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História Apostas de Fevereiro - Capítulo 8


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Notas do Autor


Oii Cupcakes <3! Gostaria de me desculpar pelo capítulo passado. Eu estava sob efeito de medicamentos e acabei postando o que não devia, por isso, peço que ignorem a parte que eu escrevi "drogada". Eu já apaguei e espero mesmo que gostem desse capítulo. Obrigada demais Princesa_Fefeh, Jujubalos e thisMax pelo apoio e por me entenderem. Boa leitura...

Capítulo 8 - Gostar


ROMANCES MENSAIS

LIVRO II – APOSTAS DE FEVEREIRO

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CAPÍTULO VII - GOSTAR

O toque irritante do despertador de meu celular ecoa pelo quarto, avisando que eram seis horas da manhã. A minha cabeça latejava como uma bomba relógio. Viro para o lado e tento abrir meus olhos, mas logo me arrependo ao sentir a claridade incomodar minha visão e a dor de cabeça aumentar. O despertador continua a tocar e eu não tenho escolha além de levantar para desligar aquele barulho que mais se assemelhava a uma buzina em meu ouvido.

Ao olhar em volta, finalmente noto que aquela cama não é minha e a falta dos meus amados livros embelezando a parede inteira de frente a minha cama me dá a certeza de que eu não estou na minha casa. Automaticamente levanto o cobertor que me cobria e confiro se estou com a mesma roupa que eu lembrava que usava quando sai de casa para me encontrar com James.

Aos poucos, algumas memórias do dia anterior voltam a minha mente e sinto um bolo se formar em minha garganta. James e eu terminamos. Não há mais um futuro para nós. Não há casamento, casa, filhos. Não há mais nada entre nós e isso me destruía. Foram anos dedicados a algo que, como Lena já havia previsto, não deram em nada. Tanto tempo dedicado e suportando comportamentos de James em vão. 

As lágrimas não demoram a aparecer. Eu me sentia péssima física e mentalmente. A ressaca pela noite de bebedeira me trouxe muita dor de cabeça, no estômago e náuseas. Minha boca estava tão seca que eu sentia como se não bebesse água há dias. O maldito celular continuava a tocar e eu ainda não fazia ideia de onde ele estava.

De repente, uma porta é aberta e vejo Mon-El aparecer com apenas uma toalha na cintura e o corpo levemente molhado. Algumas gotas desciam de seu peitoral bem definido e seguiam por um caminho bastante perigoso até o tecido que escondia suas partes íntimas. Ele secava o cabelo com outra toalha e me encara com o seu maldito sorriso. 

Era incrível como o que o maldito tem de irritante e cínico, ele tem de beleza. Mon-El é aquele tipo de homem que é difícil ignorar. Com os ombros largos, o corpo bem definido e o sorriso incrivelmente bonito, era difícil ignorar seus bonitos olhos azuis. Por isso, resolvo olhar o outro lado do quarto, para evitar pensamentos impuros envolvendo o tio de um dos meus melhores alunos da escola.

- Bom dia, Bela Adormecida. - Cumprimenta Mon-El, colocando a toalha que estava em suas mãos em volta de seu pescoço. - Imagino que sua cabeça no momento não deve estar em um dos seus melhores momentos. Ainda mais por causa desse seu toque de alarme.

- Onde eu estou? - Pergunto, temendo a resposta, enquanto eu observava ele ir até a minha pequena bolsa que estava na cadeira da mesa de estudos que havia no local. Ele abre a bolsa, retira meu celular e desliga o alarme. Suspiro aliviada e ele se vira para mim.

- Na minha casa. Você não queria voltar para a sua e nem me falou seu endereço. Pensei em ligar para um dos seus amigos, mas não conseguiria desbloquear seu celular e imaginei que não gostaria que ninguém a visse no estado em que estava. - Explica o outro, procurando uma roupa no guarda-roupas grandioso.

