História Apenas Uma Chance... (Em hiatus) - Capítulo 19


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Farlan Church, Grisha Yeager, Gunther Schultz, Hange Zoë, Historia Reiss, Isabel Magnolia, Jean Kirschtein, Kalura Yeager, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Marlo Freudenberg, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Mina Carolina, Nanaba, Nile Dok, Oluo Bozado, Personagens Originais, Reiner Braun, Rico Brzenska, Rod Reiss, Sasha Braus, Thomas, Ymir
Tags Comedia, Crossover, Eren Jaeguer, Ereri, Gay, Jearmin, Lemon, Levi Ackerman, Riren, Romance, Romance Gay, Shingeki No Kyojin, Snk, Yaoi, Yuri
Visualizações 129
Palavras 9.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoas da terra (e fora dela também... Nunca se sabe...)
Então gente, depois de muito reescrever o cap. ele ficou pronto finalmente e agora está aqui para vocês😁😁😁
Espero realmente não ter torturado vocês muito com o capítulo de aviso!

Ah, antes de iniciar... Eu gostaria muito se pudessem dar uma opinião sobre a capa nova da fic. Sim, para quem não sabe, eu troquei a capa e queria saber se preferem essa ou a outra, então...
Por favor, opinem!!!!!

Muito obrigado aos favoritos, ❤Comentários de apoio❤ (Sério, vocês não fazem noção do quanto me levantaram com eles!!!), visualizações...
Ah, e se não respondi algum comentário fiquem tranquilos que já, já o faço... Realmente essa semana me dediquei por completo a esse capítulo!

Até as Notas Finais!!!!
Inclusive leiam elas que preciso de vocês!!!

Capítulo 19 - Chegamos, enfim...


Fanfic / Fanfiction Apenas Uma Chance... (Em hiatus) - Capítulo 19 - Chegamos, enfim...

Merda! Por que porra estou em choque? Preciso sair daqui, preciso tirá-lo daqui, levá-lo para um local seguro... Como isso foi acontecer? Aqui é o lugar mais seguro em que podemos nos encontrar. Não existe outro melhor que esse para o meu amor, então o que devo fazer? Transferência? Nem pensar. Fuga? Também não. Escondê-lo? De jeito ne... Bom, acho que encaminhá-lo para o quarto seria meio como uma forma de escondê-lo... Ah, dane-se! Agarro na mão dos dois seres à minha frente, os puxando para dentro do hospital sem dizer uma palavra, assim também os confundindo com minha reação rápida. Apresentaram certa resistência de cara, mas aquilo não importava. Era necessário que viessem comigo urgentemente. 

Com os dois a seguir-me, fui em busca da única pessoa a qual poderia lembrar no momento... Bárbara. Mais uma vez a encontrei naquela imensa recepção, onde estava atrás do balcão com um olhar interrogativo. Sem tempo para explicações pedi, ou praticamente implorei, para que levasse os garotos para o quarto e, se pudesse, os colocassem juntos mesmo com o meu ciúme inoportuno. Por que fiz isso? Eu posso ter ciúmes do meu amor, porém todos sabemos que o melhor para ele é que se relacione com as pessoas, para poder voltar a viver em sociedade sem problemas, com boa conduta e, obviamente, ser feliz... Ao meu lado! 

A mulher se assustou com minha seriedade, mas aceitou de bom grado cumprir o favor que lhe foi pedido. Enquanto isso, me dediquei a um novo alvo para entrar em contato, alguém que deveria ter impedido que algo assim acontecesse, pessoas com a obrigação de zelar por todos alí, que não poderiam permitir que fosse sequer cogitável a ideia. Fui atrás da segurança, óbvio. Dava voltas em torno dos corredores, lendo o que cada placa dizia a respeito das salas até que encontrei o que procurava, isso depois de minutos perdidos graças a minha incrível inteligência rara em não parar e pedir informação... Instinto de macho é a peste, viu?

- Posso entender que palhaçada é essa? – digo abrindo a porta sem cerimônia, atraindo a atenção dos presentes eventualmente, que me olhavam como se fosse insignificant e.

- Ou, ou, ou! Quem é você para entrar aqui, garoto? – um se atreveu a vir até mim.

- Isso não é da sua conta, ao contrário da segurança deste instituto! Não foram informados? Houve um atentado contra um dos pacientes agora mesmo, o que vão fazer a respeito? Sentar na cadeira, comer a porra de um sucrilhos e assistir Bob Esponja?

- Lamento, garoto. Só atendemos pessoas importantes, a menos que seja uma, claro... – outro disse com sorriso debochado. – E quanto a esse atentado... O que podemos fazer? São loucos, tem mais é que se foder mesmo. Já damos nossas vidas por demais até, com esse salário escroto que nos pagam. – vou até ele e agarro em seu colete de segurança, o puxando para perto para que veja que não estou brincando, jogando-o e imprensando-o na parede.

- Como é? Só atendem pessoas importantes? Então é minha sorte ser uma, seu lixo? Não importa quem for que entre por esta porta, vocês são obrigados a atender, compreendeu? Não tenho a mínima paciência para pessoas com o nariz empinado, então se cale, mude seu jeito de ser e seja homem, porra! – o largo após gritar tudo o que tinha a dizer.

- Ah, tá... olha o coitadinho cheio do discurso. – o outro profere as palavras com sarcasmo.

- Afinal, o que é isso aqui? Querem perder o emprego, é? Só me avisarem. Apenas uma denúncia para seus chefes e não arranjam mais emprego em nenhum lugar. Portanto aprendam e se tornem mais gentis a partir de hoje com as pessoas! – vejo todos ficarem com cara de “faz isso não, pelo amor de não sei quê lá”. Aff... Como detesto homens cagões!

- O que quer que façamos? – o líder do esquadrão parece se apresentar finalmente.

- Quero todos nos jardins. Investigação sobre uma flecha que foi lançada aqui de propósito, com o intuito de nos avisar do pior para o meu namorado... – nessa hora alguns começam a rir, me deixando furioso por dentro, mas tentando me controlar mesmo assim.

- Tanto alarde por causa de duas bichas? Sabia que alguma coisa estava exagerada, hahahaha... Viados e suas manias. – um deles tira sarro, então mando o autocontrole ir tirar férias no caribe, o socando em cheio no rosto. – Aaah, desgraçado! Quem acha que é para me bater? Quem te deu autoridade? 

– Não vai querer saber... – digo sombrio e sorridente.

- Não! Você não é o todo poderoso? Vamos lá, bichinha, nos conte! Quem é você?

- Eu realmente não queria ter que usar minha influência, mas não vai ter jeito. Escutem bem, enquanto eu, James Donton, ainda for a porra do esperma que fecundou o óvulo de Katherine Donton, vocês decidem se querem seguir uma exigência mínima que imponho sobre o dever de vocês, ou talvez possa chamar minha mãe aqui, não é? Talvez com alguma autoridade “de respeito” – formo aspas com os dedos. – Vocês saibam seguir ordens, cagões!

- O tempo passa, mas o discurso é o mesmo, né James? – Ted, o antigo segurança que tomava conta para que Flávio se mantivesse em coma aparece detrás de mim, alargando um sorriso e estendendo sua mão. – Já soube das últimas, e... O que ainda esperam para ir?

