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História Apenas um pouco confuso - Stony - Capítulo 14


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Notas do Autor


Olá, meus amoreees. Como é que vocês estão? Estão se cuidando direitinho?? Espero que sim! Com essa crise do coronavirus, vamos se cuidar e lavar beeem as mãos, ok?? Amo vocês. <3

Bom, era pra eu ter postado esse capítulo já faz um tempo, porém aconteceu umas coisinhas... Me desculpeeem.

Dois avisinhos importantes: Esse é o penúltimo capítulo e o último já saí amanhã, juntamente com o Epílogo.

Boa leitura. :)

Capítulo 14 - Capítulo XIII.


— Levante e brilhe, Tony!

Anthony gemeu e se enterrou mais profundo sob o edredom ao som da voz alegre de Bruce.

— Não, não, não. — Disse Bruce, puxando o edredom e expondo sua pele nua ao ar frio.

A Rússia não era tão fria quanto as pessoas diziam. Era pior.

— Me dê a coberta ou feche a porra da janela. — Anthony resmungou, tremendo e se abraçando. — É fevereiro. Na Rússia. Não é exatamente a época do ano para manter as janelas abertas.

— Você, seu vagabundo saia para fora da cama. Você não vai passar o dia todo na cama de novo.

Suspirando, Anthony sentou-se e olhou para o amigo. — Não é como se eu tivesse algo melhor para fazer enquanto você estiver fora.

Os olhos castanhos de Bruce estavam completamente antipático agora. — Pelo menos você não é o único congelando suas bolas fora com este tempo e participando de reuniões sem sentido com pessoas que mal falam Inglês. — Ele fechou a janela. — Como estou? Eu pareço mais velho nesse terno?

Anthony deu de ombros. Era difícil reunir muito entusiasmo para qualquer coisa nestes dias. — Na verdade não. Por quê você se importa?

— Eu quero que o homem com quem vou me encontrar, me leve a sério. — Disse Bruce, com suas sobrancelhas levantando. Ele pegou seu laptop da mesa e trouxe-o. — Veja.

Anthony olhou para o homem de cabelos escuros na tela e sentiu uma vaga sensação de desconforto se estabelecer em seu intestino. A imagem não deveria ter dado a ele um sentimento tão frio, mas ela fez. Não era as roupas do homem; ele usava um terno escuro elegante não diferente daquele que Bruce estava usando. Não era a aparência do homem: ele era alto, e de muito boa aparência. Ele não podia ter mais de trinta anos, talvez trinta e cinco anos, no máximo.

Não, foi os olhos que fizeram Anthony inquieto. A forma como esses olhos azuis olharam para a câmera... havia algo insensível e cruel neles.

— Quem é esse? — Perguntou.

— O homem que eu vou me encontrar.

— Ele parece vagamente familiar.

— Ele é um homem de negócios bem conhecido. — Disse Bruce. — Possui muito poucas empresas na Europa, mas ele é o peixe grande aqui, se você conseguir entender o que eu quero dizer. Eu perguntei ao redor. As pessoas o chamam de tubarão.

Os olhos de Anthony se arregalaram. — Por que você vai encontrá-lo? Você disse que o seu pai não deixou que você lidasse com as coisas importantes.

— Essa é a coisa: ele não deixou. — Bruce desligou o laptop, com sua expressão sombria, mas determinada. — Papai não sabe. Eu vou provar para ele que eu posso lidar com homens assim. — Ele olhou para seu reflexo no espelho e fez uma careta. — Eu só desejo que eu não parecesse como um colegial. Oh, bem. — Ele suspirou. — Me deseje sorte. Eu vou precisar dela.

— Boa sorte... — Anthony murmurou, enquanto Bruce encolheu os ombros em seu casaco e caminhou em direção à porta.