- O que você fez comigo? - Pergunto, abraçando meus próprios braços em sinal de proteção. Mon-El para de mexer em suas roupas e me encara com incredulidade.

- A sua insinuação de que eu faria algo com uma mulher inconsciente me ofende, Kara. - Afirma Mon-El encarando-me com seriedade. - A única coisa que fiz foi tirar seus sapatos e minha jaqueta para que conseguisse dormir de maneira mais confortável. Nada além disso.

- Não pode me culpar por desconfiar em você. Nós não nos conhecemos direito e eu tenho pouquíssimas memórias do dia anterior. - Respondo, envergonhada. - Sinto muito pelo mau entendido. Eu nunca tive a intenção de te ofender.

- Está tudo bem. Apenas beba a aspirina sobre a mesa ao lado da cama para amenizar a ressaca e a água para te hidratar. - Recomenda Mon-El, voltando a procurar roupas no guarda-roupa. Faço o que ele havia dito e me sinto um pouco melhor ao tomar o copo de água. - Imagino que precise passar em casa para trocar de roupa e pegar seus materiais para trabalhar.

- Sim. - Respondo e suspiro, encarando o copo em minhas mãos, pensativa. - Eu não estou apropriada para dar aula com essa roupa e sem meus óculos. Eu também não posso me atrasar para o trabalho mais uma vez. 

- Por enquanto, tome um bom banho e vista essas roupas. Elas são de minha sobrinha Nancy. Ela esqueceu de levar antes de ir embora. - Explica o homem, estendendo uma toalha e as roupas que pertencem a irmã mais velha de Mike. - Como eu sabia que você ainda precisa voltar em casa, eu fui ao Hawkeye para buscar Scarlett. Depois que você tomar café, eu te levo em casa e te deixo na Hawkins.

- Não precisava ter  feito isso. Eu poderia muito bem ter ido de táxi para casa. - Afirmo e ele apenas faz sinal como se não se importasse com isso. - E sinto muito por estar te dando tanto trabalho.

- Você realmente não se lembra de nada? - Pergunta Mon-El, vestindo uma camiseta. Balanço a cabeça, negando incerta sobre as poucas lembranças que se embaralhavam em minha mente. - Se importa que eu vista uma calça?

- Não. - Respondo, virando o rosto, enquanto eu o sinto esquentar de vergonha.

- Pronto. - Avisa o outro. Ele volta para o banheiro do quarto para estender a toalha e retorna. -  Por que não me diz o que você se lembra? Talvez eu possa ajudar a completar o quebra-cabeça que está em sua mente. Isso é, se você quiser mesmo se lembrar de ontem.

- Na verdade, está tudo muito confuso. Eu me lembro de ter jantado com James, de nosso término e de você ter me encontrado na rua. Depois disso, tudo é muito confuso. Acho que vi pessoas dançando Cancan e de uma mulher chamada Celi... não, não é isso. É...

- Caitlin. - Ajuda Mon-El e o nome logo me parece familiar.

- Isso! Caitlin. Eu me lembro dela, mas parece que existem muitas coisas faltando em minha mente. - Relembro, confusa demais para saber com exatidão o que aconteceu na noite anterior. - Eu acho que nós fomos para uma casa de show ou algo parecido e...

 

Eu observava Mon-El tão próximo de mim. Aquele homem parecia ser a perfeita combinação de beleza e carisma. Seu sorriso sempre me deixa nervosa e seus olhos são tão sinceros. Talvez eu apenas não esteja acostumada a lidar com pessoas tão bonitas quanto ele, mas a cada vez que eu o encaro, mais atraente ele se torna para mim e isso é perigoso.

- Você me acha bonita? - Pergunto com seriedade. 

