História Apenas um pouco errado - Capítulo 19


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Categorias Big Bang
Tags Bigbang, Daesung, Gri, Jiyong, Nyongtori, Nyongtory, Seunghyun, Seungri, Taeyang, Top, Youngbae
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - XIX


 

— Tudo bem, rapazes, uma pausa de meia hora! — o treinador anunciou, para alívio dos jogadores.

Chutando a bola para longe, Daesung limpou o suor da testa e olhou em volta. Um sorriso surgiu em seus lábios quando percebeu a figura alta familiar na outra extremidade do campo. Ignorando seus companheiros de equipe, ele se dirigiu para o seu... namorado. Namorado. A palavra ainda parecia estranha. Ela não se encaixava perfeitamente. “Meu Sol”, ele murmurou timidamente e sorriu para si mesmo. Bem melhor.

Ele esgueirou-se sobre Youngbae e passou o braço em volta de seu pescoço.

— Ei, o que você está fazendo?

— Observando — disse Youngbae, seu olhar fixo sobre os jogadores reservas.

Daesung demonstrou pouco interesse. Ele mordeu o interior da bochecha, tentando suprimir o desejo totalmente inadequado de pressionar seus lábios contra a forte mandíbula de Youngbae. De certa forma, era estranho. Ele sempre soube que Youngbae era bonito, mas apenas alguns meses, tinha sido algo abstrato: ele era heterossexual e seu amor por Youngbae foi estritamente platônico. Enquanto ele estava aliviado que este novo aspecto físico de seu relacionamento não parecia forçado, Daesung estava um pouco perturbado com o quanto ele cresceu depois disso. Agora, ele não conseguia o suficiente do corpo do outro, tanto como ele não poderia ter o suficiente de sua afeição e amor. Ele queria beijá-lo. Mas é claro que ele não podia. A maioria das pessoas poderiam estar acostumados com sua proximidade incomum e não ligavam para suas demonstrações de afeto, mas mesmo eles não podiam escapar de um beijo público. Às vezes ser um jogador de futebol cansava.

— Observando o quê? — disse Daesung, tentando distrair-se.

— Seungri — Youngbae respondeu.

Franzindo a testa, Daesung seguiu o olhar de Youngbae. Seu irmão estava um pouco afastado do grupo principal, chutando a bola em seus pés.

— Por quê? Eu pensei que ele estava apto o suficiente para treinar sem supervisão médica. Ele estará no próximo jogo.

— Será que você não notou nada nele? — disse Youngbae, acariciando o ombro do mais novo. Ele deixou cair sua mão depois de um momento, provavelmente lembrando que havia pessoas assistindo.

— Não — disse Daesung, já sentindo falta do toque.

— Olhe para ele — disse Youngbae.

— Eu já estou olhando para ele.

— Não, olhe para ele. Você não vê nada de estranho?

Com sua curiosidade aguçada, Daesung estudou seu irmão com mais cuidado. Seungri estava em silêncio, com os olhos baixos e a mandíbula apertada. Ele estava dando uma vibração de que estava conversando consigo mesmo.

— Ele parece mal-humorado — falou Daesung antes de franzir a testa. — Ele parece mal-humorado — ele repetiu mais lentamente, quando as palavras finalmente alcançaram sua mente.

— Sim — disse o mais velho. — E ele tem sido assim por toda a semana desde que ele voltou a treinar aqui.

Huh. Seungri nunca mostrou seu temperamento em público. Nunca. Ele era o “admirado irmão.” Ele era o único que estava sempre de bom humor, que sempre tinha uma piada para fazer e um sorriso para dar. Daesung sabia melhor do que ninguém que era apenas uma fachada, mas outras pessoas não. Tanto quanto o público estava cego, Seungri era o bom mocinho, um órfão pobre que alcançou seus sonhos através do trabalho duro e dedicação. Ele tinha uma boa história (e não importa que a história de Daesung fosse basicamente a mesma, ele não era o queridinho da mídia). Seungri zelava de sua reputação e raramente era visto franzindo a testa ou sendo rude em público.

— Há algo de errado com ele — expressou Youngbae.

— Por que devemos nos preocupar? — Daesung murmurou, inclinando-se para o namorado.

— Amor — Youngbae disse em tom de aviso.

Sorrindo para ele, Daesung fez uma cara de inocente. — O quê?

Youngbae não parecia divertido. — Nós estamos em público.

— E daí? Eu quero tocar em você.

A expressão de Youngbae se suavizou.— Eu quero tocar você, também. — O olhar em seus olhos foi tão suave e intenso ao mesmo tempo, que aqueceu Daesung até os dedos dos pés. — Mas é perigoso — completou, voltando-se para Seungri.

Suspirando, Daesung se endireitou.

