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História Apostas para o amor (Jackson Wang e Lim Jaebeom) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


•••••••••••••••••••••••••••••💗••••••••••••••••••••••••••••••
Eu volteiiii.
Peço mil desculpas a vocês pela minha grande demora para postar um novo capítulo, prometo tentar postar com mais frequência.
Espero que vocês gostem e boa leitura.
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Capítulo 6 - Capítulo 06


Fanfic / Fanfiction Apostas para o amor (Jackson Wang e Lim Jaebeom) - Capítulo 6 - Capítulo 06

•Algumas horas depois•

Já havia guardado metade das minhas roupas no closet, eu estava faminta e cansada, então decidi descer para comer algo. Sai de meu quarto me dirigindo as escadas, logo chegando ao final da mesma que dava na grande sala de estar. Quando cheguei aqui a algumas horas atrás, não havia percebido o quão bonita é essa casa, paredes brancas com alguns quadros magníficos pendurados pela mesma, a sala de estar decorada com sofás de couro preto, uma mesa de centro completamente de vidro, a lareira no centro da parede, o grande lustre pendurado no teto e a grande parede de vidro. A casa me lembra muito casas na praia. 

Após um tempo admirando a sala voltei a fazer meu trajeto até a cozinha, o caminho até lá não foi muito longo, e ao chegar na mesma me senti muito feliz ao ver dona Lúcia cozinhando. Olhei em volta e fiquei impressionada, assim como a sala a cozinha era linda, eletrodomésticos de inox, cozinha espaçosa com uma ilha em seu centro com algumas cadeiras altas para poder sentar, ao contrário do resto da casa às paredes da cozinha haviam sido pintadas em um tom de cinza meio escuro, e o chão era de mármore branco. Havia uma grande mesa com oito lugares, uma porta mais ao fundo da cozinha, onde eu acredito que seja a dispensa, alguns lustres em cima da ilha e da mesa.

- Ah você está aí querida, venha comer_ dona Lúcia me chamou assim que notou minha presença no local.

Tendo sido tirada de meus pensamentos, me ditigi até a ilha onde me sentei em uma das cadeiras do meio.

- O cheiro está ótimo Lúcia_ eu disse logo recebendo da mesma um grande sorriso.

Ela me entregou um prato com macarrão ao molho branco. Dei a primeira garfada e estava esplêndido.

- Este macarrão está incrível, muito obrigada pela comida.

- Não precisa agradecer querida. Agora coma, você deve estar faminta. 

- Realmente eu estou kkkk _Dei a primeira garfada e notei dona Lúcia me olhar com espectativa_ Está maravilhoso, a senhora realmente é uma cozinheira de mão cheia dona Lúcia. 

  Recebi um lindo sorriso da senhora a minha frente como agradecimento. Continuei a comer aquele maravilhoso macarrão em quanto conversava com dona Lúcia, a mesma me contava histórias da sua juventude e eu a ouvia atentamente.

- Houve uma vez, em que eu fui viajar com algumas amigas minhas, eu ainda era muito jovem na época, todas nós éramos, e queríamos aproveitar a vida. Nós pegamos carona com o namorado de uma de minhas amigas e fomos para a praia, iríamos acampar pela primeira vez em nossas vidas, você consegue imaginar o quão engraçado foi ver todas falhando ao tentar acender uma fogueira ? Kkkk ou ao tentar armar um simples barraca. Nenhuma de nós conseguíamos, e Armen e seu namorado já deveriam estar namorando do outro lado da praia kkk, então alguns caras vieram nos oferecer ajuda. Belos homens, mas o mais bonito com toda a certeza era Ezra. Com belos cabelos loiros e olhos de cor de mel. Ele foi o meu primeiro e último namorando.

- A senhora não se interessou por nenhum outro após namorar ele ? _perguntei cheia de curiosidade.

- Não houve tempo o suficiente para me interessar por outro homem _ela sorriu e olhou para um canto da parede, perdida em pensamentos, provavelmente relembrando suas mais belas memórias com Ezra_ meu querido Ezra me pediu em casamento após termos completado dois anos de namoro oficial. _sorri compartilhando da felicidade que ela demonstrou em sua voz ao falar sobre eles_ Nós nos casamos após alguns meses, e vivemos felizes por muito tempo.

- Onde Ezra está agora ? _pergubtei levando a última garfada até minha boca.

- Infelizmente, ele faleceu a alguns anos atrás. _seu lindo sorriso de alegria que reinava em seus lábios a alguns segundos atrás se transformou em leve curvar de lábios, um sorriso tristonho.

- Sinto muito pela sua perda Lúcia _disse com toda a sinceridade que em mim havia.

- Está tudo bem minha querida, eu e Ezra fomos muito felizes durante o tempo em que vivemos juntos, ainda hoje ele me faz uma mulher muito feliz apenas pelas memórias que compartilhamos juntos.