- Você é uma das mulheres mais bonitas que eu já conheci em minha vida. - Responde e como ele tem se mostrado desde que nos conhecemos, ele parece sincero. Por algum motivo desconhecido, eu sinto que posso confiar nesse estranho motociclista mulherengo e de sorriso encantador. - Se eu não fosse tão irresistível, eu me apaixonaria por você primeiro do que você se apaixonaria por mim. Mas vamos ser sinceros, isso é impossível. Eu sou incrível demais para você resistir aos meus encantos.

- Você é tão metido. - Resmungo, mesmo sabendo que era verdade. Ele possui um charme único que é difícil de ignorar. Ele ri, provavelmente achando graça de meu comportamento. - Se você me acha bonita, então eu posso muito bem fazer você se apaixonar por mim primeiro do que eu me apaixono, mesmo você sendo assim.

- Nós deveríamos apostar então? Iremos a encontros, mostrando quem nós realmente somos e quem se apaixonar primeiro vai ter que fazer a mais bonita e romântica declaração de amor que conseguir. - A proposta de Mon-El era interessante. Uma aposta para saber quem se apaixona mais fácil um pelo outro? - Agora senta um pouco aqui, que eu vou buscar algumas coisas para te levar para casa. 

 

- E o que mais? - Insiste Mon-El, curioso.

- Apenas estou relembrando de uma proposta sua. - Digo com sinceridade. Ele me encara confuso e parece tentar se lembrar. - Uma aposta sobre quem se apaixona primeiro.

- O quê? Eu disse isso? - Pergunta o homem, sentando-se na cama. - Eu não me lembro disso, mas tenho certeza de que eu estava brincando. Isso é loucura. Não dá para simplesmente se apostar algo como se apaixonar.

 

- Está brincando comigo? Você é a pessoa mais previsível que eu conheço. É tão fácil ler você que posso adivinhar facilmente o que você vai falar a seguir. - Fala Lena, dando um sorriso convencido.

- Eu não sou tão previsível assim. - Digo, mal-humorada.

- Eu não sou tão previsível assim. - Lena repete a minha fala ao mesmo tempo que eu. - Está vendo? Não é tão surpreendente assim saber a sua reação.

- Isso não é verdade, certo, Winn? - Questiono a meu melhor amigo, que para de beber o suco e me encara hesitante. - Certo, Winn?

- Desculpa, Kara. Você sabe que eu raramente concordo com a Lena, mas ela está certa. Você é bastante previsível. - Afirma meu melhor amigo, sorrindo sem graça.

- O fato é que você nunca se arrisca ou sai da sua zona de conforto, Kara. Você até mesmo tem um caderno com sua vida inteira planejada nele. Mesmo que muitas coisas aconteçam com você por causa da sua falta de sorte, não é tão difícil assim a gente prever o que você vai fazer ou como vai reagir.

- Não é tão estranho assim eu ter um plano de vida. Eu apenas sou mais objetiva que as pessoas. Foi assim que eu fui a melhor aluna da faculdade, consegui emprego em uma das mais renomadas escolas do país. Além disso, eu posso ser imprevisível se eu quiser. - Tento me explicar, mas Lena começa a rir e Winn volta a beber seu suco pelo canudo em silêncio. - O quê?

- Kara, você sabe que eu te amo muito, muito mesmo, mas você não consegue amiga. Acho que a coisa mais rebelde que você já fez na vida foi escolher ser professora de Literatura ao invés de ser uma cientista como seus pais. Você é sempre tão certinha, amiga, que até mesmo a sua comida é a mesma que você pede há anos. - Lena ri ainda mais e toma um pouco de seu suco.

- Não nos leve a mal, Kara, mas você não é tipo de pessoa rebelde que faz coisas sem pensar. Você gosta de ter o controle das coisas. Se as coisas não saem como você quer ou algum imprevisto acontece, você se desespera. Como quer que a gente acredite que você pode ser imprevisível, quando você chora e surta toda vez que você lida com algo diferente dos seus planos? Não se lembra como você ficou quando não foi escolhida para ser a personagem principal daquela peça na sua faculdade? - Relembra Winn, sorrindo cauteloso. Ele parecia temer me machucar.

