História Aposta - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oie, voltei bem rapidinho porque fiquei muito feliz com os comentários no capítulo anterior ❤ Obrigada por não terem desistido de mim 🤧💗

Boa leitura! 💙

Capítulo 5 - Capítulo Três


Depois de xingar minha amiga de todos os nomes existentes no vocabulário espanhol, eu até me sentia melhor. Porém, o nervosismo em mim ainda era maior que o acúmulo de água no corpo humano.

Depois de discutir com Diana por ela ter me feito passar vergonha - como sempre - eu a contei sobre o convite de James e ao invés dela me acalmar e dizer que ia dá tudo certo, cá estávamos nós duas trancadas no meu quarto e surtando juntas.

- Pra onde será que ele vai te levar, uh? - Ela perguntou mais pra si mesma do que pra mim, enquanto andava em círculos. 

- Não faço a menor ideia. - Respondi mesmo sabendo que ela não estava me ouvindo.

- O certo seria um jantar em algum restaurante chique, mas isso ia repercutir muito... Não acredito que ele queira expor a relação de vocês tão cedo. - Comentou.

- Que relação? - Foi obrigada à questionar, mas novamente ela nem me deu moral. 

- Balada nem pensar. Ele nem é louco de te levar pra farra no primeiro encontro. Seria muita burrice! Não, balada não mesmo! - Disse negando com a cabeça. - Talvez ele te leve pra jogar boliche. - Sugeriu.

- Eu odeio boliche! Uma vez, quando eu ainda era criança, arremessei a bola e acabei indo junto com ela pro chão. O salão tava lotado... Foi horrível! - Falei me lembrando de um dos maiores micos da minha infância. 

- Não, não... Boliche não. James não tem cara de quem curte essas coisas. - Diana continuou falando sozinha e eu comecei a me irritar gradativamente. - Sendo sincera, eu acredito que a melhor hipótese é ele te levar pra jantar na casa dele. 

- Como é? Você tá maluca?

- Não que eu ache que ele saiba cozinhar, até porque seria pedir demais, mas ele tem empregadas, não tem? Ou ele pode até pedir alguma comida preparada em algum restaurante e tá tudo resolvido. Meu Deus, eu sou um gênio! - Bateu palminhas animada. - Ele vai te levar pra casa dele. Vocês vão jantar, beber vinho, você vai ficar meio aérea, mas não beba, então vão conversar, ele vai te beijar e depois tentar te levar pra cama!

- O QUÊ?! - Exclamei me levantando da cama em um pulo. 

- Eu disse que ele vai tentar te levar pra cama, você não precisa ir se não quiser. Mas na boa, eu no seu lugar ia sem nem pensar. - Afirmou com um sorriso malicioso e a olhei com cara de nojo.

- Para de ser depravada, garota! - Reclamei dando um tapa em seu ombro e ela riu.

- O quê? Não seja ingênua, Manuela. Você sabe como esses homens são, é óbvio que ele vai tentar alguma coisa.

- Então eu vou desmarcar esse encontro agora mesmo. - Eu disse indo pegar meu celular no criado-mudo, porém Diana me interrompeu. 

- Você tá ficando louca? Você não vai desmarcar porcaria nenhuma! Pare de agir como se fosse uma virgem puritana. - Me repreendeu e eu soltei um muxoxo.

Tudo bem que eu não era mais virgem, mas eu havia feito aquilo pouquíssimas vezes na minha vida e as experiências não tinham sido das melhores. E sem falar que eu mal conheço James... Eu definitivamente não quero transar com ele amanhã. 

Eu vou desmarcar o nosso encontro. É o melhor a se fazer... Não quero parecer ainda mais boba na sua frente. 

- Ei, Manu... Que cara de pânico é essa, garota? - Diana perguntou estalando os dedos na minha frente. - Esse não é o momento para dramas. Vamos lá, postura. Tá tudo bem, eu sei que te assustei com aquela história de psicopata da internet, mas isso não se aplica ao James, uh? Ele não vai abusar de você, a menos que você permita, claro. Aí já é outra história...