Todos alí seguem o que Ted fala, como se realmente mandasse em alguma coisa. Admito, de início não nos gostávamos. Ele me achava um louco por permitir que alguém como Flávio não fosse sedado, enquanto eu o via como um monstro por querer que aquela tormenta se perdurasse. No final, acabou que tudo se resolveu e agora operávamos mais que em sincronia juntos, mas não nesse jeito pervertido que estão pensando. Estou falando de amizade! Porque foi isso que nos tornamos, bons amigos. Porém isso não era somente flores.

Digamos que, assim como eu tinha por Oluo, Flávio também teve ciúmes com Ted. Não foi nada demais, apenas uma crise boba que consegui resolver a meu jeito... Um jeito bom, doce, gostoso e muito safado. Se estão se perguntando se transamos no hospício, a resposta é: Claro! Que não... Tivemos decência para não chegar a esse ponto, já que as janelas são visíveis do lado de fora para dentro. Mas uma pegação rolou, leitores... É como diz aquele ditado sabem? “Um elefante incomoda muita gente... A tromba do Flávio me arromba muito maaais!”

Depois desse mês conseguimos nos adaptar um ao outro, ambos aceitando muito bem o círculo social do mesmo, ainda que não engolisse totalmente Oluo, porém o tolerando por saber que isso era bom para Flávio. Entendam... Amizades são fundamentais nessas horas. Ele precisa se sentir amado, querido e necessário por nós, portanto não o podemos deixar desamparado. Mas o que mais me preocupa é que logo agora que conquistávamos alguns avanços, esse miserável do Dock tinha que aparecer. Tinha que atentar justamente agora?

Fui de volta para os jardins acompanhado de Ted, que logo foi de encontro ao restante de seu esquadrão para investigar a área, contudo aquilo não se limitava só ao hospital. A flecha tinha vindo da direção do prédio próximo, significava que alguém precisou entrar nele para fazer isso, obviamente. O problema era: estávamos lidando com Nile Dock! O que quer que funcionasse e/ou pudesse lhe expor, ou ainda, o levasse a ser preso, com certeza já teria sido desativado ou apagado. Câmeras eram inúteis para capturar sua imagem, pois o mesmo possuía um dos maiores vírus de sistema conhecidos. Fruto da grande inteligência dos “In Memorians”.

A flecha e bilhetes igualmente não seriam de todos úteis, sem impressões digitais, resquícios do tecido da roupa que usava ou alguma espécie de DNA. Mais uma vez seu trabalho de mestre triunfava vitoriosamente. Somente a flecha, realmente, trazia consigo algo de interessante, com manuscritos escritos em uma língua de códigos, criadas e propriamente elaboradas deles para eles. Era um mistério que não poderíamos descobrir muito, pois para isso era necessário alguém da quadrilha que soubesse a linguagem.

Sem mais o que fazer no campo do cenário, resolvi entrar e voltar para a recepção, encontrando absolutamente ninguém. Bárbara ainda não tinha voltado? Impossível... Ela só tinha ido levá-los ao quarto, já deveria ter retornado. Ah, não... Será... S-S-Será que ele já está aqui dentro? Será que já tomou o domínio sobre o hospital?... Já chegou até Flávio? Não!

Corro tão rápido que, se meu corpo já não fosse habituado a esses treinamentos, teria desmaiado antes mesmo de dar o primeiro passo. Pessoas me olham nos corredores julgando-me um louco, o que acho bem conveniente por estarmos num hospício, mas não dou atenção à nenhuma delas e apenas foco no meu objetivo... Chegar ao quarto. Logo chego no local certo e olho pela janela de vidro falso, imediatamente vendo algo que não condizia com minha lógica de raciocínio, na verdade, era erroneamente o contrário. Flávio estava brincando!

Não, vocês não leram errado! Ele estava alí, no quarto dele, brincando com Oluo de pega-varetas enquanto Bárbara assistia a tudo com cara de tédio. Mas pelo quê estava bravo? Ele está socializando, James... Socializando. Repito o mantra ao mesmo tempo em que massageio as têmporas da minha testa, ajudando a baixar o nível de ciúmes que tinha atacado.

- James? – todos voltam a atenção para a porta, após eu a tê-la aberto para entrar no cômodo, sendo rapidamente abraçado por Bárbara em alguma razão que ainda não compreen di.

- Ah, aleluia! Já não aguentava mais ficar aqui, é sufocante. Sem ofensas a vocês dois, titia os ama até, mas eu tô caindo fora. Boa sorte aí no papo, meninos! – e lá se foi a mulher.

- Então... O que estão fazendo? – pergunto mesmo já sabendo o que é. 

– Jogando pega-varetas, quer entrar também? – Oluo já se antecipa, não deixando meu amor falar.

- Ah, bom... Claro que s... 

– Não. Não, Oluo. É... Podemos terminar isso mais tarde? Preciso conversar com o James, sabe? 

– Claro! – ele se encaminha para debaixo da cama e se joga lá, tapando os ouvidos e fechando os olhos com força demasiada pelo visto.

- Hey, Oluo! – Flávio chama alto para que ouça do jeito que está. 

– O que? Ah, podem conversar! Não tô escutando nada, prometo! Pode até trepar aqui em cima, que eu entrei completamente no módulo surdo, cego e mudo! – sorri ele dando um beleza com a mão.

- Desculpa, cara! Mas tem que ser à sós, ok? 

– Tá bom, estraga prazeres... Estou indo! Aff... Além de estar no manicômio, não tenho nem direito a um pornô de qualidade, eu hein.

Ele sai pela porta resmungando e tenho que sufocar uma risada monstra, a qual já atacava minha garganta desde o momento em que ele tinha ido para debaixo da cama. É, vai ver o Oluo não é tão mau assim... Ele é boa companhia pro meu amor, isso me basta. Flávio recolhe os pega-varetas e coloca na estante, guardando para o que provavelmente seria a próxima rodada dos dois, se sentando na cama em seguida e batendo no colchão de leve para que fizesse o mesmo. Como pode ir de completo louco, para adorável assim? A loucura do ser humano realmente pode fazer milagres, disso não posso duvidar com essa cena dele.

- Vem, James! Não quer me dizer nada? – ele me chama manhoso com sua carinha.

- E-Eu? I-I-Imagina! Sei de nada... – tento disfarçar, me sentando do seu lado e sendo abraçado por ele, que deita a gente junto e vira os rostos para um selar de lábios delicioso.

- Por favor, não minta! – disse em tom de súplica. – Eu sei o que está acontecendo, sei quem fez isso e sei o que poderia ter feito naquele mesmo momento se quisesse. James, isso dói em mim! Estou te expondo à riscos aos quais você não tem nada a ver, estou fazendo com que cuide de alguém que já está destinado a morrer de qualquer jeito, a ficar ao lado de alguém completamente fodido. Amor... Eu te amo, mas não posso fazer você passar por isso. Eu sei o quanto me ajuda, o quanto me ama e o quanto me dedico ao máximo para que possa sair daqui algum dia e formar uma família com você, porém isso não pode se concretizar.

- Como que não? Eu não vou lhe deixar, Flávio! Não mesmo, quem quiser que queira você morto, pode vir! Eu mesmo tratarei que pague até extrair toda gota de dor. Você é o amor da minha vida! Não desisti antes, agora muito menos. Mesmo depois de todos as conturbações, agora finalmente conseguimos enxergar uma luz no fim desse túnel. Não me deixe chegar ao fim dele sem você, amor... Não me peça isso nunca, entendeu? Jamais!

