História Apocalipse - Capítulo 49


Escrita por: ~ e ~MzSavelo

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 156
Palavras 2.516
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Xuxu beleza :)

Capítulo 49 - Ohio 3


Fanfic / Fanfiction Apocalipse - Capítulo 49 - Ohio 3

- Não é só esse. Esse, foi enviado no mesmo dia, em que enviamos o relatório. - Nicky dizia. - Tem esse outro. Ele foi enviado ontem.

"Senhorita Piper Chapman, têm passado por problemas?

Não tem com o que se preocupar. Nós podemos ajuda-las. Podemos lhes dar dinheiro, ou qualquer coisa, que quiserem.

Olha, nós reuniremos a senhorita, com a sua avó e cunhada, que estão em Seattle, se assim preferir.

E as senhoritas Nicole Nichols e sua companheira Lorna Morello, também poderão se reunir, com suas respectivas famílias.

A juíza Tasha Jefferson e sua prima Suzanne Warren, podem ser levadas em segurança, a seus parentes, que se encontram em uma zona de quarentena, em Ohio.

E até mesmo a senhorita Alex Vause. Sim, até mesmo ela. Tivemos problemas, em um passado que agora parece remoto, mas estamos dispostos a esquecer tudo e leva-la até sua mãe, que também se encontra em Seattle.

Só queremos a fórmula, senhoritas. E garantimos que a conseguiremos, de uma forma, ou de outra. Então, por que não facilitam as coisas?

A.D.M.C"

- Eu não acredito! - Alex se levantou, deixando o notebook de lado. - Esses desgraçados.

- Lorna, Piper, venham até aqui! - Nicky chamou.

As duas vieram até a sala, e leram os emails.

- Mas, como? - Piper ficou confusa.

- Essa Dra. Wright, deve ser uma deles. - Nicky respondeu, olhando pra Alex que andava de um lado pro outro.

- Eu não entendo. - Piper releu.

- O que faremos? - Nicky perguntou pra Alex.

- Não temos o que fazer. - Alex se sentou novamente, no sofá. - Só não responda-os.

- Como é que eles sabem, de nós?

- Provavelmente, nos identificaram pelas câmeras, da Stony Brook. - Alex respirou fundo. Aquilo era péssimo.

- Segundo eles, eu ainda tenho família. E você também. - Lorna olhou pra Nicky. Ela assentiu e as duas deram as mãos, mostrando um sorrisinho.

- Alex... Você teve problemas com eles? - Piper olhou pra morena, que desviou o olhar. - O que houve?

25 de Maio de 2016

Rússia

Alex estava servindo o exército, foi enviada para um missão, onde deveria escoltar um doutor americano. Ele saía dos Estados Unidos, com destino aos laboratórios da A.D.M.C, na Rússia. Lá estavam testando um novo medicamento, que vinha sendo desenvolvido durante anos. Ela prometia, curar todas as doenças virais. Após chegarem ao local, tinham a ordem de fazer a guarda do doutor, por mais três dias, então a missão estaria concluída.

Após dois dias fazendo a segurança do doutor, Alex e seus companheiros finalmente voltariam para casa, no fim daquela tarde. Ela estava terminando de arrumar sua mochila, no hotel, quando bateram em sua porta.

- Doutor Caputo, pois não? - Ela disse, ao vê -lo parado em frente a porta.

- Preciso que entregue uma pasta, para mim, antes de ir.

- Claro.

Ele lhe entregou uma pasta azul e um papel, no qual continha o endereço.

- Nem preciso dizer, que é de suma importância, que não abra essa pasta, em nenhuma circunstância, certo? - Encarou-a. Alex assentiu.

- Sim, senhor.

- Obrigada.

Quando ele se afastou da porta, em direção ao elevador, George estava saindo do quarto dele, que ficava de frente pro da Alex. Ele lhe olhou, questionando a presença do doutor ali. Ela explicou, que precisava levar aquela pasta.

- A.D.M.C? - George perguntou, após conferir o endereço.

- É?

- Parece que sim. Fomos até lá, ontem.