- Eu só não ganhei o papel principal de A Bela e a Fera, porque eu estava gripada. Eu tinha tudo para ser a Bela. Não pode me julgar por ficar chateada por não conseguir o papel. - Resmungo, inconformada e ele suspira.

- Admita, amiga. Você não consegue ser imprevisível.

 

- Isso seria bastante imprevisível, certo? - Pergunto a Mon-El que parece não acreditar em minha pergunta. A minha conversa no almoço com meus amigos voltam a minha mente. Eles me chamam de previsível, mas será que eles pensarão a mesma coisa se eu me arriscar dessa forma imprudente com Mon-El? Quer dizer, eu mal o conheço e a única pessoa com quem fiquei em minha vida foi com James. O que as pessoas achariam se eu me propuser a uma aposta irracional como essa? - Isso se assemelha muito a um enredo das histórias de amor que eu leio.

- Você realmente está ponderando sobre isso? - Questiona Mon-El, surpreso. - Kara, eu entendo que você esteja chateada com o que seu namorado...

- Ex-namorado. - Corrijo e ele revira os olhos.

- Certo. Ex-namorado. - Repete e suspira. - Enfim, eu entendo que esteja chateada e revoltada com a vida, mas não pode simplesmente fazer uma aposta como essa. Isso não vai ajudar na sua situação e nem fazer seu ex-namorado mudar.

 

- Eu só acho que nosso relacionamento é... chato. - Explica o outro e vejo as lágrimas se formarem nos olhos de Kara. - Você planejou a sua vida inteira, Kara. Tudo é sempre muito previsível entre nós. Você nunca se arrisca. É sempre a mesma coisa e isso está me cansando. Eu não posso continuar esse namoro sem ter certeza de que eu realmente amo você. Nesse momento, tudo o que penso são possibilidades. Eu fico me perguntando se eu devo mesmo ficar com você, se eu te amo, se nós conseguiremos ser felizes juntos... Eu quero ter a chance de conhecer novas mulheres para ter a certeza de que nós devemos nos casar....

 

- Você não entende. - Respondo, relembrando as palavras de meu ex-namorado. - Eu estou cansada de ser a previsível, a garota certinha e chata. Estou cansada de me dedicar para não decepcionar as pessoas e acabar sendo magoada. 

- Uma aposta como essa não é a melhor forma de mostrar para eles que você não é o que eles dizem sobre você. Nós não somos mais adolescentes inconsequentes que saem por ai apostando quem se apaixona por quem primeiro. - Argumenta Mon-El, encarando-me com repreensão. - Você apenas está sendo influenciada pela raiva que sente pelo babaca do seu ex e por tudo que aconteceu com você. Quando você se acalmar, vai ver que isso é uma besteira. 

- Seis meses. - Digo e ele me encara confuso. - Em sua proposta, você diz que nós iremos a encontros, mostrando quem nós realmente somos e quem se apaixonar primeiro vai ter que fazer a mais bonita e romântica declaração de amor que conseguir. E se criarmos regras para garantir que ficaremos bem.

- O que quer dizer com isso? - Pergunta Mon-El, dividido entre a curiosidade e a cautela.

- Nunca mentiremos um para o outro sobre quem nós somos. Os encontros vão servir para mostrar nossas verdadeiras personalidades. Quem nós somos e o que nós realmente gostamos de fazer. Um dia eu fico responsável pelo encontro e outro dia é você. Nós faremos isso por seis meses. Se nenhum dos dois se apaixonar, apenas fingimos que tudo não passou de um momento de raiva minha e que agimos por impulso. Se um de nós se apaixonar pelo outro, deve se confessar imediatamente. O outro não é obrigado a aceitar os sentimentos, mas a aposta acaba nesse momento, independente de quanto tempo estamos indo a encontros. Não é necessário que um se mantenha fiel ao outro, ou seja, podemos sair com outras pessoas, mas isso significa que você está arriscando sua chance de fazer a outra pessoa se apaixonar. - Respondo, sugerindo regras. - A declaração pode continuar a mesma. Acho que isso será interessante de ver, de qualquer forma.

