História Apocalipse (pt-BR) - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse Zumbi, Zumbis
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Palavras 1.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Melinda


                           P.O.V. Melinda

Melinda – Mas mãe! Por que eu tenho que flertar com os novatos?!

Eleonor – Porque você tem que se casar logo! Eles parecem ser bons rapazes; e se garanta logo, pois os militares são um bando de velhos!

Melinda – Mas... Mãe... A tal de Ketteriny parece gostar dele... E ele dela! Não quero estragar o clima entre eles e você sabe que eu gosto de mulhe...

Fui interrompida por um tapa em minha cara

Eleonor – Você gosta de homem! Não aceito aberrações em minha linhagem!

Me retirei de lá o mais rápido o possível, já sentia meus olhos lacrimejarem.

Como pode uma mãe rejeitar a própria filha por bobagens?!

O quê que tem haver a minha vida amorosa com a minha mãe?

Ela se envolve com o tenente Leny e eu nunca disse nada!

Vou conversar com a Ketteriny e explicar a minha situação...


                                   P.O.V. Ketteriny


Eu e Liam já estavamos em nossa barraca e começamos a conversar:

Liam – Você já teve muitos namorados?

Ketteriny – Não, ninguém nunca teve interesse em mim...

Liam – Bando de idiotas! se eu tivesse uma chance, já namoraria com você.

Ketteriny – Chances não faltam! Você que é besta!

Liam – Ok, então! Ketteriny, você aceita namorar comigo?

Ketteriny - Aceito!

Eu não sabia o que estava acontecendo, então simplesmente pulei no Liam e o beijei...



                             Quebra de tempo

Já eram umas 3 horas da manhã quando eu escutei alguém me chamando do lado de fora. 

Abri a barraca que mais parecia um mini dormitório e dei de cara com a tal da Marina..? Merida...? Lembrei! Melinda!

Melinda – Oi... — ela disse acenando timidamente com um sorrisinho de canto

Ketteriny – Oi, o que veio fazer aqui?

Melinda – Podemos conversar em outro lugar?

Ketteriny – Hum...Ok, podemos...

Melinda – Venha!

Ela disse, mais alegre, e me guiou para longe das barracas... Começamos a subir em uma colina, parece que ninguém passou aqui a vários meses ou anos.

Quando nós chegamos lá no alto eu me surpreendi. Tinha uma paisagem incrível, dava para ver todas as barracas e luzes daqui lá de cima!

Melinda – Ketteriny, eu queria me desculpar por flertar com o Liam... Minha mãe que mandou eu fazer isso. Ela quer que eu me case logo, espero que você não tenha se chateado... Eu nem gosto de homem — Ela disse fazendo bico, o que pareceu fofo e cômico.

Ketteriny – Não tem problema. Você já tentou dizer para a sua mãe que você é lésbica?

Melinda – Já disse. Ela me bateu e me xingou de várias coisas horríveis...

Ketteriny – Você tem pai? Ou outro parente?

Melinda – Antes que você pergunte, sim, meu pai é separado da minha mãe e ainda mora aqui, já contei para ele, mas... Pelos tapas e insultos eu acho que ele também não aceitou esta notícia muito bem... Eu tentei ter algo com o Liam apenas para eles pararem de me bater.

Ketteriny – Tenso... Você parece ser muito inteligente, aposto que vai conseguir resolver esse problema.

Melinda – Sou boa em exatas e biológicas, não em problemas familiares.

Ketteriny – Acredite, você é uma pessoa incrível! Me conquistou em poucos minutos, tenho certeza que você não merece esse comportamento de seus pais.

Melinda – É... Obrigada.

Ketteriny – Pelo quê?

Melinda – Por me escutar, e não julgar.

Ketteriny – É o mínimo que eu posso fazer. O apocalipse nos levou a decadência, quando nós pensamos que o preconceito tinha quase acabado, veio o apocalipse e acabou com as nossas esperanças.

Melinda – Infelizmente...

Conversamos por mais um tempo até que resolvemos voltar para nossas barracas.

