História Apocalipse - Capítulo 50


Escrita por: ~ e ~MzSavelo

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 243
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Curtam o capítulo ;)

Capítulo 50 - Indiana 1


Fanfic / Fanfiction Apocalipse - Capítulo 50 - Indiana 1

Saíram bem cedo, de Ohio. Estavam a quase três horas, dentro da caminhonete. Nicky e Lorna dormiam no banco de trás, Piper estava com muito sono, mas ficava relutando, pois não queria deixar a Alex sozinha.

- Pipes, pode dormir. - Levou uma mão a nuca da loira.

- Alex, eu não tô com sono. - Ela pegou sua mão e beijou.

- Não?! - Alex deu risada. - Meu amor, você a cada piscada, tem um sonho. Por favor, vai dormir. Eu tô bem, quando chegarmos a Indiana, eu acordo você. - Sorriu pra ela.

- Tudo bem. Mas, em uma hora você me acorda, tá bom?

- Ta.

Alex continuou por mais duas horas, sem acordar sua loira. Sabia que ela ficaria brava, mas não tinha porquê acorda-la. Dirigia muito concentrada. Já estavam no estado de Indiana. A cidade era South Bend. Passava pelas ruas, observando e tomando cuidado para não se deparar com nenhuma surpresa. Parecia que uma nevasca atingiria a cidade, a qualquer momento. Não era bom, ficarem ali pelas ruas. Estavam em uma avenida, ao virar uma das ruas, ela viu um grande estádio de beisebol. Era o Four Winds Field at Coveleski Stadium. Precisava ver se era seguro. Era um ótimo lugar, pra se proteger da nevasca e talvez, passar a noite.

Estacionou a caminhonete e olhou ao redor. Não via nenhuma ameaça. Então desceu, com a espingarda na mão e a pistola na cintura. Só o Z, no colo da Piper, via o que ela estava fazendo. Alex não ia acordar ninguém, seria rápida. Acordariam-nas, para entrarem, se estivesse tudo certo.

Com um pouco de dificuldade, ela subiu no grande portão. Tudo limpo. Ao menos, parecia. Ela olhou pra caminhonete, e pulou pra dentro do estádio. Foi até as lanchonetes, havia uma loja de doces em funcionamento, estranhou e entrou observando tudo ao seu redor, foi até o caixa e tomou um susto quando uma mulher baixinha, com os olhos esbugalhados se levantou.

- Oiii. Posso te ajudar? - Estendeu a mão, em sua direção.

- Você está trabalhando aqui? - A morena perguntou.

- Sim. Doces e salgados são comigo mesmo.

- Você sabe, que está tendo um apocalipse zumbi lá fora, né?

- É... - Abaixou o olhar, por um instante. - Vai querer alguma coisa?

- Você tá de sacanagem? - Perguntou indignada.

- Nós não temos esse chocolate. - Ela revirou os olhos.

- Nós? - Quando a pequenina ia responder, uma mulher de cabelos curtos e terno, apareceu.

- Oi. - Estendeu a mão para Alex. - Sou Boo.

- Alex. Alex Vause.- Cumprimentou a mulher a sua frente.

- Como entrou, o que te traz por essas bandas, e o que você quer?

- Eu... Pulei o portão. Parece que vem uma nevasca, por aí. Não dá pra ficar, lá fora. E nosso destino, ainda está muito longe. Seattle.

- Seattle, um dos lugares mais protegidos. Mas, por que só agora?

- Longa história.

- Entendo. - Colocou a mão no queixo. - Você não está sozinha.

- Não.

- Onde estão seus amigos?

- Amigas. - Corrigiu. - Elas estão dormindo, na caminhonete.

- Você está bem armada. Não está pensado, em fazer algo ruim, né?

- Isso é pra me defender, dos zumbis.

A mulher a sua frente continuava desconfiada.

- Tudo bem. Vá chamar suas amigas, vocês podem ficar aqui dentro. - Alex sorriu e já estava saindo, até que Boo segurou em seu braço. - E sem nenhuma gracinha, entendeu?

- Pode ficar tranquila, você pode abrir o portão pra mim entrar, com a caminhonete?

- Okay. Mas, com uma condição. - Elas se encararam. - Eu quero ficar, com a sua pistola.

- E como eu posso confiar, em você? Você pode me dar um tiro nas costas, ou não abrir o portão.

- Você terá que confiar. - A mulher, que estava no caixa, sorriu pra ela.

- Tudo bem. - Deu a pistola, nas mãos da Boo. - Vou buzinar duas vezes e você abre, okay?

- Ta certo.

