História Apocalipse Zumbi - Interativa - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Morto, Zumbi
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Palavras 1.747
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, LGBT, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


VAGAS FECHADAS (temporariamente)

Era pra ter saído anteontem, porém aconteceram imprevistos... Boa Leitura ❤

Capítulo 7 - Parabéns, Apocalipse!


Texas, 10 de Outubro de 2023

07:40.

Os zumbis cercavam o bar, não havia nada que pudéssemos fazer. Ou era apenas isso que pensávamos naquele momento.

- O que sugere, Mi? - Pergunta Shuhua.

- Não faço a mínima idéia... Não tem saída nenhuma há não ser a porta principal. - Diz Mi.

- Eu não entendo... Eles estão aqui na frente desde ontem e não saem de jeito nenhum! - Resmunga Sarah.

- Sarah, você sabe muito bem que é porque as janelas são transparentes. - Diz Rayssa.

- Estamos presos aqui para sempre. - Reclamo.

- Realmente... Se tentarmos atirar neles, poderão vir mais. - Diz Rayssa.

- Armem-se. - Diz Mi se levantando da cadeira e pegando suas armas.

- Sabia que iria pensar em algo! - Diz Sarah.

- O que decidiu? - Pergunta Shuhua.

- Estão sentindo esse fedor? - Pergunta Mi.

- Claro... Desde ontem o bar inteiro está assim. - Reclamo.

- Pois é, deve ser de um corpo morto ou algo do tipo... Podemos o jogar mais a frente dos zumbis. Talvez eles se atraem pelo corpo e deixam o caminho livre. - Sugere Mi.

- Arrasou. - Elogio apressada. - Vamos procurar, rápido.

Começamos a procurar pelo corpo, pelo menos pensamos que é um corpo.

- Mãe!!! - Grita Anna.

A cada grito que ela soltava chamando por mim, me fazia correr ainda mais. Aquele lugar era um pouco grande para ser um bar.

- Achou o corpo? - Pergunto ao chegar no local junto ao grupo.

- Não, mas acho que isso pode nos salvar. - Diz ela apontando para uma pequena porta, algo como um alçapão.

- Eu já disse que amo essa garota?! - Diz Sarah.

- Ele está trancado... - Diz Shuhua.

- E quem disse que isso é problema?! - Diz Rayssa ao atirar nos cadeados.

Abrimos o alçapão e entra um por um, até eu ser a última a entrar e fechar o alçapão. Percebemos que havíamos entrado em uma casa, porém e já de se esperar, abandonada.

Vários quadros bastantes antigos oucupam as grandes paredes. Não posso esquecer das teias de aranha, elas estavam em grande parte da casa.

Havia um quarto cheio de brinquedos e jogos. Desde um tipo de cassino, a uma piscina cheia de bolinhas coloridas. Certo, o dono misturava adultos com crianças, nossa...

 - Já podemos ir no shopping? - Pergunta Anna com um tom bastante baixo e calmo, algo como um sussurro.

- Claro. - Respondo. - Vamos, pessoal?

- Já? - Pergunta Shuhua

- Sim. - Respondo.

- Achei enlatados! - Diz Sarah com um sorriso no rosto, e nos braços, enlatados.

Dividimos os enlatados e colocamos uma certa quantidade em cada mochila. Abastecidos, saímos da casa pela porta principal.

A rua estava vazia, haviam apenas corpos de zumbis já mortos. Se aproximamos deles e percebemos que o sangue ainda estava fresco, havia pouco tempo que os mataram. O que nos deixa com um pressentimento que existem mais vivos por Texas.

Era incrível como o bairro vizinho estava infestado deles, enquanto esse está completamente vazio. Apenas nós estamos por aqui. Mesmo sozinhos, estávamos juntos e armados. Sempre atentos para o que poderia aparecer.

Após alguns minutos dobrando em várias ruas vazias, chegamos finalmente ao nosso destino, mas principalmente ao de Anna. No mesmo momento que chegamos, ela me olha e dá um sorriso com dentes à mostra. Porém, sem os de cima, já que eu havia arrancado. Calma, não se assuste, eram dentes de leite.

