História Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 16


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Fear The Walking Dead, Lucas Till, The Walking Dead, Tom Holland
Personagens Alicia Clark, Alycia Debnam-Carey, Ashley Benson, Evan Peters, Lucas Till, Tom Holland
Tags Alicia Clark, Apocalipse Zumbi, Fear The Walking Dead, Romance, The Walking Dead, Violencia, Zumbi
Visualizações 70
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boaa leitura ❤

Capítulo 16 - A explosão


Fanfic / Fanfiction Apocalipse Zumbi - 1 Temporada - Capítulo 16 - A explosão

Estávamos quase lá, quando senti meu estômago embrulhar, e acabei vomitando. 

DYLAN- Hey, tudo bem aí? 

- Melhor. 

Peter se aproxima de mim.

PETER- É o bebê né?! É estranho pensar que vou ser pai. 

Fala sorridente. 

Fico quieta e continuo andando só que mais rápido, pra não ficar do lado dele. 

Ele corre e começa a caminhar de costas na minha frente. 

PETER- Vai continuar me tratando como um lixo? 

Acabei rindo. 

- Meu querido você já é um lixo.

Ele para me fazendo bater em seu peito. 

PETER- O lixo que tirou sua virgindade, o lixo que é pai do seu filho, o lixo que te ama, então tá certo, sou um baita lixo ein. 

- O lixo que me traiu. 

Aponto o dedo na sua cara.

Ele abaixa a cabeça. 

PETER- Me perdoa, eu sei que errei, não precisa ficar tocando sempre nesse assunto. 

Fico quieta e continuo andando, até que senti meu corpo amolecer e então não vi mais nada. 

HORAS DEPOIS 

... 

Acodei sentindo uma leve dor na cabeça, e percebi que estava em uma cama, bem confortável por sinal. 

Vejo Carlos dormindo em uma poltrona do lado da cama, levanto sem fazer barulho para não acordá-lo. 

Olho pela janela e vejo um muro cercando toda a área militar, havia um sol maravilhoso, havíamos finalmente chegado, não sei o motivo por ter desmaiado, só sei que não estava 100%. 

Sinto mãos envolvendo minha cintura por trás, me abraçando. 

CARLOS - Que bom que acordou. 

Beija meu pescoço, mas me afasto. 

- O que pensa que está fazendo?! 

CARLOS- Nós, bom pensei que... 

- Sério?! Você fica todo engraçadinho com a Beatrice e depois vem de graça comigo, qual é a tua ein?! 

Ele era bipolar só pode. 

CARLOS- Não rolou nada entre eu e ela, só estávamos conversando, e além do mais eu sei o que rolou entre ela e o Peter.

- É, ele me traiu, os dois se beijaram.

CARLOS- Não só isso. 

Ele olha fixamente pra mim.

- Como assim? 

Sento na cama, esperando sua resposta.

- Os dois transaram, mais de uma vez, depois que você fugiu, os dois ficaram juntos. 

Aquilo me deixou em pedaços por dentro, Peter havia me dito que havia sido só meu, e agora isso, ele havia mentido como sempre. 

- Ah, grande bosta, isso não me importa. 

Fingi que aquilo não havia me afetado.

Levanto me olhando no espelho. 

- Como eu cheguei até aqui, quer dizer quem me carregou? 

Ele fica quieto por um tempo, até meu olhar se direcionar a ele. 

CARLOS- Eu te carreguei. 

- Obrigado.

Falo indo até a saída, ele segura meu braço, me fazendo virar.

CARLOS- Poh, eu te trouxe até aqui, mereço um beijinho, não é?! 

Ri com aquilo e dei um selinho nele, ao me afastar, ele me puxa me beijando, pedindo passagem com a língua, concedi, o beijo estava se intensificando, mas parei de imediato.

CARLOS- Fiz alguma coisa errada? 

- Não, eu estou com um pouco de dor de cabeça, vou descer pegar um ar. 

Falo saindo de pressa. 

Havia vários corredores, quase me perdi, senão fosse meu irmão Salvador da pátria. 

DYLAN- Perdida maninha?! 

- Nem me fale. 

DYLAN- Finalmente acordou. 

- Quanto tempo fiquei desacordada? 

DYLAN- Uns 2 dias. 

- Nossa, e sabe o motivo por ter desmaiado?

DYLAN- O médico daqui, disse que foi a pressão que caiu, devido a crise emocional e também por causa do tempo sem comer nada.

- Ah, sorte que o Carlos conseguiu me carregar até aqui. 

Ele me olha sem entender. 

DYLAN- Carlos? 

- É, foi ele.

DYLAN- Não, não foi ele. 

Aquilo me pegou de surpresa. 

