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História Appa ou Oppa? (18 anos) - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii mochis!
Quarentena, né? Então precisamos de distrações pra não enlouquecer.
Mais um cap pra vcs
Espero que gostem!

Capítulo 16 - Capítulo dezesseis


  SN on 

  Acordo sozinha. O quarto estava levemente iluminado com a claridade vinda das frestas da cortina. Permaneço deitada, tentando enxergar o máximo do ambiente, apesar da baixa luminosidade e a visão ainda embaçada por ter acabado de acordar.

  Durante este pouco tempo de preguiça, ouço meu celular tocar longe. Me lembro da noite passada. Ainda não acredito no que fiz, mas estranhamente não me arrependo.

  Me levanto e vou até meu quarto atender a ligação.

 

Ligação recebida: Omma

Aceitar – Recusar

 

  Nunca me preocupei em ser ou não sincera com minha mãe, mas era estranho saber que não podia, de forma alguma, lhe contar algo.

 

  -Alô?

-Você nem me ligou quando chegou. Achei que não sentisse minha falta.

  -Estou bem, obrigada. E você? Em paz?

-Uau, que bom humor. E o seu pai?

-Mora aqui também.

-Uh, boa sorte. Pela grosseria nem imagino como deve estar adorando aí. Bem, tenho compromisso, preciso desligar.

 

  SN: Grossa.

 

11 mensagens não lidas

Grupo das meninas

 Isa: Mas não acho que ele seja o cara certo pra ela, mesmo assim, ela que sabe. ( 8 mensagens)

Jinyoung amorzinho

Quando posso te ver, uh? ( 2 mensagens)

 

  JK: Não queria que tivesse acordado assim. Queria ter trazido seu café. – Dou um pequeno pulo de susto, me virando para a porta, de onde Jungkook estava apoiado no batente, e vem andando vagarosamente em minha direção. Bloqueio a tela do celular e o ponho atrás do corpo.

  Ele passa os braços pela minha cintura, sinto uma sensação inexplicável percorrer pelo corpo, sorrindo boba, fixando meu olhar no seu. Um sorriso se forma em seu rosto. Jogo meu celular em cima da cama, passo meus braços por seu pescoço, e fiquei na ponta dos pés, aproximando nossos rostos.

  Jungkook on

  Ouvi a pequena conversa no telefone, não tinha a mínima ideia de que era, até vê-la encarar a tela do celular, enquanto resmungava. Sua mãe.

  mesma não tinha percebido minha presença ali até me pronunciar. Queria saber mais do que acontecia através do aparelho, mas não queria ser mal educado, então deixei quieto, e ela nem se deu ao trabalho de comentar, então não iria insistir.

  Assim que me aproximei, pude perceber que ela estava tensa, mas de repente o celular saiu de cena, e seu foco se voltou a mim. Então ela expressava calma.

  Aproximando nossas bocas, sua respiração se misturando a minha, seus olhos nos meus, pude ver tudo o que estava acontecendo com clareza: éramos dois desconhecidos, mas ligados biologicamente, que estavam tendo um caso. Nos conhecemos a menos de um mês, e estamos em casa (mesmo que de uma forma ou de outra ela moraria comigo, nesse caso intensifica a relação), abraçados. Por um momento até pensei que deveria me preocupar, mas não agora. Prefiro tê-la ao meu lado e saber que juntos podemos mais.

  Selo de vez nossos lábios, quebrando o espaço torturante que nos separava. Suas mãos envolvem minhas bochechas, e a minhas sobem até o meio de suas costas, a puxando para perto. Entre passos e tropeços ela para com as mãos tensas se segurando em meus ombros. Pela diferença de altura, me esqueci por um momento que ela estava na ponta dos pés.

  Rimos, separando o beijo. Sua barriga ronca.

  JK: Volte para a cama. Vou pegar seu café.

  SN: Posso abrir as cortinas?

  JK: Claro! Estavam fechadas para a claridade não atrapalhar seu sono de princesa.

  SN: Ah, que cavalheiro. Muito obrigado, Senhor Jeon.

  Rimos e tomamos o rumo de cada um.