Dentro do táxi, Alex entregou o endereço ao taxista. Em meia hora estavam estacionados em frente a sede, da A.D.M.C Incorporated. George estava certo. Na entrada, ela informou ao segurança o que devia fazer, ele conferiu sua identidade e liberou sua entrada.

Alex passou pela recepção e foi levada por um homem, prédio adentro. Passavam por laboratórios e salas, que pareciam não ter fim. Ela teria que esperar, pois parecia que o doutor a quem deveria entregar a pasta, estava ocupado.

Então, se sentou em uma cadeira, em um corredor, e aguardou. O segurança saiu minutos depois, e ela continuou ali. Vez ou outra passavam pessoas por ali, com seus jalecos brancos. Alex fixou o olhar na pasta azul em seu colo, até perceber alguém se aproximando. Ela se levantou, quando uma mulher parou na sua frente.

- Olá. - Ela sorriu. - Você veio trazer os documentos, assinados pelo Dr. Caputo?

- Sim.

- Venha comigo. Será recebida, agora.

Alex passou a seguir a mulher. Elas entraram uma sala afastada, no fim do corredor. Não havia ninguém ali dentro.

- Sabe do que se trata? - A mulher apontou a pasta, na mão da Alex, que a encarou desconfiada. - Tânato. É do que se trata, tudo isso. Eles estão testando. E parece, que o Dr. Caputo concordou.

Alex precisou de uns segundos, pra digerir aquela informação.

- Tânato? - Perguntou. - Quem é você?

- Isso não importa. Olha... Eu só preciso desses documentos, que você está segurando. - Deu um passo em direção a Alex, que recuou dois passos pra trás.

- Por quê? - Alex questionou, seriamente. Se fosse verdade o que ela dizia, era algo muito grave.

- Para desmascara-los. Não temos muito tempo. Me entregue a pasta!

- Quem é você? - Voltou a perguntar.

- Tá. - Ela suspirou. - Meu nome é Lolly. Juntamente com outros ativistas, eu estou na cola na A.D.M.C. a três anos, que foi quando descobrimos, o que eles estão fazendo. Só que, ainda não temos como provar. Mas, essa pasta, tem exatamente o que precisamos. Você só precisa me entre... - Ela não conseguiu terminar de falar. A porta foi aberta rapidamente e um tiro foi disparado. A mulher caiu, morta.

- Eu sabia, que esses vermes, estavam por aqui. - Disse o homem. Ele agora, apontava a arma pro rosto da Alex. - Jogue essa pasta no chão, agora!

- Eu... Eu não

- Agora! - Ele repetiu, alto. Alex largou a pasta. Ele pegou um rádio comunicador, em seu bolso. - Peguei uma, daquele grupo. Podem haver mais.

- Procure-os. - Alex ouviu a voz de outro homem, pelo rádio.

- Eu também tenho aqui, a entregadora do Caputo. - Encarou Alex. - E ela sabe.

- Mate-a.

Ao ouvir aquilo, Alex não esperou mais, avançou e chutou a arma da mão dele. O acertou com um soco no rosto, e o empurrou pra longe. Ela abriu a porta, e viu mais seguranças se aproximarem. Então, correu, pro outro lado.

- Peguem-na. Ela não pode sair! - O homem saiu da sala, gritando pros outros que estavam chegando.

Alex corria, como se não houvesse amanhã. Logo todos os seguranças daquele lugar, estavam atrás dela.

Ao sair do prédio, pelos fundos, deu de cara com um segurança, ele tentou lhe impedir, Alex foi mais rápida, derrubando-o. Ela atravessou a pista, e entrou em uma floresta. Se escondeu, entre as árvores. Enviou uma mensagem a George, pedindo ajuda, até escutar o barulho de cachorros e motos atrás dela. Voltou a correr, quando viu um homem se aproximando, com uma submetralhadora. Mas, infelizmente o homem também a viu e começou uma perseguição. Quanto mais ela corria, mais parecia que ele se aproximava. Alex não fazia ideia, de pra onde estava indo. De repente, caiu e foi escorregando por um barranco, onde acabou perdendo os óculos e o celular. Se arranhou toda, nos galhos, nas pedras e raízes.