- Quem foi então? 

DYLAN- O Peter, ele estava muito preocupado contigo, ficava o tempo todo no seu quarto, pra ver quando iria acordar. 

- QUE? 

Carlos havia mentido pra mim?! 

DYLAN- Sim, isso mesmo. 

- Posso te fazer uma pergunta? 

Iria fazer aquela pergunta, se Carlos havia mentido sobre ter me carregado, também deve ter mentindo sobre o que falou. 

- O Peter e a Beatrice, transaram ou ficaram, depois que eu fugi? 

Ele riu. 

- Do que tá rindo? 

DYLAN- Peter só dava fora na Beatrice, ela se oferecia, mas ele mantia distância, não rolou nada entre dois dois, como eu disse, ele errou em ter beijado ela estando com você, mas ele não foi idiota de errar de novo. 

Então era isso, Carlos havia mentido, mas por que? Não fazia sentindo pra mim.

DYLAN- Que cara é essa? 

- Não é nada, que horas é mais o menos agora? 

DYLAN- 12:30 por aí. 

- Ah, sabe aonde está o Gabriel? 

Seu rosto fica pálido. 

DYLAN- Ele está se preparando para o combate, eles vão sair daqui a 4 dias, para vasculhar a área, pra ver se existe algum sobrevivente, essas coisas. 

- Aonde ele está? 

DYLAN- Tá vendo aquele mini ginásio?...Ele está lá.

Aponta pela janela. 

- Sim, vou indo. 

Sigo meu caminho. 

DYLAN- HEY A SAÍDA É POR AQUI! 

Grita apontando pro outro lado rindo. 

Corro para fora, sinto o sol no meu rosto, uma sensação maravilhosa, vejo vários militares com armas indo de um lado para o outro, entro no mini ginásio, e vejo Gabriel e Peter treinando com as armas.

- Peter? 

Ele me olha assustado. 

- Você vai ir junto? 

Eu sabia que o Gabriel iria ir, queria poder impedí-lo, mas agora o problemas duplicou. 

Ele vem na minha direção. 

PETER- Vou, é melhor, ganhar experiência. 

GABRIEL- Deveria estar descansando. 

- Eu vim aqui pra impedir você de ir, mas agora vou ter que impedir vocês dois. 

Peter ri. 

PETER- Eu sou um lixo, não lembra?! 

Engulo em seco.

GABRIEL- Vai ser bom para nós dois, até pra você na verdade. 

PETER- Pois é. 

- Do que vocês estão falando? 

PETER- Você e o Carlos. 

Olho para Gabriel. 

GABRIEL- Não fui eu que falei. 

Levanta as mãos pra cima. 

- Quem foi? 

PETER- Foi o próprio Carlos, ele também me falou para ficar longe de você, que eu estava fazendo mal tanto pra você quanto para o bebê, e eu realmente concordo e que você quer que eu fique longe.

GABRIEL- Meu irmão se preocupa com você. 

- Seu irmão é um mentiroso. 

××- Desculpa interromper, mas essa é uma área restrita. 

Uma bela jovem militar falou. 

- Me desculpe. 

Saio dali de pressa, minha mente estava prestes a explodir. 

Sento encostada no tronco de uma árvore, vejo Peter saindo do mini ginásio, correndo até mim.

PETER- O que você quis dizer com ele ser mentiroso? 

Sua voz estava ofegante. 

- Ele mentiu pra mim, falou que você e a Beatrice ficaram juntos, que ele me carregou até aqui, mentiu sobre eu não querer você perto de mim.

PETER- O que?!

Me levanto. 

- Você é o pai, eu preciso de você por perto. 

Coloco a mão na minha barriga. 

PETER- Posso? 

Aponta pra minha barriga. 

- Sim. 

Ele acaricia minha barriga. 

PETER- Nosso filho. 

- Nosso filho. 

Repito chorando. 

Ouvimos então uma explosão do lado de fora do muro, Peter se colocou na minha frente, e vimos os militares em prontidão, um deles grita para Peter. 

××- VAMOS PRECISAR DE VOCÊ! 

Ele olha pra mim e para a barriga. 

PETER- NÃO POSSO. 

O militar assentiu e se juntou aos outros, vejo Gabriel indo junto com eles. 

GABRIEL- ENTREM PRA DENTRO! 

Grita Gabriel, e assim fomos. 

Entramos e encontramos Dylan. 

DYLAN- O que houve? 

- Houve uma explosão lá fora. 

DYLAN- Menos mal, eles vão dar um jeito nisso. 

Se refere aos militares, e eu realmente queria acreditar que isso fosse verdade. 

...






Notas Finais


Até 😉


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