Bruce fez uma pausa na porta e olhou para trás. — Eu não tenho certeza de quanto tempo vou ficar fora. Talvez alguns dias. Não fique na cama enquanto eu estou fora da cidade ou eu vou saber.  E não é para beber até você aprender a segurar a sua bebida. Prometa-me.

— Eu prometo. — Disse Anthony com um sorriso forçado.

Bruce não parecia particularmente convencido. — Eu disse ao pessoal do hotel para alimentá-lo duas vezes por dia, mas você deve ir pelo menos uma vez por dia, entendeu? — Sua voz se suavizou. — Não é saudável, Tony. Estou preocupado. Talvez seja hora de você voltar para casa. Estar longe, claramente não está ajudando.

— Eu não posso ir para casa. Não quando eu sou assim. Prometi a ele que eu não iria incomodá-lo mais. — Anthony mordeu o lábio. — Eu não posso ir para casa.

Bruce balançou a cabeça. — Quando eu olho para você, eu começo a ter segundos pensamentos sobre querer um amor épico. Talvez traga mais problema do que vale a pena.

Um leve sorriso curvou os lábios de Anthony. — Amor épico é bom apenas quando é correspondido.

— Sim. — Disse Bruce. — Eu espero que eu seja inteligente o suficiente para não cair de cabeça sobre os saltos no amor com alguém que nunca vai me amar de volta.

Anthony riu. Bruce não tinha ideia do que ele estava falando. — Vá. Qual é o número da polícia local? Vou precisar se a máfia russa sequestra-lo.

Bruce riu. — Se a máfia russa me sequestrar, a polícia local é o último lugar que você deve chamar. — Com isso, ele se foi.

A porta clicou após Bruce sair, e ele estava sozinho com seus pensamentos mais uma vez.

Depois de alguns momentos de silêncio, Anthony se arrastou de volta ao edredom e fechou os olhos, ignorando a pontada de culpa por sua promessa quebrada a Bruce.

Na maior parte, ele não se arrependeu de vim com Bruce para Rússia. Bruce era uma boa companhia e a Rússia era... interessante: as pessoas, as diferenças culturais, a dimensão do país, o enorme fosso entre as classes sociais. Foi tudo muito interessante e...

Tinha sido a mais longa, viagem de merda de dois meses da vida de Anthony. Às vezes era difícil lembrar do por que ele tinha que se levantar, e aquelas manhãs foram as piores. Ele era auto-consciente o suficiente para saber que ele tinha um sórdido caso de depressão, mas ele não sabia como puxar isso para fora dele. Como recomeçar.

Tudo em sua vida apenas parecia ter caído em pedaços: sua família, seus relacionamentos, seu lugar no mundo. Nas poucas ocasiões em que tinha falado ao telefone, seu pai havia gritado com ele, além de furioso para sua saída. Após as primeiras chamadas, Anthony tinha desligado seu telefone. Ele não precisava de discursos violentos de seu pai para saber que ele estava sendo irresponsável e imprudente. Ele sabia que não deveria ter saído assim. Mas ele não podia voltar. Agora não. Ele não podia lidar com seu pai no momento. Howard não teria escrúpulos em usar as fraquezas das pessoas contra eles; em seu atual estado de espírito Anthony iria encontrar-se casado com Pepper antes que ele percebesse. Porque seu pai estava certo: ele era fraco. Ele estava fraco com Steve, sempre foi e sempre seria, mas ele era muito mais fraco sem Steve.

Suspirando, Anthony virou-se em seu estômago, envolvendo os braços em volta de seu travesseiro. Ele queria seguir em frente, ele não era um masoquista, mas era impossível quando cada fibra do seu ser queria Steve, uma dor profunda que não poderia ser satisfeita, não importa quantos lugares interessantes Bruce arrastou-o, quantas pessoas ele ficou. Era quase como uma necessidade física, como a fome ou sono.