Lá embaixo, haviam mais árvores ela foi adentrando, agora sem enxergar direito. E então, ela caiu em um precipício. Por sorte, conseguiu segurar em umas raízes. Ouviu passos e se esforçou pra permanecer quieta, ainda pendurada. Lá no fim do precipício corria um rio, onde caía uma cachoeira. Quando achou que haviam se afastado, ela subiu de volta.

Correu um pouco, ali pela beira, procurado por uma saída. Chegou a uma parte mais baixa. Se abaixou para ver se aquela raiz era forte o suficiente, para que descesse por ela. Ouviu passos e se levantou com uma pedra na mão. Ao virar-se um segurança apareceu em sua frente, com a arma apontada. Alex jogou a pedra, com força, ele cambaleou pra trás, e apertou o gatilho. A bala atingiu a parte inferior da Alex, que caiu de costas, no precipício.

Outros homens chegaram ali e olham o companheiro, com as mãos na cabeça e um corte enorme da testa.

- Achou ela?

- Ela caiu, depois de eu ter atirado. - Apontou pro precipício. - Se ela não morrer por conta do tiro, morre pela queda. Lá embaixo, é cheio de pedras.

- Precisamos ter certeza. - Ele conferiu o rio, lá embaixo. Não via nada. - Vamos descer.

- Eu acordei no hospital, fui salva por um homem, que pescava no rio. - Todas estavam chocadas, com a história da Alex. Principalmente, a Piper. - No meu celular, eles viram que eu havia enviado uma mensagem ao George, dizendo que eles estavam querendo me matar. Foram até o hotel. O George conseguiu sair a tempo, mas o atropelaram, na rua. Ele perdeu, o movimento das pernas. - Continuou contando. - Claro, que logo souberam, que eu sobrevivi. Descobriram tudo sobre mim e foram me visitar, ainda no hospital. Me ameaçaram. Pra polícia, inventaram uma história estúpida, pro tiro que levei, a qual eu tive que apenas concordar. E assim que voltei pra Nova York, todos os dias eu passei a receber fotos da minha mãe. Eles a seguiam, lá em Seattle. - Mantinha o olhar no chão. - Mas, esse ano eu decidi fazer o blog. - As encarou. - Não conseguia simplesmente, ficar calada. - Fez uma pausa, relembrando. - Mas, eu acho que só não vieram atrás de mim, porque já estava tudo pronto.

- Nossa. - Piper estava até tonta, com toda aquela história. - Mas... E o doutor?

- Ele está com eles. Sempre esteve. - Encarou a loira. - Pipes, eu estou com muito medo, agora. Eles não pegarão a sua fórmula e apenas irão embora. - Ela assentiu. - Precisamos chegar a Seattle, o quanto antes. Lá, estaremos mais seguras.

Depois daquelas revelações, elas ficavam introspectivas, pelo resto da tarde. Estavam muito preocupadas. Até discutiram sobre ir embora logo, mas já estava pra escurecer. Então, passariam mais uma noite, ali.

- Gente, hoje é dia 31 de dezembro. - Ouviram Nicky dizer. Alex apenas assentiu, ela já sabia.

- Já? - Lorna se assustou.

- E eu achei, que já tinha passado. - Piper confessou. Alex e Lorna deram risada dela.

- Perdeu a noção do tempo mesmo, hein. - Alex passou o braço por cima do seu ombro. Estava sentadas no mesmo sofá.

- Sua culpa. - Sussurrou sorrindo. Alex arqueou uma sobrancelha, sorrindo também.

- E então... Vamos soltar uns fogos? - Nicky sugeriu. As três a encararam, buscando saber se era zueira. Lógico, que era.

Elas tomaram banho, jantaram e ficaram na sala, para assistir a virada do ano. Estavam jogando damas. Encontraram na casa, assim como o whisky que bebiam. Logo, faltavam apenas cinco minutos pra meia noite. Elas saíram e ficaram na varanda da casa, mesmo sabendo que não veriam nada. Pediam aos céus, pra que no próximo ano, tudo voltasse ao seu lugar. E o relógio marcou meia noite. Por mais incrível que pudesse parecer, elas ouviram barulho de fogos de artifício. Eram longe e solitários, mas estavam presente. Se abraçaram, felizes.