Alex abriu a tranca do portão, saiu e foi até a caminhonete. Viu a cena mais linda de todas, sua loira dormindo como um anjo, com o pequeno Z no colo. Ela abriu a porta, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Sentou no banco do motorista e se direcionou a sua loira, beijando seu pescoço e bochecha. Piper foi sorrindo, e abrindo aqueles olhos azuis como o mar. Ela olhou pra Alex e sorriu, lhe dando um beijo.

- Oi, meu amor. - Alex disse.

- Oi Al, que horas são? - Olhou ao redor. - Onde estamos? - Viu o estádio - Espera, você não me acordou? Alex, você disse que ia me acordar! - Reclamou.

- Chegamos em Indiana. Estamos no estádio de beisebol, da cidade de South Bend. Amor, você estava com um soninho tão gostoso. Não pude acorda-la. Desculpe.

- Hm... Tá. - Ela sorriu, um pouco. Alex conferiu Nicky e Lorna, elas dormiam pesadamente.

- Vamos acordar, essas duas loucas? - Olhou-a, com uma cara de atentada.

- Vamos. - Piper devolveu, o mesmo sorriso diabólico.

Alex começou a buzinar e a gritar, assustando as duas.

- VAI SE FODER, VAUSE! - Disse Nicky, dando um soco no braço dela. - Ninguém merece, acordar assim.

- Onde estamos? - Perguntou Lorna, menos irritada que a Nicky.

- Indiana. - Piper respondeu. - No estádio da cidade de...

- South Bend. - Alex completou, pra loira.

- Estão vendo o céu? Vamos passar por uma nevasca. Temos que entrar. - Ligou a caminhonete.

- Assim, que eu gosto. Vamos destruir esse portão. - Nicky estava animada.

- Espera aí, não vamos destruir essa belezinha. Eu já entrei, e conheci pessoas bem loucas, pra ser sincera.

- Você entrou, sem nós? Alex, isso foi inconsequente. - Deu um tapa, no braço da morena.

- Aiiiiiiii. - Passou a mão no braço. - Pipes, está tudo deserto, não tinha perigo nenhum. - Piper ficou com a cara fechada.

- Tudo bem, Alex. Você sempre, sabe o que faz. - Revirou os olhos. Alex abriu a boca, pra dizer algo. - Shhh. Vamos, logo. - Piper cortou-a. Alex suspirou.

Levou o carro, até a frente do estádio e buzinou duas vezes. Esperou por cerca de cinco minutos, quando estava prestes a sair para ver o que houve, o portão se abriu e elas puderam entrar. Ao descer, Boo devolveu a arma pra Alex e começou a cumprimentar as mulheres, que não conhecia. Primeiro foi a vez de Lorna.

- Muito prazer, sou Boo. - Beijou a mão da mulher.

- Prazer, sou Lorna Morello Nichols. - Corou, com o olhar dela. Nicky levantou as sobrancelhas, assistindo a cena.

- Qualquer problema, é só me chamar, estou a disposição. - Soltou bem devagar, a mão dela.

- Ela não vai precisar, da sua ajuda. A esposa dela vai estar aqui, caso ela precise. Sou Nicole.

- Então, se qualquer uma das duas precisar, é só falar comigo. - Sorriu. - E essa linda loira, dos olhos azuis, quem é? - Fez o mesmo com Piper.

- Eu sou Pip... - A loira ia se apresentar, mas foi interrompida.

- Essa é Piper Chapman, minha namorada, Boo. - Disse Alex, abraçando a loira, por trás.

- Prazer, Piper. - Olhou pro Z, que estava sentado ao lado da loira. - E essa coisinha linda?

- Esse é o Z, meu cachorrinho.

- Eu sou Tiffany. - Foi cumprimentando as mulheres.

- Mas, ela responde por Pennsatucky, também. - Boo informou. A amiga lhe deu um soco, no braço.

- Mas, o apelido é só pros íntimos. E eu, não gosto dele.

- Bem... Sejam todas bem vindas. Vamos almoçar e colocar, eu e minha amiga aqui, a par de toda a situação de vocês. Estou muito curiosa. Não vemos pessoas a um tempão.

Ela levou as mulheres até a praça de alimentação. Durante todo o almoço, Alex e as outras, contaram-nas rapidamente, o que havia acontecido. Sem entrar, em muitos detalhes. Nicky exibiu sua mão biônica, que a cada dia, ganhava mais destreza. Tiffany, ficou de boca aberta. Após o almoço, Boo as encaminhou até os vestiários, onde poderiam ficar e tomar banho. Piper não ficou tão animada, pois o banho seria frio.

- Amor, vamos tomar um banho? - Alex perguntou.

- Não. - Respondeu, friamente.

