História Apenas respire fundo - Capítulo 1


Escrita por:

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Categorias Loona
Personagens Chuu, Yves
Tags Angst, Chuuves, Loona
Visualizações 23
Palavras 465
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Lírica
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quis fazer uma fic tristinha e realista, e cá estamos nós
Boa leitura ♡

Capítulo 1 - O primeiro dia sem você;


Com uma nostalgia entristecida, Jiwoo segurava e contemplava o seu porta-retrato que continha uma foto dela e de Sooyoung repletas de uma alegria agora desconhecida. O sorrriso grande em seu rosto mostrava o quanto ela se sentia realizada em ter conquistado a sua maior paixão e a garota mais popular da escola inteira.

É claro que ela não gostava de Sooyoung só por motivos fúteis, a amou por um milhão de motivos; mas bem no comecinho, era constante a mania de vangloriar-se por dentro pela conquista tão inesperada. Ela; a doce e maluquinha Jiwoo do segundo ano, e ela a garota mais bonita, intimidadora e sensual que muitas pessoas já viram.

Elas eram um casal improvável, emocionante, divertido.

E agora, lá estavam ambas, enfrentando a amargura de um término doloroso. O amor tornou-se ódio, a ternura passou a ser hostilidade, e o apego tornou-se quase uma repulsa. Quando finalmente decidiram que seria melhor terminar, Jiwoo foi pega de surpresa com angústia próxima do sufocante.

Discutiram muito durante toda a crise que passaram, mas quando terminaram de vez, Jiwoo não pôde dizer uma palavra sequer. Era como se tivessem arrancado-lhe a alma, a vivacidade de seu olhar e a euforia de seu coração.

Ela já não sabia de mais nada. Se ainda a amava, se só sentia saudades da alegria de outrora ou se simplesmente não conseguia se acostumar com a solidão. Olhou em volta, além do porta-retrato.

Observou a sua mesinha de vidro marrom, as rosas vermelhas de plástico em um vaso em tons de vermelho e amarelo que Sooyong tanto gostava. Sentiu o som do silêncio.

Deixou o quadro no lugar e percorreu à casa, os olhos vermelhos de tanto chorar a algumas horas atrás e a alma seca como a terra sem mar. Era noite, a iluminação da casa era maravilhosa, no mais belo tom de amarelo solar. Jiwoo quis apagar todas as luzes, pra que o cenário envolta dela fizesse sentido.

Respirou fundo várias vezes. Uma, duas, três, quatro... Paciência. Cinco, seis, sete, oito... O nó na garganta agonizava, às lágrimas iam queimando em seus olhos e seu coração sangrava dentro de si. Nove, dez, onze, doze, treze, quatorze, quinze...

Ela pôde sentir quando a clareza inevitável tomou conta dela. Se Sooyong tivesse ali, se ainda estivessem juntas, sua situação não seria tão superior a essa. Estariam presas em uma conversa insuportável, a espera de qualquer palavra ofensiva, a paixão morta, o amor cansado. A diferença é que ter Sooyoung ali tão perto era simplesmente confortável.

Pôs uma música melancólica pra tocar em seu celular e começou a preparar o jantar, só pra ela dessa vez. A geladeira parecia mais fria, a comida sem a essência de seu gosto. Um, dois, três, quatro.... Iria ficar tudo bem.

Era apenas um dia ruim.



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