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História Apocalypt Life (Apocalipse Zumbi) - Capítulo 20


Escrita por: leleps061

Notas do Autor


OOOOOOOOOOOOI
Sei que demorei e q isso deve ter deixado vcs ansiosos, entt sinto muito
Desde já, esse cap contém escrita bosta pela falta de prática, muitas novidades, e muita depressão
Espero q gostem, trouxe o pacote completo :D

PS: imagem linda, eu sei

Capítulo 20 - Three men


Fanfic / Fanfiction Apocalypt Life (Apocalipse Zumbi) - Capítulo 20 - Three men

— O que alguém da realeza como você faz aqui? — Tsukishima parecia nas nuvens em quanto arrastava Kageyama pelas pernas, os cabelos negros quase se desfiando pelo chão. 

Kageyama sentia a raiva entorpecer todos os seus membros. Como se braços e pernas amarrados e duas costelas que provavelmente estavam trincadas, ele ainda tinha que aturar as ironias e piadas do outro em sua frente, sem poder fazer nada. Ele não podia batê-lo, mata-lo, nem mesmo responder, pois sua boca estava amordaçada. E tudo isso no pior momento possível. 

— Ah, esqueci que você não pode falar agora. Que peninha. — Tsukki soltou uma risadinha.  

Conforme iam se perdendo na escuridão, Kageyama sentiu uma mudança no relevo abaixo de si. Sua cabeça bateu contra duas linhas metálicas, e depois começou a coçar com as pedrinhas que entravam em sua roupa. Se continuasse assim, ele não sobreviveria.  

Foi só depois de meia hora sendo arrastado que ele visualizou o pequeno prédio da estação de trem, sua placa quebradiça balançando acima deles. Tsukkishima estava prestes a joga-lo para dentro, quando uma outra silhueta abriu as portas automáticas. 

— Tsukki, aí está v- — Ele desceu o olhar até o corpo imundo e desengonçado de Kageyama. — Mas que merda? 

— Trouxe nosso jantar. — Kei soltou as pernas dele, que se estatelaram com um baque. Um choque doloroso subiu-lhe pelos ossos. — Se bem que é carne de pouquíssima qualidade. 

— O que foi? — Outro garoto, este mais baixo, esticou a cabeça pela porta, os cabelos lisos e platinados cobrindo seu rosto. — Quem é esse?  

— Um cara que encontrei por aí uns tempos atrás. É um baita babaca, podemos eliminar sem culpa. — Tsukishima tinha um ar risonho que fazia Kuroo estranhar.  

— Você ironizando me dá medo. — Ele comentou, se abaixando ao lado do corpo caído de Tobio.  

Kenma repetiu o ato, desligando o aparelho que antes tocava música em seus ouvidos. Pendurando os fones no pescoço, ele passou seus olhos gatunos por toda a estrutura alta de Tobio, as marcas roxas nos braços, e as roupas quase rasgadas pela viagem. Depois, levantou-se e sussurrou para o loiro.  

— Tem certeza que ele não é da Shiratorizawa?  

— O Rei? Pfff, não. — Tsukki disse como se fosse óbvio. — Ele só mata quando precisa.  

— Então, por que não ficamos com ele? — Kuroo sugeriu, também se juntando a conversa sussurrada.  

— Nem fodendo. Não arrastei a cara dele no asfalto só pra vê-lo todo dia. — Tsukishima não deu aberturas para discordâncias.  

— Você parece ter muito ódio dele pra conhecê-lo tão pouco assim. — Kenma não o fitou, suas palavras o desestabilizavam por si só. — Ele vem do mesmo lugar que você, não vem?  

Kei fechou a cara, seu cenho franzindo-se e os ombros tensionando. Kuroo notou, e rapidamente, pôs uma mão pesada sobre sua cabeça.  

— Nós te soltamos e permitimos que você ficasse com a gente, e estamos satisfeitos que você tenha ficado. Mas saiba que se quiser nossa confiança, vai ter que nos contar algumas coisas. Não pode esconder sua vida inteira da gente. — Tetsurou disse próximo à seu rosto, mas Tsukki o afastou com um braço. 

— Eu sei disso tudo. — O loiro deu um passo para longe, pondo as mãos nos bolsos para se acalmar. — Só não quero ficar com esse cara de jeito nenhum. 

