História Apenas um pouco errado - Capítulo 20


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Categorias Big Bang
Tags Bigbang, Daesung, Gri, Jiyong, Nyongtori, Nyongtory, Seunghyun, Seungri, Taeyang, Top, Youngbae
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - XX


 

Quando Seungri sentou-se no sofá ao lado do irmão de Jiyong, na sala de Jiyong, assistindo a TV de Jiyong e bebendo a cerveja de Jiyong, ele se perguntou o que diabos ele estava fazendo. Ele queria chutar a si mesmo, mas acima de tudo, ele queria chutar Daesung. Foi culpa de seu irmão por tê-lo irritado ontem. Quando Nick ligou e perguntou se eles poderiam sair, Seungri concordou sem pensar. Quando Nick disse que ele estava na casa de Jiyong, Seungri devia ter definitivamente lhe dito que ele não poderia ir. Mas ele não o fez, e agora ali estava ele. Idiota.

Para tornar as coisas mais complicadas, o braço de Nick estava caído sobre o encosto do sofá, com os dedos tocando o ombro do jogador.

Seungri não era ingênuo. Ele podia ver que Nick estava meio obcecado com ele já. A única coisa que impedia Nick de fazer um movimento mais claro foi, provavelmente, seu status de celebridade. Nick estava sendo cauteloso, como ele deve ser, já que Seungri é supostamente hétero, como todos os futebolistas hipoteticamente são, mas o jogador sabia que não iria durar. Ele não conhecia o cara, no entanto ele podia ver que não era da natureza de Nick ser assim. O cara era a definição de imprudente; ele não parecia levar nada a sério. Ele também era um grande flertador.

Seungri ainda estava indeciso sobre o que fazer sobre isso. Ele provavelmente deveria fingir ser hétero e tirar suavemente sua mão, era mais seguro assim. Mas uma parte dele, a parte que era responsável por incentivar, queria ver o rosto de Jiyong quando ele imaginou que Seungri estava transando com seu irmão. Ele não deveria se preocupar com a reação do mais velho. Jiyong era seu ex-fisioterapeuta. Ele era apenas um cara que tinha tido um caso. O cara que ia se casar em um mês. Jiyong não gostava dele, e o sentimento era completamente mútuo. Ele não dava a mínima para ele. Ele não tinha visto Jiyong em oito dias.

Desgostoso com a direção que seus pensamentos tinham tomado (de novo), Seungri tentou se concentrar no filme que eles estavam assistindo, mas esses pensamentos idiotas se recusaram a ir embora completamente, zumbindo no fundo de sua mente. Maldito inferno. Esses dias, parecia que ele tinha uma personalidade dividida. Seu eu normal se encolheu toda vez que ele se pegou pensando nas mãos de Jiyong, sua boca, seu calor, seus braços ao redor dele, o cheiro dele. O cheiro era a parte mais ridícula. Pelo amor de Deus, ele nunca reparou em como as pessoas cheiravam a menos que cheirassem mal. Ele estava ficando louco. Ainda ontem, ele brigou com um dos terapeutas da equipe por massageá-lo de forma errada só porque ele queria as mãos de Jiyong sobre ele. Droga, ele se sentiu como um pervertido. Ele estava se transformando em Daesung, pior, uma vez que seu irmão era, pelo menos, todo patético sobre um homem que lhe dava atenção; Seungri não podia dizer o mesmo sobre Jiyong.

O polegar de Nick roçou seu pescoço, puxando-o de volta ao presente.

Seungri mordeu o lábio. Talvez ele devesse incentivar Nick. Por que não?

O cara era bonito, estava ansioso para entrar em suas calças, e era improvável que ele iria espalhar qualquer rumor: ele não parecia o tipo. E seria bom para ele foder com alguém que não fosse Jiyong. Merda, ele não conseguia se lembrar qual era a sensação de ter relações sexuais com outra pessoa. Um mês de sexo com o outro tinha claramente mexido com sua cabeça.

— Estou curioso sobre uma coisa — disse Nick de repente.

Seungri virou a cabeça para ele. — Sim?

Os olhos de Nick tomaram conta de seu rosto, procurando por algo. — Por que é que Jiyong está com raiva de você?

Seungri não teve que fingir sua surpresa. — Ele está?

Nick riu um pouco. — Ele quase arrancou minha cabeça quando eu pedi o seu número. Senti-me cerca de dois centímetros de altura. — ele fez uma careta, embora seus olhos ainda estavam cheios de diversão. — Eu não tenho vergonha de admitir que Jiyong me assusta quando ele está com raiva. É uma resposta instantânea. Eu não posso fazer nada. — ele sorriu. — Eu realmente tive que esgueirar-me em seu quarto para conseguir o seu número, enquanto ele estava no chuveiro. — ele olhou para Seungri através dos olhos de pálpebras pesadas. — Mas valeu totalmente a pena.

Seungri sorriu de volta, sem saber o que dizer. O cara realmente era muito atraente. Na penumbra, ele parecia ainda mais com…

Não, ele não estava pensando…

O silêncio se estendeu. A mão de Nick caiu no pescoço de Seungri e seus lábios estavam de repente muito mais perto.

Seungri ficou tenso, mas antes que pudesse decidir o que fazer, a porta da frente foi aberta.

— Estamos interrompendo alguma coisa?

O estômago de Seungri caiu a seus pés.

Jiyong estava perto da porta, com o braço em torno de uma mulher linda. Recusando-se a encontrar os olhos de Jiyong, Seungri focou seu olhar sobre a mulher. Donna.