Deus, ele odiava como ele se sentiu sem a presença de uma pessoa em sua vida. Seu orgulho estava ressentido, mas seu orgulho não poderia mudar a forma como ele se sentia. De primeira Bruce lhe tinha dito que era normal sentir assim depois de um rompimento ruim e que ele precisava apenas montar seu coração e seguir em frente, mas depois de quase dois meses, Anthony sabia que não seria tão fácil para ele. Ele não se sentia bem. Ele não se sentia vivo.

Ele sentia-se como um peixe fora d'água tentando respirar e falhando.

 

[...]

 

Dias depois...

 

O tempo passou em um estado de sonho estranho, Anthony bebeu por dias até que ele não tinha mais certeza de quantos dias se passaram desde que Bruce tinha saído. Às vezes ele comia quando a equipe do hotel não parava de bater na porta. Às vezes, ele ficou doente deitado na cama sentindo pena de si mesmo ou assistindo os canais de língua Inglesa na TV, e ele saiu. Ele vagou pelas ruas sem rumo, ouvindo discurso estranho ao seu redor, até que seu nariz estava escorrendo e ele estava com tanto frio do lado de fora quando ele estava no interior. Ele se perdeu algumas vezes, mas o GPS ajudou a encontrar o seu caminho de volta para o hotel. As duas mulheres no vestíbulo manteve lançando-lhe olhares estranhos e sussurrando uma com a outra em russo sempre que o via. Anthony geralmente ignorou e foi direto para seu quarto, onde ele tomou um banho longo e quente, ele pode ser um miserável, foda-se deprimido, mas ele se recusou a feder. Após o banho, ele foi para a cama. Às vezes, ele se masturbava, tentando se livrar da falta horrível que o comia a partir do interior. Não deu certo, não importa o quão duro ele fodeu-se sobre o vibrador. Depois disso, ele apenas se sentia mais patético e oco. Então, ele se arrastou sob o edredom e não saia da cama até a manhã e a próxima manhã e então outra manhã.

Naquela manhã não foi diferente das outras.

Até que uma batida na porta cortou seus pensamentos sonolentos.

Anthony não se incomodou em levantar-se. Era provavelmente a equipe. Ele não estava com fome.

Mas a batida não parou.

Quando ficou mais alta, Anthony suspirou, arrastou-se para fora da cama e caminhou em direção à porta, esfregando os olhos.

Ele abriu a porta e congelou, com sua respiração presa em sua garganta.

Steve estava do outro lado, alto e maior que a vida, com as mãos nos bolsos de sua jaqueta escura espessa. O queixo de Steve estava duro, com o rosto difícil de ler enquanto seus olhos azuis percorriam Anthony. Isso o fez perceber que ele estava vestindo apenas um par de pugilistas cinzentos.

— Você parece horrível. — Steve entrou no quarto e fechou a porta.

— Obrigado. — Disse Anthony quando ele encontrou sua voz. Ela foi arranhada, como se por falta de uso. Vindo para pensar sobre isso, quando foi a última vez que ele tinha falado com alguém? Ele cruzou os braços, colocando as mãos sob as axilas para resistir ao impulso quase incontrolável de saltar para Steve e enrolar em volta dele como um polvo. — O que você está fazendo aqui? — Sua voz saiu hostil.

Os olhos de Steve se estreitaram. Ele tirou a jaqueta e jogou-a para o sofá. — Nós estávamos preocupados. Bruce está desaparecido há dez dias.

Anthony piscou. — Dez dias?

Steve olhou para ele. — Você não sabia?

Franzindo a testa, Anthony balançou a cabeça. Ele sabia que Bruce tinha estado fora por um tempo, mas não parecia tanto tempo. Merda. Quando ele tinha perdido a noção da realidade?

— Seu pai estava preocupado com você. Agora eu posso ver o porquê.

— Papai te chamou? — Ele disse entorpecido.

— Sim. — Disse Steve enquanto ele pegou os ombros de Anthony em suas mãos, apertando com força. — Que porra é essa, Tony?