- James, eu só... – não pude olhar em seus olho, decidindo por fim me conectar a ele num abraço, mesmo que fosse somente para fugir das notícias ruins. – Não quero que se envolva nisso, compreenda. Já foi até longe demais por mim, mas agora tenho que assumir as consequências dos meus atos. Se quiser me tornar um homem de verdade, preciso ser responsável por mim mesmo, não jogar outros para a morte no meu lugar. Isso dói...

- Dói? Realmente dói, Flávio? – volto a encará-lo. – E seu papel como namorado, como que fica? E seu dever de partilhar seus sentimentos para que possamos superá-los e seguir em frente? É meu dever entender seu lado como companheiro, ajudar no que for possível e incentivá-lo no caminho certo! É isso que namorados fazem, te dão apoio incondicional. Agora me diga... Como irei fazer para dar esse apoio, se você próprio o rejeita sem mais nem menos?

- Está mesmo disposto a tudo isso James? 

– Ainda duvida? – abro a boca espantado pela insinuação. 

– Não, eu não duvido disso. Eu tenho medo, James! M-E-D-O! Ah, e não pense que é por mim. O que quero dizer é que você não precisa fazer isso! Quer dizer... James, o que eu valho? Eu não sou nada, não tenho nada, não te ofereço nada e você ainda se mantém do meu lado. No final das contas, acontece que você é bom demais para mim, amor... Eu não te mereço. – a frase surtiu o efeito de um vidro se quebrando, o qual os cacos me perfuravam por dentro e provocavam a mais agonizante dor. Ah, Flávio... És muito mais do que pensa!

- O quê? Acha que não é merecedor de mim? Flávio, amor não se merece, você conquista. Não importa como, o modo ou o jeito, se conquistár realmente ele, o mesmo será seu e ninguém poderá fazer nada para impedir. O meu amor você conquistou. Você! Não tem como apagar isso, não há como esquecer, é livre de escapatórias. Apenas peço que me deixe ajudar... – aliso seu rosto, começando por sua clavícula e indo parar nos lábios, tocando os últimos delicadamente com dois dedos. – É para isso que estou aqui. Junto de você, amor...

- Não posso te impedir de fazer o que bem entender, foi uma das coisas das quais aprendi nesses tempos em que levei para mudar meu comportamento para melhor. Então tudo bem, James! – ele sorri para mim. – Essa, sem dúvida, foi a primeira prova de amor que alguém alguma vez já me deu, tirando todas as outras que você me faz cada vez que vem aqui, me ver, visitar, cuidar e, principalmente, matar minha saudade de ti. Você é a única razão que me faz querer respirar e viver. A pessoa com quem eu penso quando estou prestes a adormecer. Hoje, finalmente, posso dizer que é de certeza que há muito tenho minha alma gêmea.

- Você não vai borrar meu rímel, não vai! Traste... – puxo sua nuca para perto e já era.

Engatamos nossos lábios, os meus um tanto úmidos por causa daquele lindo discurso dele, porém não seria o único. Logo senti como também suas lágrimas sediam ao momento, o decorando com o toque da paixão e romantismo com a leve timidez dos lábios, que iam se aprofundando no contato assim como a calma brisa de outono. Nos jogamos na cama, onde me deitei por cima de seu corpo e apoiei-me em seu peitoral, que mesmo tanto tempo depois sem exercícios ainda não me desapontava. Hum, exercícios... Mais uma atividade para adicionar à lista. Mas dessa eu cuido mais tarde, agora são outros planos com meu amor.

O beijo se torna selvagem com o tempo, recheado de brincadeiras de mordidas, puxões de leve e uma pressão enérgica nos lábios opostos, que se agarram ao outro como quando uma onda quebra na correnteza. Ele está me abraçando contra sí, provocando um aperto gostoso e que me faz contrair as carnes da bunda, empinando minha pélvis para frente e começando a endurecer. Logo a passagem é pedida por ele e a concedo com direito a área VIP, meus leitores! Porque esse homem é um combustível ambulante. Nossas línguas não apresentam nenhuma timidez, já partindo de encontro a do outro para poderem se entrelaçar na dança, que de imediato tem início. O beijo do amado... Ah, como parecia um sonho distante, mas agora estava bem alí... Na minha frente. Porém, como nem tudo são rosas o tempo todo, né...

- Ah, desculpem-me a intromissão, mas já está na hora da medicação do paciente. – a enfermeira entra, atrapalhando toda a lua de mel do caralho que fazíamos. Nem beijar posso mais! – Ah, e senhor James... O horário das visitas já acabou e, como cumprimento do regulamento, devo avisar que o remédio provavelmente o colocará para dormir, então... Fica a critério se quiser permanecer aqui, cuidando enquanto o rapaz dorme. – ela avisa administrando a dose na mesinha. 

– Não quero e nem pretendo deixar meu namorado sozinho após tudo isso que aconteceu, Lourdes! Mas, aproveitando que está aqui, eu vou até a central de segurança para saber se tem alguma novidade, apesar de já saber que provavelmente não. Pode ficar com ele até adormecer, pelo menos? 

– Claro! Estou aqui para isso, garoto. Pode ir!

- Eu já volto, tá? 

– Não demora... – Flávio diz manhoso e tenho que beijar sua testa.

- Crianção! 

– Sou mesmo! Já estou com saudade. – rebate ele enquanto fecho a porta, saindo dalí para me encaminhar novamente às linhas de investigações. Espero que pelo menos dessa vez possa ter algo útil, ao contrário do que normalmente se espera dessa situação.

“Se prepare”... Hum, blah! Se prepare você, Nile Dock! Se pensa que vou deixar que encoste em um fio de cabelo sequer do Flávio, está muito enganado querido! Veja a data da maconha, que com certeza tu deve ter fumado estragada. Flávio nunca vai ser seu! NUN... CA!


Part James End

Part Eren Begin


- Eren! Será que pode vir aqui, por favor? 

– Eren! 

– Eren... 

– Ô, Eeereen! 

– EERRREEEN!

- Sim, já estou indo! – digo tentando parecer gentil em meio ao caos que me encontrava, onde todos pareciam ter se agarrado ao meu nome como rota de escape e ajuda.

Onde eu estou? No “El Amour Toujours”. Quinta-feira, faltando apenas hoje para irmos ao camping, que infelizmente soube de más notícias para minha equipe. Algo muito mau.

Mikasa, minha irmã, aparentemente não vai poderá ir conosco, pois o médico prescreveu que não tivesse tanta movimentação em sua rotina até certo período, optando sempre por descansar em casa, na cama. Ao que tudo indica, aquela pedrada não trouxe nenhum mal irremediável, porém nada de atividades exageradas porque podem acabar por criar novos problemas. E o que isso significa? Nós não teremos um dos trunfos da equipe, no caso ela que é uma das melhores em educação física, sendo portanto uma integrante indispensável... Mas agora isso não importa. Se o médico disse que ela precisa disso, que assim seja. Acontece que não era somente isso, antes fosse... Agora não temos somente um trunfo faltando, e sim dois. Acredito que já até imaginem quem, o porquê e com qual objetivo esse ser não vai.

Annie Leonhardt, minha indescritível cunhada, atacou a tal do santo protetor e desde então não quer saber de se separar de Mikasa, o que finda com sua falta no acampamento para cuidar da minha irmã. Bom, pelo menos me alegra o fato de que as duas não vão se esfregar por Mikasa precisar de descanso, é uma paga por nos deixarem na mão justo no momento que mais precisamos delas. Se bem que com a cara de safada das duas, hum... Duvido muito que não arrastem a xereca na outra até daqui a pouco. Essas duas são muito foguentas, acho que deve ser de família, quer dizer... Temos um Levi que fode bem até você revirar os olhos (experiência própria e única), que de algum modo também deve estar em Mikasa, assim como ela foi criada na nossa família, os fogos no cu da primeira fila. Então ela é a máquina do sexo, provavelmente. Eca! Porque que estou pensando no que minha irmã faz?