- Oi, meu amor. - Piper se deitou ao lado da morena, na cama. Ela estava com os olhos fechados. - Dormiu?

- Não. Olá. - Sorriu um pouco, abrindo os olhos. Elas se encararam e Piper percebeu que Alex estava preocupada.

- Relaxa, Al. Eu também, estou com medo. Mas, sei que vamos ficar bem.

- Eu vou lutar, por isso. - Beijou sua bochecha e ficou olhando-a.

- Eu fiquei muito impressionada, com o que aconteceu com você.

- Tenho sorte de estar viva. Nem tanto pelo tiro, mas pela queda que sofri e o tempo que fiquei inconsciente, dentro d'água. - Piper segurou sua mão. - Sabia que, você é linda? - Alex mudou de assunto, completamente. Piper sorriu. A morena posicionou o corpo de lado, pra ficar de frente com a loira. - Esses olhos azuis. - Fitou-os. - Esses lábios. - Seu polegar acariciou os lábios da loira. - Esses cabelos loiros. - Seu olhar caiu sobre o seu corpo. - Ess

- Hm... Cala a boca e me beija. - Piper ordenou.

- Nossa. Eu aqui, tentando ser romântica. Tentando criar um clima. Mas, nem precisava? - Piper balançou a cabeça, negativamente. - Era só partir pra cima?

- Sim. - Sorriu. - Só vem.

Alex não disse mais nada. Beijou sua loira com muita gana. Piper jogou uma perna por cima da sua cintura e Alex agarrou sua coxa. O beijo foi ficando cada vez mais quente. Piper ficou por cima e passou a controlar o beijo. Suas mãos apertaram os seios da morena, por cima da camiseta. Alex deslizou as mãos por suas costas, até chegar ao bumbum, onde apertou.

Tirou a blusa e a calça, com a ajuda da Piper, que fez o mesmo em seguida. A loira tirou seu sutiã, e levou a boca aos seus seios. Suas mãos acariciavam, por toda parte. Coxas, barriga, apertava os seios enquanto sua boca chupava os mamilos, um de cada vez. Subiu um pouco e mordeu levemente o pescoço da Alex, que a puxou pelos cabelos, pra beija-la.

Alex não deixou mais, que ela se afastasse, mantinha o rosto dela, próximo ao seu, atacando seus lábios, com beijos e mordidas. Piper desceu com uma mão pela barriga da Alex, até chegar a calcinha. Separou as coxas da Alex, montando em uma delas. Acariciou seu sexo, ainda por cima da calcinha, mas logo entrou com a mão. Alex gemeu na boca da loira, quando foi penetrada por dois dedos. Piper sorriu e começou um vai e vem, bem lento. Não demorou, pra que acelerasse. E então, voltou a ir lento, deixando Alex maluca.

Piper se movia sobre a coxa dela, sem conseguir controlar sua ansiedade em ser tocada. Quando voltou a acelerar com os dedos, Alex chegou ao ápice. Piper se afastou um pouco e tirou a calcinha dela, passando a chupa-la, até que gozasse novamente, em sua boca. Alex respirava descompassadamente, de olhos fechados. Piper estava sentada na cama, lhe assistindo. Ao perceber, a morena sentou-se também e sorriu, puxando-a para um beijo.

Alex deitou-a de costas na cama, e tirou sua lingerie. Deu um beijo molhado na barriga dela, enquanto suas mãos apertavam os seios delicados. Piper gemeu, ansiosa por mais. Alex atendeu prontamente, abriu suas pernas e já deu um beijo bem molhado e demorado, em seu sexo, penetrando-a com dois dedos. A loira se controlou pra não gritar, de prazer. Nicky e Lorna ouviriam. Alex continuou chupando-a, enquanto penetrava.

Piper não demorou a gozar. A morena deitou ao seu lado. A loira ficou de costas e Alex entendeu, o que ela queria. Adormeceram de conchinha. Ao amanhecer, já voltariam pra estrada.


Notas Finais


Por hoje é só ;)
Até o próximo :P
Beijokas :D


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