— Muito convincente para alguém que saiu sem permissão no meio da noite. — Kenma balançou os braços, antes de repor os fones e voltar para dentro. — Façam o que vocês quiserem, eu vou dormir.  

Tsukishima praguejou baixinho, também se direcionando para dentro, antes de lembrar: 

— Solta ele.  

— Que? Depois de todo esse trampo pra pega-lo, você só vai solta-lo de volta? — Kuroo não entendeu, franzindo o cenho, assim como Kageyama.  

— Já deve ter acontecido alguma merda muito grande pra ele abandonar os amiguinhos. — Tsukki parou, segurando as portas com os dois braços com um tom zombateiro. — Ou talvez ele tenha se cagado sozinho. Ai já não é problema meu. 

Irritado por Tsukishima já ter deduzido tudo sozinho, Kageyama balançou a cabeça freneticamente, empurrando a faixa de pano de sua boca com a língua. Ele sentou-se de modo atrapalhado, os olhos furiosos. 

— Sabe o quanto Yamaguchi ficou mal quando você partiu?!? — Ele gritou, Kuroo dando um sobressalto assustado.  

A postura do loiro retesou-se. Ele não disse mais nada, porém também não conseguiu se mover. 

— Ele tá a dias sem falar com ninguém, nem mesmo consegue sair daquela caminhonete! E sabe por quê?! — Continuou, extasiado por estar conseguindo afeta-lo. — Porque você não conseguiu controlar uma crisesinha de nervos!!! 

Tsukishima deixou o calor tomar seu sangue, pegando e apontando a arma de Saeko contra ele. A estrutura delicada e pequena da arma o irritou ainda mais seus dedos trêmulos e ossudos, e seu cenho franzido arrepiava seus cabelos. Kuroo soltou um arfar ao sentir toda aquela pesada tensão.  

— Fala mais se quiser morrer, Rei. — Tsukki deu um passo para perto dele, destravando a arma.  

— Vai me matar como fazia antigamente? Vai ser o monstro do qual Tadashi te chamou?  

E então, Kuroo pôs uma mão sobre a boca de Kageyama, e lhe forçou o ar mais pacífico que tinha. Tsukishima estava cada vez mais tentado a puxar o gatilho, as palavras verídicas do outro ensurdecendo seu senso.  

— Já chega. Coiotes não lutam a noite. — Kuroo severizou o olhar para o mais alto. — Vá dormir, antes que eu te amarre de novo.  

Tsukishima sentiu a raiva chutar seu estômago, em quanto ele lutava contra a vontade de enfiar uma bala na cabeça daquele moreno ignorante, mas seu senso parecia retornar pouco a pouco aos seus neurônios, e ele abaixou a arma, soltando apenas um ganido raivoso antes de obedecer aos mandos de Kuroo. Quando os dois morenos ficaram sozinhos, Kageyama caiu deitado novamente, um tanto sem fôlego. 

— Espero que esteja orgulhoso, porque você conseguiu mesmo desestabiliza-lo. — Kuroo repôs a mordaça com brutalidade.  

“Desnecessário usar o passado de alguém como uma arma” 

Utilizando apenas de sua força física, Tetsurou jogou o corpo de Kageyama sobre seu ombro, e dando uma última verificada nos arredores, ele saiu da área da estação, seguindo para os fundos pelo lado de fora. Esgotado, sem fôlego e com sede, o mais novo desistiu de tentar escapar agora. 

Após uma curta caminhada, os dois chegaram enfim a famosa linha dos trens. Uma grande área externa coberta com um telhado vermelho se estendia até o início de um túnel, onde diversos trilhos se dividiam para que mais de um trem pudessem passar. A noite, o túnel de pedra parecia muito mais assustador, e isso se triplicava com os gemidos de zumbis que ecoavam lá de dentro.  

— Sinto muito, mas a maior mordomia que posso te dar é solta-lo lá dentro. — Kuroo apontou o túnel com a cabeça. 

Kageyama o encarou assustado, e suas pernas se mexeram em pânico. 

— Tente sobreviver a isso e então fuja. Ou você prefere que eu deixe o Tsukki te matar? — Suas poucas opções fizeram o moreno perceber que na verdade, estar vivo até ali era pura sorte.  

Em quanto era carregado para seu leito de morte, Tobio observava a parte de trás da cabeça do maior, seu único ponto de vista agora. Os cabelos arrepiados do couro a ponta e a pele bronzeada... Ele tinha uma aparência bastante peculiar para alguém que nem era tão mais velho que si.  