Volto ao trabalho e o vou fazendo o mais rápido que posso, quase me virando em dois e desencarnando para atender a gigantesca quantidade de clientes que se instalara no local. Não, infelizmente nenhum famoso estava alí, digamos que era só a minha fama que crescia mesmo. Bem, se não lhes contei, depois que Rod me deu a “promoção” junto do posto de funcionário do mês, todos só queriam ser atendidos por mim, e, portanto, meu rosto está todo dolorido de tanto sorrir ao efetuar o trabalho. Não estou reclamando, na verdade, amo muito isso. É sempre bom ter seu trabalho valorizado, qualquer um quer isso e eu também não sou diferente. Só o que muda na rotina são os momentos de diálogo com meus colegas, mas nada que me impeça de debater os assuntos que quiser nas horas vagas. Inclusive, tem um que...

- Jameeees! Já limpou o banheiro? – Kátia bate na porta desesperadamente, fazendo ele sair com a cara mais amarrada do mundo. – Ah, ainda bem! Eren, se puder, gostaria que terminasse logo seu trabalho... Precisamos conversar urgente! É inadiável, guri. Se apresse!

- Vou tentar... Se pelo menos você ajudasse um pouco. – sussurro a última parte para que ela não escute, indo atender o próximo cliente. – Boa tarde! Já sabem o que vão pedir?

Atendo à próxima mesa, assim como a seguinte e após essa ainda outra, levando todos os pedidos num amontoado para que fossem preparados na cozinha, passando antes por Rod que sorri para mim contando cédulas de dinheiro alegremente. Enquanto espero os pedidos ficarem prontos decido ir até James e Kátia, afinal a última tinha convocado essa “reunião” de emergência para falar sobre algo, que não estava muito a fim de saber mas mesmo assim fui.

- O que foi agora, Kátia? – digo me aproximando dos dois num canto não muito movimentado, nos fundos. Não! Não nesses fundos... Ah, deixa para lá. – Quem é o ET?

- James! Ele é o ET. Não percebeu como ele anda diferente depois de ontem, Eren?

- Hum... – faço ar de pensativo, quase começando a andar de um lado para o outro, pensando na ideia e se tinha algum fundamento. Realmente James não estava no seu habitual, quer dizer... Ele não é muito falante normalmente, nem muito quieto também, mas hoje ele tinha pendido para um lado demasiado aéreo. – Olhando bem a situação, tem razão Kátia!

- Ah, vão achar uma louça, eu hein... – James de embirra ainda mais. – Não tem absolutamente nada de errado comigo, entenderam? Parecem dois retardados pegajosos.

- Sei... Aposto que quando foi visitar o Flávio ontem, nem pensou um segundo antes de se derreter na piroca dele, manteiga derretida com colorau polvilhado! – jogo na cara dele.

- Espera... – Kátia para como se tivesse acabado de descobrir a América. – Você foi visitar o Flávio ontem, sendo que bateu a reta pro hospício parecendo a chapeuzinho vermelho saltitante, mas voltou hoje pro trabalho com essa cara? Aconteceu algo lá, certeza! – ela termina e minhas minhocas neurais entram em processo de raciocínio, calculando diversas possibilidades errôneas na mente, que com certeza teriam a oportunidade de sair pela boca.

- Ele te bateu? Te xingou como antes? Disse que fingiu aquilo tudo? – bombardeio com as perguntas. 

– O quê? Não... – ele se desencosta da parede onde tinha se escorado. – Não aconteceu nada disso entre mim e o Flávio, está tudo... Bem... – completou com um tom mais que falso e descrente em sí mesmo, logo sendo detectado por nós dois, espectadores.

- James, entenda uma coisa... Quando você está vindo com o sexo, nós já dominamos a técnica da suruba, certo? Você vai nos contar o que aconteceu, e vai contar já! – Kátia aponta o dedo para ele, que olha para o mesmo com tédio puro, voltando o campo de visão para ela.

- Quer mesmo ver como não vou? – ele diz saindo sem a menor pressa por entre a gente, passando-nos e tomando o caminho de volta para a área de lazer do estabelecimento, parando na porta de serviço e se virando para traz para mandar um beijo antes de cair fora.

- É, e lá foi ele. – comento me voltando para Kátia. – Bom, eu vou nessa... Os pedidos já devem estar prontos! 

– Ah, qual é Eren! Até tu? 

– Querida, não sei você, mas eu trabalho, ok?

Tomo o mesmo rumo de James, só que parando antes para poder ajeitar as bandejas e levá-las, mais uma vez precisando de ajuda por ser vários pedidos. Entrego todos junto de Kátia, que vendo que aquele assunto estava encerrado, decidiu por fim fazer algo que prestasse e trabalhar. A tarde iria ser bem longa, portanto ela que começasse a se mexer.

O tempo, coincidentemente, passou a se passar no local, onde pouco a pouco íamos notando a clientela ir se diminuindo e nos dando a chance de descansar um pouco. Não faltava muito para completar as seis horas, significando que logo meu lindo e majestoso professor entraria por aquela porta para me buscar, porém precisava tratar algo com Rod antes de me deixar ir com ele... Um assunto complicado e que explodia o meu cérebro em orações a todos os deuses. Aquilo tinha sido me informado de surpresa, então de mesmo modo seria para meu chefe, o qual tinha o objetivo de que me liberasse amanhã do trabalho. O motivo? Ah, bom...

 - Rod, posso falar com você um instante? - aproximo-me dele após terminar os afazeres. 

– Ah, sim... Pode falar! – ele guarda mais um bolo de dinheiro no caixa.

- Eu queria pedir uma coisa ao senhor... 

– Então fala, garoto! Prometo escutar.

- Teria como me liberar amanhã do trabalho? 

– Quem morreu? Sua irmã piorou? Ah, claro sem problemas. Eu disse que devia ter ficado com ela em vez de ter vindo trabalhar na quarta-feira!

- Não aconteceu nada com ela, não se preocupe... É que tem um acampamento da escola chegando e... 

– Ah, sim! Ouvi você comentando com o James e a Kátia. Mas me pareceu que ouvi você dizer que só iria no sábado, não? 

– Então, é disso que queria conversar...

Explico a situação para ele, contando sobre alguns contratempos que ocorreram hoje cedo, na escola. Não foi nada demais, porém traria mudanças para os planos do camping.

- Nossa! Era isso? Bom, se realmente precisa ir, que vá, Eren! Já fez o bastante hoje rodopiando por aqui feito um peão. É também o mínimo que posso fazer por seu esforço em honrar compromissos, como na quarta. – coro com o elogio e o vejo checar o relógio, se voltando para mim e levantando o indicador para minhas costas. – Acho que te vejo segunda...

Me viro e lá está aquele homem dos sonhos, que só de olhar já tinha medo que derretesse como um algodão doce na minha boca, porém correria aquele risco para poder beijá-lo e senti-lo outra vez a me tocar. Levi, como sempre, parado e elegante naquela postura de macho seguro de sí, causando caras e bocas de algumas desesperadas ridículas e sem noção. Se me irritei com elas? Não... Admirem o quanto quiserem! É meu, ninguém toma! Contra minha raba poderosa com o revestimento de purpurina extra, meu amor... Ninguém pode!