- É aparente para qualquer um que a escute falar sobre ele, que Ezra foi verdadeiramente amado pela senhora com todas as suas forças, e que o amor de ambos foi completamente verdadeiro e puro. _ela sorriu para mim e eu retribui seu gesto_ Eu me pergunto se eu irei viver um romance com amor puro como o da senhora, se algum dia, eu irei encontrar uma pessoa que me faça feliz mesmo após a morte. 

- Você é uma garota maravilhosa minha querida, com toda a certeza desse mundo você será muito feliz e muito amada, um dia, você irá encontrar o seu próprio Ezra. Eu acredito plenamente nisso, não me há dúvidas. 

- Muito obrigada Lúcia. A senhora não tem noção de como me deixou feliz. Não apenas com as suas palavras mas também com a sua maravilhosa comida kkk.

- De nada minha querida _ela levou sua mão direita até meu rosto e acariciou minha bochecha_ agora me deixe tirar o seu prato e vá descansar, você teve um dia cansativo. 

- A senhora também precisa descansar, então me deixe ajudá-la, eu posso muito bem lavar meu prato pelo menos kkk.

- certo, apenas seu prato, e depois vá descansar, combinado ? _ela me lembrou minha mãe_

   Minha mãe...como será que todos estão ? Mesmo com todo o acontecimento de hoje eu ainda espero que meu pai esteja bem, que todos em casa estejam bem.

- Certo Lúci.

    Com meu prato em mãos andei até a grande pia de mármore e lavei meu prato e meus talheres, tentei pegar as panelas que Lúcia havia usado para preparar o jantar mas a mesma me empediu e me mandou direto para o quarto. Sem retrucar como uma garota obediente, eu fui para meu novo quarto. Já dentro do mesmo, encostada a porta branca eu olhava em volta, o quarto era lindo, mas me passava um grande sentimento de vazio, de solidão. Talvez essa fosse a maneira do meu subconsciente me mostrar que eu estava com muitas saudades de casa, mas agora já era tarde de mais para sentir saudades, pela minha família, por mim e pelo meu futuro, eu irei aguentar esse um ano de cabeça erguida. 

     Domingo  07h30 AM 

Andy Bunsen 

   Acordei após uma noite mal dormida, em um quarto que não era o qual eu acordava todas as manhãs, em uma casa na qual minha família não estava, cujo dono é um homem que neste momento eu estou nutrindo certo ódio, pai de dois garotos que viraram minha vida de cabeça para baixo. Eu não queria levantar da cama, e haviam inúmeros motivos para isso, motivos que eu poderia passar o dia todo citando para qualquer um que entrasse neste quarto para me tirar da cama, mas no estado de zumbi no qual eu me encontrava agora, até o pensamento que ter que falar me causava preguiça. Os pássaros já cantavam do lado de fora da janela, e o sol já se fazia presente iluminando o quarto todo, já que não haviam cortinas para impedir que o mesmo invadisse meu espaço pessoal com seus raios de luz quente. O motivo de não haverem cortinas para manter o sol afastado ? É porque eu me joguei na cama ontem de noite e não quis levantar em momento nenhum para fechar as cortinas. 

 Será que se eu passasse o dia deitada na cama alguém notaria a falta da minha presença, já que eu cheguei ontem e ainda não deu tempo dos empregados se acostumarem com a minha presença, eu dúvido muito que a falta de meus passos pela casa ou de mais uma pessoa sentada a mesa para as refeições matinais seja notada. Então minha melhor opção para este lindo dia de Domingo é passar todo o resto do mesmo deitada em minha cama tentando recuperar o sono perdido durante metade da noite passada. Decidida a passar meu dia assim me remexi na cama procurando uma posição confortável para começar o primeiro estágio do meu sono, abracei meu travesseiro e fechei os olhos, e então uma suave batida na porta se fez presente. Eu precisava mesmo responder ? Ou eu poderia ficar em silêncio e esperar que a pessoa que está do outro lado da porta desistisse de me chamar ? 

- Andy está acordada ? _a voz de dona Lúcia soou pela porta.

Por que a dona Lúcia e não um outro empregado qualquer ? Se fosse qualquer outra pessoa eu apenas manteria o silêncio e a ignoraria até que a mesma desistisse. Mas eu não poderia fazer algo assim com dona Lúcia, não após ela me tratar tão bem dês de que eu cheguei nesta casa. 

- Sim dona Lúcia, já estou acordada, pode entrar se quiser.

    A porta foi aberta e a senhora baixinha e fofa adentrou o quarto sorrindo.

- Fico feliz que já esteja acordada minha querida, está com fome ? _neguei com a cabeça.

- Eu estou apenas com sono, digamos que não foi uma noite bem dormida. _sorri.

