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História Após a queda - Hannigram - Capítulo 6


Escrita por: xlazily

Notas do Autor


Admito sou péssima escrevendo lemon,
peço um desconto porque ficou trágico 😂😂

Capítulo 6 - Coquetel


Fanfic / Fanfiction Após a queda - Hannigram - Capítulo 6 - Coquetel

    Hannibal destinou-se a se mover dois passos a direita fitando o aposento suspirando quão fadigoso era rastreou uma provável figura no negrume da noite, rebaixou a cabeça para cravar olhos olhos avelã no relógio de pulso da marca LeCoultre, em aço inoxidável, completo com sua elegante pulseira de couro azul, com fações de proporção formosas e simétricas, seu puro refinamento se manifesta, entre outras coisas, na atenuação de seu mostrador vertical de cetim com um centro opalino, os ponteiros marcavam meia noite, no momento presente contou que se cruzaram exatas oito horas, desde Graham assassinou Harry, o mais velho precisou higienizar toda a instalação antecipadamente antes de examinar aonde William se abrigava. 

     Simultaneamente que Graham estreitou a porta do cômodo para dar passagem a uma lacuna trazendo minúsculas caixas de comida comida chinesa entre as caixas havia porco agridoce e arroz frito, o cheiro fez Hannibal revirar os olhos. 

     — Vamos conversar. — Disse Hannibal rosnando em tom autoritário, efetivamente antes mesmo de William poder fita-ló nos olhos amendoados. 

     — Olá Hannibal. — Disse em tom seco. — Gostou do meu presente? — Emitiu pousando as caixas sobre o móvel, encarando o mais velho. 

    — Há algo de melodioso e calmo em como você enjaula seus instintos, você não gosta de curvar-se a eles? — Articulou o outro cruzando os braços. 

    — Tenho conflitos diários contra os demônios no meu interior. — Sentou-se ao lado das caixinhas, desembalando uma e ofertando a outra ao homem que o fitava. — Quase regularmente eles ganham, meramente me recordo que estou predestinado a falhar. — Ergueu o olhar assistindo Lecter mordiscar a comida, até aquele momento prestando atenção em cada sílaba que o moreno expressava. — Sempre que se trata de amor. — Graham observou a face do outro alterar para mais fechada. — No final do dia, sou eu na minha companhia concentrado pra abandonar o inesquecível.  

     — O amor é de acordo como um câncer. Se você desenraizar o tumor, porém tratar a causa, só dessa vez irá ganhar. — Falou Hannibal sorrindo, sentando-se ao lado do outro pousando o mínimo de alimento dentro da boca. — Você verdadeiramente não consegue fazer modificações sem uma intervenção completa, abrangente e sistemática.

     — Desencadeei todos meus pensamentos sobre você. — O moreno respirou fundo e continuou. — Compreendi que almejar muito o outro é isso, é ter em vista em interessar-se sobre os pontos mais mínimos das marcas mais invisíveis. — Proferiu Graham, sentindo a respiração na nuca pesada de Lecter o proporcionado calafrios. 

    — Você pode confiar em seus instinto Will? — Enunciou Lecter em um murmúrio. 

    — Suponho que não Doutor Lecter. — Manifestou Graham apoiando a cabeça no ombro do outro. — Eles me denotam que irei me imergir. 

    — Na morte Will, somos iguais. — Declarou Lecter deixando uma mordida na bochecha do mais novo, a pigmentação da face de Graham se tornou levemente vermelha. — Sabe eu dediquei minha existência a estudar a sabedoria e da mesma forma a loucura e insensatez. Eu compreendi que era tão improdutivo como registrar a água em um papel. — Disse sorrindo apanhando as mãos do moreno enlaçando os dedos. — Ora Will, para onde haver sabedoria, consequentemente haverá tristeza, e o que expande o conhecimento amplifica a dor. 

     — Doutor Lecter, uma vez que somos asfixiados é que realmente nos importamos com o ar. — Proferiu Graham cético apertando os dedos do outro entre os seus. — O que você anseia de mim realmente? — Murmurou William.

     — Você, e tudo o que você é meu caro. — Hannibal o mirou e roçou o nariz no pescoço do outro. — Mais reconheço que necessitarei apossar-me a força. — Confessou o mais velho, Graham enxergou o reflexo do Estripador de Chesapeake nos olhos carameladas multiplicando-se.