— Bem. Então, por que devemos nos preocupar com o mau humor do meu querido irmão? Por que devemos nos preocupar se seu humor, por algum motivo, não está bom?

Youngbae não respondeu de imediato. — Estou preocupado que isso tem a ver com Jiyong.

— Jiyong?

Youngbae parecia... desconfortável. Alguns segundos se passaram antes que ele respondeu: — Cerca de um mês atrás, Jiyong veio me pedir conselho. Bem, ele não veio para isso, mas eu lhe dei alguns.

A confusão de Daesung foi crescendo. — Que tipo de conselho?

— Ele me disse que estava atraído por seu irmão.

— Atraído por Seungri?!

— Silêncio — Youngbae disse, com um leve sorriso nos lábios. — Por que você está tão surpreso?

— Por quê? — Daesung olhou para ele, incrédulo. — Jiyong é hétero! Ele vai se casar com Donna em um mês!

— Eles ainda estão em um relacionamento aberto — Youngbae o lembrou. — E assim, se há alguém que poderia fazer um homem hétero cair em tentação, esse seria Seungri.

Os olhos de Daesung se estreitaram, com um sentimento ruim torcendo suas entranhas. — Oh sim?

Youngbae riu, sacudindo a cabeça. — Não seja tolo — disse ele, com seu polegar escovando o pulso de Daesung. — Você é tão bobo.

Daesung corou, envergonhado por sua explosão de ciúme, mas incapaz de fazer qualquer coisa sobre isso. É claro que ele estava sendo bobo; ele sabia disso. Ele sabia que Youngbae o amava. Ele sabia que ele era o mundo do mais velho, tanto quanto Youngbae era o dele. Mas o medo de perdê-lo não era algo que ele poderia racionalizar.

— Que conselho você deu a ele? — perguntou ele, curvando seus dedos ao redor do bíceps de Youngbae. Dane-se; ele não se importava se alguém decidiu que isso era muito gay.

— Eu disse a ele que Donna merecia toda a sua atenção e ele deveria pegar Seungri e tirá-lo de sua cabeça antes do casamento. Em outras palavras, eu disse-lhe para foder Seungri e acabar com isso.

— Eca — disse Daesung. — Eu realmente, realmente não precisava dessa imagem na minha cabeça. Mas de qualquer maneira, qual é o problema?

A expressão de Youngbae era fechada. — Eles são adultos, mas Seungri é meu paciente, bem, não agora, mas ele é. Eu me sinto um pouco culpado que eu não pensei sobre os sentimentos dele quando eu dei a Jiyong esse conselho.

Daesung riu. — Sentimentos? Ele não tem sentimentos. Vamos lá, você acha que Seungri ficou emocionalmente afetado após uma foda, é isso?

— Essa é a coisa — disse Youngbae, não compartilhando sua diversão. — Não era apenas uma foda. Quando Seungri veio ver seu médico, ele estava coberto de chupões.

Ok, isso era algo que ele realmente não precisava saber.

— Idiota — disse ele. — Então, por que é que isso é um problema, exatamente?

Youngbae tinha um olhar pinçado em sua face. — Eu dei a Jiyong o conselho um mês atrás, Daesung. Eu pensei que seria apenas uma foda. Eu não achava que iria durar tanto tempo. Quando as pessoas transam por semanas, é difícil manter as coisas sem amarras. — A culpa brilhou através de seus olhos azuis. — Como Seunghyun fez e, em seguida, ele se machucou quando ele percebeu que seria sempre você para mim. — Youngbae apertou os lábios. — Isso não era o que eu tinha em mente quando eu dei a Jiyong esse conselho.

— Como você sabia que foi Jiyong que lhe deu os chupões? Talvez Seungri dormiu com outras pessoas.

— Eu sei. Observei-os juntos. A linguagem corporal disse tudo. Eu não acho que eles ficaram longe por mais de alguns segundos. — Youngbae deu um sorriso torto. — Foi um pouco estranho estar na sala com eles.

Daesung voltou seu olhar para seu irmão. — Você realmente acha que Seungri se apegou? — A simples ideia parecia ridícula. Seungri não se apegava às pessoas.

— Espero que não — disse Youngbae. — Mas, bem, olhe para ele.

— Talvez seja totalmente alheio ao Jiyong. — Daesung zombou. — Seungri tem um pedaço de gelo, em vez de um coração. No ano passado, quando você foi embora, ele zombou de mim, me disse que minha depressão era patética. Ele não reconheceria uma emoção mesmo se ela lhe batesse na cara.

— Talvez seja esse o problema — Youngbae disse, pensativo.

