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História Apenas vivendo - Capítulo 19


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Notas do Autor


Desejo uma maravilhosa leitura, para todos os meus leitores Panda.

Capítulo 19 - Um novo começo


Fanfic / Fanfiction Apenas vivendo - Capítulo 19 - Um novo começo

 –O que a Senhora achou do apartamento? –Pergunta um homem muito elegante, educado com sua calça jeans, blusa social preta e um mocassim preto nos pés. 

–Eu vou comprar, Gustavo. –Fala Gabriela sorridente olhando para todo o apartamento, se encantou pelo lugar.

–Não vai se arrepender, Gabriela. –Gustavo olha para a mulher em sua frente, seu rosto não é estranho, sente que conhece a mulher de algum lugar olha para seus documentos e o que mais lhe chama a atenção é seu sobrenome. Após todo os documentos assinados entrega as chaves para Gabriela que sorri.

–Obrigada!

–Eu que agradeço pela compra. Você salvou meu emprego.

–Fico muito feliz por isso.

Gustavo aperta a mão de Gabriela que sorri.

–Lhe desejo boas vendas, Gustavo.

–Eu lhe desejo que seja muito feliz nesse lindo apartamento.

–Serei!

Assim que sai do apartamento Gustavo passa em um mercado comprando diversas guloseimas levando para  a casa Alicia para comemorar a venda de um luxuoso apartamento, onde ganhou uma boa comissão. Assim que chega na casa da mãe de sua filha aperta a campanhia sendo recebido por um abraço apertado de sua filha.

–Pai! –Maria abraça Gustavo que sorri.

–Estou com saudades, filha.

–O que faz aqui? –Pergunta Alicia de braços cruzados olhando para Gustavo parado na porta de sua casa.

 –Vendi um apartamento e vim comemorar com a minha família.

–Família? –Alicia respira profundamente, não vai brigar com Gustavo na frente de Maria. Não fará isso com sua  menina.

–Sou o pai da sua filha, Alicia.

–Um pai ausente.

–Deixa o papai ficar mamãe? –Pede Maria com seus olhinhos brilhantes.

–Apenas hoje, meu amor.

Gustavo sorri entrando com diversas sacolas colocando sobre a mesa, os olhos de Alicia olha para tudo atentamente.

 –O que é isso?

–Estamos comemorando a venda de um apartamento caríssimo que Eu vendi para uma mulher.

–O que Eu tenho com isso, Gustavo? Hmm?

 –Estou ganhando bem, Alicia. E posso dar uma vida melhor para Você e minha filha.

–Não quero nada seu. Não preciso de nada que venha de Você.  

Maria come seu chocolate atenta a conversa dos pais.

Alicia olha para Gustavo.

–Vou lhe falar um nome e quero que me diga se conhece... Gabriela Cabral.

Alicia sente seu coração bater em seu peito. Suas mãos soa, sua garganta se fecha.

–Vejo que conhece.

–O que tem esse nome, Gustavo?

–Foi essa mulher que comprou o apartamento, e com isso ganhei uma ótima comissão.

Alicia fica pensativa. Por que, Gabriela, compraria um apartamento? Por que?

–Vamos comer pizza, filha? –Pergunta Gustavo olhando para Maria. É através de Maria que vai reconquistar o amor de Alicia.  

–Vamos, papai!

Alicia organiza tudo colocando os talheres e pratos para comer a pizza, em seguida  assistem um filme a pedido de  Maria que dorme ao nos braços do pai. Após colocar a filha na cama, Gustavo, olha para Alicia. Não vai deixar de reconquistar a mulher que ama.

–Vamos voltar, Alicia. Vamos ser uma família nós três novamente Eu, Você e nossa filha.

–O que Você quer, Gustavo?

–Quero Você de volta. Eu te amo, meu amor.

Gustavo se aproxima abraçando Alicia, segura seu rosto delicadamente beijando seus lábios.

Alicia a principio corresponde ao beijo, depois se separa lembrando do beijo que deu em Gabriela.

–Não podemos voltar, Gustavo!

–Por que?

–E-Eu não quero.

–Não quer ou tem outra pessoa em sua vida, Alicia?

 –Eu não quero, Gustavo. Não quero sofrer tudo o que sofri anos atrás com Você. Não quero que Maria sofra. Você matou nosso amor.

–Eu mudei, Alicia. Mudei por Você e por nossa filha. Me dê uma chance... Pense.

–Eu não preciso pensar, Gustavo.

–Vou descobrir quem é essa pessoa, e isso não ficará assim, Alicia. Não ficará.

Gustavo sai da casa de Alicia furioso batendo a porta.

Após Gustavo ir embora Alicia deita em sua cama olhando para seu celular, sua vontade é de ligar para Gabriela, porém, não fará isso. Fecha seus olhos se entregando ao sono e ao cansaço do dia.