Respirando superficialmente, Anthony ergueu o queixo. Steve tinha cheiro de inverno e ar fresco.

Fazia-o tonto, mas, ao mesmo tempo, sua mente estava mais afiada do que tinha sentido sempre. O quarto parecia mais nítido e brilhante. Sentia-se mais como ele, como se tivesse dormido por um longo tempo e, de repente acordou para este estranho mundo que não fazia muito sentido. — O quê? — Ele disse defensivamente.

— O quê? — Steve repetiu. — Você já se olhou no espelho ultimamente? Você perdeu, pelo menos, dez quilos.

Tinha ele?

Anthony deu de ombros. — Estou bem. Eu acho que eu não sou um fã de comidas da russa.

— Besteira. — Steve disse, segurando seu queixo e forçando-o a olhá-lo nos olhos. Seus dedos estavam gelados. — Tony. — Disse ele, mais suave, desta vez, com uma expressão estranha em seu rosto. — Sou eu. Fale comigo.

Anthony engoliu em seco, sentindo-se mais patético do que nunca. Ele odiava como Steve manteve chamando-o de Tony.

Ele não se sentia como Tony. Tony era alguém mais feliz, alguém que pertencia. Tony era de Steve. Ele não era de Steve. Ele nunca tinha sido.

Ele olhou para Steve. — Volte para Londres. Eu lhe disse: você não precisa se preocupar com meus sentimentos estúpidos mais. Eu não sou sua preocupação.

A raiva cintilou no rosto de Steve. — Você sabe o que é estúpido? você achar que não é minha preocupação. Você vai deixar de ser a porra da minha preocupação quando eu estiver morto.

Eles encararam o outro, respirando com dificuldade.

— Você sabe o que é realmente estúpido? — Anthony mordeu. — Que você acha que eu quero ser sua preocupação. Obtenha um filhote de cachorro maldito se você quer algo para acariciar seu complexo de herói. Ou ainda melhor, pegue a Peggy! Dessa forma, você terá algo para cuidar. Você não precisa de mim para isso...

Steve bateu suas bocas juntas. Foi um choque para o sistema de Anthony depois de meses sem nada, e um som lamentável deixou sua garganta. Ele só podia ficar, imerso quando Steve o tomou, e tomou, e o levou, um beijo brutal desenfreado cheio de necessidade ardente. Ele virou os joelhos de Anthony em uma geleia. Steve apossou de seus lábios de forma possessiva, fazendo com que ele gemesse e exigisse mais. Seu sangue estava batendo enquanto Steve devorou sua boca com beijos famintos, ásperos, e ainda assim ele não podia acreditar plenamente que isto estava realmente acontecendo, esperando o golpe que com certeza viria, para Steve dar um passo atrás, dizer que foi um erro, que ele não queria Tony dessa forma. Mas em vez disso, Steve torceu os dedos em seus cabelos e enfiou a língua até a metade de sua garganta, beijando-o brutalmente, com seu desejo inconfundível quando ele puxou os quadris de Anthony contra o seu pau duro.

— Sinto muito. — Disse Steve com a voz rouca, mordiscando ao longo do queixo de Tony, com as mãos acariciando ao longo das costas dele e depois deslizando em seus pugilistas para agarrar sua bunda. — Sinto muito. — Ele repetiu, empurrando Tony  para a cama. Mesmo através de sua mente nublada de desejo, Anthony sabia do que Steve estava se desculpando: isso ainda não queria dizer nada. Mas, no momento, que o aroma e corpo de Steve foi em cima dele, ele não conseguia se importar. Ele queria, ele o queria, ele sentiu sua falta, tanto que ele queria rastejar dentro dele ou colocar Steve dentro de si, cola-lo a si mesmo.

Anthony gemeu quando Steve empurrou-o de volta na cama e se arrastou em cima dele, cobrindo o rosto e pescoço com urgência, com molhado beijos de boca aberta, sugando chupões em sua pele.