Olho para traz para meu chefe num olhar pidão, recebendo um sinal com a mão para ir em frente, ou seja, meu sinal verde para acabar com as inimigas. Corri até ele e simplesmente deixei que me amortecesse nos seus braços, não ficando em seu colo, mas ganhando a realização do desejo... Me foder legal naquela boca irresistível, feroz e, hoje, dominante.

Colamos as carnes apetitosas e pressionamos-a de forma delirante, enquanto bundas eram agarradas imediatamente após isso. Virávamos os rostos de um lado para o outro, parecendo melhorar ainda mais o encaixe perfeito que já tínhamos, sempre cuidando de maltratar os lábios até avermelhá-los. Lambíamos, os colocávamos na boca para morder de leve, apertávamos e todas as demais gostosuras que se podia imaginar fazer no beijo, onde quando pensava se ter chegado ao fim daquele oceano profundo, se encontrava outro paredão imenso e escuro. Ah, a escuridão... Era isso que me preenchia quando Levi estava a me beijar. Um sentimento negro, exalando desejo e mais desejo dele para comigo.

Escutamos o lamento das iludidas ao fundo, deixando isso de lado logo após para acabar de destrocá-las com meu desfecho super divo. Levei minhas mãos até uma das de Levi, encaminhando esta a me envolver pelas costas, enquanto a outra deixei que ela mesma tomasse a rota de se aventurar pela minha bunda. Nossos corpos já se grudavam ao outro com fervor e urgência, porém o bom senso de não nos pegarmos em lugar público foi maior, então tentamos não exagerar a partir daí. Mas... Isso não me impediria de acionar minha língua de turbina e pedir a passagem, que foi me concedida como se já fosse aguardada há séculos.

Dançamos conforme a música, literalmente. Porém era algo a mais do que apenas uma música, ou melodia, ou o que quer que seja... Dançamos ao som dos nossos corpos se esfregando, assim como as harpas que parecia ouvir serem tocadas pelas nossas almas. O momento de ligação mais completo e perfeito era aquele, onde me entrelaçava tanto na boca alheia quanto na minha própria, me perguntando o que teria de pagar para fazer com que durasse para sempre. Pelo visto, parecendo que tinha lido meu pensamento, James interrompe minha indicação ao Óscar nos separando um do outro resmungando várias coisas.

- Ok, ok... Se eu, que sou o caso mais problemático aqui, não beijei vocês é que vão ter o direito? Façam o favor, né? Pisem menos! – vejo minha mochila ser estendida na minha frente por ele, balançando sua mão para que a pegasse e assim fiz, meio que não entendendo o motivo ainda. – Tá aqui a mochila, tá aí o macho e se quiser é só me pedir que dou os preservativos, agora caiam fora! Tentem não se comer no caminho desse jeito, beleza?

- O quê? Mas, como... 

– “O quê” meu cu, que vou ter que sossegar depois disso! Rod me ajuda aqui, por favor? Dispensa logo esse guri por hoje!? – James diz voltando para detrás do balcão. 

– Eu já fiz isso dizendo “te vejo segunda”! Se o moleque aí é lesado e ainda não notou, não é culpa minha... 

– Viram? Vamos, xô! Levi vai dar mamadeira para esse seu namorado! Já passou da hora, viado. – James retruca sorrindo com o apoio. 

– Espera, como que tu pegou minha mochila, bicha? – pergunto a colocando nas costas. – Você acha mesmo que esse estabelecimento tem alguma estrutura, querido? Mas não mesmo! Dando três socos na parede os armários, todos, se abrem. Além de que, vocês dois se beijaram tanto tempo que eu fui, voltei, dancei Lady Gaga e vocês ainda aí no ziriguidun! – explica ele. – Agora se for por falta de tchau, adeus! 

– Também te adoro, especiaria da Índia! – Bom, boa noite a todos aí. – Levi me puxa para fora.

Saímos do lugar e olhamos um para o outro, começando a rir e nos perguntar o que foi que houve lá dentro, só que Levi a seu jeito, como sempre. Aquele que não deixava transparecer muita coisa, somente o necessário, e depois se fechava novamente. Passou o braço em torno do meu ombro e iniciamos a caminhada rumo a algum lugar.

- Vou para sua casa, hoje? – sinto a esperança me invadir. 

– Não, Eren... Hoje não. Eu só vim mesmo para te buscar e levar para casa, porque infelizmente não tô podendo dar atenção demasiada hoje. – seu tom saiu triste, mas aquilo realmente era verdade. Hoje mesmo, não nos beijamos no colégio e, por pouco, não tivemos nenhum contato visual. Sabia que algo estava errado, mas resolvi deixar para lá. – Não vou mentir pra você... É a minha mãe.

- Qual o problema com ela? – perguntei alarmado, afinal, era minha sogra. 

– Nada, ela só está atarefada demais e isso me preocupa. Não acho que seja bom para ela gerenciar tudo aquilo sozinha, você sabe... Pode acabar trazendo algum mal para a saúde. Tenho medo que acabe adoecendo por causa do trabalho. 

– Amor... Você mesmo disse que ela está super feliz nisso. Inclusive, ouvi de você que ela já nos convidou para ir para lá, então não acho que alguém com saúde baixa tenha disposição para receber visitas. 

– É... Tecnicamente não seríamos visitas, e sim “hóspedes”. – lembra ele. – Mas tudo bem, mudemos de assunto! O Erwin passou lá para avisar a vocês, ou não? 

– Sim... Já sei do imprevisto. E isso me deixa muuuito feliz. 


Memory Begin


Nos encontrávamos na sala, no primeiro horário já de antemão, quando Erwin fez-se presente no soslaio da porta, pedindo permissão ao responsável por nós naquela hora para entrar. Uma vez concedida, o homem entra por ela com uma cara nada boa para a gente.

- Olá, alunos! Bom dia a vocês. – ele se encaminha ao centro da sala, se posicionando na frente no birô e tapando a imagem do quadro o qual estávamos tentando copiar... Porra, Erwin! – Creio que ainda não saibam do ocorrido, até porque ainda é muito cedo para que já tenham vindo informarem-vos. A diretoria, em debate com a agência de transportes, decidiu antecipar a partida dos ônibus para o acampamento, sendo essa nova data amanhã mesmo, após as aulas. – muitos murmúrios são levantados por nós imediatamente. – Calma, não precisam se assustar! Tudo vai continuar conforme o programado, só muda que iremos amanhã ao invés da manhã de sábado. Isso infelizmente se deve ao incidente que tivemos ontem... Claro, se chamarem aquilo de “incidente”, pois para mim foi um atentado terrorista! Enfim... A agência de transportes não quer expô-los a nenhum perigo possível, portanto a melhor forma disso acontecer é que os levemos amanhã, quando o nosso vigia vai estar presente e pode tomar conta da segurança de vocês. Já sabem que nos sábados, assim como nos domingos, a escola não funciona, consequentemente sendo a folga de Barry. Tudo certo?. – ele finaliza.

- Sim senhor, diretor Erwin! – gritamos parecendo soldados. 

– Ah, e Eren... Não se esqueça de desejar minhas melhoras à Mikasa. Fiquei sabendo que ela não poderá ir...?