- É um quarto novo, em uma casa nova, com pessoas novas, ambos você nunca viu antes, de um tempo ao tempo, você precisa se acostumar com o local e logo logo estará dormindo como uma bebê.

- Espero que a senhora esteja certa.

- Eu sempre estou certa, agora se arrume s desça para tomar um café, quer algo especial ? 

- Não precisa Lúci, apenas uma chicara de café e uma bela torrada serão o suficiente. 

- Certo, vou me retirar então. _e ela saiu do quarto.

   O silêncio voltou a reinar pelo quarto, até mesmo a casa cheia de funcionários estava silenciosa, me permitindo ouvir o canto dos pássaros e o barulho das árvores e suas folhas que dançavam com o vento. Lúci tinha razão, eu deveria me levantar e me arrumar para tomar um café, este é um dia como qualquer outro, independente de onde eu esteja, vou viver minha vida como sempre e seguir a minha rotina. 

•Meia hora depois•

    Eu me sentia renovada, me sentia mais viva, deixei dentro do box todas as minhas preocupações e toda a minha falta de sono e todas as memórias chatas e dolorosas de ontem, permiti que a água levasse tudo o que me manteve acordada durante a noite e sai do banho relaxada. Com um vestido de tecido leve e florido, e minha pantufa lilás eu entrei na cozinha, a minha frente uma mesa farta estava posta, e dois garotos se sentavam de frente un para o outro comendo um pouco de tudo que ali havia. 

- Andy que bom que decidiu levantar da cama, venha comer. _ela disse puxando a cadeira que ficava na pinga da mesa entre os dois garotos presentes.

- Muito obrigada Lúci. _agradeci me sentando.

   Peguei uma torrada com manteiga, um pouco de ovo mexido, duas fatias de bacon e alguns tomates cereja e coloquei no prato em minha frente, suco de laranja foi servido em meu copo por uma  criada que estava ao lado de Luci, a moça aparentava ser um pouco mais velha que eu, agradeci a ela por encher meu copo e ela voltou a ficar parada ao lado de dona Lúcia. A mesa estava silenciosa, apenas o barulho de mastigação podia ser ouvido, as respirações, o momento em que o garfo era levado a boca e batia nos dentes, e até mesmo quando um de nós engolia um pouco de suco ou a comida triturada que estava em nossas bocas. Era irritante e agoniante estar em um lugar tão silencioso, o canto dos pássaros começou a fazer falta. 

- Você chegou bem ontem Andy ? _Jack perguntou me deixando surpresa.

- Sim, a senhora Lúcia me recebeu muito bem.

- Certo...que bom, desculpa por não te receber. _Jack disse com voz de culpado.

- Está tudo bem, eu não esperava chegar e encontrar vocês depois de qualquer forma. _percebi Jack se preparar para dizer algo mas eu fui mais rápida_ Não...na verdade, eu torcia e ansiava durante todo o trajeto até aqui para que eu não encontrasse nenhum dos dois ontem. 

   Ambos ficaram em silêncio, nenhum dos dois ousou dizer nenhuma palavra, e eu agradeci mentalmente por isso. Meu celular que se encontrava ao meu lado na mesa começou a tocar, na tela estava gravado o nome de Ethan. Peguei o aparelho e me levantei da mesa pedindo licença para sair da mesa, não obtive resposta dos bobões e saí mesmo assim me dirigindo até a sala onde eu poderia conversar tranquilamente com Ethan. 

•Ligação• 

- Alô ? 

- Oi Andy, é o Ethan _a voz do mais velho estava rouca pelo outro lado da linha.

- Ah oi Ethan, tudo bem ? 

- Tudo sim, e você está bem ?

- Sim kkk, você precisa de algo ? 

- Na-não...quero dizer sim ! 

- Está tudo bem ? Do que precisa ? 

- Quer almoçar comigo hoje ?

- Claro !! Obrigada por me convidar.

- Certo então eu passo na sua casa ao meio dia ? 

- Acho que seria melhor nós nos encontrarmos em algum lugar, eu...não estou em casa.

- Não tem problema, me passe o endereço e eu vou te buscar.

Será que não haveria problema ? Bom...o que poderia acontecer de mal certo ? 

- Certo, te mando por mensagem, até mais tarde.

- Até mais tarde Andy.

                                   •••

   Desliguei a chamada e soltei um suspiro, fico feliz em ter alguém para passar a tarde. Hora de voltar para minha comida na mesa. Girei nos calcanhares para ir em direção a cozinha e dei de cara com Jaebeom.

- Onde você vai hoje com o Ethan ? 




Notas Finais


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Será que Andy vai conseguir encontrar um amor puro e verdadeiro ? O que vocês acham ?
Será que ela será tão feliz quanto nossa querida dona Lúcia foi com seu grande amor ?

Espero que tenham gostado 💕
Até a próxima 💕
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