- Piper... - Abraçou-a, por trás. - Desculpa, mas você não iria comigo, de qualquer forma. - A loira olhou pra ela indignada, e continuou com a cara amarrada. - Não me olha assim, eu não ia deixar, mesmo. - Suspirou. - Meu amor, eu sei, que você pode se defender, mas eu juro que se algo ou alguém, te tirar de mim, eu não sei o que farei. Eu posso perder tudo, menos você.

A loira, já com lágrimas nos olhos, beijou Alex, com um amor sem igual.

- Tudo bem. - Desviou o olhar. - Mas, na próxima vez que for se arriscar, pelo menos me deixe acordada. Assim, se der algo errado, eu poderei te ajudar. - Abraçou-a forte.

- Okay. - Deu um beijo, em sua testa. - Eu te amo.

- Eu também te amo, minha aventureira. -Beijou os lábios, da sua morena. - Que tal, aquele banho?

Alex sorriu.

- Só se for agora, meu amor.

Lá fora, a tempestade de neve estava furiosa. Mas, ali dentro estavam bem seguras. Piper estava deitada com o Z, tentando telefonar pra mãe da Alex. Nem chamava. Alex estava bebendo uma cerveja, dessa vez, contando com detalhes tudo o que havia acontecido, a Boo. Sentia, que podia confiar nela. Contou sobre a vacina da Piper, como ela havia testado, como saíram de Nova York, o que houve em Ohio. Nicky tentava usar a internet, em um computador da sala de segurança, junto a Lorna.

- Sua loira, não estava muito feliz com você, percebi isso assim que ela desceu do carro. - Boo olhava pra Alex.

- É, não estava. Mas, agora está tudo resolvido. - Sorriu, com a lembrança da birra da loira.

- Eu, se fosse você, não a largaria. Consegui ver o quanto ela te ama, só observando a reação dela, quando foi abraçada.

- É. Eu sei, disso. - Colocou a mão, atrás da cabeça. - Você e a Tiffany...?

- Oh, não. Eu bem que gostaria. Mas, não.

Ao anoitecer, as seis jantaram e cada uma foi para seu canto no estádio, Piper e Z dormiram, assim que deitaram no colchão. Já Alex, estava mais animada do que tudo. Saiu aos poucos, para não acordar a loira e o pequeno Z, andou até a arquibancada e parou no meio dela, observando Boo, que estava no meio do estádio, com um taco em mãos e um cigarro na boca. Alex foi até ela. Logo, Boo percebeu sua presença.

- Ainda bem, que esse estádio é fechado. - Ela olhou pro teto. Alex concordou. - Sabe Vause, eu cuidei desse estádio por cerca de quinze anos, juntamente com a Pennsatucky, e nunca conseguimos jogar nesse gramado. - Continuava, os movimentos.

- Eu não entendo, por que vocês não foram embora antes.

- Você não deixou a Piper. - Alex a encarou, quando ela disse isso. - Eu não deixaria a Pennsatucky. Ela estava esperando o pai dela, aqui na frente desse estádio, quando ele morreu. Depois disso, não conseguimos mais sair. - Ficou em silêncio, por uns segundos. - A cidade agora parece estar vazia, mas a algumas semanas, aqui na frente, estava o verdadeiro inferno. Cheios de zumbis inertes que não se mexiam, até escutarmos tiros no lado oeste da cidade, onde eles provavelmente estão inertes, agora. - Ela terminou o cigarro. - Bom, agora eu vou indo. Acho que minha companhia não vai ser mais, tão relevante.

- Alex. - Uma loira coçando os olhinhos, disse caminhando até ela.

- Ooi, amor. - A abraçou.

- Boa noite, meninas. Até amanhã. - Boo se despediu.

- Boa noite. - Alex e Piper disseram juntas. Boo saiu de cabeça baixa, com as mãos nos bolsos.

- Al, quando eu acordei você não estava lá. - Ela estava com os olhos vermelhos, parecia ter chorado.

- Não estava conseguindo dormir, então vim dar uma volta e acabei encontrando a Boo. Está tudo bem? Você estava chorando?

- Podemos dizer que, eu não estava com a minha protetora, para me defender de sonhos ruins. - Ela sorriu e Alex voltou a abraça-la.

- Teve um pesadelo? Quer me contar?

- Não. Não tem importância.

Alex notou que a voz dela estava triste. Provavelmente, havia sonhado com a família, novamente.

- Tem certeza?

- Sim. Agora, só quero ficar agarradinha, com você.

Se beijaram e ficaram aproveitando a companhia uma da outra, até bater o sono.