- Pode deixar Erwin, eu passo o recado para ela. E sim, infelizmente ela não irá. O médico disse que é necessário atividades não muito desgastantes, pelo menos por enquanto. Por isso não veio à escola hoje, como pode ver... 

– Ah, claro. Obrigado! Bom, aviso dado, estou indo agora... Ah, segundo B, lembrei! – ele lança um sorriso e retribuo, vendo-o sair da sala.


Memory End


- Ah, então é isso? – pergunto dando um peteleco no braço de Levi, enquanto ainda tomamos o rumo da minha casa.

 – O quê? – ele fica confuso. 

– Seu jeito hoje! Agora tudo está explicado. Você está cansado por causa do treinamento, não é? Tipo... O de professor/monitor? Sabe, o acampamento? 

– Em parte sim, em outra você já sabe que é minha família, amor.

- Para tudo a gente dá um jeito, Levi! Inclusive... Morrendo de vontade de te dar um jeito! 

– E você acha que a mim não? Só de olhar para você, meu corpo já arde de desejo. É como se tivesse milhões de bexigas dentro de mim, onde você é a lâmpada que emana calor e me faz ir estourando uma por uma. 

– Você é tão... Perfeito! 

– Não mais que você! Você é o retrato, esboço e figura e semelhança da perfeição, Eren... Jamais eu seria tão perfeito quanto você. 

– Você é um sem vergonha, descarado e trapaceiro Levi! – começo apertá-lo num abraço que dou em seu abdômen. 

– Para quê essa agressividade, amor? 

– Falou o rei! Quem manda vir me seduzir, viado? Aguente as consequências... – rebato dando-lhe um beijo.

- Uuumm... Vou te matar de sedução, só para ter esses lábios, amor... Que carne boa, hein? Te comeria de tão suculento. 

– Ah, meu querido Levi... Digo o mesmo de você.

E assim seguimos o resto do caminho, agarrados e conversando onde hora ou outra dávamos um beijo bom, que me derretia mais e mais a cada selar. Infelizmente o tempo não quis ajudar muito também, pois logo já dobrávamos a esquina da minha casa e minha cara de infelicidade se estampou repentinamente. Por que que o bom acaba tão rápido?

- Não quer ficar? Sei lá, podemos dormir no meu quarto... – tamborilo os dedos no seu peitoral, parando em frente à minha casa por já termos chegado. 

– Eu não posso... A Hanji está lá em casa para me passar e explicar o resto do cronograma do camping. Preferia mil vezes estar aqui, com você amor, mas não posso deixá-la sozinha na minha casa... Além do prejuízo grande que ela causaria, iria me procurar feito a esposa do Satã! 

– Bom, se não tem outro jeito... Ah, mas só uma coisinha antes de entrar. – volto e me jogo em outro abraço, indo direto para perto do seu ouvido e sussurrando. - Lembre-se de lembrá-la para não chegar muito perto e... Ah, Levi... – mordo sua orelha provocantemente e soltando uma respiração pesada em sua pele, inspirando a mesmo logo depois. – Você não me escapa no acampamento! – saio do abraço e termino dando um beijo na sua bochecha, vendo como o homem estava em choque. – Sugiro fazer estoque... de lubrificante, sabe? Vamos precisar...

Vou andando bem lentamente até a porta, usando todo meu poder da lacração para rebolar sensualmente no caminho, onde sei que Levi está a olhar para mim por detrás, concentrando a atenção na minha bunda. Paro ao chegar a porta e a abro para entrar, me virando e sensualizando ainda um pouco mais alí, para ele. Mando um beijinho com as mãos e percebo seu sorrisinho sacana, até que tenho realmente que entrar e me despedir dele.

- Até amanhã, professor! 

– Até, Eren... 

– Não se esqueça de preparar minha lição, hein? 

– Ah, meu aluno... Com isso não se preocupe! Estará mais especial do que nunca.

Sorrio largo para ele e fecho a porta, espiando rapidamente pela janela para vê-lo tomar o caminho de ida à sua casa, obviamente lambendo os lábios ao ver aquela bunda demarcada, unida as pernas fortes visivelmente notáveis pela calça justa e parando nos seus cabelos impecáveis, os quais alguns fios esvoaçam na doce brisa noturna da cidade.

Ah, amor... Queria tanto que ficasse. Por que tinha que estar tão ocupado? Não é justo que não tenhas tempo para se divertir, e o melhor, comigo! Aff... Pensa, Eren! Tem que fazer alguma coisa para recompensá-lo. Por quê? Para quê recompensá-lo? Oras, ele está doando tempo que poderia estar comigo para poder treinar para o acampamento, onde, de certa forma, também vamos passar momentos juntos. Está se esforçando para tomar conta de mim lá. Mas o quê posso preparar? Não tem nada que eu possa... Espera, é isso!

Subo as escadas às pressas, trazendo um barulho imenso que ecoa pela casa e vários resmungos dos habitantes por conta dos mesmos, porém ignoro e corro para meu quarto. Entro e logo após fecho a porta, ligando alguma luz para poder enxergar melhor e, sem pensar duas vezes, começo a jogar todas minhas roupas para cima, lê-se chão, procurando uma em especial. Onde estava? Onde tinha guardado aquela maldita porcaria? Preciso encontrá-la a todo o cust... ACHEI! Viado, eu sou foda, né? No meio desse labirinto, achar esse monumento? Meu deus! Não posso fazer isso sozinho... O Armin! O Armin faz comigo. Na verdade, vou precisar fazer vários telefonemas. Sasha, Armin e, a quem menos queria pedir, Marco.

- Mãe, posso usar o telefone? – grito do meu quarto. 

– Vai, praga! Agora deixa eu assisti minha novela das oito... – obtenho minha resposta, mesmo sendo um pouco rude.

Desço novamente o lance e paro diretamente na mesinha do telefone residencial, discando o de Armin enquanto me lembro de que, para o plano ter cem por cento de chance de dar certo, seria melhor se contasse com a cumplicidade de Hanji.

- Armin, viado? Preciso de você bicha! Caso ba-ba-dei-ro! – e então conto meus planos.


Part Eren End

Part Narrador Begin


Se tivesse alguma palavra para descrever o nervoso de Eren naquela manhã de sexta, seria: choque de monstro. Nosso querido formando da viadagem express lutava contra a mala, na qual levava “algumas” coisas que julgava serem essenciais para o camping, ou para seu próprio uso. Desde pijamas à ampolas de cabelo, tudo era colocado do jeito mais delicado possível que se possa imaginar, claro, estando a vinte minutos de sair de casa e praticamente desprovido de uniforme e café da manhã. Mais um dia de correria para o jovem impaciente.

Assim que tinha acabado toda a arrumação, voltou para o banheiro para terminar de se vestir, dessa vez parecendo ter concluído o trabalho direito e descendo as escadas para falar com seu pai, que já imaginava até do que o filho queria que o mesmo fizesse... Servisse de burro de carga e levar a porcaria da mala para o carro, a colocando no porta-malas.

- Bom dia, bom dia, bom dia e bom dia! – deseja ele passando por todos os ocupantes da cozinha, incluindo Annie e Mikasa que já estavam acordadas, porém hoje também não iriam a escola. – Ah, bom dia para você também cafeteira! Hoje você que me salvará.

- Como é? Garoto você trate de se sentar e comer a porcaria desse cereal, se não quiser ter um ataque de asma! – ameaça Carla, olhando feio para Eren que, nesse momento, virava uma xícara inteira de café goela abaixo. – Ah, mas você me paga quando voltar desse acampamento... Isso se o professor Pikachu lá já não se encarregar disso. – brinca ela.

