História Apocalipse - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~MzSavelo

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 262
Palavras 1.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não disse que ia voltar mais cedo do que imaginavam ;)
😚😚😚😚

Capítulo 6 - Wonder Vause


Fanfic / Fanfiction Apocalipse - Capítulo 6 - Wonder Vause

A morena observava a rua, pela janela do quarto. Estava para anoitecer. Havia terminado de tomar banho. Não caiu neve, durante o dia. E a rua continuava deserta. Nenhum zumbi, era visto. Começou a imaginar, como estariam as outras ruas. Devia estar da mesma forma. Completamente, vazias.

O dia foi longo, pra ela, ali dentro. Leu, cochilou algumas vezes, usou a internet, por míseros minutos, poupando o gerador. Falou com a Diane. Ela estava bem, porém preocupada. Alex deu risada, com o quão bem, sua mãe a conhecia. Era como se ela soubesse, que havia saído pela manhã. No fundo ela sabia, mesmo.

Alex, entediada de ficar ali sentada, só imaginando o que acontecia pela cidade, e sedenta por um pouco de adrenalina, resolveu que sairia, novamente. Sabia que era arriscado. Se não tivesse tão calmo nas outras ruas, atrairia eles para si. Então, acabaria suas saidinhas, que mal começaram. Mas, não podia evitar. Tinha que sair.

Se vestiu apropriadamente, e foi pegar sua pistola. Estava carregada. Levaria um pouco de munição, por precaução. Depois de um tempinho, olhando para seus equipamentos, decidiu que levaria também, um binóculo e uma lanterna. Com o celular no bolso, e um fone no ouvido, colocou uma música. Estando preparada, abriu a porta, sorrindo.

Pensou em ir para o lado oposto, ao que foi, pela manhã. Mas, desistiu e refez seus passos. Virou a esquina. Nada era visto. Andava devagar e muito atenta. Com a música Fury of The Storm da Dragonforce, tocando em seu fone de ouvido. Quando deu por si, já virava outra esquina. E então, começou a caminhar, um pouco mais rápido. Sabia que haviam algumas lojas, na próxima rua. Queria ver a movimentação, por lá. Ficou parada na esquina dessa rua, encostada na parede.

Escurecia cada vez mais. Parecia que ia nevar, logo. Não tinha muito tempo. Observou a rua. E lá os viu. Olhou ao redor, mais nada. Pegou o binóculo e o posicionou para ver melhor o que acontecia.

- Pai, abrimos ou não?

- Temos que sair, Cal.

- Então, vamos logo, já tem cinco! E... Parece estar vindo outro. - Olhava pela porta de vidro, os zumbis batiam, sem parar. A qualquer momento, quebraria. Os dois suavam, tentando a todo custo, manter a calma.

- Tá. Vamos lá. Pega. - Jogou um taco de beisebol na direção do filho. Estavam ali, há quase meia hora. Ficaram encurralados, tão de repente.

- No três, nós abrimos!

- Tá. Um. - Cal, começou a contagem. Agarrou o taco com força, olhando pra porta.

- Dois. - Bill posicionou a mão na maçaneta. - Três. - E abriu a porta.

Cal saiu da loja, empurrando três zumbis. Acertou um na cabeça, ele caiu.

- Uhuul! - Comemorou, animado. Conseguiu empurrar outro pra mais longe, se esquivando do terceiro.

Bill se viu tentando conter, os outros dois, que entraram na loja, um atrás do outro. Acertou o da frente duas vezes, na cabeça. Ele caiu. Quando olhou para fora, Cal estava caído no chão, e havia um zumbi em cima dele. Viu o zumbi a sua frente, avançar bem rápido. E não conseguia empurra-lo pra longe, para assim, acerta-lo com o taco. Então, colocou o taco como limite, deixando que ele o mordesse. Ali, bateu o desespero, precisava se salvar, para salvar o filho.

Cal, tentava de toda forma tirar o zumbi de cima. Mas, ele era tão pesado. Não parava de avançar com a boca, em sua direção. Sabia que uma só mordida, seria letal. Porém, não conseguia dete -lo de jeito nenhum. Logo, começou a perder as forças. O zumbi já estava perto de sua jugular, quando escutou um tiro, e viu sangue, voar em seu rosto. Empurrou o zumbi, e ao olhar para cima viu uma mulher morena, com uma pistola em mãos. Ela se virou bruscamente e atirou em outro zumbi, que estava bem perto dela. Não o tinha visto. Aquele teria sido seu fim. Viraria comida de dois zumbis, ao mesmo tempo.

A viu se aproximar da porta da loja e atirar no zumbi, que dava trabalho ao seu pai. Ao se levantar, Cal limpou rapidamente o rosto. E ficou hipnotizado, por aquela mulher, que não sabia quem era, nem de onde veio, mas que não pensou duas vezes, antes de salva-lo. Ela seria sua nova heroína. Literalmente, a nova Mulher Maravilha, ao seus olhos.

- Meu Deus. Obrigada! - Bill se aproximou da mulher.

- Tudo bem. - Ela disse.

- Caramba! - Cal estendeu a mão para ela. - Muito obrigada. Eu estava ferrado com aqueles caras. - Apontava para os zumbis, caídos no chão. - Você é minha nova heroína. Mulher Maravilha!

- Que isso. - Ela deu risada. Bill olhou preocupado, para os outros zumbis que se aproximavam. Eram três.

Assistiu a mulher mirar em um e atirar. Acertou em cheio, na cabeça. Ele já tinha certeza, de que ela era da polícia. Cal se mantinha boquiaberto, enquanto ela atirava nos outros dois.

- Agora, devíamos ir embora. - Ouviram ela dizer.

- Você tem toda razão. - Bill concordou. - Está a pé?

- Não. Não. Moro aqui perto. Boa sorte, pra vocês. - Acenou pra eles, já começando a andar.

- Você também! - Cal dizia acenando de volta.

Alex sorriu e apressou o passo. Recarregou a arma na esquina. Podia encontrar mais alguma surpresa, no caminho de volta. Ela decidiu pegar uma rota diferente. Iria pelo outro lado, da sua rua. Já estava aquecida e pronta pra outra. Sorriu com a sensação boa, que sentia. E no caminho, um barulho chamou sua atenção.

Foi se aproximando da casa, e o viu. Estava encolhido, perto da escada. Abriu a grade e entrou, se abaixando ao lado dele. Parecia normal. Não tinha ferimentos. Tocou nele, que choramingou. Estava com frio. E faminto. O acariciou, um pouco. Quem poderia ter abandonado o bichinho, daquele jeito? Que pelo menos, o deixasse dentro de casa.

Pegou o cachorrinho e o deitou em seu braço, como se fosse um bebê, tentando aquece-lo. Assim, o levou pra casa, rapidamente. Já que começou a nevar.

- Você está com fome? - Pegava uma vasilha, em sua cozinha. - Está né? - O assistiu comer. - Awn... Você é tão fofo. Qual seria o seu nome? Bom, não importa. Precisa de um novo. Fico imaginando, a quanto tempo, você estava lá fora. - Alisou seu pelo, que era limpinho e macio. - Talvez, você tenha percebido, que o mundo tá meio maluco. Estamos passando por uma crise. - Riu. Ficou por um tempo, pensando em um nome. - Acho, que seu nome vai ser Z. Curtiu? - Ele lhe olhou. Alex entendeu aquilo, como um sim. Quando ele terminou de comer e beber, os dois, foram para o quarto, ficar quentinhos, entretendo um ao outro.


Notas Finais


Até o próximo :*
Beijokas ;)


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