**

**

 –Você comprou o apartamento? –Pergunta Mel olhando para Gabriela sentada em sua frente em uma pizzaria. Ambas saíram para distrair, uma insistência de Melissa para que sua amiga a acompanhe se.

–Comprei. Você é a única que sabe Mel.

–Não vou contar para ninguém. Pode confiar em mim, Gabriela.

–Obrigada!

–Por que, essa carinha triste? O que aconteceu?

–Não estou triste.

–Não minta para mim, Gabriela.

–A pizza desse lugar é deliciosa,  com esse vinho gelado. Amo vinho.

–Não vai me dizer o que aconteceu?

–Alicia.

–O que Ela fez?

 –Ela se afastou de mim mais uma vez, estávamos tão bem, Mel! Eu não sei o que Eu fiz.

–Ela precisa de espaço, Gabriela.

–Eu sei... E não a culpo pela bagunça que é minha vida.

Gabriela leva o taça de vinho aos seu lábios, sentindo o gosto doce e gelado da bebida que tanto ama.

–Quero ver o apartamento.

–Vou te levar lá.

–Assim espero!

Ambas bebem duas garrafas de vinho comendo uma pizza, conversam sobre diversos assuntos aleatórios. A noite foi entre reviver o passado e desabafos.

**

**

–Bom Dia, Mel! Bom Dia, Cecília! –Fala Alicia olhando para as duas mulheres tomando o café da manhã. Acordou feliz e animada para uma Terça-Feira.

–Bom Dia, Alicia! Tudo bem? –Pergunta Melissa sorridente.

 –Tudo... Está feliz, Mel?

–Bom Dia, Alicia! A Tia Mel e a Tia Gabriela, saíram ontem à noite as duas para uma pizzaria, chegaram a casa tarde da noite sorridentes. Elas estavam cantando.

–Fomos a uma pizzaria.

–Sei! –Cecília sorri.

Alicia olha para todos os lados.

–Ela saiu, Alicia. Depois quero conversar com Você.

 Alguns minutos se passa quando a porta é aperta e a imagem de Gabriela se faz presente na cozinha. Seu cabelo está desarrumado, sua respiração acelerada e em sua mão a chave do carro com alguns documentos dentro de uma pasta transparente.

–Mel? –Sua voz sai alta e eufórica, o que assusta Melissa.

Alicia olha para sua patroa que parece perdida.

–Eu, não sei onde está meu celular, Mel. Como vou ligar para o homem da imobiliária? Eu nem me lembro o nome do homem que me vendeu o apartamento.

–Você saiu daqui com o seu celular em mãos, Gabriela.

–Então, Eu o perdi.

–Onde Você foi depois que saiu daqui?

Gabriela parece pensativa.

–B-Bom depois Eu acho... Bom dia, Alicia!

–Bom Dia, Dona Gabriela.

–Eu não sei que horas Eu volto, Mel.

–Você não vai apenas na imobiliária, Gabriela?

–É!

–Onde está pretendendo ir? Conheço esse olhar.

–Não quero ir a lugar nenhum, Melissa. Eu preciso entregar esses documentos ao vendedor do apartamento assim como o cheque.

Alicia olha para Gabriela que a olha, é nítida a troca de olhares. O som de um celular tocando se houve pelas quatro mulheres.

 –É o meu celular! –Fala Gabriela olhando para todos os lados. –Onde está? –Corre para o quarto derrubando todos os documentos no chão. Alicia e Melissa se olham.

–Era só o que me faltava! –Esbraveja olhando para os documentos no chão, se agacha para pegar os documentos, seus dedos toca na mão de Alicia que está ao seu lado.

–O-Obrigada, Alicia!

–Presta mais atenção. Onde está com sua cabeça?

 –Pode deixar.

Cecília vai até o quarto pegando o celular onde entrega para Gabriela.

–Aqui, tia... Achei!

–Obrigada meu amor. –Os olhos de Gabriela olha para a tela do aparelho suspirando profundamente. –Oi! Sou Eu mesma, mandei a mensagem avisando sobre a retirada do dinheiro. Quero total sigilo... Ele, não precisa ficar sabendo não é mesmo? Não haverá necessidade do meu marido saber, espero que seja sigiloso... Até breve. Passar bem. –Após encerrar a ligação Gabriela olha para Melissa.

–Você devia saber que isso iria acontecer. Não faça essa cara.

–Eu me esqueci desse fator, Mel. Como poderia me lembrar que o gerente do banco, iria ligar para o Cristiano?

–É uma alta quantia.

 –Eu preciso ir que o funcionário da imobiliária está me esperando. Tchau para Vocês.

Gabriela deixando Alicia pensativa.

–A Titia comprou um apartamento?

–Comprou Cecília, e não pode contar para ninguém.

 –Por que?