- Com isso não se preocupe, sogra! – Annie se intromete. – Se a cada coito desses dois a pobreza do mundo começasse a desaparecer, toda gente seria um Silvio Santos da vida!

- Nossa! Meu cu se arrombou de rir dessa. – diz Eren sem ânimo virando para Grisha. – Pai! Pode me ajudar com a mala lá em cima? 

– Claro, filho! Inclusive... Temos que nos apressar, só faltam dez minutos pro sinal bater. – o homem da casa de levanta e segue Eren.

Eles vão para o quarto, onde o garoto abre espaço e deixa que Grisha se encarregue da mala, ouvindo um comentário seguido de um xingo do último sobre o peso da dita cuja, deixando Eren à beira de uma crise de riso. Seu pai se encaminha primeiro ao carro, enquanto ele permanece ainda um pouco mais para pegar sua mochila junto de outra sacola, sacola a qual colocara sua “roupa” para a surpresa planejada a Levi. Checou nessa última se estava tudo certo, descendo as escadas já pronto ao mesmo tempo que o fazia, dando cabo da peruca, roupa com brilho e o mais divo sapato para seu cosplay. Mas ainda faltava algo...

- Porra, o CD! – exclama ele se lembrando que ainda não o tinha pego, procurando nos diversos que tinham guardados na estante da sala e encontrando felizmente, onde agora lia o título da Girl Band e as faixas que continha, alargando um sorriso ao notar que tinha a que queria.

Saiu da casa e fechou a porta, correndo para o carro depressa e já entrando para pôr o sinto de segurança. Viu como o pai estava curioso sobre a sacola com a roupa, mas não disse nada por respeito à sua privacidade, optando apenas por dirigir o carro e chegar ao destino o mais rápido que pudesse. Normalmente e, como todas as outras vezes, Eren teria muito bem se jogado no CD Player, porém hoje não o fez. Estava absorto nos pensamentos, divagando sobre Levi e o que iria achar quando o visse na hora H... Não, não é essa hora H que estão pensando, e sim outra. Queria saber como seria o rosto do namorado com sua ideia maluca.

Não demorou muito para que chegassem, portanto os dois rapazes, filho e pai, desceram para retirar a mala do carro e enfim levarem-na para dentro do colégio, onde uma área generosa da portaria foi cedida para os alunos deixarem-nas enquanto as aulas ainda não terminavam, e pudessem ir para o camping. Despediu-se de Grisha com um abraço, ouvindo os bons votos do seu genitor para que se divertisse muito e sentindo-o beijar seu couro cabeludo... Aquele doce carinho que conseguia arrancar do pai.

Entrou assim que o vigia veio abrir, agora se encontrando no pátio e então decidiu ir para a sala, já que não tinha mais nada a fazer alí. Subiu as escadas para chegar ao pavimento superior, indo até a porta da sala e encontrando todos já a sua espera. Armin foi o primeiro a vir até ele e avisar que já estava tudo certo com o plano, seguido de Sasha e Marco que vieram logo após, ambos os três mostrando as roupas para a cena. Já a quinta, que seria a roupa de Levi, esta eles informaram que deixaram com Hanji, já que a mulher também concordou em ajudar pois iria dar altas risadas com aquilo. Então, só o que restava agora era esperar.

A primeira aula foi com Gunther, o professor de filosofia, mas nada conseguia entrar na cabeça de Eren por só conseguir pensar no seu plano, o que só piorou com a presença que o sucedeu após o toque anunciando o segundo horário. Era a aula de Levi, então digamos que os nervos não ficaram lá mais calmos com isso, acontecendo na verdade o contrário. Aquilo não passou despercebido por Levi, que chegou até a perguntar se seu namorado estava bem e conseguindo uma resposta afirmativa, porém sem nenhum sinal de credulidade presente.

Os minutos demoravam a se passar, mas felizmente suas preces foram atendidas. Estavam, agora, no quinto horário, só esperando o pouco tempo restante da aula para correr com aqueles que tinha combinado para o vestiário. O sinal soou ao fundo, estridente e pontual como sempre, fazendo Eren jogar todos os seus pertences na mochila e pegar a sacola no chão, bem na lateral da sua carteira, para chamar Armin e os outros dois coadjuvantes.

Com um pedido a Jean para que o mesmo se certificasse de que suas malas seriam colocadas no ônibus, os quatro saíram da sala em direção ao local, deixando todos ainda sem entender nada porém fazendo o que se havia pedido ao chegar lá embaixo, na portaria.

Jean e Connie, junto de alguns alunos do segundo B, começaram a pô-las no bagageiro do enorme ônibus que se havia reservado às turmas dos segundos anos, assim como outro para os primeiros e outro para o terceiro. Hanji e Levi checavam para ver se tudo condizia com o esperado, fazendo o levantamento das malas e os nomes na lista dos que iriam, aproveitando e efetuando a chamada dos mesmos. Com o segundo B tudo estava ok, o problema se deu quando chamaram a turma de Eren e o mesmo, assim como alguns outros, não se encontravam presentes, preocupando assim o professor de matemática que logo tomou iniciativa para saber onde estavam. E, como fazia parte do plano, Hanji soprou o apito que levava consigo por cima da blusa do camping, dando o sinal para os garotos saírem.

- Quer parar, ratatouille? – Levi chama a atenção de Hanji, que sorri largamente. – Algum de vocês viu o Eren e os outros alun... – ele é parado por uma risada alta, esta mesma que conhecia muito bem de quem e de qual grupo vinha, logo voltando a atenção para a portaria do colégio, onde uma explosão daqueles tubos de confete para festas ocorreu.


Ha, ha, ha, ha, ha...

Yo, I'll say you what I want, what I really really want (Ei, eu te direi o que quero, o que eu realmente quero)

So tell me what you want, what you really really want (Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer)

I'll tell you what I want, what I really really want (Eu te direi o que quero, o que eu realmente quero)

So tell me what you want, what you really really want (Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer)

I wanna, I wanna, I wanna, I wanna (Eu quero, eu quero, eu quero, eu quero)

I wanna really really really wanna zig-a-zig, ah (Eu realmente, realmente quero um zigue-zague, ah)


Da portaria, a qual estava completamente escancarada, Eren, Marco, Armin e Sasha irromperam vestidos como as garotas que cantavam a música tão conhecida pelos alí presentes. Não puderam deixar de receber assovios e palmas em aprovação por isso. Eren estava com roupa de Scary Spice, levando Levi a descer a boca até o chão e babar. Na sequência Armin fazia o papel de Baby Spice, por sua vez seduzindo os olhos de Jean num contato visual mais que sexy. Sasha interpretava a Ginger Spice, investindo muito no seu poder sensualizador para deixar Connie completamente maluco. Por último, tínhamos Marco como Posh Spice, naturalmente buscando a atenção de Thomas que sorria para ele de forma mágica.

Começaram a dançar com o decorrer da música, cada um se pondo à frente de seu par e jogando seus braços na nuca do mesmo, os trazendo para o que todos julgavam ser a “pista de dança”. Levi ainda não entendia nada, porém não podia dizer que não estava gostando. Querendo ou não, aquele era seu mundo e amava fazer parte dele. Decidiu, por fim, mandar o controle à puta que teve a ninhada e entrar no ritmo, levando suas mãos para envolta da cintura alheia e rebolando com o parceiro. Não demorou muito para que todos os imitassem.


