História Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 15


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Fear The Walking Dead, Lucas Till, The Walking Dead, Tom Holland
Personagens Alicia Clark, Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Lucas Till, Tom Holland
Tags Alicia Clark, Apocalipse Zumbi, Fear The Walking Dead, Romance, The Walking Dead, Violencia, Zumbi
Visualizações 79
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boaaa leituraa ❤

Capítulo 15 - Eu te amo


Fanfic / Fanfiction Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 15 - Eu te amo

- É bobagem. 

Tento sorrir, mas fico sem jeito.

Dylan percebe minha mentira, Gabriel estava em choque e Peter estava me olhando fixamente, quase chorando.

DYLAN- Vamos deixar Annie e Peter conversarem pessoal... vamos esperar vocês na saída. 

Eles se distanciaram. 

PETER- Grávida? 

Abaixo minha cabeça, ele passa suas mãos no rosto, chorando e andando de um lado pro outro. 

- Sim, eu tô. 

Ele para e me olha. 

PETER- Vou ser pai?! Não acredito! 

Um meio sorriso brotou nos seus lábios.

- Você não vai criá-lo. 

Abaixo a cabeça. 

PETER- Você não tem esse direito, é meu filho, nosso filho, fruto do que sentimos um pelo outro.

- Fruto do que sentia por você, isso acabou, lembra?! 

PETER- Não acredito nisso. 

Fico quieta. 

PETER- Você me ama, eu sei que errei, mas queria te dizer que foi ela que me beijou aquele dia, eu correspondi sim, admito isso, por fraqueza, eu reconheço o meu erro, mas também sei que Te Amo... eu Te Amo Annie e ninguém nunca vai tomar seu lugar aqui dentro. 

Ele aponta para seu coração. 

- Para por favor. 

Lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. 

- Eu não posso te amar. 

PETER- Mas ama, isso é mais forte do que você, não pode ficar reprimindo isso. 

- Eu não aceito traição, você sempre soube disso. 

PETER- Eu nunca fui dela, fui e sou só seu, aquilo foi um erro, um beijo idiota, o que eu tive e tenho com você é real... eu sei que errei, não estou pedindo para ficarmos juntos, mas para criar o nosso filho.

Olhei em seus olhos. 

- Tudo bem, deixo você criá-lo, mas nós dois não existe mais.

Falo firme, mas ele solta um risinho. 

PETER- Isso é o que você diz. 

Se aproxima e pega em minhas mãos. 

PETER- Lembra que eu Te Amo, e que ninguém vai te amar como eu.  

Ele sai se juntando aos outros na saída.

DYLAN- Depois vai ter que me explicar isso direitinho ein. 

Fala se aproximando. 

DYLAN- Vamos? 

Assenti com a cabeça e o acompanhei junto com os outros na saída. 

- Espera. 

Todos pararam antes de sair. 

- Tem mais zumbis lá fora, não tem? 

PETER- Já dei um jeito nisso, eles devem estar longe agora. 

Não o olho,  sabia que isso não seria bom pra mim.

DYLAN- Vamos lá pessoal. 

BEATRICE- Pra onde vamos? 

Todos ficam em silêncio. 

GABRIEL- Conheço um lugar bom para ficarmos por um tempo, quem sabe a vida inteira.

Fala sério, sem me olhar, ele estava chateado.

DYLAN- Vamos sair daqui, você vai ser nosso guia então. 

Aponta para Gabriel. 

Dylan abre a porta com sua mão (DNA)... no caminho decidi ficar um pouco atrás, e Carlos ficava do meu lado. 

CARLOS- Desculpa?

Faz cara de manhoso, e arrependido. 

- Tá tudo bem, alguma hora isso iria acontecer.

CARLOS- Conversou com ele então? Como foi? 

- Sim, de boa até, ele quer criar o bebê. 

CARLOS- Junto contigo? 

- Com quem mais séria?! 

Falo como se fosse óbvio. 

CARLOS- Ah... 

Fica quieto. 

- O que foi? Tá com ciúmes é? 

CARLOS- Ele é o pai de verdade, não tenho o por que de ficar com ciúmes. 

Fala sério seguindo seu caminho mais rápido, ficando do lado de Beatrice, eles conversavam sobre alguma coisa, mas não conseguia escutar. 

Fiquei olhando ao meu redor, estávamos no centro da cidade, tinha várias lojas, lanchonetes, tudo destruído, mas se bem, que tinha certas coisas para aproveitar. 

- Hey podem ir indo, vou ver uma coisa aqui. 

Aponto para uma loja de roupas. 

Eles concordam e então entro na loja, com a faca em mãos, não sabia se tinha algum zumbi por ali.

Percebo que tudo está limpo e começo a ver roupas para me trocar... pego um short, uma regata, com uma camisa jeans por cima, e vou até o provador. 

Tiro minha roupa e fico me analisando por alguns minutos, coloco a mão na minha barriga, e fico pensando "Tem um bebê aqui dentro", isso era estranho, eu só queria minha mãe aqui comigo, mas nem isso posso ter. 

Ouço um barulho atrás de mim, quando me viro vejo... 

- O que está fazendo aqui? 

Tapo meu corpo com as mãos. 

PETER- Você estava demorando, Dylan pediu para vir atrás de você. 

Ele encara meu corpo. 

- PARA DE ME OLHAR. 