     Hannibal inclinou-se para cima do moreno e esperou apoiando as mãos sobre as pernas do outro com um singelo sorriso, Graham contraiu a musculatura reprimindo o corpo embaixo do outro. 

     — Só há uma coisa meramente que possuo a certeza, que faria qualquer coisa por você.  — Disse Hannibal refreando o corpo. — Mesmo Will que isso queira dizer ir contra meus instintos ou minha própria natureza. Eu abandonaria todas as coisas que tenho, até meu espírito para você. — Emitiu o mais velho balançando a cabeça, o mesmo encontrou-se em inúmeros momentos como este ansiando o sabor do moreno apenas se contendo para não assustar a presa. — Se isso não é amor, William é o melhor que eu tenho a oferecer. 

     — Haverá determinadas vezes em sua vida em que seus instintos lhe assegurarão para executar algo, um coisa que talvez conteste a lógica, ou afete seus planos e pode se assemelhar a loucura para outras pessoas. — Referiu Graham roçando a ponta do nariz no queixo do outro, suspirando alargando um meio sorriso. — Na hora que isso suceder Hannibal, faça, atenda seus instintos e ignore tudo mais. Desconsidere a lógica, desvalorize as probabilidades, desdenhe os contratempos, e vá atrás do seu instinto. — Cessou a conversa rendendo-se a doce beijo se metamorfoseando para uma guerra de línguas ferozes.

   — Para onde você anseia ir Will? — Emitiu Hannibal em um sussurro melódico no ouvido do outro quase sem ar.

     — Para o lugar que você quiser me levar. — Manifestou o moreno depositando um selinho em Hannibal o encarrando com um olhar adocicado cravado nos olhos avelã.

     — Meu caro, vou te direcionar a onde você quiser. — Confessou o mais velho com um sorriso perverso na face fitando os lábios do moreno. 

    Graham reavia aberto a porta, e Lecter não declinaria o gentil convite, não haveria empecilhos, há abundante altura de tempo o mais velho desejava no seu íntimo estar com o moreno, a mão do lituano foi pressionando a cintura do outro até pender na garganta do outro com um sútil e coincidentemente tortuoso estrangulamento, lentamente foi promovendo arrepios na pele do moreno deixando alguns rastros avermelhados, William detinha os olhos cerrados meramente apreciando a sensação do toque entre abrindo os lábios mordendo o lábio inferior e um aguçado gemido de prazer, com as mãos o moreno puxou Lecter por cima de si, mordiscando o dedo anelar do outro durante o tempo em que com a outra mão o apalpava entre as pernas do mais velho por cima da calça social. 

    — Sabe Hannibal. — Comunicou Graham com uma miúda risada de tensão. — Eu opto a ir aonde você desejar me levar. — Roçando as pontas dos dedos na transversal por baixo da camiseta social do outro. 

    — Eu te levarei a não importa qual o lugar, só me contar. — Manifestou Lecter prosseguindo com a meiga brincadeira.

     Lecter analisava a paisagem com interesse soltando um número reduzido de gemidos apoiando a cabeça na nuca do outro enlaçando o miúdo corpo sobre seus braços, William virou o rosto para aonde a cabeça do outro achava-se pendida suspirando com euforia entre abrindo a boca acomodando a língua do outro docemente, agarrando os ombros de Hannibal o puxando com força para mais perto, durante o tempo em que Lecter preservava uma das mãos na nuca do moreno, em uma abrindo o zíper da calça jeans surrada acariciando o volume que comprimia sobre a calça do outro.

    — Você tem melhores escolhas. — Gemeu Graham. — Prefiro que você decrete. — Durante o tempo em que o mais velho acariciava o pau do mais novo, Will começou deslocar o membro para cima e para baixo na palma da mão do outro. 

    — Eu a todo momento decido. Essa vez meu caro eu assinto para você. — Articulou Lecter manhoso.

      Graham se arcou enfim a autoridade do mais velho, criando um caminho de beijos pelo tórax do mais jovem, Hannibal começou a destinar-se a cintura do outro deixando um rastro de mordidas e chupões por fim envolvendo todo o membro com a boca, o moreno não conseguiu refrear os espasmos que estava tendo entre suspiros de prazer e gemidos miúdos pedindo por mais, os movimentos prolongados e duradouros eram igual uma tortura para Will, as respirações entrelaçadas com um peso da evolução da relação para ambos se contorcendo em um sorriso de satisfação que achava-se largo na face de Graham que afagava o cabelo do mais velho acentuando que mantinha-se saciado. 