If you want my future, forget my past (Se você quer meu futuro, esqueça meu passado)

If you wanna get with me, better make it fast (Se você quer ficar comigo, é melhor ir rápido

Now don’t go wasting my precious time (Agora não vá desperdiçar meu tempo precioso)

Get your act together, we could be just fine (Componha-se, nós podemos ficar bem juntos)


Todos cantavam acompanhando a música, cada um com cada um, fosse hétero ou gay, amigos ou namorados, Yaoi ou Yuri... Todos mostravam como uma sociedade deveria conviver em paz e união. De início poderia até ter sido uma surpresa para Levi, mas Eren também logo descobriu que o que havia preparado se tornou uma resposta para os homofóbicos que atacaram sua irmã no outro dia. Foi como se libertar mais uma vez, deixar sua essência sair para jamais escondê-la do mundo. Sim... Eles terão o que merecem, mas por enquanto uma dose de realidade para eles bastava para o nosso garoto, pois, não importava o que fizessem, seu gosto sexual não o fazia pior ou melhor do que ninguém. Isso era o que deveriam aprender!


I'll tell you what I want, what I really really want (Eu te direi o que quero, o que eu realmente quero)

So tell me what you want, what you really really want (Então, diga-me o que você quer, o que você realmente quer)

I wanna, I wanna, I wanna, I wanna (Eu quero, eu quero, eu quero, eu quero)

I wanna really really really wanna zig-a-zig, ah (Eu realmente, realmente quero um zigue-zague, ah)

If you wanna be my lover, you gotta get with my friends (Se você quer ser meu namorado, tem que estar com meus amigos)

Make it last forever, friendship never ends (Faça durar para sempre, amizade nunca acaba)

If you wanna be my lover, you have got to give (Se você quer ser meu namorado, tem que conseguir se entregar)

Taking is too easy, but that’s the way it is (Conquistar é fácil demais, mas é assim que isto é)


Terminaram de cantar o refrão e ouviram os ônibus buzinarem, avisando para entrarem pois já estavam de partida. Assim tiveram que fazer, porém não pararam com a música. Seguiram a cantando enquanto cada turma se encaminhava ao seu respectivo, obviamente com muitas desafinações por estarem histéricos em suas danças malucas.

O grupinho de “Spices Drags”, unidas novamente para finalizar a cantoria, foram as primeiras a entrarem no ônibus e se sentar, sendo a exceção Eren. O garoto, como havia combinado com Hanji, puxou seu professor para dentro do banheiro do ônibus junto com a mulher, onde entregaram a roupa da única integrante que faltava para fechar o grupo... Sport Spice.

- Eren, eu vou te matar por isso! – resmungava Levi trancado no banheiro.

- Hahahaha... Não antes de me deixar te ver montado! – retrucou ele aos risos com Hanji, onde bateram as mãos no ar em forma de cumplicidade. 

– Exatamente, Levi! Se veste logo aí que o mundo tá preparado para sair da órbita! – Hanji se junta a causa de Eren também rindo. 

– Acontece... Ah... Que eu tô um palhaço! – o mesmo sai de lá de dentro vestido.

- Uuuuuiiii! Meu gato tá ainda mais lindo! – Eren comenta. 

– Olha pra isso! – Hanji o cutuca diversas vezes parecendo muito empolgada. – Aí, pessoal! Todo mundo comigo...

Os três dirigiram-se à frente do ônibus, onde todos já ocupavam seus lugares e estavam prontos para partir. Se posicionaram alí e Hanji começou a batucar em um assento, cantarolando:


Bateu forte um calor

Eu quero é noite toda, toda, toda dar!

Bateu forte um calor

Eu quero é a noite toda, toda, toda dar!

É nessa dança que mecho a poupança

E já me preparo para sentar!

É nessa dança que mecho a poupança

E já me preparo para sentar!


Part Narrador End

Part Eren Begin


- Vamos lá, todo mundo! Taca-lhe pau, motorista! – grita Hanji, animando a gente enquanto o ônibus arranca, começando nosso transporte para o acampamento. Olho para Levi, que está incrivelmente gato nessa roupa de Sport, observando um meio sorriso se formar alí. Ele percebe que o estou olhando, então se vira para mim e me beija.

Continuamos com as paródias de músicas durante toda a viagem, batendo palmas ou batucando para criarmos as notas das mesmas. Levi e eu nos sentamos nos primeiros bancos da frente direita, vendo Hanji o tempo todo em pé alegrar o povo com suas palhaçadas, estas palhaçadas que nem mesmo o meu lindo e maravilhoso namorado conseguiu se conter.

Faltando cinco minutos para completarmos duas horas de viagem, Hanji nos dá a notícia de que já estamos quase chegando, então nos alegramos mais ainda.

- Ok, ok! Sei que estão animados e tudo, mas que tal uma última paródia para fechar a Viagem com golden key? – aprovamos imediatamente por já sabermos que vai vir algo engraçado dessa. – Tudo bem.... Marco, minha querida Posh Spice com fogo no cu... Essa eu compus especialmente para você! Brincadeiras à parte, já se preparem!

Hanji faz sons estranhos com a garganta e então pede para a acompanharmos com palmas.


Se rola tivesse gosto de morango

Que pica gostosa seria!

Se as gotas de chuva fossem o gozo do mozão

Eu de boca aberta estaria...


- HANJI! Pode parar de cantar essa coisa ridícula agora! 

– Qual é, tortuguita? Não se lembra do nosso colegial? Nós só vivíamos cantando isso nos corredores. – se nós já rimos com a musiquinha, com a discussão dos dois nós estávamos sete palmos abaixo da terra!

- Eu não cantava essa droga! 

– Cantava sim! E o pior... Cantava com o cio de nós todos! – Hanji ri como uma hiena parindo. 

– Agora você morre! – Levi já partia para cima dela.

- Professores! – Armin os chama antes da miséria acontecer, graças! – Olhem alí!

O loiro aponta para a frente, sendo que a maioria pôs a cabeça nas janelas para observar do que ele estava falando, então pudemos ver que se tratava da grande placa do acampamento. Tinhamos chegado finalmente! O ônibus já diminuía de velocidade, deixando todos nós em agonia para sairmos logo, porém agora podia ver o nome do camping com mais clareza...

Camp Half-Blood.

Engraçado... Tenho a impressão de que já vi isso em algum lugar...
















































CONTINUES IN THE NEXT CHAPTER!!!



Notas Finais


Foi isso!!! Se ficou um pouco chato foi realmente por causa do desânimo que bateu com o ocorrido da semana passada, mas de qualquer jeito...
Tá aí gente!!!!!

Ah, antes de encerrar......
Eu sei que você vai me matar depois dessa, miga😂😂😂
Então pessoal, para quem ainda não sabe, minha amiga aqui do Spirit @Maharachan, está escrevendo uma fic e gostaria muito que fossem lá conferir. É uma história que segue a linha CSI, então só daí já tens o gostinho de saber como é boa!!!!
É uma indicação que faço para vocês!!!
Segue o link:
https://spiritfanfics.com/historia/redencao-10801630

Miga não me mata!!!!

Até o Próximo, Genteeeeee!!!!!!!!
Mores da vida❤💛💚💙💜💖
Beijos de... Ka-ching, Ka-ching!!!!
(Tô viciadão nessa música, S.O.S!!!)
😍😍😍😍😍😘😘😘😘😘


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