Ao amanhecer, Alex acordou com toda a disposição do mundo. Piper ficou dormindo. Ela tomou o café que Boo havia feito, com sorriso no rosto. E então, foi andar pelo do estádio, acompanhada pelo Z, estava com tudo naquele dia. Todas almoçavam, quando Alex veio com a brilhante ideia, de uma partida de beisebol. Boo e Nicky se animaram. Principalmente, Boo. Lorna e Pennsatuchy não ficaram tão felizes assim, mas no final concordaram.

O time preto teria Alex como o rebatedor e quarta base. Lorna seria o arremessador e segunda base e Tiffany o receptor. O time branco teria Piper como segunda base e rebatedor. Nicky, como arremessador e quarta base. E por fim Boo, que seria o receptor. Seria um jogo, com poucos jogadores e sem juiz.

E o jogo começou. Piper e seu time, começariam arremessando. Alex estava para rebater e Nicky jogaria a bola.

A morena estava focada, concentrada na bola, pronta para marcar. Então Lorna arremessou a bola. Foi rápida. Passou por Alex, sem que ela percebesse.

- Porra, Alex. - Gritou, Pennsatucky.

- Um a zero. - Boo gritou.

Segunda tentativa, Nicky arremessou. Alex rebateu e correu. A bola seguiu em direção a Piper, que correu e conseguiu pega-la. Alex estava na segunda jarda indo pra terceira. A loira arremessou e a bola parou na mão de Boo. Ela jogou pra Nicky que queimou a Alex, quando a morena chegou na terceira base.

- Porra. - Alex gritou, sentindo o joelho. Ela encarou Nicky e em seguida olhou pra Piper. Ela encolheu os ombros e disse um "te amo" sem som. A morena sorriu e lhe lançou um beijo. - Estou muito enferrujada, mesmo. - Alex balançou a cabeça.

- Dois a zero. - Disse, Boo. Nesse momento o relógio da Alex apitou, dando fim ao primeiro tempo.

Elas inverteram o jogo, agora o time da Piper rebateria. Lorna arremessou, com toda a força possível, e a loira olhou bem pra bola, rebatendo-a. Jogou o taco no chão e correu. A bola passou na mão de Pennsatucky que deixou cair, mas quando pegou, não pensou duas vezes e jogou-a pra Alex. Piper acelerou o passo e deslizou, quando a poeira abaixou viu a bola no tablado brando e seu pé um pouco longe. Alex sorria, cínica.

- Queimou. - Fez uma carinha triste.

- Um a zero. - Gritou, Pennsatucky.

A loira levantou e a encarou, deu um sorrisinho, se aproximando dos lábios de Alex. Mas, quando ia toca-los, com os seus, ela virou de costas e voltou pra sua posição de rebatedora. Se inclinou de forma sexy, fazendo Alex engolir seco.

Lorna se preparou e arremessou. A loira rebateu, com toda a sua força. O som da bola batendo no taco, fez todas olharem pra Piper, boquiabertas. Ela deixou o taco no chão e começou a correr. A bola, tinha ido para fora do estádio. Piper começou a correr a primeira, segunda, terceira e a quarta base e ao chegar na primeira/última começou a gritar.

- HOME RUN. - Começou a pular, sendo abraçada por Nicky e Boo.

- Ganhamos, loirinha. - Nicky comemorou.

- Cara, vocês são demais! - Boo dava risada. - Eu sempre sonhei em jogar, aqui. E com a ajuda de vocês, eu ganhei. Somos fodas! - Bateram a mãos.

Alex, Lorna e Pennsatucky se aproximaram e começaram a cumprimentar as vencedoras. Após todas darem as mãos, Piper se jogou nos braços da namorada.

- Home run! Eu não acredito, amor. Você me disse, uma vez, que não gostava de beisebol. - Alex a encarou. Piper sorria. - O que mais, você me esconde?

- Eu disse que não gostava, não que não sabia jogar. - Lhe deu um selinho rápido. - Sou uma caixinha de surpresas. E eu... GANHEI! HAAAAAAA, EU GANHEI DE VOCÊ! - Ela parecia uma criança, Alex a abraçou por trás.

- Depois, eu te dou seu prêmio. - Alex disse, com uma voz sexy, no ouvido da Piper.

- Vou esperar, ansiosamente. - Piper mordeu o lábio.

- Agora, vamos tomar banho e beber. - Disse Nicky, toda animada.

- Vamos! - Todas responderam.

Após o banho, todas elas se reunirão em um dos vários quiosques, que haviam no estádio. Conversaram besteira, beberam muito, se divertiram e curtiram a companhia de cada uma. Um dia normal, em meio ao caos. Um dia, que elas puderam se sentir normais, sem preocupações e sem medo, só diversão.


Notas Finais


Por hoje é só pessoal
Até o próximo ;)
Beijokas :)


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