História Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 13


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Fear The Walking Dead, Lucas Till, The Walking Dead, Tom Holland
Personagens Alicia Clark, Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Lucas Till, Tom Holland
Tags Alicia Clark, Apocalipse Zumbi, Fear The Walking Dead, Romance, The Walking Dead, Violencia, Zumbi
Visualizações 63
Palavras 833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um ❤

Capítulo 13 - A cura


Fanfic / Fanfiction Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 13 - A cura

Me deparo com várias cápsulas com zumbis dentro, eles estavam vivos, mas estavam presos, parecia uma experiência para achar a cura e que não teve sucesso, e abandonaram tudo. 

Caminhei para ver cada cápsula, e o curioso é que em cada uma tinha o nome da pessoa que foi testada, e assim fiquei até parar em frente de uma, que estava escrito. 

*Dr. Lorenzo Alkers* 

Era ele, o cara da foto, fiquei encarando por alguns minutos seu rosto,  estava irreconhecível, seus olhos arregalaram e tomei um susto, indo pra trás, e foi quando eu fiz merda. 

Apertei em um botão sem querer, fazendo com que todas as cápsulas se abrissem, e na hora que ia sair, um zumbi me pega  pelo pé, e começo a me cotorcer, para me livrar dele, dou um chute e me levanto de pressa, volto para o escritório e fecho a porta, mas aí que piorou, pois eles eram muitos, não ia conseguir segurar a porta, então peguei a foto, e sai do escritório. 

Carlos estava se secando, quando entrei. 

CARLOS- Hey!

- Xiuu cala a boca. 

Ele estava de toalha. 

- Coloca a roupa de uma vez. 

CARLOS- Ué por que? 

- Só se você quiser sair pelado daqui, daí de boa. 

Falo irônica. 

CARLOS- Sair? Por que iríamos sair? 

Abro a fresta da porta, e mostro pra ele. 

CARLOS- Mas que droga, como isso? 

- Depois explico, anda se veste. 

Ele colocou a roupa, e logo depois estávamos arrumando um jeito de sair. 

CARLOS- Droga. 

Ele fala de repente.

- O que foi? 

CARLOS- Olha pela janela. 

Olhei e vi o prédio cercado por zumbis. 

- Como isso aconteceu? 

CARLOS- Não faço idéia. 

Sentei no chão. 

- Acabou, esse é o nosso fim. 

Abaixo a cabeça. 

CARLOS- Mas nem pensar, posso morrer de qualquer jeito, mas assim, por essas coisas, jamais... levanta daí. 

Me puxa pelo braço. 

CARLOS- Nós vamos sair dessa merda. 

Até que ouço barulhos de tiro. 

- O que foi isso? 

Ele fez uma cara de "não sei", olhei para fresta da porta e vejo... Gabriel?... Pera eu vi certo? 

- Me belisca pra ver se não tô sonhando.

E o inteligente do Carlos me belisca mesmo. 

- Aiii, por que fez isso?! 

CARLOS- Você pediu. 

- Era uma metáfora idiota. 

CARLOS- Tá, tá tanto faz, o você viu aí? 

- Veja com seus próprios olhos. 

Ele foi então olhar, e seu olhar brilhou, a inspiração dele estava aqui. 

CARLOS- HEY AQUI. 

Ele grita para Gabriel que estava matando alguns zumbis. 

Ele vem em nossa direção e bate a porta.

GABRIEL- O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTAVAM FAZENDO QUANDO FUGIRAM? 

Grita para nós dois.

CARLOS- Calma aí maninho, bom te ver também. 

GABRIEL- Não me vem com essa, você é meu irmão mais novo, minha responsabilidade, se alguma coisa tivesse acontecido contigo, eu não iria me perdoar.

Carlos assentiu e abaixou a cabeça.

Gabriel me olhava sério. 

GABRIEL- Não vai me responder Annie? 

- Só queria ficar sozinha, ok. Não sou mais nenhuma criança, não preciso da sua permissão. 

GABRIEL- Você tem noção do quanto me deixou preocupado? 

Se aproxima pegando nas minhas mãos, vi o olhar de Carlos mudar rapidinho, mas não falou nada, só observava. 

- Não temos tempo pra isso. 

Me soltei, ficando do lado de Carlos.

- Precisamos sair daqui. 

GABRIEL- Antes disso, precisamos buscar o Dylan, Peter e Beatrice. 

- Eles estão aqui? 

GABRIEL- Sim, estão encurralados em algum lugar desse prédio, algumas daquelas coisas entraram aqui dentro, quando entramos, está infestado. 

Aquilo me deu um nó, Peter estava aqui.

- Como vocês entraram aqui? 

Eu precisava ouvir o motivo, mesmo  já sabendo.

GABRIEL- O Dylan, ele sabia onde te encontrar, ele tinha o acesso. 

Então era isso, Dylan realmente era meu irmão.

CARLOS- Precisamos ir, antes que fique pior. 


... 


Saímos de pressa, Gabriel foi na frente, e Carlos estava o ajudando, me separei deles, ao ouvir um grito de ajuda e vi que era Dylan que estava no escritório, seu próprio pai estava ali tentando o matar. 

DYLAN- Não consigo te matar... SOCORRO.

Pego uma cadeira e dou em cheio na cabeça do zumbi. 

Dylan estava com uma cara de choro. 

- Por que? 

DYLAN- O que? 

Se levanta.

- Por que não falou que era meu irmão de verdade? 

Ele abaixa a cabeça. 

DYLAN- É complicado. 

- Então me explica. 

DYLAN- Não é um bom momento, prometo que vou te contar, mas vamos embora agora. 

Ele puxa meu braço, mas eu relutei, olhando firme em seus olhos. 

- VOCÊ SABIA QUE EU ERA IMUNE, MAS COMO? 

DYLAN- Annie... 

- FALA! 

Ele para e me olha.

DYLAN- Fui mandando por nossa mãe para te encontrar, você é importante para essa empresa, mas vejo que saiu fora do controle por aqui. 

- Por que? Por que eu seria tão importante? 

Ele não queria falar. 

- FALAAA... 

Grito. 

DYLAN- Para de gritar, vai atrair mais zumbis.

- Então me fala de uma vez. 

Ele me olha e diz. 

DYLAN- Você é a cura Annie, só você pode salvar esse mundo de merda. 

....



Notas Finais


Até o próximo...


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