- Diana! - Exclamei a olhando séria e ela gargalhou despreocupada. 

- Você tá muito pilhada, amiga. O que acha de irmos ao cinema hoje a tarde, uh? Pra você relaxar um pouco e tal... Aí depois, a gente aproveita que já tá no shopping e faz umas comprinhas básicas para amanhã. Até porque acredito que você não tenha roupa à altura desse grande evento que é sair com James Rodríguez. - Ela disse brincalhona e eu me senti ainda mais nervosa. 

- Ai, meu Deus! Você tem razão! Eu não tenho nenhuma roupa legal! Faz anos que eu nem sei o que é compras... Eu não sei como me vestir em um encontro! Eu nunca foi a um encontro de verdade pra ser sincera. E agora?! Você precisa me ajudar, Diana! - Falei desesperada e minha amiga mais uma vez riu da minha cara. Ela estava se divertindo à beça com a situação. 

- Manuela, fica calma ou vai acabar infartando antes que chegue amanhã a noite. Relaxa, vai. É claro que eu vou te ajudar! - Ela disse me olhando e falando comigo como se eu fosse uma criancinha. - Agora respira fundo e vamos descer para almoçar aquela comida maravilhosa da tia Sandra, depois a gente vai ter uma tarde de garotas incrível. Não há motivos para tanto estresse. - Falou assumindo o verdadeiro posto de melhor amiga e eu suspirei pesado. 

- Ok, eu vou tentar não surtar. - Murmurei rindo e ela me puxou para um abraço. - Obrigada, eu não sei o que seria de mim sem você. 

- Eu também não sei, viu? Só eu pra te colocar nos eixos. Deveria ser remunerada por isso. - Falou revirando os olhos e eu ri lhe dando um empurrãozinho. - Agora é sério, vamos logo ver se a comida já tá pronta. Eu tô morrendo de fome! - Murmurou me puxando para fora do quarto e posteriormente me levando para a cozinha. 

               🌹 ♤ 🌹 ♤ 🌹 ♤ 🌹



- Eu não vou cortar meu cabelo, Diana! - Exclamei pela milésima vez. 

- Mas tá muito grande... Você parece ter uns dez anos a mais. - Ela disse fazendo careta.

- Mas eu gosto dele assim. - Argumentei me olhando através do espelho.

Era por volta das 18:00h e já tínhamos assistido um filme no cinema, feito um lanche na praça da alimentação, comprado algumas roupas e agora minha amiga maluca tentava me convencer que seria uma boa dar um tapa no visual.

- Eu sei que você gosta amiga, mas quem te garante que não vai gostar dele curto também? 

- Eu garanto, oras. Eu me conheço o suficiente para saber que cabelo curto não faz o meu estilo, então não insista! - Pedi a olhando feio e a loira bufou. 

- Moça, fala pra ela que cortar o cabelo é uma boa... - Ela disse olhando para a cabelereira que assistia a nossa mini discussão sem demonstrar expressão. 


- Bem, eu... - Ela começou a falar, mas eu logo cortei suas asinhas.

- Você nada! Eu sou sua cliente e seu pagamento vai sair do meu bolso, então não der ouvidos a essa idiota. Eu só quero uma hidratação, nada mais que isso! - Falei séria e a pobre mulher engoliu em seco enquanto assentia. 

- É claro, senhorita. Eu já vou preparar as coisas para começarmos a hidratar seu cabelo. - Ela disse se afastando e Diana tinha os olhos arregalados. 

- Uau! Acho que nunca te vi tão arrogante antes... Adorei! - Ela disse em meio à risadas. 

- Isso é culpa sua! - Reclamei. - Você torrou a minha paciência o dia inteiro tentando me convencer a ser quem eu não sou.

