História Apocrypha: Boku No Hero (Interativa) - Capítulo 11


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Midoriya Izuku (Deku), Personagens Originais
Tags Apocalipse, Bnha, Boku No Hero Academia, Interativa, Nova Geração
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Palavras 3.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nem demorei tanto assim né? Fiz de tudo pra acabarde descrever exatamente hoje para postar tudinho pra vocês, espero que goste, desculpem qualquer erros e BOA LEITURA!

Capítulo 11 - Boa sorte.


Fanfic / Fanfiction Apocrypha: Boku No Hero (Interativa) - Capítulo 11 - Boa sorte.

- Voltamos dos nossos pequenos comerciais, eu diria que eles passavam como um piscar de tão rápido que foram não é mesmo? - Souske dá uma piscadela para câmera enquanto sorri logo após de rir da irônia, ele volta a falar assim que é mostrada novamente a ilha e os participantes em posição de preparados e prontos para correr.

- Nossa pequena prova está prestes a iniciar, mas antes preciso contar algumas supresinhas sobre nossa segunda prova, as bandeiras em terra firme são poucas, sendo assim, vocês vão precisar sair da ilha para mergulhar e tentar achar mais bandeiras no fundo do mar, mas lembrem-se disso, a ilha está em movimento... Ao termino da prova eu quero todos vocês em pé, na areia da praia, aqueles que estiverem na água ou na pequena floresta que temos ali para o meio da ilha seram desclassificados. Espero que tenham entendido e... COMECEM!

Pegando de surpresa à todos ele gritou e deu então inicio para a confusão e caos que se formou na minúscula ilha, todos corriam e tentavam alcançar alguma bandeirinha que estivesse exposta, quando todas bandeiras visíveis já nao estavam mais disponíveis sobrou pelo chão apenas uma areia bagunçada pela correira, todos já estavam à entrar no mar para conguirem mais e mais bandeirinhas, talvez até em busca de sua primeira e única, um desses era Ren, o garoto não era do estilo esportivo, nem rápido e nem forte, apenas tinha inteligência e uma mente brilhante o suficiente para criar com grafetos da praia e cordas um mecanismo que funcionaria como rede, na primeira jogada da rede na areia do mar seus olhos se pudesseram a brilhar, cinco bandeiras brancas estavam presas junto de areia e pequenas pedras. Outro de relevância que deveria citar é Shinsky, sim, o mesmo garoto que cria servos, uma peculiaridade fulminante, não seria problema para ele conseguir várias e várias bandeiras com ajuda de um de seus servos, este sendo exclusivamente aquático, um tubarão feito de sombras sólidas, tão sólidas que poderiam cortar alguém com o seu passar rápido pela água enquanto o mestre do mesmo comanda e pega os objetivos com rapidez; Long-chu conseguia acompanhar a rapidez do rapaz anterior, porém, a simplicidade de Ren, a garota usava as mãos para segurarem e agarrem todo e qualquer bandeira que estivesse na 'visão' da mesma, visão está que era apenas possível graças a energia que formava cada coisa no mundo, até mesmo na extensa areia, Shirin também usava de sua peculiaridade para rastrear qualquer que fosse bandeirinha, deixando apenas dos joelhos para baixo dentro da água e agarrando o objeto rastreado assim que chegava perto de algum, com seu jeito desengonçado e meio lerdo, seria até cômico ou fofo, dependendo de quem o visse; sua peculiaridade tinha a longividade reduzida no fundo do mar, podendo "ver" só à 10 metros, talvez até menos, mais pelo menos tinha alguma vantagem e diferencial dos outros; Sarah era uma das poucas que ainda estava com um total de uma bandeira em mãos, era difícil para a mesma tentar nadar, entrar no mar ou qualquer coisa que envolvesse tocar na água, isso além de a enfraquecer também a deixaria cansada fisicamente e mentalmente, ela optou entrar na floresta e tentar a sorte, sorte está detonada ao ver tantos outros adversários velozes e ela sem nenhuma fonte de poder, o seu fogo, não que isso a ajudaria em muita coisa, ela bufa com seus pensamentos e encontra uma segunda bandeira ao lado de uma flor, um lírio, ela sorri mesmo sabendo que talvez não conseguisse passar daquela fase, mas apenas por ver aquela flor, a sua favorita, a deixou feliz e com um novo ar de esperança. 