— Tony. — Disse Steve, seu nome soava como uma oração.  — Tony. — Disse ele de novo, arrastando seus lábios entreabertos pelo peito de Anthony. — Tony... — Ele murmurou no umbigo de Anthony, com sua voz grossa e quase irreconhecível.

— Bebê. — Ele mordeu e lambeu o osso ilíaco de Anthony, fazendo-o empurrar-se sob Steve com suaves gemidos quebrados. Ele nem percebeu Steve tirar seu boxers ; ele percebeu que estava nu somente quando Steve abriu suas pernas e parou para olhar para a sua virilha.

Ofegante, Anthony viu-se corar, nervoso que Steve iria ser desligado quando visse seu pênis duro de perto e pessoal. Suas mãos foram sobre as coxas de Anthony, Steve olhou para o pênis dele com uma expressão estranha antes de deslocar o olhar para as coxas tonificadas do mesmo com os olhos azuis vidrados. Steve se inclinou e mordeu a parte interna da coxa do menor. Um som de lamento deixou os lábios de Anthony. Deus. Ele estava tão duro que doía.

— Steve. — Ele resmungou, girando seus quadris. — Por favor.

Os olhos de Steve levantaram para a vermelhidão do rosto de Anthony. — Por favor, o que?

— Foda-me. — Disse Anthony, estendendo a mão às cegas para o lubrificante que ele mantinha na gaveta. Por algum golpe de sorte, seus dedos instáveis o encontrou. Ele deixou cair pela mão de Steve. — Foda-me. — Disse ele de novo, olhando Steve nos olhos.

Um músculo pulsou no rosto de Steve. — Eu vou apenas foder com sua cabeça Anthony.

Anthony quase riu. Você não vê o quanto você me fodeu já? Você é a única coisa que eu quero. Eu me sinto como um galho arrancado de você. Seu, seu, seu.

— Não importa. — Disse ele, ainda se contorcendo e girando os quadris em impaciência. — Senti muito sua falta. Quero ter você em mim. — Ele nunca teria dito algo tão brega para ninguém, mas Steve: Com Steve, dizendo coisas sem vergonha, era tão natural como respirar. — Quero sentir você.

Os olhos de Steve escureceram. Vindo para frente, ele deu a Anthony alguns beijos antes de endireitar-se e pegar o lubrificante. Anthony abriu as pernas mais amplamente, molhando os lábios em antecipação. Ele sabia que Steve não era um estranho para sexo anal com as mulheres, pelo que ele não se preocupou com isso.

E ele estava certo. Dentro de minutos, ele estava se contorcendo nos dedos de Steve, empurrando de volta para eles com gemidos devassos. Mais. Ele queria mais. Ele queria Steve. O pênis de Steve, pulsando nele, esticando-o.

— Um preservativo. — Steve disse, puxando os dedos para fora.

Anthony olhou para ele sem compreender, com sua mente distorcida e seu buraco tão maldito vazio.

— Um preservativo, Tony. —  Steve falou, apertando a base do seu próprio pênis, que foi duro, vermelho e brilhante.

Anthony desviou o olhar faminto longe dele e fez um gesto em direção ao banheiro. — Há alguns no banheiro. — Ele conseguiu. — Eu acho.

Steve saiu da cama e desapareceu no banheiro, tirando suas roupas restantes ao longo do caminho com abruptos movimentos bruscos.

A espera parecia ser a mais longa na vida de Anthony.

Quando Steve retornou, Anthony suspirou, mas ele se esqueceu de respirar de novo, porque Steve estava nu. Ele era incrivelmente lindo, mas não foi isso. Ele tinha visto Steve dezenas de vezes nu. Ele tinha mesmo o visto nu e excitado. Mas nunca antes era Steve nu e excitado por ele.