- Para de ser mal agradecida, eu só tô tentando te ajudar. - Falou ofendida e eu rolei os olhos. 

- Então me ajuda ficando caladinha aí!

- Ai! Não gosto da sua versão arrogante direcionada a mim. - Murmurou com um bico enorme e eu acabei rindo.

- Desculpa. É que eu tô exausta, nós passamos o dia todo andando pro lado e pro outro... Eu preciso urgentemente de um banho e da minha caminha. - Choraminguei enquanto bocejava.

- Eu sei, eu também tô cansada... mas é por um bom motivo. - Ela piscou um olho e eu apenas sorri mínimo enquanto aguardava a cabelereira vir arrumar o meu cabelo. 

Espero que Diana esteja certa, porque apesar de está me esforçando para ficar animada com esse encontro, eu continuava achando que James era demais pra mim e que essa história não vai terminar bem.

E eu odeio admitir isso, mas o meu sexto sentido nunca falha. 

                    🌺⏳ 🌺⌛🌺



No dia seguinte, vulgo dia do encontro, eu acordei parecendo que tinha mergulhado numa banheira de ansiedade. Pra ser sincera, eu sequer tinha pregado o olho direito. 

Agora além de nervosa/ansiosa, eu também estou com olheiras horríveis - não que isso fosse algo inédito na minha vida de universitária - e terei que aguentar a Diana me torrando a paciência sobre eu está parecendo a noiva cadáver. 

A verdade é que eu amo minha amiga, amo mesmo, só que as vezes ela pede pra levar uns tapas e falta muito pouco para eu sucumbir a tentação de atender a esse pedido silencioso dela. É sério, não existe no planeta ser humano que me estresse mais.

Tudo bem, pra não ser injusta, eu diria que o Marcos tá ali de igual pra igual com ela.

Mas enfim... O que estou tentando dizer é que se eu quiser não fazer besteira hoje, tenho que evitar ao máximo ficar perto de Diana e de sua falação aleatória. Ela mais me confunde, do que clareia as coisas na minha mente as vezes. 

Eu poderia faltar a faculdade e passar o dia todo em casa para tentar relaxar e estar no meu melhor espírito calmaria essa noite, mas daí eu teria que inventar alguma desculpa para a minha mãe por não ter ido a aula e eu sou péssima com mentiras. E sem mencionar que é bem capaz de Diana vir aqui em casa ao longo do dia, então meu plano de não ser contagiada por sua euforia exacerbada cairiam por terra...

Depois de uma quase infinita briga interna entre ir ou não exercer meu papel de cidadã universitária, eu resolvi levantar e ir me arrastando até o banheiro.

Tomei um banho rápido, já que estava levemente atrasada - por os minutinhos que perdi tomando minha difícil  decisão :) - e passei mais meia hora tentando esconder as olheiras, frutos de mais uma noite mal dormida para a coletânea de Manuela Pérez. 

Após ficar um pouquinho mais apresentável, peguei minha mochila e saí do meu quarto, indo para o andar de baixo. Indo para a cozinha, pra ser mais precisa.

- Bom dia, família. - Falei ocupando meu lugar a mesa e eles me olharam estranho. - O que foi?

- Você tá esquisita. - Marcos foi quem disse. 

- O quê?

- O que ele quis dizer é que está usando maquiagem e você nunca usa maquiagem para ir à faculdade. - Mamãe falou com a mesma expressão que ela usa quando está querendo insinuar algo, mas não tem coragem.

- Resolvi usar hoje, ué. - Dei de ombros enquanto me esticava para pegar a torrada, mas quatro mínimas palavrinhas do meu irmão me fizeram ficar parada com a mão no ar e a boca levemente aberta, tamanha a petulância do imbecil:

- É macho. Tenho certeza!

- Mãe! - Exclamei indignada para que ela o repreendesse. 

- Florentino... - Minha mãe jogou a bola para papai, já que ela estava prendendo o riso. E foi então que eu descobri que era exatamente isso que ela queria insinuar.