Daesung suspirou. Ele podia ver o quanto isso estava incomodando seu namorado. O fato que ele poderia ter, sem pretensão, machucado um de seus pacientes. Youngbae era muito bom para as pessoas que não mereciam (Na opinião de Daesung, ele era a única pessoa que deveria ter a atenção de Youngbae, mas foi nem aqui nem lá).

— Tudo bem — disse ele, tocando no ombro de Youngbae. — Se você realmente se sentir culpado por isso, eu vou falar com ele e descobrir o que está incomodando, hm?

O olhar orgulhoso de Youngbae o fez sentir-se com cerca de dez metros de altura.

Virando-se para esconder seu rubor de vergonha, Daesung se dirigiu para seu irmão.

— Ei.

Seungri o ignorou completamente, com seu olhar preso na bola em seus pés.

Daesung observou-o em silêncio. Quando eram adolescentes, ele invejou a pele impecável e graça de Seungri. Mesmo agora, com a carranca estragando suas feições, Seungri parecia praticamente imaculado. Ainda assim, ele tinha dificuldade em imaginar Seungri e Jiyong juntos. Jiyong era a última pessoa que ele esperava ser enganado pela aparência do seu irmão.

Por fim, Seungri lhe lançou um olhar. — O que você quer?

Daesung decidiu ir direto ao ponto. Ele não queria falar com Seungri mais tempo do que o necessário. — Eu quero que você me diga que você não tem nada com o Jiyong.

Se ele não tivesse o observando tão cuidadosamente, ele teria perdido o enrijecimento quase imperceptível na postura de Seungri.

Seungri riu, com um sorriso divertido brilhante aparecendo em seus lábios. — Não seja um idiota. Eu? Eu transei com ele algumas vezes. Acabou. Estava ficando chato. Agora, boa viagem.

Se ele não tivesse crescido vendo Seungri dizer uma mentira com uma cara séria, ele teria engolido isso. Mas ele não tinha. E esse sorriso brilhante foi o que Seungri reservou para situações de desespero, quando ele precisava tirar a merda de seu caminho.

Mas... importava? A resposta de Seungri era a que ele queria ouvir. Ele poderia sair agora. Não era como se ele realmente se importasse se Seungri estava chateado ou não. Havia algumas pessoas que Daesung se importava e seu irmão não era uma delas.

Ele poderia sair. Ele poderia fingir que ele acreditava em Seungri. Ele poderia. Ele provavelmente deveria.

Exceto... exceto que ele não podia.

O problema foi, desde a infância, Seungri tinha sido a única constante em sua vida. Eles não gostavam um do outro, mas ele sempre podia contar com Seungri para permanecer o mesmo egoísta e insensível. E vendo Seungri realmente perturbado o fez... desconfortável, como se o céu de repente tivesse ficado verde.

— Você está mentindo — disse ele.

Um olhar assustado atravessou o rosto de Seungri, como se ele não esperasse Daesung notar, mas no momento seguinte, o olhar foi embora.

— Não me confunda com você — disse Seungri. — Eu não sou você. Não sou idiota como você.

Daesung baixou a voz. — Se você quer dizer Youngbae…

— Claro que eu quero dizer Youngbae. Olhe para você. — um sorriso de escárnio enrolou nos lábios de Seungri. — Todo embrulhado em um homem que vai jogá-lo fora quando ele encontrar algo melhor.

Daesung soltou uma risada. — Hmm, certo. Youngbae me ama.

Seungri inclinou a cabeça, sua expressão quase com pena. — Agora? Talvez sim. Mas você é estúpido se você acha que vai durar para sempre. Em um ano ou dois, Youngbae vai acordar e perceber que você não é bom o suficiente. Porque você não é e nunca será. E vai destruí-lo quando ele deixar você. — Os olhos de Seungri se fixaram nos seus. — Admita: no fundo, você sabe que ele vai embora. É por isso que você está com medo de perdê-lo. Você sabe que pessoas como nós não conseguem um felizes para sempre. Eu estou bem com isso, porque eu não preciso disso. Eu não preciso de ninguém. Você costumava ser da mesma maneira, mas agora você... — Seungri deu-lhe um olhar de desdém. — Você era uma concha patética, oca, enquanto ele estava fora de sua vida por alguns meses. O que você vai fazer quando ele deixá-lo? Você é um idiota, Daesung.

Daesung rosnou: — Pelo menos eu não sou uma concha vazia e patética o tempo todo. Pelo menos eu não sou um covarde de merda.

O rosto de Seungri ficou completamente em branco.

Daesung afastou-se, cerrando os punhos. Dizendo a si mesmo para ignorar as palavras do seu irmão. Elas haviam sido destinadas para o ferir, para plantar uma semente de dúvida; ele sabia disso. Seungri foi excelente em encontrar uma fraqueza e bater onde doía mais. Mas suas palavras não paravam de tocar em seus ouvidos, mais, mais e mais.