Steve se esticou em cima dele. Anthony começou a tremer quando seus corpos nus tocaram em todos os lugares. Deus. Ele o queria tanto que ele mal podia pensar.

— Olhe para mim. — Disse Steve duramente, apoiando-se no cotovelo. — Olhe para mim, Tony.

Com algum esforço, Anthony focou seu olhar nos olhos dele.

— Ouça. — Disse Steve, acariciando a coxa de Anthony com seus fortes dedos antes de empurrar seu joelho para cima dele e move-los entre as coxas. A intensidade do olhar de Steve foi emocionante e um pouco assustador. — Quero transar com você, e eu quero fodê-lo tanto, mas eu não posso dar-lhe todas as promessas. Eu não descobri ainda o que eu quero de você. Então é melhor você me parar. Agora. — Steve inclinou e chupou seu lábio inferior. — Por mim, caramba, por você. Para o seu próprio bem.

Anthony se contorceu debaixo dele, deleitando-se com a sensação de corpo quente, do muscular corpo de Steve em cima dele. Ele abriu as pernas mais amplamente.

— Tony. — Steve gemeu, jurando sob sua respiração. — Pare de ser uma puta. Preste atenção.

— Eu estou pagando atenção. — Anthony murmurou, agarrando a ereção de Steve com a mão direita e guiando-a entre suas pernas. Ambos assobiaram quando ele cutucou contra o buraco liso de Anthony.

— Tony. — Steve assobiou por entre os dentes cerrados. — Pare de pensar com o seu pau, porra.

— Não é possível. — Anthony sussurrou, olhando para Steve com olhos desfocados. — Eu quero você. — Disse ele, com a voz trêmula cheia de honestidade. — Muito. Mas do que quero viver Steve.

Steve grunhiu e empurrou para dentro, com seus ombros tensos e seu bíceps protuberantes com o esforço para não se mover muito rápido. Oh Deus. As pálpebras de Anthony deslizaram fechadas. Finalmente, Steve foi ao fundo e parou, com seu pau grosso pulsando dentro dele.

Por que ele não estava se movendo?

Com um grande esforço, Anthony abriu os olhos e concentrou-os em Steve. — Eu não sou uma de suas meninas delicadas. Você pode me foder no colchão. Eu posso tomá-lo. — Ele lambeu os lábios secos. — Quero isso Steve.

Steve gemeu, deixando cair a cabeça ao lado de Anthony. Ele acariciou o rosto de Tony. — Você é uma puta na cama. Você é sempre o mais quieto, mas na cama...

Anthony virou a cabeça e pegou o lábio de Steve entre os dentes. Ele o chupou. — Apenas para você. Uma puta apenas para você Steve.

As narinas de Steve queimaram. Ele retirou-se lentamente e bateu de volta, deixando cair o peso para frente.

Lamentando-se, Anthony passou os braços em torno do corpo de Steve, cavando os dedos nas costas dele, difícil. — Oh Deus, mais rápido.

Grunhindo, Steve definiu um ritmo rápido, batendo nele, torcendo seus quadris com cada impulso, esfregando seu corpo contra o pênis de Anthony a cada vez. Cada curso enviou Anthony em êxtase, cada impulso o tinha choramingando e gemendo enquanto os quadris de Steve foi em frente em um ritmo brutal, com uma intensidade emocional que apurou seus sentidos de uma forma que ele nunca tinha pensado ser possível. O pênis de Steve nele era nada além de surreal, espesso e perfeito, mas o conhecimento de que Steve o queria, o fez se sentir ainda melhor. Steve queria ele o suficiente para o dobrar ao meio e transar com ele de uma forma tão primitiva, com seus fortes dedos segurando os quadris de Anthony em um aperto punitivo, enquanto seu pênis se moveu dentro e fora do buraco de Anthony.