- Marcos! - Meu pai disse com uma postura séria e eu agradeci aos Céus por ter algum adulto nessa casa. 

- O quê? Ela tá parecendo as meninas da minha escola quando quer impressionar algum garoto. Isso é ridículo e infantil, você deveria se envergonhar por ser tão artificial, sabia? - Ele disse me olhando com deboche.

- Para de ser idiota, menino! É só a droga de uma maquiagem simples, não estou tentando impressionar ninguém. Por que vocês homens acham que tudo tem a ver com vocês e com a necessidade inexistente que as mulheres têm de agradá-los?! Quem deveria se envergonhar aqui é você, por ser tão novo e já tão machista! - Falei jogando uma torrada nele, que desviou rindo. 

- Viram só como ela ficou nervosinha? - Perguntou olhando de mamãe para o papai. - Eu falei aquilo como uma brincadeira, mas depois dessa reação exagerada acho que é mesmo verdade. - Ele disse com um sorriso esperto. - A Manu tá namorando, a Manu tá namorando! - Começou a cantarolar e eu inevitavelmente rolei os olhos.

- Pai... - Choraminguei olhando para o mais velho, que parecia se divertir com a palhaçada do caçula. 

- Já chega, Marcos! Vá pegar sua mochila, está na hora de ir pra escola. Vamos, eu te levo hoje. - Ele disse se levantando e Marcos fez a mesma coisa.

Antes de sair da cozinha, papai me deu um beijo na testa e um selinho rápido - graças a Deus - na minha mãe. 

Por falar na minha genitora... Quando só estávamos nós duas no cômodo, eu notei seu olhar pesar sobre mim e bufei por ela não saber ser discreta.

- Tudo bem, pode perguntar. - Eu falei depois de um tempo, já que não conseguiria comer em paz mesmo.

- Você está mesmo interessada em um rapaz? - Ela foi direta. Ela sempre é, na verdade.

- Não. - Também respondi de imediato. - Quer dizer, sim. - Corrigi e ela sorriu animada. - Mais ou menos, na real.

- Manuela! Você tá ou não com alguém?

- Não! Mas... Eu tenho um encontro essa noite. - Falei antes de atolar um pãozinho na minha boca. 

- Ah, meu Deus! Isso é ótimo! Eu já estava achando que você iria ser daquelas tias solteironas. - Mamãe exclamou parecendo aliviada e eu quase me engasguei.

- Mãe!

- O que? Eu achei mesmo, ué. - Deu de ombros enquanto ria. - Mas e então, me fala mais sobre esse rapaz... - Pediu curiosa e eu respirei fundo. 

Mesmo não gostando muito de falar sobre esse tipo de coisa com minha própria mãe, era bom conversar com alguém que não fosse Diana. 

Contei apenas o essencial e o essencial não incluía o nome de James, o que deixou mamãe com uma pulguinha atrás da orelha. Mas eu não podia falar que estava flertando com um dos jogadores do papai, ela iria correndo contar pra ele e só Deus sabe qual seria a reação de seu Florentino. É melhor não arriscar.

Depois de uma conversa embaraçosa com mamãe, ela me deixou ir pra faculdade, onde passei a manhã inteira ignorando os comentários idiotas e zombeteiros de Diana sobre "a grande noite."

                ♧  | ♧ | ♧ | ♧



Era quase 21:00h quando recebi uma mensagem de James, anunciando que me esperava na portaria do meu condomínio. 

Respirei fundo e me olhei no espelho pela milésima vez, afim de encontrar algum defeito que fosse suficiente para me fazer querer desistir de sair de casa essa noite. Mas felizmente, graças a habilidade de Diana com o pincel e a escova de cabelo, eu me sentia impecável.