  Desci as escadas indo pegar o café para levar à SN. Pego frutas, pão, Café e suco. Disponho em uma bandeja bonitinha e subo as escadas de volta ao meu quarto.

  Chegando, observo a porta entreaberta. Pelo espaço, consigo ver SN mexendo no celular e mordendo levemente o lábio. Entro devagar, empurrando a porta com a perna.

  JK: O que tem de tão interessante nesse celular, hum?

  SN: N-nada. – Ok, não vou insistir.

  SN on

  Eu preciso arrumar uma forma de despistar o Jinyoug sem que o Jungkook perceba.

 

Mensagens

 

- E aí princesa?

- Por que não me chamou mais?

- Quando posso te ver, uh?

 

E aí Jiny? Desculpa, é que eu estava com uns compromissos.

Como cheguei agora tenho que correr atrás de um monte de coisas.

 

- Ah é. Te vi na rua uns dias atrás, tava com uns papéis na mão

- Preferi não te atrapalhar.

 

Espera, onde me viu?

 

- Você deixou um currículo na cafeteria que eu trabalho.

 

Nossa! Tava tão distraída que nem te vi.

Desculpa.

 

- Tranquilo.

- Acho que você vai ser aceita aqui sim.

 

Como sabe?

 

- Meio que eu faço parte do RH na cafeteria e eles estão precisando urgentemente de alguém mais simpático para atender os clientes.

 

Uou. Assim espero.

 

- Deixa comigo, gatinha. Assim a gente se vê mais.

 

Então, é que.../ (mensagem apagada)

 

  JK: o que tem de tão interessante nesse celular?

  SN: N-nada. – Deu de ombros.

  JK: Hum, ok. Não sabia o que você gostava, então trouxe um pouquinho de cada.

  SN: Que fofo. Obrigada. Estou mesmo morrendo de fome.

  JK: Eu também...

  SN: Então come comigo.

  JK: Ah, SN. Tão inocente. – disse se levantando – Vou arrumar a bagunça que fiz na cozinha. – Deixou um selar em meus lábios, e saiu. Prefiro não comentar sobre a intimidade que Jeon faz parecer como se fizéssemos isso há tempos.

  Termino de comer e ponho a bandeja sobre a escrivaninha do quarto. Por que caralhos o Jeon tem uma escrivaninha no quarto?

  Arrumo os lençóis e o edredom, disponho os travesseiros e desço com a bandeja até a cozinha para cuidar da louça suja.

  Na entrada do cômodo, vejo Jungkook sem camisa, de costas, apenas com uma calça moletom e o pano de prato sobre o ombro, colocando um prato no escorredor de louças. Que visão.

  Levo a bandeja até ele, que me recebe com um sorriso no rosto. Faço um coque desajeitado no cabelo e pego o pano de prato, para o ajudar secando e guardando a louça.

  Assim que terminamos, vamos para a sala e nos jogamos no sofá, como se tivéssemos acabado de correr uma maratona.

  SN: Jeon, por que tem uma escrivaninha no seu quarto?

  JK: De vez em quando eu trago trabalhos para terminar em casa. Tem dias que não suporto olhar na cara daquelas pessoas.

  SN: E por quê?

  JK: São ignorantes – disse se levantando -, prepotentes – apoiou os braços em volta do meu corpo -, e intrometidas. – Se aproximava devagar – Adoram fazer fofoca, e estão doidos para saber algo sobre mim e fofocar também. – Sua voz saia roca como um resmungo - E você? Por que faz tantas perguntas?

  SN: Tem tantos mistérios assim que eu não possa saber, Jeon?

  JK: Amo como me chama tão formalmente.

  SN: Não desvie do assunto, mocinho.

  JK: Mocinho? Sério?

  SN: É. Você seria um péssimo vilão.

  JK: Concordo.

  SN: Convencido.

  Rimos e ele deitou a cabeça sob meu peito, enquanto eu acarinhava seus cabelos, ouvindo-o falar sobre “como meu coração batia mais rápido conforme ele falava”. Dormimos.

Continua...


Notas Finais


O que acharam, mochis? Comente, por favor.
Não muito o que falar, mas se quiserem pedir alguma fic específica, adoraria escrever coisas novas.
Até o próximo capítulo.


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