Era sujo, rápido e primitivo, tão diferente da forma cuidadora de Steve normal, e sua atitude super protetora em direção a ele, e o contraste fez Anthony estremecer e gemer. Talvez Steve não poderia lhe dar promessas, mas ele definitivamente não estava pensando nele como seu irmão mais novo agora.

Gemidos guturais levantou-se da garganta de Steve, com seus quadris indo para frente mais e mais rápido. Seu pênis empurrava contra sua próstata e Anthony gritou. Steve repetiu, mais e mais, até que Anthony estava soluçando e agarrando-se a ele, com sons desumanos deixando seus lábios enquanto eles patinou mais perto e mais perto da borda.

— Anthony. — Steve grunhiu, com a voz áspera e irreconhecível. — Estou gozan... — Ele bateu seu pênis contra sua próstata e o orgasmo de Anthony alcançou-o, batendo nele, para baixo em seus dedos do pé e balançando através de seu núcleo e enrolando em torno de sua coluna vertebral. Ele gritou longamente quando ele gozou.

Gemendo, Steve estremeceu violentamente e gozou também, deixando cair o peso em cima dele.

— Caramba. — Disse Steve contra seu ouvido, aninhando em seu cabelo suado.

— Sim. — Anthony disse suavemente, com seu corpo formigando todo com felicidade. Ele sempre soube que seria perfeito com Steve. — É tão bom. — Ele murmurou. — Eu te amo.

Ele se arrependeu imediatamente quando Steve ficou rígido.

— Vamos fingir que eu não disse isso. — Disse Anthony, mantendo seu tom leve.

Steve ergueu-se nos cotovelos, com seus olhos azuis olhando para ele. — Você é um idiota.

Anthony franziu a testa. — O que?

Steve apenas balançou a cabeça e, para a decepção de Anthony, puxado para fora e rolou fora dele. Ele amarrou o preservativo e jogou-o no lixo antes do alongar as costas ao lado dele. Ele olhou para Anthony e abriu os braços. Com um sorriso de alívio, Anthony se arrastou nos seus braços imediatamente, estabelecendo-se metade em cima de Steve. Eles haviam feito isso centenas de vezes no passado, mas parecia diferente agora que eles estavam nus. Melhor. Bem melhor.

Deus, ele perdeu muito disso.

Suspirando de prazer, Anthony passou os dedos pelo peito de Steve com um sorriso. — Abraço?

— Uh huh. — Disse Steve, apertando o braço em volta dele. — Eu já satisfiz o bastardo pervertido que queria foder você sujo até você gritar. Agora é hora de saciar o molenga que quer afagá-lo no esquecimento.

— Você fala como se fosse duas pessoas diferentes. — Disse Anthony com uma risada.

— Às vezes parece que eles são... — Disse Steve, se aninhando em seu cabelo. — O molenga sentiu sua falta, urso Tony.

Anthony sorriu. — Eu senti falta dele, também. Muito.

— Uh huh. — Steve murmurou, com seus olhos já fechados.

— Nós provavelmente deveríamos falar... — Disse Anthony.

Um olho Azul foi aberto. — Nós vamos conversar. — Steve  murmurou. — Depois de tirar uma soneca por algumas horas. Eu estive procurando por você em todo Moscou por três dias. — Seus lábios se contraíram. — E porra você tem um monte de energia. Estou exausto e é sua culpa, Stark.

Anthony sorriu e fechou os olhos. Ele não se sentia cansado, mas ele não se importava de adiar a conversa por algumas horas. Era pouco provável que fosse agradável. Ele apertou o braço em volta da cintura de Steve e o cheirou enquanto ainda podia.


Notas Finais


E ai, o que vocês acharam?? Espero que tenham gostado.

Bom, como eu já avisei: Amanhã já sai o último capítulo. Saibam que terá um final feliz, ok? ksksksksk

Obrigado por lerem até aqui e até amanhã. :) >3

Me desculpem qualquer erro eu escrevi isso com sono...


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