- Ele chegou. - Informei de maneira sutil, quase encenando um falso desdém e tanto Diana, quanto mamãe levantaram da minha cama, onde estavam sentadas, para me abraçarem e desejarem sorte, o que me fez rir. - Vocês estão agindo como adolescentes. - Falei pegando minha bolsa com tudo que seria necessário e elas deram de ombros. - Não sei que horas eu volto, então não me esperem acordadas. - Avisei e ignorei os sorrisos maliciosos que as duas me lançaram. 

- Acho que vou dormir na sua cama, é mais confortável que a do quarto de hóspedes. - Diana disse se jogando na mesma e eu lhe lancei uma carranca. 

- Nada disso! Eu já estou sendo bonzinha em te deixar dormir na minha casa, não abusa.

- Ah, cala a boca. Eu ia dormir aqui com ou sem o seu consentimento, eu tenho que está presente quando você chegar de madrugada... Senão pra quem você iria narrar o encontro perfeito com o seu príncipe encantado? - Perguntou abraçando o travesseiro e o enchendo de beijinhos, o que arrancou uma risada de mamãe. 

- Ela poderia falar pra mim. - Minha mãe disse simples, eu olhei para Diana e então nós duas gargalhamos.

- Não, ela não poderia não. Esse não é o tipo de coisa que se fala com uma mãe, tia. - Minha amiga disse. - Eu sou a caixinha de segredos dela e a senhora precisa superar isso.

- Garota, eu carreguei essa menina por nove longos meses na minha barriga, acha mesmo que ela confia mais em você do que em mim? - Perguntou arqueando as sobrancelhas de um jeito desafiador, mas Diana não se intimidou. 

- Acho. - Afirmou simplesmente. - E a prova disso é que eu sei o nome, sobrenome e endereço do cara com quem ela vai sair... Já a senhora... - Debochou venenosa e minha mãe me olhou indignada.

- Manuela, isso é verdade? - Perguntou comprimindo os olhos. 

- Bem, mais ou menos. Ela não sabe o endereço dele... Eu acho. - Falei com um sorriso amarelo e dona Sandra abriu a boca. 

- Mas ela sabe quem ele é! - Concluiu cheia de ciúmes e eu encolhi meus olhos. 

- Como eu disse: Eu sou a caixinha de segredos dela, minha senhora. Sem drama, please

- Olha aqui sua...

- Eu vou indo, tenham uma boa noite e divirtam-se! - Falei saindo do quarto as pressas, enquanto as duas começavam uma mini discussão sobre o papel que cada uma exercia em minha vida.

Enquanto me dirigia para a portaria recebi mais uma mensagem de James, perguntando se eu havia desistido, o que me fez rir sozinha. Apressei ainda mais os passos e em pouco tempo eu já o avistei encostado em seu carro, no lado oposto da rua. 

Assim que me viu ele abriu um sorriso meio aliviado e percorreu todo o meu corpo com o olhar, me fazendo corar até a raiz do cabelo. 

- Achei que tinha realmente me dado um bolo. - Ele disse enquanto me cumprimentava com um beijo na bochecha. 

- Eu te disse que iria aparecer, não disse? Eu sou uma mulher de palavra. - Falei brincalhona e ele riu assentindo.

- E eu aprecio muito isso. - Ele disse com o sorriso ainda estampando em seu rosto. - A propósito, você está linda. 

- Ah... Obrigada. - Respondi tímida. Queria poder ter elogiado-o também, mas o nervosismo não permitiu. 

- E então... Pronta para a melhor noite da sua vida? - Perguntou brincalhão enquanto abria a porta do carro para mim.

- Acho que sim. - Falei sentindo as famosas borboletas no estômago. - Pra onde você vai me levar, afinal? - Perguntei depois que ele se acomodou no banco do motorista. 

- É segredo, mas prometo que você vai gostar. - Ele disse piscando um olho e tudo que eu fiz foi assentir meio desconcertada. 

Meu Deus, que homem!


Notas Finais


Volto assim que der ❤


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