História Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 12


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Evan Peters, Fear The Walking Dead, Lucas Till, The Walking Dead
Personagens Alicia Clark, Evan Peters, Lucas Till
Tags Alicia Clark, Apocalipse Zumbi, Fear The Walking Dead, Romance, The Walking Dead, Violencia, Zumbi
Visualizações 30
Palavras 1.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


... Boa leitura...

Capítulo 12 - A PORTA


Fanfic / Fanfiction Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 12 - A PORTA

Por que pensei em Peter? 

Simples. 

Ele é o pai desse bebê, e Carlos dizendo essas coisas, me deixa confusa. 

Uma parte de mim gostaria de voltar e falar tudo para Peter, mas outra parte sabe que foi melhor assim. 



...



Um dia comum, era assim que estava me sentindo, precisava conhecer mais desse lugar, e era o que iria fazer. 

- Hey, vou ver se descubro alguma coisa. 

CARLOS- Tipo? 

- Sei lá, qualquer coisa, tem algo me deixando intrigada, e eu vou descobrir. 

CARLOS- De boa, vai lá. 

Voltei a aquele escritório de antes, aquele cara da foto, queria saber ao certo quem era ele. 

De tanto vasculhar descobri que ele era dono do laboratório, ele era chefe da minha mãe. 

Vi uma pasta escrito "particular, não abra" , não resisti e abri, tinha uma foto, da minha mãe, esse cara e... quando vi não acreditei, aquilo não fazia sentido... Era Dylan. 

Qual era sua ligação com esse homem e minha mãe? 

Essa pergunta não saía da minha cabeça, eu não conseguia entender. 

CARLOS- Tudo bem? 

Entra no escritório. 

Escondo a foto atrás da pasta. 

- S...sim

CARLOS- Tem certeza? 

Se aproxima. 

- Claro. 

CARLOS- Ok. 

Fala desconfiado. 

CARLOS- Opah, olha o que temos aqui. 

Ele olha  gaveta com camisinhas, eu fico um pimentão, constrangida foi pouco. 

- Vou saindo... 

CARLOS- Nanana. 

Nega com a cabeça, segurando meu braço.

Como já havia dito, ele é sensível, forte, e extremamente sensual, ou seja isso está no sangue dele, ele não sabe controlar.

- O que foi? 

Olho firme em seus olhos. 

Ele se aproxima, e coloca sua mão no meu queixo.

CARLOS- Não, não é nada.

Quando ele ia sair, peguei em seu braço, me aproximo do seu ouvido e sussurro. 

- Tem certeza que não é nada? 

Ele sorri de canto. 

CARLOS- Não me provoca, tô tentando ser o Carlos maduro. 

Puxei ele pelo colarim, aproximando nossos rostos. 

- Eu quero o Carlos imaturo agora então. 

Ao falar isso, ele me pega pela cintura, me beija de imediato e de primeira correspondo, e que beijo ein, era um beijo viciante, ele me coloca em cima da mesa, colocando as mãos na minha coxa, e apertando lentamente, enquanto beijava meu pescoço, mas de repente ele para. 

CARLOS- Não posso, sinto muito. 

Se afasta. 

- O que foi?

CARLOS- Eu não quero ser o Carlos imaturo nesse momento, que faz as coisas por impulso, eu sei o quanto você quer isso, assim como eu quero, nossa como eu te quero, mas não desse jeito, eu sei que nossos corpos se chamam, é a necessidade, mas não quero isso sabe, não quero somente transar, quero fazer amor com você, e fds se é ou não clichê.

Achei isso extremamente fofo.

Ele segura minhas mãos. 

CARLOS- Acredite eu quero muito você, não sei como tirei forças pra me parar, mas eu quero que haja sentimento, e infelizmente isso não existe, você ainda ama o Peter, mesmo não sabendo direito o que aconteceu, vocês precisam se resolver.

- Estamos longe de lá, não tem como isso acontecer. 

Me refiro em ter que conversar com Peter.

- Então você quer dizer que não vai acontecer nada, se eu não conversar com Peter primeiro? 

Ele ri.

CARLOS- Não falei isso. 

Fiquei sem entender (como sempre)

CARLOS- Até lá, óbvio que vou te beijar, não vou perder essa oportunidade, mas não sou idiota em querer fazer outras coisas sendo que você ainda ama o Peter.