Quebramos a porta de vidro da porta principal. E naquele momento, sabíamos que o tempo que estávamos sozinhos por lá era pouco, muito pouco. Continuamos quebrando os vidros, ainda eram muitos para entrarmos.

Com o grande barulho, vemos de longe apenas um zumbi correndo em nossa direção.

- Melhor não, Rayssa. - Digo ao ver ela mirando em sua cabeça.

- Pelo amor de Deus, Hanny. É só um zumbi! - Diz ela.

Com a mira já no podre crânio, Rayssa atira. O zumbi caí na mesma hora que ela havia puchado o gatilho. O tiro é algo rápido e que deixa a pessoa sem escapatória. Ele pode acertar a pessoa em milésimos de segundos. A bala seria disparado a 820 km/h, e alcançaria 742 metros de altura. Neste ponto, começaria a despencar em queda livre, atingindo a velocidade máxima de 278 km/h.

Em segundos, mais zumbis aparecem de vários lugares. Uns viam de casas vizinhas, e outros apareciam de outras ruas. Todos corriam em nossa direção, naquele momento eu poderia fazer uma carta de despedida, mas o tempo não irá me permitir fazer isso.

- Quebrem logo isso! - Grita Mi.

- Por que você não ajuda a gente, então? - Pergunta Shuhua enquanto aumenta sua velocidade de quebrar os vidros.

Mi se cala e começa a quebrar os vidros. Primeira vez que vejo ela se calando para alguém. Os zumbis se aproximavam de diferentes lados, e poderia ver que o aniversário de Anna seria o último.

Conseguimos quebrar todos os vidros e corremos para dentro do shopping. Na entrada, acabo cortando gravemente minha perna e pés. Mi ajuda me carregando para a escada rolante. E lá de cima, junto a ela e Anna, sem ajudar, vemos Rayssa, Sarah e Shuhua carregando um forte portão preto de grades. Elas tentavam bloquear a entrada dos zumbis antes que eles podessem se aproximar mais.

- Ajuda elas. - Digo para Mi. - Eu sei me cuidar. - Ela continua me olhando. - Vá!

Mi desce a escada rolante rapidamente e ajuda elas a levantarem o portão. Até que finalmente conseguem o levantar. Os zumbis aparecem e começam a fazer força no portão para entrarem. Tentavam morder elas, porém o rolo das fitas e as próprias fitas que Mi havia colocado nas mãos e braços de todos havia servido mais uma vez.

Sem poder ajudar, vejo de longe seus músculos encherem mais. Eu precisava fazer algo.

- Anna... - A chamo.

- Sim, mãe... - Responde virando para meu rosto, seus olhos estavam inundados de lágrimas.

- Vai ficar tudo bem, apenas se me obedecer. Procure alguma gasolina por aí, rápido! - Mando. - E alguns lenços.

A mesma rapidamente pega uma barra de ferro e começa a invadir as lojas do shopping a procura do combustível. Fico bastante magoada por estar impossibilitada de ajudar elas, mas seus esforços eram grandes, pena que não podiam durar por muito tempo... Eram quatro mulheres segurando um grande portão preto e grosso com inúmeros zumbis do outro "forçando a barra" para entrarem.

Sarah acaba desmaiando, e por isso, mesmo fraturada, sento na escada rolante e começo a descer. Me levanto, mas tropeço e caio. Levanto novamente e pego pelos braços dela. A carrego para a escada rolante, e começa a subir para cima.

 Pela outra escada rolante, Anna desce rapidamente com a gasolina e os lenços.

- Joga toda essa gasolina pelo portão, em seguida, faça um rastro até em cima da escada rolante. - Mando.

Anna remove a tampa do combustível e começa a jogar o líquido ao redor do portão. Após isso, vai fazendo um rastro até a escada rolante. Todas se cansam de segurar o portão e o soltam. Nós subimos a escada rolante enquanto o portão caí e Anna termina o rastro do combustível lá em cima, como eu mandei.