     — Diz Doutor Lecter? — Falou Graham nostálgico.  

    — Dizer o que? — Perguntou Hannibal desnorteado com o sabor do mais jovem, sentindo o próprio membro latejar.

     Hannibal por um breve momento assentiu para que Graham tomasse o poder, sendo posicionado sobre a cabeceira da minúscula cama com os braços amarrados em um nó volta de cunho, um nó típico de marinheiro realizado por William mantendo o outro imóvel mordendo com força o lábio inferior de Lecter aonde se reproduziu uma gotícula de sangue pousando o polegar embaixo Graham apanhou o pingo antes que escorresse o introduzindo na própria boca, sorrindo manhosamente, iniciando um leve movimento com os quadris sobre o membro do outro ainda coberto pela roupa durante o tempo em que se familiarizava com a sensação do membro do outro roçando sobre o seu, o fazendo inflamar por inteiro suspirando enfim, abrindo o botão da calça a retirando completamente permitindo apenas que a cueca box em tonalização cinza permanecesse, os olhos do mais velho antes amáveis aparentavam cintilar com uma excitação imprudente agora, com as mãos trêmulas o moreno introduziu uma das mãos adentro da cueca do outro sentindo o líquido do pré gozo umedecer as pontas dos seus dedos, com a outra mão passeando no peito do outro acariciando os finos pelos em contrapartida Hannibal buscava manter sua respiração em posse repercutindo em um fracasso na ocasião em que atingiu o ápice com rangidos e suspiros prolongados derramando todo o líquido na mão do outro, o moreno pousou os dedos na boca devorando todo líquido se saboreando.

     — Aonde amor, onde você deseja me levar? — Proferiu Will, deduzindo que a situação se dispunha engraçada Lecter situava-se com o cabelo loiro todo bagunçado, com um olhar caótico, a respiração desapoderando.

     — No lugar que você anseia. — Disse Hannibal gaguejando. — Mais Will, escolhe logo. — O timbre foi de doce ao finalizar a frase soando autoritário. — Eu não gosto de sentir calor. 

    — Você encontra-se com calor? — Dissertou o moreno em deboche. 

    — Sim, muito. — Rosnou Lecter, com as gotículas de suor se formando no peito, e um pequeno número escorrendo pela face.

    — Ah. — Suspirou Graham. — Vou te deixar com mais calor amor. — Emitiu roçando a ponta do nariz no queixo do mais velho, surrando seu pau por cima da cueca do outro, apanhando vários gemidos do mais velho. 

    Graham se enxergou uma vez mais latejando carecendo de atenção, a boca agregava a saliva retida o olhar predominante de Hannibal o encarava ordenando que o soltasse, antecipadamente que o nó fosse totalmente desfeito, Lecter avançou sobre o outro assumindo as rédeas pousando leves carícias sobre o pescoço do outro como meigas pistas que passou por ali, com o contato produzindo calafrios no moreno todos os pelos se arrepiando suavemente, estampando um sorriso impiedoso na face se deleitando com o sabor de erva doce invadindo seu paladar envolvendo com uma mão livre prensando ambas mãos de William sobre os travesseiros apanhando com a outra mão um tubo de lubrificando com o amparo de Graham espalhando o líquido viscoso sobre o seu dedo indicador soltando as mãos do outro descendo até entre as pernas do mais jovem arcadas sorrindo para a cena, introduzindo o dedo suavemente sentindo William fechar as pernas entorno de si tremendo e se contraindo na base do abdômen a sensação era no princípio inoportuna, provocando alguns berros agudos no mais novo.

     Hannibal transmitiu vários beijos na cintura do outra pousando a grande e quente mão ao redor da glande do pau de Will movendo o dedo ao mesmo ritimo que sua mão sobre membro do outro rosado e com algumas veias já saltadas, ampliando calmamente o buraco virgem, a dor ausentando-se dando lugar ao inúmeros e múltiplos gritos de prazer sendo inserido um dedo a mais com movimentos mais apressados na hora em que o gritos se converteram em ânsia ele soube que era a hora certa para penetração com precisão dispondo uma boa quantidade de lubrificante em seu pau.