Chegada o fim da prova, alguns participantes ainda estavam por procurar bandeiras na água, foram esses os desclassificados, um máximo de cinco concorrentes, deixando que os vinte e quatro ali em pé na praia passarem automaticamente, parece que a sorte estava sempre ao favor da turma 1-A, de fato, não era uma surpresa que todos os alunos daquela específica classe haviam passado para a próxima fase, talvez fosse até um recorde, ao longo dos anos essa mesma turma sempre conseguia passar todos seus alunos até a última fase, e não foi diferente do ano atual, seria uma surpresa se alguém não conseguisse passar. Logo a fase que para aqueles que sonham ser um herói de verdade estava prestes a começar, essa fase seria seu pontapé inicial, para sua carreira e sua fama; mostrar suas habilidades na frente de tantas pessoas, seja cíveis ou heróis do ramo, curiosos para verem os novos rostos e sua inevitável concorrência, era uma grande chance, o destaque e o foco de todos os olhares, principalmente das agências, durante sua luta era o essencial, as lutas eram sem dúvidas a mais aguardada e mais importante das fases do festival, afinal, quem não gostaria de ver dois adolescentes super poderosos lutando um contra o outro? Seria um desperdício de tempo se você não assistisse isso e fosse fazer qualquer outra coisa, todos os olhares focados neles, todos os olhos focados em nós.

Meus cabelos loiros bagunçados e molhados, minha pele alva suja por pequenas particulas de areia, meu estado de espírito era de esgotado para morrendo, em meu rosto existia o cansaço e foi nesse momento exato momento que me notei olhando para o meu reflexo do espelho em minha frente, todos nós, os vinte e quatro sobreviventes das primeiras fases da competição, estávamos sendo transportados para a arena principal novamente, todos sentados em seus lugares na enorme nave hipertecnologica de cor azul escura, a função original desse tipo de nave era levar soldados e heróis até o campo de batalha inimigo na antiga guerra mundial, mas hoje, ela é usada apenas como transporte, é até meio estranho imaginar que, se eu tivesse nascido à alguns anos atrás eu talvez tivesse que meter na guerra, sinto um leve arrepio só de imaginar tantas mortes e tanto ódio envolvido naqueles que partiparam, mas algo me puxa de novo para realidade, um som, Asteria, a garota estava a dormir meu lado, sentada na cadeira e pelo cansaço que as provas tiveram causaram em todos, ela não foi a única a sentir, vejo que vários outros também dormem em sua cadeiras enquanto outros apenas observam o céu passando e as nuvens próximas da nave, além da imensa paisagem que o mar vazia, Asteria estava a roncar e isso me fez acordar, ela estava praticamente jogada enquanto dormia na cadeira, era uma cena engraçada de ver e não foi para que ouvi uma risadinha soar do meu outro lado, meu outro vizinho de cadeira era Nico, o cara da tatuagem na língua, ele se divertia com a cena de Asteria quase babando e eu tive que me conter para não faze-la acordar, mesmo pela situação, ela ainda merecia seu descanso, olhei para Nico e ele sorrio para mim, senti como se cumprises, mas não porque Nico tinha o jeito de vilão divertido, mas sim pelo companheirismo que me transmitiu pelo sorriso, quando eu mal percebi, também estava prestes a dormir, até que me olhei uma última vez no espelho a minha frente e constatei, sim, eu já não era mais o mesmo.

...

Novamente todos posicionadas, perfeitamente alinhados, disfarçando um falsa felicidade de ainda estar ali, de fato, era uma honra ter chegado tão longe na competição com tantos outros alunos que foram se desclassificando, com peculiares talvez até maiores e melhores que as nossas, porém, o cansaço da corrida, do nado e do uso de nossos poderes, era inevitável querer sair correndo dali até em casa, se jogar na cama e dormir uns bons dois dias.