Os zumbis invadem rapidamente o shopping e ssguem até a escada rolante. Porém, tiro o fósforo de meu bolso e o ascendo. Jogo ele no combustível e o fogo se espalha por todo o canto que Anna havia jogado o combustível, queimando assim, todos os zumbis.

Coloco os lenços no local do ferimento. Após isso, pego o rolo de fita que Mi ainda tinha e coloco a fita para segurar os lenços.

- Arrasou, garota. - Shuhua elogia Anna.

Mi tenta acordar Sarah, mas ela continua desmaiada. Os sensores disparam água após a fumaça encostar nele. Pelo fato de aparecer mais zumbis quando a chama apagar, corremos para mais fundo do shopping. Mi carregava Sarah e eu não obtinha ajuda alguma. Não que eu esteja com ciúmes, mas é que eu preciso de ajuda, não é?! Estou sangrando!

Infelizmente esse ano não podíamos curtir o aniversário de Anna no shopping, havia dado tudo errado. Por isso, vamos até a saída de emergência. Porém, antes que possamos sair, entra um homem bastante pálido. Apontamos a arma para ele, e o mesmo levanta as mãos.

- Não atirem, vim para ajudar vocês! Sou de um grupo de sobreviventes, vocês podem ir para lá. - Diz ele meio sem graça. - Ele se chama Busty.

Território Well, 10 de Outubro de 2023

11:24.

P.O.V. EZRA

- Temos que sair daqui.. - Digo andando para um lado e para o outro tentando pensar em algo. - Ele apenas finge ser do bem.

- Não tem escapatória... Tem muitos guardas, podemos morrer! - Diz Milana.

- Já sei! - Surge uma idéia em minha cabeça.

11:30.

- Trouxe comida para vocês. - Diz Alex ao abrir a porta. - Ezra? - Ele começa a nos procurar. - Milana?

Como havíamos combinado, Milana acerta na sua cabeça com seu taco de beiseboll rodeado de arame. Com seu desmaio, pegamos algumas chaves que havia em seu bolso, e suas armas.

- Melhor não. - Aconselha Milana ao perceber que eu iria atirar em sua cabeça. - Irá chamar atenção.

Saímos do quarto e corremos, até finalmente acharmos a saída do corredor. Corremos pelas pequenas casas e em meio de várias pessoas que moravam e viviam pelo local.

- Ei, vocês, parem aí!!! - Grita um guarda.

Continuamos correndo enquanto ele corria atrás da gente e tentava nos acertar. Até que chegamos há um lugar diferente. Era um grande arame que meda uns 9 metros de altura. Atrás dele, haviam milhares de zumbis. Pra quê guardar zumbis num território?

- Digam suas últimas palavras. - Diz o guarda aparecendo com algo como se fosse um machado em suas mãos.

- Sério isso? Estamos armados, garoto. - Digo sorrindo. - E você, com apenas um machado.

- Meu nome é Cam, não garoto. - Diz ele.

- Que seja... - Digo.

- Melhor não atirar, Ezra. - Diz Milana em meus ouvidos. - Ele poderá nos mostrar a saída.

- Tudo bem, Cam. Nos mostre a saída e iremos te deixar vivo. - Digo.

- Podem parar... - Diz Alex com sua cabeça sangrando e com duas pistolas em suas mãos. - Ele não irá mostrar nada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!

Égua, eu amei esse capítulo, óh...

Desculpe se seu personagem não apareceu no capítulo, sem idéias para pretextos dessa vez.

Acho que vocês já entenderam o meu ritmo kkj gosto de dar mais espaço para um grupo num capítulo, e no outro dar espaço para o outro...

Tenho uma ótima notícia para vocês... Sábado (17) e Domingo (18), irei estar produzindo o trailer da fanfic! Então, Terça-Feira (20), quando eu trouxer o 9° e novo capítulo, irei trazer junto o 1° trailer da fanfic.

Dias de postagem: Terça e Quinta

Ainda hoje saí outro capítulo, pois esse foi o capítulo de Terça...


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