História Apocalipse - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Truegus
Visualizações 21
Palavras 424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Paula - Parte 1



Suas mãos tremiam incontrolavelmente enquanto ele pressionava o cano da pistola Colt M1911 contra a têmpora direita; Ele quis puxar o gatilho, e teria puxado não fosse pela voz no rádio:
"Gus? Gus, você está aí?" disse a voz. Foi o suficiente para fazê-lo baixar a arma e pegar o rádio de dentro da mochila; respondendo o chamado com a voz rouca, ele disse:
"Pedro...?"
"Ah, graças a Deus. Você é um filho da puta, sabia? Hein?! Quase nos matou de susto!" exclamou ele. Um tom apreensivo podia ser notado em sua voz.
"D-desculpa. Eu... precisava de um tempo sozinho. Ainda preciso." explicou Gus.
"Você não precisa passar por isso sozinho, sabia?" perguntou Pedro.
"Do que está falando?" questionou Gus, confuso com o que ele queria dizer.
"Eu sei que dia é hoje, Gus. Você se esquece que não era o único lá quando aconteceu. Por favor, volte pra casa; A Paula está a três segundos de pegar a moto e ir te procurar." disse Pedro.
"A Paula...? Ela me odeia. Se eu morresse ela ia estar comemorando."
"Ah, nem vem com essa. Essa sua mania destrutiva de achar que todo mundo te julga e te odeia já te fodeu muito. Ela não te odeia, Gus; É bem pelo contrário, na verdade..."
"O que quer dizer com isso?"
"Só... pega o carro e volta pra casa. Por favor. Estamos preocupados. Não é seguro do lado de fora da comunidade."
E assim foi feito. Gus entrou no carro e dirigiu de volta, chegando logo ao amanhecer na comunidade Wilkins, Ashton, Hicks e O'Leary. Ao chegar, foi recebido pela maioria com abraços e frases como:
"Vai se ferrar, você quase me matou de susto."
Uma, porém, esta de nome Paula se deu o direito de dar um tapa na cara dele, prendê-lo contra o carro e dizer:
"Seu filho da puta... Você é um filho da puta, sabia? Não. Não... Você é o maior filho da puta. O que estava pensando? Hein?! Queria morrer, é isso? O que deu na sua cabeça? Você nunca deveria ter feito isso!"
"Paula, porque você não expressa preocupação como as pessoas normais...?" disse Pedro.
"Não... Eu mereço isso, P. E ela tem razão; eu não deveria ter feito o que fiz." expôs Gus, arrependido.
Paula franziu a sombrancelha e disse:
"Hã... talvez haja salvação para você, afinal." e o soltou, dando as costas para ele e começando a andar na direção oposta;
"Paula." disse Gus.
"Que é?" respondeu Paula.
"Eu não ganho nem um abraço?" perguntou ele, de braços abertos.



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