- Olá meus finalistas, é ótimo ver que nenhum de vocês quebrou nada até chegar aqui, mas bem, acho que chegou a hora que todos aguardam, a hora onde separamos as crianças de futuros herois, tentando conquistar o topo, e claro, quebrar alguns ossos até lá. - Deu uma leve risadinha acompanhado do público que ria e aplaudia.

Eu olhei para a plateia nas arquibancadas, na procura da minha família, eles disseram que iriam me assistir bem na frente, nos bancos reservados aos familiares, encontrei apenas o cabelo negro e os olhos azuis cristal do meu irmão mais velho, sentado sozinho, sem sinal de mamãe e papai, foi uma surpresa te-lo visto, ver meu irmão vendo as minhas ações, sabendo que ele veria meu desempenho ao vivo e a poucos metros de distância foi algo que não sabia que iria me atingir tanto, um nervoso sentimento diferente começou a se formar, minha barriga esfriou e borboletas pareciam querer sair de lá, minha relação com meu irmão não era as das melhores de uns tempos para cá, isso era um fato, mas porque desse sentimento? Algo parecia errado e fora do lugar, algo em minha cabeça tentava se lembrar de algo mas as peças não se encaixavam, tentei deixar isso de lado mas o nervoso de te-lo ali como espectador realmente mexeu comigo.

- Chegou a hora, logo mais no telão atrás mim iram ser apresentadas as primeiras duplas que se enfrentaram em uma luta, infelizmente, ou não, não seram até a morte. - Ele deixa uma pausa enquanto as pessoas da plateia riem, ele faz uma cara de triste e volta a falar sorrindo como se não tivesse dito nada demais. - o primeiro que pisar fora da área marcada no nosso "ringue de luta" estará fora, simples e igual como sempre fazemos, como é que conseguimos viver nessa mesmice eim? - Pergunta rindo e gritos de concordância são dadas para ele, ele sorri novamente, Souske é tão confiante e concreti com suas palavras que até me faria acreditar que meu nome é outro, sua voz transmite muita convicção que poderia até vender areia em um deserto.

Não demorou muito até que o enorme telão que se ligava completamente á gigantesca parede do estádio se ascendesse, as fotos de todos nós estavam lá, rodopiando pela tela até que formaram um círculo e por mim cada uma das fotos se uniram com alguma outra, o resultado foi exatamente esse:

Seline Arkyi VS Sarah Svetlana

Diggie VS Amaya Takana

Ryo Kamishiro VS Moira

Nekuro Horlinct. VS D.V.

Asteria Antonenko VS Kai Dragneel

Long-chu VS Isaac Müller

Ren Ootsuka VS Aoi Shimizu

Shizen Uhū. VS Sora Yamazaki

Kyra Wolf VS Yumi Ruuyki

Ayano Akai VS Apollo Montgor Luxy

Shinsky Nurakami VS Nico Frontier

Shirin Dokomo VS Hiory Akishiro

- Vamos começar com beleza e graça, com primeiramente duas damas, peço que todos os outros se reconham para os backtages, já as duas moças um passo a frente. - Logo todos nós estávamos nós retirando para os "bastidores" do evento, isso significava escolher entre uma sala fechada com uma TV passando a luta atual ou a arquibancada exclusiva de alunos, que não tinha nada de diferente das outras a não ser a separação de uma parede com os outras normais, já que ela era bem no meio da normal, Sarah parecia nervosa mas Silene a passou confiança com o olhar, mesmo sendo oponentes, ainda assim as duas tinham certos laços de amizade por entrarem juntas na academia, Sarah estava levemente corada e pela televisão era notável, eu havia escolhido ficar sentado na sala de espera sozinho, já que todos os outros prefiraram a arquibancada, na verdade, eu não havia notado mas existia outra figura comigo... 