- Você está mesmo levando a sério a proposta de aposta? - Indaga Mon-El com seriedade. 

- Por quê? Você por acaso está com medo de perder? - Provoco e ele ri, negando.

- Você está brincando com fogo, Kara Danvers. Eu não entro em uma aposta se eu não tiver certeza de que posso ganhar. - Responde o homem com um sorriso convencido.

- Então vamos fazer isso. - Digo, aproximando-me de Mon-El. - Eu nunca fiz nada como isso e a única pessoa com quem me envolvi romanticamente na minha vida inteira foi James. Se analisarmos racionalmente, você tem muitas vantagens sobre mim. 

- Isso é sério? Você nunca ficou com outro homem que não fosse o seu ex?

- Não. - Nego com sinceridade. - E é por isso que quero tentar. Eu quero provar para mim mesma que eu posso ser uma pessoa interessante. Que James e meus amigos estão errados e eu posso sim ser uma pessoa imprevisível. Que eu posso fazer loucuras e me divertir. Apesar de estar completamente acabada e morrendo com essa droga de ressaca, pela primeira vez na vida, eu me senti livre. Você me fez descobrir um lado meu que nunca pensei que eu tinha. Eu quero ter a chance de me testar e conhecer quem eu realmente sou.

Mon-El me encara por um tempo em silêncio. Estendo minha mão para que possamos firmar nosso acordo. Meu coração batia acelerado e eu não sabia dizer se o que eu estou fazendo é mesmo uma boa ideia, mas eu tinha que arriscar. É tarde demais para voltar atrás e eu também não quero. O Matthews suspira e leva sua mão para apertar a minha, mas ele hesita.

- Tudo bem. Eu concordo com a sua aposta. - Responde Mon-El e um sorriso animado cresce em meus lábios. - Mas com uma condição.

- E qual seria a condição? - Pergunto, curiosa.

- Se sentirmos vontade de nos beijar ou ir mais longe, deixaremos acontecer. - Fala e eu me surpreendo com sua condição. - Já que estamos falando que apresentaremos quem nós realmente somos, eu não quero ter que me prender. Se os dois estiverem de acordo e conscientes de seus próprios atos, nós vamos deixar acontecer. Não precisamos namorar ou algo do tipo. Vamos apenas dizer que essa é uma forma de fazer a outra pessoa se apaixonar.

Pondero sobre a condição de Mon-El. Nos livros que leio, isso nunca acontece. Ele não estava realmente errado. Se vamos mostrar quem nós somos e se iremos usar todas as ferramentas que temos a nosso favor, é claro que beijos podem ser usados também. Ao pensar sobre isso, vejo o quanto isso é loucura. Eu nem o conheço. Tudo o que sei é que ele é o tio de um de meus alunos, é apaixonado por uma moto a ponto de colocar um nome, trabalha como bartender e, às vezes, como garçom, que apesar de se chamar de Mon-El, pede que as pessoas o chame de Mike. Ainda assim, porque eu me sinto tão conectada a ele?

- Vamos fazer isso. - Respondo, apertando a mão de Mon-El. Eu não sei o porque de me sentir assim com ele, mas farei o que for preciso para descobrir. 

- Estou ansioso para ver a sua declaração de amor quando você perder, Kara Danvers. - Declara Mon-El, sorrindo presunçoso.

- Eu não teria tanta certeza assim, Mon-El Matthews. - Retruco, sorrindo. - Que vença o melhor. 

 


Notas Finais


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Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/BbOG6KJnuHy2dQIs1sC9Ss
Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646


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