“São esses caras que estavam na estação de trem? Eles fizeram a fumaça que eu vi? E o que fizeram com o Tsukishima para que ele aceitasse ficar tão facilmente?” 

— Mesmo se você sobreviver ali dentro, não ache que está seguro. Do outro lado do túnel, é... — Kuroo deu uma pausa melancólica, e levemente temerosa. — É a área de uns caras bem perigosos. 

Kageyama murmurou alguma coisa, mas sua voz foi abafada pela mordaça. Curioso para saber um pouco mais sobre esse sujeito tão audacioso e batalhador, Kuroo usou um dedo para abaixar o pano e permitisse que ele falasse. Ele não era louco de gritar num lugar como esse. 

— Shiratorizawa? É a área deles? — Indagou baixinho.  

— Então você os conhece? — Kuroo tomou um tom mais ameno, parecendo até mesmo compreensível. — Já sinto muito por você. 

— Hã? Por quê? 

— Ninguém conhece aqueles caras com o pé direito. Eles com certeza... tiraram alguma coisa de você... — Ele abaixou a cabeça involuntariamente.  

As poucas lembranças que tinha com Lev o afetavam. Mesmo que depois do sumiço de sua irmã ele tivesse perdido aquele brilho, a falta de alguém com positividade e inocência ainda lhe causava saudade. Por isso, agradecia internamente a Kenma, o único que sempre estaria ao seu lado. 

Kageyama, vendo o luto silencioso do outro, se manteve quieto, esperando que Kuroo o levasse até seu destino.  

Tsukishima jogou-se deitado sobre o fino tecido de couro — agora conhecido como sua cama — e afundou a cabeça no lugar quente. Sua boca balbuciava palavrões involuntariamente, em quanto seu coração ia perdendo a velocidade aos poucos.  

— Dá pra calar a boca? Não consigo dormir. — Kenma reclamou de sua cama no topo do beliche.  

Tsukki encarou de escanteio a luminosidade azul que vinha da cama dele, e soube que ele não estava tentando dormir coisa nenhuma, e sim afundado naquele videogame de plataforma com pilhas recarregáveis. Afundou o nariz novamente sobre o tecido, e continuou a resmungar.  

Seus pensamentos iam de ódio até a imagem de Yamaguchi, e como ele deveria ter ficado após sua partida. O conhecendo tão bem, ele provavelmente deve ter chorado até desidratar, ou então se isolado de todos e tentado o máximo possível o esquecer — sem conseguir, é claro. 

Mesmo sabendo disso tudo, por que se sentia tão... pesado? 

Interrompendo seus pensamentos, sentiu um travesseiro velho e mofado bater contra suas costas. Ele levantou o olhar, onde Kenma o encarava com sonolência e estresse.  

— Disse pra calar a boca. 

— Vai se ferrar. — Tsukishima roubou o travesseiro para si, deitando sua cabeça sobre ele, e logo se arrependendo com a falta de conforto.  

Kozume desligou seu videogame, sentindo as pálpebras o castigarem por demorar tanto para fecha-las. Entretanto, ao ver a expressão um tanto perdida de Kei, ele quase se sentiu curioso. O frio, rabugento e distante loiro estava estressado com alguma coisa, e isso soava muito raro, por mais que eles se conhecessem á tão pouco tempo. 

— Para de me encarar. — Tsukki brandou, a voz abafada.  

— Eu encaro o que eu quiser. — Kenma rolou em seu colchão para acomodar-se novamente. 

Encarando tediosamente seu teto, ele ouviu Tsukishima começou a roncar baixinho.  

“Que cara inacreditável” 

Embalado pelo companheiro já adormecido, ele deixou que seus olhos se fechassem também, e o mundo dos sonhos permitisse que ele voltasse á seu amado videogame. E ele estava quase conseguindo, se não fosse pelo estrondo baixo de uma porta metálica se abrindo. Voltando a vida pesarosamente, ele bufou. 

— Te acordei? — Kuroo esticou os olhos por cima da escada de madeira que ligava as duas camas.  

— Não, eu só estou apreciando a caminhada das baratas que andam passeando pelo teto. — Kenma preferiu nem o olhar, a voz tão irônica quanto irritada.  

— Desculpe, gatinho. — Kuroo fez beicinho, apoiando o queixo sobre o último degrau.  