Voltando ao campo principal, as duas meninas estavam em frente uma a outra, distanciadas por alguns metros, posicionadas em cada extremidade do tatame de cor bengue, seus pés já dentro da linha demarcada com vermelho, Souske estava sentado em uma espécie de cadeira flutuante à esperava da professora Amaka, que seria a juíza e "segurança", caso alguém saísse de controle ou tivesse prestes a matar alguém, Souske apenas iria narrar sentado em sua cadeira e isso o daria a melhor das visões, além de poder flutuar ele poderia se mover no ar, ele sentia tão bem e continuava tão confiante que até me ascendeu algo dentro de mim novamente, desta vez uma chama de animação, eu estava pronto e daria o meu melhor, mesmo com dificuldades ou quase morrendo de cansado, tudo isso, com um sorriso.

- Obrigado por vir Amaka, agora que temos sua supervisão daremos início à nova fase da competição com a primeira luta, garotas, chegou a HORA DO SHOW! - Em uma explosão de animação sua voz soou, dando um início energético para aquela luta que ninguém saberia dizer quem venceria.

- Sarah, me desculpa, mas eu quero muito passar e não vou me conter, por favor... eu não quero te machucar. - Silene não deixou os segundos passarem para começar a tentar dialogar com sua oponente, ela não queria a subestimar, mas Silene sabia de seu próprio poder e realmente não queria machucar a colega de nenhuma forma.

- Não me subestime Silene, eu posso com você e vou com tudo, e se não vier com tudo então eu peço que VOCÊ desista. - Sarah estava um pouco irritada com a fala da amiga, ela também quero muito passar e mesmo que lutasse com alguém mil vezes mais forte ainda assim não desistiria até que a luta chegasse ao final, se tinha algo que Sarah estava cheia naquele momento era unicamente de determinação.

- Não foi oque eu quis dizer, eu só... - Tentou continuar mas sabia não seria possível discutir aquilo contra Sarah, que em sua cabeça era a pessoa mais teimosa que conhecia, não pode deixar de sorrir ao ver a determinação fluir de Sarah para fora, a sua oponente estava fervendo e isso despertou também em Silene, ela não ficaria para trás.

A batalha que foi curta, porém, cheia de revivoltas se deu início quando os espinhos de Silene começaram a crescer e formar uma barreira atrás da mesma, uma estratégia óbvia e que quase todos os anos alguém com peculiaridade de criação usa, uma barreira feita para não ser empurrada para fora e ter total controle da frente, os espinhos então foram crescendo pelo chão e indo em direção à outra de cabelos verdes com uma velocidade considerável, sem dúvidas Silene tinha prática de sobra com sua peculiaridade, Sarah pulou da direção oposto dos espinhos que continuavam a sair do solo em sua direção, ela se pôs a correr seguida do ataque que a seguia com velocidade, quando à alcançou parou a centímetros de suas pernas, Sarah se preparava para o impacto que não veio, abriu seus olhos e viu os espinhos parados, quando ia virasse para encerrar sua oponente para xinga-la por brincar daquele jeito com ela na frente de tanta gente, os espinhos cresceram bem de baixo de seus pés, crescendo tanto que começaram a cobrir a garota até os ombros, os espinhos continuaram a crescer e a levaram junto para cima, até metros longe do chão com ela presa nos espinhos que formaram uma espécie de "vestido" enorme, realmente parecia um vestido feito de espinhos se você olhasse mesmo de relance ou com atenção.

- Rosa do amanhã. - Silene sussurrou fracou a sua arma secreta que cresceu bem pouco por entre os espinhos que fizeram o primeiro ataque à Sarah.

A expressão no rosto de Sarah parecia de surpresa, desesperada ou assustada, ela sorria, com um sorriso triunfante enquanto levantava o único braço não coberto para cima, o dia estava enrolado e não muito úmido e Sarah usaria isso ao seu favor, a garota não sabia e talvez não conseguia criar fogo para usa-lo, precisava de um fonte primária para isso, para seu plano Sarah tinha o sol, fornecedor de luz e calor, assim como fogo e os próprios espinhos de Silene, ele tentou quebrar a ponta de um deles, conseguindo uma pequena lasca, rapidamente ela se pôs a esfregar com força nos espinhos que cobriam ao seu seio esquerdo, foi então que uma pequena faísca, ali estava a sua fonte, a pequena brasa de fogo começou a voar até parar em frente aos seus olhos, a deixando vesga, ela como se rezasse, fechou os olhos e apertou a mãos contra o peito com força, a pequena brasa se transformou em verde e daí a luta realemnete iria começar.