— Ei, Donna — Nick disse preguiçosamente, acenando para o casal com a mão que não estava ao redor do pescoço de Seungri. — Você voltou?

A mulher, Donna, sorriu. Mesmo seu sorriso era lindo. Ela e Jiyong realmente faziam um belo casal: os dois tinham a mesma altura.

— Oi, Nick — disse ela antes de olhar para Seungri. Seus afiados olhos escuros definitivamente não ignoraram a mão de Nick no pescoço de Seungri. Ela sorriu mais amplamente. — Vejo que você está sendo rude, como sempre. Você não vai me apresentar o seu amigo...?

— Este é Seungri — disse Nick com um sorriso e um pouco de rolar de olho. — Seungri, esta é a pobre mulher que concordou em se casar com meu irmão.

— Prazer em conhecê-lo — disse Donna com prazer genuíno em sua voz.

Seungri assentiu com um sorriso brilhante. — Da mesma forma.

— O que você está fazendo aqui? — disse Jiyong. Sua voz soava um pouco estranha.

Seungri não olhou para ele.

— Seus olhos estão falhando por causa da sua idade avançada — Nick disse a seu irmão. — Estamos assistindo a um filme.

— Eu não estava falando com você — disse Jiyong. — Seungri.

Relutantemente, ele deslizou o olhar para Jiyong. Ele não estava preparado para a forma gananciosa que o mais velho o olhava, ou a maneira como ele foi imediatamente agredido por uma onda nojenta de emoções e necessidades. Deus, isso não era justo. Como poderia um homem parecer tão bonito? As bochechas magras de Jiyong bem barbeadas, chamando a atenção para o seu queixo forte e firme e lábios sensuais. Os lábios que ele tinha experimentado. Lábios que ele tinha saboreado em todos os lugares.

Os olhos de Jiyong deslocaram para a mão de seu irmão no pescoço de Seungri, com seu corpo emitindo raiva como ondas que rolaram golpeando uma costa desprotegida. Seungri quase podia sentir o cheiro da testosterona saindo dele. Ele teve que segurar o desejo totalmente ridículo de empurrar Nick.

Seus olhares se chocaram e travaram. Os olhos de Jiyong estavam em chamas.

— O quê? — Seungri perguntou.

— Você esqueceu o DVD que eu queria que você prestasse atenção — disse Jiyong laconicamente. — Venha comigo. — e ele subiu as escadas, confiante de que o jogador iria segui-lo. Ugh. Seungri tinha quase esquecido como ele era arrogante.

Ele não ia. Ele não ia. Jiyong não era seu personal trainer mais. O mais velho parou no topo da escada e prendeu-o com um olhar. — Venha comigo. Agora.

Nick disse algo, mas Seungri mal podia ouvi-lo. Ele se levantou e seguiu Jiyong para o andar de cima, irritado consigo mesmo. Ele não podia acreditar que ele estava fazendo o que Jiyong queria, como um cão abanando o rabo para um osso. Inacreditável.

Jiyong estava esperando por ele no segundo andar. Ele tinha os braços cruzados sobre o peito, o olhar em seu rosto semelhante a de alguém pronto pra matar. — Eu lhe disse para ficar longe de meus irmãos. — Sua voz era enganosamente baixa e calma.

Seungri cruzou os braços, subconscientemente espelhando a postura de Jiyong. — E daí? Você não tem o direito de me dizer o que fazer. Você não é nada para mim e eu sou nada para você.

— Nick não é nada para mim, não é?

Seungri riu. — Então, você está preocupado com seu irmão? Que irmão maravilhoso você é, salvando-o de minhas garras do mal. Não se preocupe, o sexo não matou ninguém.

— Sexo?

Seungri inclinou a cabeça, segurando seu olhar. — Ele é melhor do que você, sabe. Ao contrário de você, ele pode ficar comigo por horas.

Jiyong olhou para ele por um momento antes que seus lábios enrolaram. — Você realmente acha que eu vou acreditar nisso?

— Eu não me importo se você acredita ou não. — Seungri deu de ombros. — Não poderia me importar menos o que você pensa. Agora, se você me der licença, Nick está esperando por mim…

— Você não vai dormir com ele.

Seungri piscou lentamente. Em seguida, ele estreitou os olhos. — Com licença?

Jiyong parecia irritado, como se ele tivesse lamentado dizer isso. No entanto, ele repetiu: — Você não vai dormir com ele.

Se Seungri fosse um personagem de desenho animado, haveria vapor saindo de suas orelhas. — Eu não vou? — ele perguntou, muito suavemente.

— Você não vai — disse Jiyong.

Seungri abriu a boca e fechou-a silenciosamente.

Em seguida, ele se aproximou e segurou o rosto de Jiyong com a mão.

Jiyong endureceu.

Estava tudo tão tranquilo. Ou era apenas a sua respiração alta?

Inclinando-se, Seungri roçou os lábios contra a barbeada mandíbula de Jiyong. O corpo do mais velho ficou rígido com a tensão. Inalando superficialmente, Seungri arrastou os lábios trêmulos por todo o queixo de Jiyong, sentindo-se irregular, com a respiração quente de Jiyong em sua pele. Ele parou quando seus lábios estavam apenas a uma polegada de distância.

Uma batida passou.

Seungri sorriu e sussurrou: — Foda-se você.

Quando ele se afastou, o olhar fulminante que Jiyong lançou nele, quase o deixou de joelhos fracos e com uma furiosa ereção. Quase.

— Sua preocupação comovente para com seu irmão está devidamente anotada — falou o mais novo antes de sair.

 



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