Kenma bufou mais uma vez, levantando um tufo de seus cabelos que estava pendurado sobre seu rosto. Kuroo achou a curta cena cômica, usando dois dedos para tirar ele mesmo os cabelos dos olhos do menor. 

— Pode dormir, eu vou ficar aqui por um tempinho. 

— Não consigo dormir com alguém me encarando, então sai daqui.  

— Não seja mal, gatinho.  

— Vá pro inferno.  

Tetsurou soltou um riso nasalado e bobo. 

— Pode partir meu coração mil vezes, se desejar. Sempre foi seu para fazer o que quiser.  

Kenma franziu o cenho e os lábios numa careta enojada, antes de fita-lo com um olhar cético. Kuroo riu e abanou uma mão, indicando que estava apenas brincando. Cansado, Kenma deu as costas para ele, puxou uma fina coberta, e enfim acomodou-se numa posição pronta para dormir.  

Sabia que as orbes avelã o estavam observando, mas por aquela noite, ele permitiria, desde que o outro não fizesse barulho.  

“Idiota”. 

Em quanto o grupo se adaptava, agora sem Kageyama e Tsukishima, o espaço do asfalto era seu acampamento, onde eles passaram longas e dificéis semanas.  

E juntamente com o inverno, coisas piores aconteciam. 

Oikawa corria escadas a baixo, lágrimas grossas e frias escorrendo por seu rosto, sua visão totalmente embaçada pelo sangue. Podia ouvir os passos do enorme bando de zumbis o perseguindo, rugindo esfomeadamente seu nome. Porém a dor que sentia em seu corpo não era cansaço. 

Era algo muito pior. 

Após uma sequência de escadas, suas pernas pediam por ajuda. Desviando sua rota para que se trancasse num depósito, ele fez o mínimo de barulho possível, e pôde ouvir os ruídos de passos se afastarem em outra direção. 

Suas costas escorreram pela porta, até que ele estivesse sentado no chão e abraçado a seus joelhos. Lágrimas umedeciam sua pele, fazendo o sangue borrar sua roupa. 

As recentes lembranças percorriam sua mente, corroendo sua respiração e impedindo que ele se sentisse calmo. O ar escapava lentamente por suas narinas, e ele torcia para que infartasse logo.  

— Iwa-chan... — Ele apertou mais seus joelhos. — Eu sinto muito...  

Mais dias se passaram. Oikawa temia que uma semana ou mais. A companhia de vassouras e produtos de limpeza não era exatamente a coisa mais entretida que tivera. A única coisa que sabia era que o milho enlatado tinha acabado, e aquela garrafa que derramara em seu rosto era a última — sem contar o estômago, que roncava a mais de horas. 

Tooru limpou mais uma vez os olhos úmidos, e levantou-se. As pernas estremeceram, acostumando-se depois de tantos dias com câimbras e dobradas. Oikawa colou a orelha a porta, não ouvindo nada próximo. Ele encarou hesitante a mochila azul que havia trazido consigo. As letras em prata bordadas abaixo das alças fizeram-no querer morrer. 

“Iwaizumi Hajime” 

Ele respirou fundo, limpou as lágrimas, agarrou a mochila, e então saiu correndo corredor afora.  

Para sua sorte, ele conseguiu descer mais alguns andares sem se deparar com bandos de zumbis. Apenas no térreo que a sorte voltou a não ser sua.  

O bando de zumbis que o perseguia no outro dia sentiu seu cheiro assim que ele pôs os pés no piso coberto de poeira. Ele soltou um palavrão baixo, pegando sua faca mais afiada no momento.  

— Venham! Vou acabar com todos vocês sem nem suar!! — Ele berrou a plenos pulmões. 

Todos os zumbis vieram de uma só vez, nada coordenados, e mesmo assim, supreendentemente fortes. Oikawa utilizava de suas pernas compridas e de sua visão ampliada para subir e descer as escadas, assim, sempre tinha acesso fácil às cabeças dos zumbis. O sangue esvoaçava por todo lugar, desde teto ás paredes, causando um mar vermelho e podre abaixo de seus pés. Os zumbis caiam aos montes das escadas, em quanto sua faca perfurava cérebros atrás de cérebros. 

Uma agilidade sobre-humana. Oikawa tinha um brilho furioso no olhar, sentindo que suas pernas cederiam a qualquer instante. Ele sabia que se parasse de se mexer por um segundo sequer, desmaiaria de fome. 