- INFERNO PESSOAL. - As chamas tomaram conta do lugar onde Sarah antes estavam, formando uma bola de fogo verde de seu tamanho, quando se apagou foi encontrada uma Sarah com um sorriso confiante no rosto, em pé nos espinhos que agora não à cobriam mais, era como se ela estivesse uma plataforma negra que estava começando a se incendiar, Sarah era esperta e não deixaria seu fogo morrer, mantendo no melhor lugar, nos espinhos, usando o poder de sua adversária contra a mesma, mas essa não foi a melhor parte, a melhor parte foram os seus olhos brilhando em verde vivo e com isso Sarah saltou da estrutura, seu corpo radiava calor e sua mão um bola de seu fogo flutuava, com o salto Sarah usou isso para atacar de cima com seu melhor ataque, para acabar com tudo aquilo rápido.

- IMPÉRIO DAS LABAREDAS. - De fato, um podoroso poder de fogo foi em direção a Silene, que estava bem abaixo, uma rajada de chamas verdes consumiram a redoma de espinhos que a garota prontamente formou em volta de si, pegando fogo de fora para dentro, com certeza ela não ficaria tanto tempo lá dentro, seria praticamente estar em uma sauna com o calor no máximo, talvez fosse até queimada viva, Silene tinha que sair rápido ou perderia e sairia com sequelas horríveis, foi quando, a maior das surpresas brotou, literalmente brotou, um brilho vermelho e então de uma pequena rosa escondida um dos espinhos, Silene havia sido quase como se fosse teletransportada, não perdeu tempo e partiu para a luta corpo à corpo, a de cabelos verdes pela surpresa não pode revidar e acabou se descuidando, caindo no chão, a bola de fogo em sua mão estava prestes a sair voando na cara oponente, mas foi quando a água de Amaka a impediu, o sinal tocou e por fim Sarah percebeu, ela havia caído para fora da linha.

...

Algum tempo depois os próximos a subirem ao palco foram Amaya e um garoto estranho de óculos e cara de coruja, seu nome era Diggie e não parecia muita grande ameaça, se Amaya usasse sua força física com certeza iria vencer até o levar para fora da linha, oque mais um garoto com cara coruja e corpo magricelo conseguiria fazer? Bicar?

- Certo, Amaya e Diggie, vocês podem começar. - Diferente da primeira luta onde Souske praticamente gritou ele dessa vez falou calmamente e suave, dando início a segunda luta do dia.

- Eu vou acabar com você rápido, então porfavor, tente nao se mexer. - Diggie falou tão calmamente como Souske, sua voz era parecia com a de um senhor de idade, a fala dele deixou Amaya apostos para qualquer ataque, atenta a qualquer movimento, mas foi em vão, afinal, quem conseguiria ver alguém que para o tempo? Amaya Takana foi eliminada tão facilmente e rápido, igual um piscar de olhos, Diggie a carregou para fora da linha vermelha e assim que tudo voltou a rodar, Amaya estava fora.

...

Ryo Kamishiro, da divisão de assassinos, contra Moira, da turma 2-A de heróis, duas garotas novamente, uma de frente a outra, tão parecidas, seja em tamanho e personalidade, mudando apenas a cor de seus cabelos, uma cinzenta, a outra, ruiva, se fossem olhadas rapidamente seriam facilmente ditas como irmãs, e as duas prestes a se enfrentar, mas antes que Souske dissessem alguma coisa eu minha atenção foi tirada da TV, alguém tocou-me o ombro e falou, pela primeira vez em muito tempo dirigiu a palavra diretamente para mim:

-Boa sorte, irmão.



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