Cecília faz as perguntas que Alicia que fazer.

–Sua tia vai se separar, Cecília... Ela, não vai mais morar aqui.

–Vai vender essa casa?

–Não sei! Essa casa é do Cristiano. Tudo vai ficar com Ele, até o carro... Gabriela, não quer nada.

Melissa olha para Alicia.

–Nada, Mel?

–Nada.

Alice e Fernanda chegam de mãos dadas.

–Viemos tomar café. –Alice senta em sua cadeira com Fernanda ao seu lado. 

–Bom Dia para todas! –Fernanda sorri como sempre.

–Onde está minha mãe?  

–Acabou de sair.

–Eu ligue para Ela varias vezes, Tia Mel.

–Sabe como sua mãe é Alice, só não perde a cabeça porque está no pescoço. 

–Minha mãe tem estado com a cabeça no mundo da lua, até parece que está apaixonada. 

–Sua mãe sempre foi assim! –Fala Melissa sorrindo.

 –Vamos para o shopping, Cecília? Quer ir, Alicia?

–Amo shopping, Alice.

–Eu sei, prima!

–Obrigada, Alice. Estou trabalhando.

–Mamãe não vai importar. Ela te ama e não vai achar ruim se Você for.

 –Obrigada pelo convite.

–Não sou convidada? –Pergunta Mel revirando seus olhos.

–Vamos Tia Mel?

–Não posso! Preciso estar em casa para o almoço...Kaio, quer conversar comigo.

Cinco horas depois Gabriela entra pela porta com algumas sacolas de lojas em mãos, seu cabelo está liso mais curto com uma franja, as luzes feitas  alguns tempos atrás foi retirada dando uma tonalidade mais escura ao cabelo.

–Vejo que foi as compras?

–Que susto, Alicia! Precisa parar com isso menina!

 –Visual novo!

 –Gostou, Alicia?

–Está lindinha.

–Sério?

–Você é linda de qualquer forma, Gabriela. É uma mulher muito bela.

As bochechas de Gabriela adquire uma cor vermelha .

–Não precisa ficar com vergonha.

–Comprei isso para Você.

Gabriela entrega um embrulho cinza de presente para Alicia que revira seus olhos.

–Não quero nada seu. Já pedi tanto, Dona Gabriela.

–Por favor.

–Não quero Gabriela.

–Abra pelo menos.  Vejo.

Alicia abre a embalagem de presente sorrindo.

–Gostou?

–É linda! Como encontrou?

 –Segredo.

O presente de Alicia é uma blusa de sua serie favorita, Once Upon A Time da rainha Má, Regina Mills.

 –Obrigada, Dona Gabriela.

–Imagina! Esse  presente é da Maria.

–Não precisa.

–Eu faço questão, Alicia.

–Entrega Você mesma quando for me levar em casa.

Um sorriso nasce nos lábios de Gabriela.

–Posso?

–Deve...Cecília, foi para a casa da Melissa. A Alice veio com a Fernanda para o café da manhã e o Francisco ligou varias vezes perguntando onde a mãe dele foi que não atende o celular.

–Meu celular ficou no carro.

–Como sempre.

–Vamos, Alicia. Está quase na hora da Maria sair da escola, podemos passar em uma sorveteria para tomar um sorvete.

–Não quero minha filha e nem Você com dor de garganta. Nada de  sorvete para duas.

–Deixa de ser exagerada, menina!

–Você que é uma menina, Dona Gabriela. Nem parece a idade que tem.

–Vamos, Alicia.

–Calma, preciso fechar a casa e pegar minha bolsa.

–Tudo bem! Vou guardar essas sacolas no meu quarto.

**

**

Poucos minutos depois ambas estão dentro do carro seguindo caminho para escola de Maria. Alicia olha para Gabriela, suspira profundamente tomando uma coragem que não possui dentro de si.

–Preciso lhe contar duas coisas que aconteceu, Gabriela. Sei que não temos nada, porém, Eu preciso lhe contar.

–Sinto que não é algo bom, Alicia.

–Sabe o homem que lhe vendeu o apartamento?

–Sim!

–Ele é meu Ex e o pai da Maria.

–Gustavo? –Gabriela, se lembra do homem jovem, bonito. Sente seu coração apertado e suas mãos tremulas assim como um nó que se forma em seus lábios.  

–Ele mesmo... E... Bom... Ontem... –Alicia, suspira profundamente falando tudo de uma vez. –Gustavo me beijou ontem.