Era um monstro, e agora estava agindo como tal. 

Uma hora se passara, e finalmente, o último zumbi caira. E Oikawa também. 

Ele sentiu as costas estralarem ao cair sobre a pilha de corpos mortos que causara. O cheiro e os insetos rastejavam por seu corpo, penetrando sua carne. Porém, sua visão estava esbranquiçando, juntamente com suas dores. Olhando melancolicamente para o teto, ele sussurrou: 

— Iwa-chan... 

Sol. Os raios do rei da terra receberam seu rosto com suavidade, seus olhos mal acostumados lacrimejando mais um pouco. Tooru pôs o antebraço como sombra, e caminhou mais.  

A cada passo que dava, mais lágrimas caíam. Os ossos doloridos não aguentavam mais. Ele precisava chegar á algum lugar antes que desmaiasse e fosse devorado ali mesmo.  

Seguindo pelas desertas e grandes ruas entre os prédios, Oikawa sequer olhava ao redor. Sentia que se olhasse para os lados e percebesse que estava sozinho, acabaria se matando antes de sair daquele inferno de cidade.  

E ele estava certo. 

— Parado aí, amigão. — Uma voz gritou de trás de si, a voz rebatendo entre os prédios e causando um eco longo.  

Oikawa virou-se lentamente, as olheiras e rosto coberto de sangue. Seus cabelos castanhos sempre num penteado elegante, hoje escorriam por suas orelhas como se ele os tivesse abandonado. Seu corpo magricela e aura de morto-vivo haviam arrancado completamente o homem lindo que ele fora de dentro de si.  

— Uou, você está acabado. — A silhueta ao longe disse. Segurava uma arma grande nas mãos, e usava roupas estufadas, além de um boné.  

— Quem... quem é... você? — Oikawa disse aos suspiros, forçando-se a ficar em pé. 

— Eu que pergunto. — O sujeito retrucou. — Você eliminou um bando de exatamente 105 zumbis sem ser mordido ou atacado mortalmente. Que tipo de monstro é você?  

— Dos piores. — Oikawa respondeu, cerrando os olhos. Não tinha tempo para conversa fiada. 

— Espero que sim. — O sujeito abriu um grande sorriso. — Por que não se ajoelha com as mãos na cabeça para resolvermos essa história do jeito mais fácil?  

Antes que Oikawa pudesse responder ou escapar, o cano de uma arma foi socado contra sua nuca, e seu corpo enfim rendeu-se aos sentidos esgotados. Atrás de seu corpo caído, outro sujeito de cabelos negros e encaracolados aparecera. A máscara cobrindo sua boca não permitia grandes descobertas, mas em seus últimos segundos, Oikawa pôde ver as duas pintas acima de sua sobrancelha, e as orbes negras que expressavam frieza. 

— Poxa, eu tava gostando desse cara. — O sujeito que falara ao longe se aproximou, pendurando a arma nos ombros. 

— Ele morreria se continuasse falando. E também... — O de cabelos negros franziu o nariz. — Ele está nojento.  

— Você e sua mania por limpeza.  

— Calado, Tsumu.  

— Senhor, senhor, senhor! — O homem moreno adentrou a sala desesperadamente.  

— Controle-se, Gochiki. — O líder disse, organizando por ordem crescente, balas de arma em sua mesa. 

— Tendou capturou um homem! Ele diz querer se juntar a nós, e que tem informações valiosas sobre outro possível grupo! 

O chefe parou, levantando lentamente o olhar para ele. Que situação... inesperada. 

— Mande-o trazer até mim. 

— S-sim senhor! — Gochiki saiu correndo novamente. 

O chefe recostou-se a sua poltrona de couro, e apoiou o queixo num punho fechado.  

“Já faz tempo que ninguém novo aparece por essas bandas.” Ponderou. “Pode ser o sinal de um recomeço” 


Notas Finais


Não me façam perguntas, n vou responder nenhuma
Pq eu sou do mal
MUAGHAHAHAHAHA

Brincadeiras a parte, teve que acontecer. Se não fosse agr, seria mais pra frente, entt sinto lhes dizer, vamos ter que superar mais uma morte
Cap q vem vou pôr um monte de flashback, só pra sacanear

(ps: não odeiem Kageyamazinho)

Bjos e até mais demorados dias


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