Em um ano ou dois, Youngbae vai acordar e perceber que você não é bom o suficiente. No fundo, você sabe que ele vai sair. Você sabe que pessoas como nós não conseguem um felizes para sempre.

Sua mandíbula apertou, ele fez o seu caminho para o centro de treinamento.

— Daesung! — a voz de Youngbae o assustou.

Daesung piscou quando ele foi empurrado para a sala mais próxima e os olhos preocupados do seu namorado olharam para ele.

— O que está errado…

Daesung o beijou desesperadamente, passando seus braços ao redor dele e segurando tão firmemente quanto pôde. — Eu te amo, eu te amo, eu te amo — ele sussurrou entre beijos frenéticos antes de enterrar o rosto no oco do ombro de Youngbae.

Os braços de Youngbae apertaram ao redor dele, e Deus, parecia tão perfeito e certo, mas doía. Doía.

Por um longo tempo, Youngbae não disse nada, simplesmente acariciando seus cabelos.

— O que foi isso? — disse ele depois de um tempo. — É por causa de Seungri?

Daesung riu asperamente. — Eu sei que eu nunca deveria ouvi-lo, mas… mas estou com medo de que… eu sei que ele está certo.

— Sobre o que?

— Que um dia você vai perceber que eu não sou bom o suficiente para você — ele murmurou, apenas audível. — Ninguém me ama. Eu não entendo por que você ainda está aqui.

Youngbae suspirou e, tomando seu queixo em sua mão, obrigou Daesung a encontrar seus olhos. Seus olhos se divertiam no momento. — Estou bem ciente de todos os... os aspectos menos charmosos de sua personalidade. Eu vi você no seu pior. Eu vi você ser egoísta, vingativo e excessivamente possessivo. E isso não me fez te amar menos.

— Por quê? — ele sussurrou.

— Porque quando você ama alguém, você não os ama por suas boas características e ações. Você ama, porque você ama, com todas as suas falhas e inseguranças ridículas. — Youngbae sorriu, tocando os lábios de Daesung. — Eu te amo, amor. Provavelmente mais do que eu deveria.

Daesung sorriu e escondeu o sorriso no pescoço de Youngbae, abraçando-o com força. Ele fechou os olhos, sentindo o medo sempre presente, finalmente se dissipar, arrastado por uma onda de emoção. Seungri estava errado. Talvez ele não fosse bom, mas ele era bom o suficiente para a pessoa que mais importava. A chave era encontrar essa pessoa.

E, de repente, ele sentiu-se incrivelmente triste por seu irmão. Seungri jamais teria isso, porque ele não era corajoso o suficiente para querer isso. Não teve a coragem de pedir isso.

— E sobre Seungri? — perguntou Youngbae, como se estivesse lendo seus pensamentos. — Ele está chateado com Jiyong?

Daesung se afastou um pouco para olhar para Youngbae. — Quando eu perguntei-lhe se ele tinha algo com Jiyong, ele mexeu no meu ponto mais fraco e quase me tirou lágrimas. Para Seungri, isso é praticamente uma declaração de amor.

Uma ruga apareceu entre as sobrancelhas de Youngbae. — E agora?

— Nada — disse Daesung, odiando um pouco o quão bem ele entendeu seu irmão. — Tudo o que ele sente, não importa, porque ele o odeia. — Talvez Seungri não tinha um pingente de gelo em vez de um coração, mas para ele, emoções eram uma fraqueza, e o senso de autopreservação de Seungri foi inigualável. Daesung encontrou os olhos preocupados de Youngbae

— Não se preocupe — disse ele, ajeitando o colarinho de Youngbae. — Nada vai acontecer. Ele vai ficar longe de Jiyong e, eventualmente, seu coração irá congelar novamente, como num conto de fadas. — ele sorriu para sua própria piada de mau gosto, porque Youngbae não fez. Suspirando, Daesung passou os dedos pelos cabelos de Youngbae. — Não se preocupe. Jiyong vai se casar com Donna, e Seungri voltará a ser um idiota insuportável.

Youngbae não parecia tranquilizado. — E se ele não ficar longe?

— Ele vai — disse Daesung. — Seungri uma vez me disse que iria andar sobre qualquer um para conseguir o que queria, mas a coisa é, se ele quer alguma coisa demais, isso o assusta e ele corre na direção oposta. — Daesung deu um sorriso torto. — Sim, é assim que ele é. Você acha que ele é mais fodido do que eu?

Sorrindo, Youngbae beijou-o no nariz. — Não.

Daesung apenas riu e não negou. Ele pode ser uma pessoa fodida, mas pelo menos ele era muito feliz.

 



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