PETER- Eu já te vi totalmente nua, você tá de sutiã e calcinha, isso não é nada. 

- Não tá ajudando.

Ouvimos então um barulho estranho, Peter entrar no provador fechando a porta, ou seja, ficamos espremidos ali dentro... olho pela fresta da porta que era um zumbi, o estranho, era que esse tinha garras nas mãos, e seus dentes eram afiados.

- Posso matá-lo. 

Ele segura meu braço, prendendo contra o espelho. 

PETER- Quer morrer?! Esse não é um zumbi qualquer, ele pode te matar em segundos, ele é morto somente com tiro, não com faca, ele já vai sair, está sempre em movimento, daí saímos, ok?!

Fala baixo, como um sussurro.

-  Como sabe disso? 

PETER- Quase morri por um deles. 

Olhou nos meus olhos e para meus lábios. 

PETER- Se eu morresse, sentiria minha falta? 

- Isso não é momento pra esse tipo de conversa, aliás, eu e você não temos motivo para entrar nesses assuntos.

Tento me afastar, mas era em vão, estávamos em um ambiente fechado, e apertado, seu rosto estava perto do meu, nossas respirações estavam ofegantes, nem sei como o zumbi não ouviu, meu corpo estava totalmente arrepiado e Peter percebeu isso.

Ouvimos um barulho de tiro, e então a porta se abriu. 

Gabriel havia matado o zumbi, todos incluindo Gabriel, olharam a cena, imagine, Peter segurando meu braço contra o espelho, eu quase nua, e estávamos próximos, o que não iriam pensar?! Exatamente. 

DYLAN- Mas já?! Sabia que não iriam aguentar.

Fala rindo. 

- Cala a boca, não aconteceu nada. 

Me afasto, indo pra fora do provador. 

PETER- Melhor vestir alguma coisa. 

Fala sério, por que Gabriel e Carlos estavam olhando para meu corpo, Beatrice revirava os olhos. 

Carlos me olhou decepcionado, e saiu da loja, Beatrice foi atrás dele, e Gabriel não falou nada, como sempre, aquilo já estava me matando. 

DYLAN- Vai vestir alguma coisa maninha. 

Dylan já havia dito ao pessoal que era meu irmão. 

Vou até o provador e visto a roupa que tinha escolhido. 

Saio e vejo Peter sentado em um banquinho. 

PETER- Tá sexy. 

Fala rindo. 

- Ha, ha e ha, muito engraçado, não esqueci o que você fez, então não me venha com charadinhas. 

Falo indo pra fora, encontrando o pessoal, todos estavam com roupas diferentes, Carlos e Beatrice estavam afastados de todos, conversando. 

DYLAN- Sabe eu gosto de você e Peter juntos. 

- Ele me traiu. 

DYLAN- Aquilo foi uma armação, eu percebi isso desde o começo, Beatrice tem inveja de você, ela quer tudo o que você tem, ela quis separar você e Peter e conseguiu, acredite, o Peter ama você.

- Então por que deu um soco nele? 

DYLAN- Não fui eu.

- Se não foi você, quem foi? 

DYLAN- O Gabriel, logo depois do teu sumiço e do Carlos, ele e Peter brigaram feio, mas quem saiu perdendo foi Peter.

- Ah...

Vejo Gabriel sentado no capô de um carro e vou até lá. 

- Oi. 

Ele me olha. 

GABRIEL- Eaí. 

- Não fica assim comigo, por favor.

GABRIEL- Eu sei sobre você e o meu irmão.

- O que? 

GABRIEL- Ele me falou.

- Ah... 

GABRIEL- Olha, eu vou ficar bem ok, vou te esquecer, tentar pelo menos, você já tá envolvida em um triângulo, não quero fazer parte disso. 

- Eu não tô em nenhum triângulo, isso é coisa da sua cabeça.

Acho que eu estava tentando convencer isso a mim mesma. 

GABRIEL- Você está e sabe disso. 

- E o que pretende fazer? 

GABRIEL- Vamos ir para uma área militar, meu tio é das forças armadas, estou certo de que ele está vivo, vou levar todos nós até lá, é um lugar seguro, e logo depois vou me alistar para o combate. 

Fiquei pasma. 

- O QUE? 

GABRIEL- Vai ser bom pra mim. 

- Isso é suicídio, você não pode ir. 

GABRIEL- É o melhor. 

Não podia contrariar ele, era impossível.

GABRIEL- Você tem coisas para se preocupar, principalmente com seu bebê. 

Aponta para minha barriga.

Coloco a mão e falo. 

- Eu só queria minha mãe aqui pra me ajudar. 

GABRIEL- Eu entendo, você tem seu irmão agora pelo menos.

- Eu sei que você e Carlos não são irmãos de sangue. 

GABRIEL- Já imaginava que sabia... sabe ele gosta de você. 

Olho para o Carlos que estava rindo com Beatrice.

- Até achava, mas agora não parece mais.

GABRIEL- Dá um tempo pra ele, é necessário. 

- Talvez, não sei se isso importa agora. 

Dylan grita do outro lado. 

DYLAN- VAMOS PESSOAL, O CAMINHO VAI SER LONGO, GABRIEL VAI NOS GUIAR.

Seguimos nosso caminho, fiquei pensando o tempo todo em minha mãe, e o que ela faria se estivesse no meu lugar.



....







Notas Finais


Até o próximo minha gente 😅❤


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