Aliás! Eu tive uma idéia brilhante!

Quando eu entrei em minha barraca vi que o Liam estava acordado.

Liam – Onde estava?

Ketteriny – Conversando com a Melinda.

Liam – Pensei que você odiava ela.

Ketteriny – Odiava! Mas agora somos amigas! Aliás, Liam... Hoje, no pôr-do-sol, eu vou te levar em um lugar especial...

Liam – Ok ...


                              P.O.V. Meredith

Meredith – Vamos! Arrumem tudo! Não quero que quando meus filhos e as cobai... Garotas chegarem vejam esses zumbis de experimento em meu laboratório! Coloquem‐nos no lado norte da prisão subterrânea.

Disse isso, e a zero meia e a zero nove correram para transferir meus zumbis‐cobaias para a prisão subterrânea.

                                 P.O.V. Autora

Enquanto isso, na barraca de Yan e Lavínia o clima só esquentava...

Melinda não conseguiu dormir pensando em como ela iria resolver seus problemas. E acabou bebendo até esquecer seu nome em sua barraca particular, acabando por acordar com uma ressaca imensa.

Ketteriny estava feliz pela sua ideia de levar o seu novo namorado para aquele lugar que a Melinda a levou.

Meredith estava muito ocupada arrumando os preparativos para vinda de seus filhos. Provavelmente ela também estaria bolando um plano junto com seu marido...

Dona Eleonor estava se acabando nos lençóis de sua cama junto com o tenente Leny.

Ninguém dormiu direito essa noite, principalmente Liam que estava completamente assustado e preocupado com seu namoro com Ketteriny.



Histórias tão diferentes, unidas por um apocalipse.

                                P.O.V. Ketteriny

*Quebra de tempo, pôr-do-sol*

Fui chamar o Liam para meu lugar especial mas eu não o encontrei...

Depois de procurar por um tempo eu o vejo na cantina.

Ketteriny – Liam! Oi! Vamos para aquele lugar que eu ia te mostrar?

Liam – Ketteriny... Um zumbi mordeu o dedo da Melinda. Vou ter que cortar o mindinho dela fora!


            P.O.V. Melinda 

(minutos antes do desastre)

Eu resolvi sair da base militar por uns minutos, apenas para colocar meus pensamentos em dia.

Quando eu estava quase chegando na base militar eu escuto o barulho de um zumbi. Logo, ele pula em cima de mim.

Tentei lutar, segurando o rosto dele com minhas mãos, mas ele conseguiu morder meu dedinho da mão esquerda... Eu sou canhota!

O Liam me viu e me ajudou... Ele me levou para sua barraca e disse para eu esperar, já que ele ia pegar um machado ou faca na cantina para cortarmos o meu mindinho fora.

Depois de um tempo o Liam entra na barraca, junto de Ketteriny.

Liam – Estique os dedos, não queremos amputar mais que um! Ketteriny, amarre uma fita bem apertado no começo do dedinho dela.

Depois que a Ketteriny amarrou, meu coração acelerou. Nunca pensei que perderia uma parte do neu corpo tão nova, eu não tenho nem 18 anos ainda!

Liam – 3...2...1... — Um som agoniante ecoou pela barraca... Era o som da faca cortando meu dedinho fora.

Foi uma das piores dores que eu já senti em minha vida! Começou a sangrar muito e o Liam jogou água e enfaixou minha mão com compressas limpas, que tinha no kit de primeiros  socorros. Até que o Liam é bom nisso...

Liam – A dor vai continuar, então acho melhor que você tome remédios para aliviar. Tome antibióticos para não inflamar e vamos dar pontos, além da raspagem dos ossos. Nesse caso acho melhor você chamar um profissional. Não se esqueça de sempre usar compressas limpas e não coloque qualquer substância em cima da ferida para não infeccionar.

A dor era tanta que eu não consegui responder o Liam. Eu não gritei quando ele cortou, mas eu estou em prantos, quem não choraria ao ter um de seus dedos cortados?



Continua...


Notas Finais


Capítulo de: Tiazinhadoida


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