Aquilo me pegou de surpresa. Ele estava certo?  Eu ainda amava Peter? 

 CARLOS- Viu?! Essa carinha aí não me engana, mas pode deixar, vou fazer meu melhor pra merecer esse olhar. 

Ele ri e me dá um beijo na bochecha.

CARLOS- Temos um acordo? 

- De boa, vai ser melhor assim. 

CARLOS- Porém isso não me impede de te beijar, de te abraçar, só não vai rolar nada a mais, até você se resolver com o Peter. 

- Vou pensar se vou querer você me beijando por aí. 

Fiz cara de pensativa.

CARLOS- Aé. 

Me rouba um selinho. 

- HEY!

CARLOS- Eu posso e vou. 

Ele ri, me fazendo revirar os olhos.

CARLOS- Afinal, precisa de ajuda aí? 

- Na verdade, eu descobri uma coisa. 

Mostro pra ele a foto.

CARLOS- É o Dylan?!

-Sim, também achei estranho. 

Ele pega a foto e vira. 

CARLOS- Tem algo escrito nela.

Peguei a foto e vi que atrás havia uma frase escrita 

*Nosso filho* 

Fiquei sem entender. 

Dylan realmente era meu irmão? Ele sabia disso? Por que não me falou? 

Tantas perguntas rodearam minha mente.

CARLOS- Se ele é realmente seu irmão, por que não te contou? 

Eu não sabia responder. 

-  Eu não faço idéia. 

CARLOS- Eu sugiro em voltar. 

- Mas já chegamos tão longe. 

CARLOS- Annie não adianta ficar fugindo, você precisa enfrentar as coisas. 

Ele tinha razão. 

- Tudo bem, vamos voltar. 

Não sei como, mas Carlos realmente havia mudado, ele estava diferente.

CARLOS- Agora?

- Não né, quando estivermos bem fisicamente vamos. 

CARLOS- Enquanto isso, tipo a gente podia, sabe...

Começo a rir. 

- Dar uns beijos? 

Ele riu sem jeito. 

- Sabe que eu não entendo, você é todo safado, mas quando falei isso você ficou tímido. 

CARLOS- É por causa de você, se fosse com outra seria diferente. 

Fiquei olhando com uma cara séria pra ele.

- Aé?! Bom saber.

CARLOS- Hey, vem cá. 

Ele me puxa nos selando com um beijo calmo, que aos poucos foi se intensificando, digamos que ficou quente, que senti sua excitação. 

- Tá animadinho demais não?!

Coloco minha mão embaixo da sua camiseta. 

CARLOS- Melhor eu sair daqui, você me deixa louco. 

Morde o lábio inferior.

- Ah que pena. 

Beijo seu pescoço. 

CARLOS- P...para, tá mexendo com fogo. 

- Jura?! 

Ele beija meu pescoço e então ri.

CARLOS- Meus chupões ainda estão aqui. 

Continua beijando. 

CARLOS- Vou fazer mais alguns... só que mais fortes. 

Sussurra no meu ouvido.

Só estávamos brincando um com o outro, afinal a gente meio que tinha feito um acordo.  

Ficamos assim por minutos, não sei como resistimos em não ter nada a mais.

- Chega por hoje ein.

Me afasto e ele sorri. 

CARLOS- Vou tomar um banho, acredite o meu bem precioso está bem animadinho aqui embaixo. 

- Aí desnecessário ter falado isso. 

Ri alto.  

CARLOS- O negócio é sério. 

Ri mais ainda. 

CARLOS- Ah fica rindo aí, vou tomar meu banho.

Ele sai, me deixando rindo que nem uma idiota.

Eu tinha que admitir que não sei como resisti, se bem que isso deve ser pior pra ele, mas do mesmo jeito, ele é muito desejável. 

Fiquei ali parada rindo, tinha até esquecido na merda de mundo em que vivemos.

E então do nada, quando estava sentada no balcão, percebi uma porta dentro do escritório, achei que era um simples banheiro, por isso não havia reparado, mas por curiosidade abri, e me deparei com uma escada, aquilo parecia um porão, desci com cuidado, e foi quando eu vi algo que me deixou em choque.

... 



Notas Finais


Ihhh...Até o próximo...
Algo me diz que vai acontecer alguma merda...


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