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História Apenas um Sorriso. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Mais uma vez estou aqui, e se você pensar: "Já li está fanfic antes", é porque eu havia postado antes, em 2017 ou 2018, porém a falta de criatividade me bateu em cheio e precisei parar, MAS, estou de volta!

Espero que gostem!

Capítulo 1 - Mais uma vez.


Fazia um calor escaldante em Busan, chegava a ser insuportável para algumas pessoas e isso me incluía. Odeio os períodos quentes do ano, sou apaixonado por invernos. No verão, me sinto como um frango em uma panela de pressão.

E se tem uma coisa que eu odeio ainda mais que, passar calor é: passar calor em meio a várias pessoas suadas. O que era, a minha situação no momento. Estou em uma igreja no centro na cidade, com a minha mãe. Ela me obrigou a vim me confessar para passar o natal "transparente".

Sinceramente, eu odeio contar meus segredos para qualquer um e eu sei que padre não é qualquer pessoa, mas mesmo assim, ele vai olhar para mim e saber todos os meus pecados. Imagina se você matou alguém e toda vez que você for a igreja, o padre olhar para ti e fazer uma cara de tipo: "esse se fudeu bonito". Espero que, se você matou alguém, esteja preso.

— Vá Jimin, é sua vez.

Acordei dos meus pensamentos sobre a hipótese de ter um assassino do meu lado, ao escutar o que a senhora SunHee, minha mãe, disse. Me fazendo bufar e franzir o cenho em negação. Seria pedir muito, que eu tivesse super velocidade e pudesse sair daqui correndo, na velocidade da luz?

Me levantei e fui andando lentamente até o padre, que por sinal, aparentava ser bem mais novo do que a maioria dos padres ali presentes . Me arriscava a dizer, que eu era mais novo que ele e olha que eu sou novo, tenho apenas 26 anos. O padre não era tão baixo, tinha os cabelos em um lindo tom de castanho claro e suas íris emitiam uma linda tonalidade preta, o que aprofundava ainda mais seu olhar. Observei a feição séria que ele tinha, enquanto esperava a próxima pessoa passar pela porta do confessionário e isso me fez hesitar um pouco entre entrar ou sair correndo. Porém quando eu me aproximei para sentar na cadeira a sua frente, ele me recebeu com um lindo sorriso, franzindo o cantinho dos seus olhos, me fazendo sorrir junto a ele no mesmo instante. Mentiria se dissesse que aquilo não me acalmou.

— Sua bênção?

— Deus te abençoe. Sente-se.

Sua voz era doce e transmitia um ar de paz e tranquilidade, me trazia confiança em si, mesmo sendo a primeira vez que eu a ouvia. Acho que isso é um tipo de poder que os padres tem, para que as pessoas se sintam confortáveis o bastante para se abrirem e serem sinceras consigo. Assim como ele pediu, eu me sentei, o olhando diretamente nos olhos.

— Existem dois tipos de destinos e isso pode levá-lo a vida ou a morte, tanto espiritual, como carnal, sabe-se você, se quer seguir o caminho do bem ou do mal.

— O que isso significa?

— Você saberá, mas enfim, conte-me os seus pecados e como os mandamentos de Deus diz, eles serão perdoados.

— Bom, primeiramente eu trai a confiança do meu ex, ficando com outro na mesma cama, que nós fazíamos juras de amor toda noite...

E assim, eu o contei toda história sem muitos detalhes, apenas o que ele deveria saber e mais algumas coisas irrelevantes no momento sobre outros assuntos. Eu realmente pensei que ele fosse me bater, quando eu contei que a mesma pessoa que eu traia meu ex, era meu primo, pelo olhar dele, deve ter me xingando de todas as formas. Espero que ele confesse isso para Deus.

— Só isso? - confirmei. — procure ser mais fiel com os seus parceiros, as pessoas buscam confiança e se não achar, vão embora para procurar em outro alguém. Dói ser traído, ainda mais quando se deposita tanta confiança na pessoa, a ponto de querer se relacionar com ela.

— Eu sou fiel!

— Não é o que deu para entender! - o padre rebateu, me fazendo ficar boquiaberto.

— Ei, você é um padre, não pode falar desta forma com a comunidade. - rebati também.

— Ei, você faz parte da comunidade, não pode confrontar com o padre;

Abaixei a cabeça, franzindo o cenho. Não pensei que ele teria resposta na ponta da língua. Acho que ele notou minha reação sobre isso, pois eu vi o sorriso que se fez presente em seus lábios por poucos segundos.

Depois de vários conselhos sobre o que fazer, ele finalmente disse que eu estava pronto para ter um ótimo Natal. Eu até diria que estava mais leve, mas eu não sei se foi por confessar ou por ter visto o lindo sorriso do padre no final de cada conselho.

— Que a paz de Deus esteja contigo.

— Com o senhor também.

— Tenha um bom natal e venha mais nas missas, nesse domingo, eu darei início a celebração, venha participar conosco.

— Obrigado... irei vir sim.

Com toda certeza eu viria.

E assim, eu saí, rumo a capela para rezar horrores por ter traído meu ex, mas mesmo assim, me livrei de um peso na consciência, por mais que eu esteja com medo de acabar de pecar novamente, quando em meio a um pai-nosso e um olhar para o padre, meu coração perder uma batida.


Notas Finais


É isso!

Um pouco curto, maaas.. é porque eu já tinha o capítulo pronto, só acrescentei umas coisinhas.

Até!


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