     — Passa babinha nessa porra. — Gritou Graham. — E meti logo vai. — O som ecoou no pequeno quarto como um rugido, criando um zunido em resposta das pessoas ao quarto ao lado reclamando pelo barulho. 

    — Você confia em mim Will? — Disse Hannibal arqueando a sobrancelha, batendo com socos de volta na parede para as pessoas calarem a boca. 

    — Para me foder? — Gritou Graham aos risos, arqueando o corpo mais, dando maior acesso ao mais velho.

    — Me abraça forte. — Proferiu Hannibal dominantemente. — E fica quietinho. — Disse sarcástico e achando divertida a cena abaixo de si.

    Hannibal se conduziu acima pequeno corpo se acomodando entre o quadril empurrando levemente na miúda entrada, sentindo Will o morder com toda força no pescoço arrancando uma fração da pele devido a dor e se debater debaixo de si desesperadamente, Hannibal se empenhou em depositar doces beijos no rosto do outro com deslocações sutis e observando William lacrimejar empenhando-se a se controlar o moreno consentiu com um gesto de cabeça para mais ir mais fundo.

    As lamúrias se convertem em gemidos e suspiros mais salientes e manhosos com a voz rouca no ouvido do mais velho clamando e suplicando por mais força, aventurando-se em jogar o quadril em direção ao pau de Hannibal que em contrapartida enlaçou o suado corpo do outro mais rente de si, pousando sua testa a de Graham respirando com dificuldade, com um sorriso malicioso vivenciando o líquido esparramar e preencher Graham por completo, trocando beijos e carícias quentes apalpando o membro do parceiro o produzindo a gozar logo em seguida com gemidos esquentados com o nome de Hannibal na boca o moreno se esvaziou inteiramente banhados de suor ali no miúdo cômodo e quase sem fôlego se entreolharam com um sorriso meigo e começaram a rir pelo último ato. 

     — E lá vou eu. — Suspirou satisfeito, William apoiando a cabeça contra o peito do outro. — Nas minhas iniciativas, as vezes meio cegas, por vezes meio burras, tentando acertar os passos. —  Sem me preocupar se a próxima cena será repleta de um tombo ou voo. 

     — Te ver desenhando com os dedos atrás da minha nuca é delicioso. — Disse Lecter entrelaçando as dedos no outro. — Mais Will, não simplifica as coisas. Do que adianta você me encher de beijos e depois sair caminhando pela porta com um silêncio ensurdecedor? — O timbre sonoro se tornou dramático. — Eu necessito escutar a sua voz, o teu ser no teu íntimo, a tua fera. Falando, berrando, rasgando os ventos contrários, tanto faz. Eu preciso de você amor. — Graham manteve-se em remanso com os olhos cerrados não almejava encontrar o olhar analítico de Hannibal que achava-se percorrendo cada de suas moléculas naquele instante. — Só preciso ouvir mesmo que não mude nada, me diz alguma coisa. — Passou a mão nos cachos bagunçados. — Você justamente sorri docemente enquanto eu falo coisas sem importância da minha vida silabas intermináveis, mesmo ela não sendo tão interessante assim. O problema é que eu não me contento em saber apenas como foi o seu dia. Eu quero saber também como foi o seu verão passado, como foi seu primeiro beijo, quem era seu amigo de infância, quando você ganhou o primeiro bichinho de estimação, e todas as coisas que para você são memoráveis acomodadas aí dentro. — Hannibal pousou um beijo na testa do moreno sorrindo forçando o outro a encara-lo. — Eu só anseio verdadeiramente, em saber um pouco mais do teu passado pra me estabilizar no teu presente, meu caro mais você não fala, apenas não fala nada. — Mencionou rindo e trocando um selinho com Graham que iniciou um riso miúdo. — Nem uma palavrinha. — Emitiu em tom de brincadeira. — Eu me vejo obrigado a aplicar-me a decifrar os mil códigos que se escondem por detrás do seu “Não brinque com a comida Doutor Lecter” ou “Eu não me mudaria a me adequar a ninguém” O meu medo é não saber o que vem depois da interrogação. E você é o meu maior questionamento sem resposta alguma. Eu acredito que, meramente por isso, eu situo-me concordando com as suposições e silêncios. Eu me obrigo a voltar, mesmo que você não fale, e eu sempre volto justamente pra te ouvir falar.


***


Notas Finais


Gente abandona kkk
Atualizo em breve


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