Um silêncio predomina, Gabriela, para o carro no semáforo vermelho olhando para frente atentamente, precisa se ocupar com algo para não deixar que lágrimas caia de seus olhos negros. Observe de longe um casal jovem de mãos dadas, todo sorridente. Olha um pouco mais apertando suas vistas, observando uma mulher de mãos dadas com uma menininha de uns cinco aninhos, vestidinho azul com sapatinho branco cabelo solta preto com uma tiarinha branca na cabeça, sorri se lembrando de Alice, sua pequena sempre usou vestido, o que a deixa uma menina encantadora. Fecha seus olhos inalando o perfume de rosas que tanto ama, seu peito se aperta por imaginar Alicia beijando os lábios de seu Ex, seu estômago embrulhando, suas mãos soa segurando o volante de couro preto apertando cada vez mais forte.

Alicia, toca sua coxa carinhosamente. Sua mão é quente e macia, lhe provocando um arrepio.

–Não quero segredos entre nós,Gabriela... Fiz o que meu coração me pediu.  

–Obrigada! –Gabriela, olha para frente observando a rua, as pessoas, observa o semáforo que passa lentamente os números, pode se dizer que é os minutos mais longos de sua vida.

–Gabriela?

Um silêncio é ouvido.

Alicia, aperta a coxa de Gabriela que vira lentamente seu pescoço a olhando profundamente. Seus olhos estão negros, cheio de medo e perguntas.

–Faça suas perguntas.

–Não tenho perguntas, Alicia?

–Estou lhe dando essa oportunidade, Dona Gabriela. Eu não vou voltar com o Gustavo, se isso que deseja me perguntar ou tem medo. Estou bem sozinha... Eu não amo o Gustavo, Ele é o pai da minha filha e nada mais... Eu amo outra pessoa. –Alicia sorri carinhosamente olhando para Gabriela que a olha com um olhar indecifrável.

–Ama outra pessoa?

–Você sabe que Eu amo outra pessoa.

–Alicia...

–Eu amo Você, Gabriela... Não estou lhe pressionando em nada, estou lhe dizendo que te amo. Não agüento mais guardar essas palavras dentro do meu coração. Agora vamos que o semáforo vai abrir.

Buzinas são ouvidas, Gabriela, respira profundamente acelerando seu carro. Poucos minutos depois chegam na escola de Maria, o caminho foi em total silêncio cada uma perdida com seus próprios pensamentos.

–Vou buscar Maria e já volto.

Antes que Gabriela possa responder Alicia sai correndo voltando de mãos dadas com uma linda menininha emburrada com os olhinhos cheios de lágrimas.

–O que houve meu amor? –Pergunta Gabriela sorrindo para Maria sentada no banco de trás do carro com o cinto de segurança. Sua vontade é de beijar a pequena.

–Titia?

–Sim?

–A Mamãe falou que não posso tomar sorvete.

–Oh!

–Não terá sorvete, Maria. Está me ouvindo, Gabriela?

–Podemos deixar para outro dia meu amor. Não podemos?

Alicia balança sua cabeça negativamente, se deixar Gabriela faz todas as vontade de uma criança com cinco anos.

–Como está tarde e frio, podemos tomar um chocolate quente. –Sugere Alicia olhando para Gabriela que sorri.

–Chocolate quente é uma delicinha, Maria. Podemos colocar chantilly.

–Gostosinho, Titia!

–Chocolate, quente para nós três.

–Você é mais criança que a minha própria filha, Gabriela.

–Isso é bom ou ruim? –Pergunta Gabriela sorridente.

–Vamos antes que fique tarde.

–Desconversando, Alicia?

 –Estou... Agora liga o carro e vamos.

Maria, é apenas sorrisos depois de um delicioso chocolate quente com chantilly. A pequena não esconde sua felicidade por estar ao lado de sua Titia como chama Gabriela. Por outro lado, Alicia, está mais aliviada por ter contado que Gustavo lhe beijou, retirou um peso enorme de suas costas. É desperta de seus pensamentos com a voz doce de Gabriela que toca sua perna com sua mão quente.

–Estão entregues. Tenha um bom descanso, Alicia e Maria.

–Não vai entrar Gabriela?

–Me convidando Alicia?

–Deixa de ser chata... Se não quer entrar não entre.

–Céus! Calma... Estou cansada, Alicia. Prometo entrar outro dia.

Alicia olha profundamente vendo a sinceridade nos olhos da mais velha, sorri mordendo seus lábios. Uma súbita vontade lhe domina de beijar aqueles lábios com gosto de chocolate quente e canela. Balança sua cabeça suspirando.

–O que foi Alicia?

–Melhor Você ir embora antes que Eu faça uma loucura.

–Não entendi.

–Tchau Gabriela.

Alicia desce do carro abrindo a porta de trás retirando uma sonolenta Maria.

–Bons sonhos, Dona Gabriela.

–Bons sonhos, menina!

Após ambas se despedirem  cada uma segue para seu destino. Alicia entra para sua casa sorridente, lembrando dos momentos que viveu ao lado da mulher que ama. Já Gabriela segue caminho para casa, toda feliz e apaixonada como uma adolescente.  

 



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