou... - ele perguntou todo vermelho.
Empurrei ele um pouco fazendo ele se apoiar nos cotovelos tirei minha calça e disse.
-Você vai achar melhor assim. - Coloquei meus braços em seu peito e me ajoelhei sobre ele. - Agora vem a parte boa!
Me sentei sobre seu falo, ele entrou aos poucos, deslizando, ele gemia leve e eu fazia aquela expressão insana. Quando entrou tudo e estavámos conectados eu esperei um pouco até me acostumar. Ele estava vermelhíssimo. 
-Vou começar a me mexer! - disse em meio a gemidos forçados. 
Já estava tão acostumado a fingir que estava gemendo, que até parece verdade. 
Eu me mexia bastante e ele fazia uma cara safada, é sempre bom ver a cara que eles fazem. Tirar a virgindade de algum garoto é sempre inusitado. 
Ele não se continha, gemia alto e não demorou pra gozar. Ele estava sensível e me mexi um pouco mais depois.
-Ahh! Você é bom!! Mas você não foi estouvado em fazer isso na sala? 
-Você diz isso depois de me deixar todo melado? - fiz uma cara de culpa.
Ele se corou. Me entregou os três mil ienes. Eu ajustei a calça dele acariciando novamente aquela parte contida em sua cueca. 
-Será que te verei novamente? - perguntei.
-Em breve... Sim. - ele pegou na minha bunda e eu me surpreendi.
Fomos cada um pro seu lado depois,  finalmente eu iria pra casa!
Lá estava minha mãe, que recentemente passou pro uma cirurgia pra tirar um tumor nos olhos e perdeu a visão, e meu padrasto, um bom homem, que não me dá comida e abusa sexualmente de mim nas horas vagas. Ele diz que esse é meu pagamento por eu morar de graça na casa dele. Ele cuida muito bem da minha mãe e a ama muito, mas ama só ela mesmo. É difícil acreditar que eu entrei nessa vida só por causa dele! {Nota: Isso foi ironia!}
-Olá meu amor seja bem vindo de volta! - disse minha mãe com o rosto ainda cheio de curativos.
-Olá mamãe como está se sentindo?
-Estou tão bem! As dores incomodam cada dia menos!
-Ótimo ouvir isso mamãe! Onde está o Kenjirou? - Kenjirou é meu querido padrasto...
-Ele foi ao mercado.
-Ah sim, vou tomar banho mamãe.
-SayuSayu-chaaan - minha mãe me chama assim desde que me entendo por gente. - Você está bonito hoje? Como foi seu dia? 
Olhar pra minha mãe e pensar nas coisas que eu faço é tão doloroso, mais doloroso que sentir os caras me foderem... Eu não consegui me conter e chorei. Antes que minha voz de choro se manifestasse eu respondi.
-Foi maravilhoso mãe! Fiz um amigo novo, amanhã vou estudar com o Kubo-kun! Eu te amo muito mamãe! - eu sai correndo pro chuveiro.
Joguei minhas roupas no chão de qualquer jeito e liguei aquela água quente, minha casa é muito pequena não tem espaço pra banheira, tentei me acalmar. Chorava por não poder ser o filho que ela merece e por não conseguir um salário decente. Mas assim eu consegui comprar os remédios dela, sua cirurgia e logo terei que arcar com algumas sessões de quimioterapia. 
Meu padrasto não esta disposto a me ajudar com as despesas, ele só deixa eu morar aqui porque minha mãe sentiria minha falta se eu sumisse. Ouvi a campainha. E pouco depois o Kenjirou bateu na porta do banheiro.
-SayuSayu-chan - ele riu irônico - Vamos brincar?
-O que você quer?! 
-Sua mãe está com visitas, tente não gemer alto de mais! - ele disse entrando no banheiro.
-Vá embora, eu não vou fazer isso! Kenjirou...!
Ele nunca se importou muito comigo mesmo, não sei por que ainda tento impedí-lo, ele pegou algum dos cremes me empurrou contra a parede, obviamente de costas pra ele, seus dedos cheios de creme entraram com força.
-Kenjirou! Pare com isso...!
-Me obrigue SayuSayu!
Seus dedos deslizavam em mim entravam sem dó e ele me forçava contra os azulejos, ele não fez muita questão de esperar eu me acostumar e logo se enfiou rígido, covarde, torturante. Eu não gemi de prazer, era de dor mesmo. Contive meus gemidos de dor e esperei ele acabar... Uma hora ele acabaria... Alguma hora eu poderia acordar em casa com minha mãe sem cancêr, meu pai de volta e eu não precisaria fazer isso...
Quem sabe algum dia...
Logo ele gozou em mim e eu caí no chão do banheiro chorando, eu não queria, não quero viver assim... Já chega!
Voltei pra sala com o rosto inchado de tanto chorar. Ciente de que minha mãe não descobriria nada, não quero que ela saiba quão sujo eu sou. Esta boca... Estas mãos... Todo este corpo... 
Nos sentamos ao redor da mesa, eu já de pijama, e jantamos juntos.
-Você estudou muito hoje querido! - disse minha mãe - Descanse um pouco. 
-Não se preocupe mamãe, eu não estou me forçando a estudar... - eu gosto de estudar e jogar, isso permite que eu não fique sozinho comigo mesmo, eu não quero me lembrar de todas as coisas horríveis que faço.
-Eu estava ouvindo na TV que lançarão um jogo novo, você ficou sabendo? - disse meu padrasto.
-Não... 
-Acho que você iria gostar dele, mas como você não tem dinheiro pra comprar... - ele exibiu o dinheiro que eu tinha juntado hoje que estava no bolso do meu uniforme, no chão do banheiro...
Não sei descrever minha expressão de surpresa ou ódio ou raiva... Eu só queria enfiar uma faca na bunda dele e matá-lo depois!
-Se esforce que eu darei o jogo pra você de aniversário! - ele contou as notas em sua mão... Meus quinze mil e trezentos ienes, dos garotos com quem fiquei hoje... Todo aquele desespero, falsidade e nojo de mim mesmo estavam naquele dinheiro.
DESGRAÇADO!
Ainda que eu me descontrolasse de raiva, eu não deveria alertar minha mãe. Eu simplesmente já deveria ter me acostumado com isso, com o maldito do Kenjirou sendo ele, ele pegando meu dinheiro e todos os seus abusos. 
E aquela história de família feliz só pode ser brincadeira...
Depois da janta joguei um pouco e chorei até dormir.


Notas Finais


Kenjirou... Por que você é tão PNC?
(╥_╥)
Tenho esperança de que ele seja alguém legal!
Ou não (∪ ◡ ∪)
Kenjirou </3
Obrigado a todos por lerem (*O*)
Espero vê-los no próximo Capítulo também :3


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