História Aprendendo a Ser Forte - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Sakura, Sasusaku
Visualizações 58
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prologo


Professor Zabuza queria conversa comigo, então caminhei até a sala dos professores, encontrando alguns deles já de saida.

- Sakura? O que faz aqui? - Kurenai sensei me perguntou sorrindo amigável mente.

- Olá professores! Zabuza sensei pediu para falar comigo. - eu forçei meu melhor sorriso.

- O que Zabuza tem para falar com uma aluna tão doce como você? - Asuna sensei questionou.

- Não faço a minima ideia sensei. - falei baixinho.

- Não deve ser nada demais! Sakura é uma otima aluna. - Gai sensei sorriu para mim abertamente e passou a mão no meu cabelo o bagunçando.

- Sim, isso é verdade. - Irucka sensei concordou - Tenha uma boa conversa Sakura.

- Arigato! - eu agradeci e eles continuaram o caminho.

Entrei na sala um pouco com medo, professor Zabuza é muito serio e as vezes me causa medo principalmente quando me olha de um jeito estranho, ele entrou para substituir a professora Anko que nos contou que iria fazer um intercâmbio em outro continente.

Ele estava olhando alguns papeis na mesa e sorriu ao me ver e me senti assustada e com medo de seu soriso.

- Sakura! Que bom que veio tenho assustos a resolver com você. - ele caminhou até mim.

- Algum problema Zabuza Sensei? - Perguntei.

Zabuza sensei agarrou meus braços e pos contra a parede em um movimento brusco que me fez tremer de medo. Logo começou a lamber meu pescoço, não conseguia me mover, estava com medo e quando senti uma mão por baixo da saia do meu uniforme quis gritar porem o grito não saia.

Rezei a Deus que algum professor aparecece ou que ele parasse, eu logo senti minha calcinha sendo puxada e algo estranho tentando entra na minha... e entrou e doeu muito eu comesei a chorar. Professor Zabuza sorria, e eu chorando até que a porta se abriu e vi Zabuza Sensei se assusta. Logo vi Kakashi Sensei bater nele e Yamato Sensei me puxa me olhando nos olhos tentando me acalmar.

- Sakura olhe para mim! Tá tudo bem agora! - eu tentei olhar para os outros professores mas ele não deixou - Tudo bem!

Asuna sensei e Gai sensei passaram pela porta e correram até os dois professores, e então vi a professora Kurenai me olhar confusa.

- O que está acontecendo aqui? - professora Kurenai perguntou aos gritos.

- Esse desgraçado estava estuprando a Sakura? - Kakashi sensei estava mas que nervoso, parecia transtornado.

- Você encostou suas mãos suja numa menina de 11 anos seu desgraçado! - Kurenai sensei parecia quere bater no Zabuza sensei mas o Asuna sensei a segurou.

...

Faz um mês que eu sou acompanhada por um psicólogo, meus professores me tratam diferente desde o dia, meus colegas me olham estranho, meus pais estão estranhos e até eu me sinto estranha.

Mamãe está doente, papai diz que é por minha culpa, o senhor Yamanaka diz que não, e eu não sei em quem acreditar. Papai deve está certo, afinal ele não mentiria para mim?

...

Mamãe morreu a uma semana, papai está diferente, ele me ameaça e diz que eu deveria morrer. Senhor Yamanaka diz que eu devo entender, que não sou culpada por nada que aconteceu com minha mãe.

...

Faz três messes que mamãe morreu, passei a cozinhar, lavar, passar, limpa  a casa. A três semana não vou mas para a escola papai diz que é uma perda de tempo. E que eu tenho apenas que ficar em casa.

Quando a comida está salgada ou a casa bagunçada ou eu demoro para por o almoço papai me bate. Ele diz que é para eu aprender a ser eficiente e rapida, tem vezes que ele me bate e nem sei o motivo. Ele passou a cheira a um tipo de perfume ruim, e amargo e azedo, é quase o mesmo cheiro que as bebidas que ele bebe.

Quando ele cheira muito a isso, eu apanho sem saber o porque. Ele diz que eu mereço apanhar, que sou culpada por todas as desgraças da vida dele.

Eu não saia mais de casa e papai me proibiu de comer, ele diz que estou quase uma baleia e mandou eu parar de comer e foi o que eu fiz.

- SAKURA! - papai me gritou e eu sai correndo do meu quarto deixando os livros da escola abertos e descendo as escadas abertas.

- Senhor! - apareci na frente dele e ele pegou no meu braço com força.

- QUANDO EU TE CHAMA VENHA LOGO! - ele me jogou no sofá e tirou o sinto.

Ele agarrou meu braço e me puxou me agarrando pela cintura de costas e começou a me bater, eu comecei a chorar e ele me bateu mais por esta chorando.

Até que papai parou de me bater me jogou no chão e começou a me chutar e forte, pisou na minha perna e eu comecei a gritar de dor e a cada grito ele me bateu mais e mais forte. Uma hora ele parou, e eu fiquei lá olhando para ele chorando e ele foi para cozinha voltando com uma faca.

Ele me puxou pelo braço e passou a faca nele o que me fez gritar de dor, depois ele agarrou meu cabelo e puxou com força o que me fez solta um gemido alto de dor e logo eu não senti mais a dor na cabeça e sim ele solto porem só senti o cabelo na bochecha e fui jogada no chão ele vinha com a faca na minha direção e eu congelei não sabia o que fazer até que a porta foi escancarada.

- Polícia! Largue a faca e saia de perto da menina! - meu pai jogou a faca no chão e me chutou mas uma vez.

O homem correu o segurando pelos pulso, e eu olhei tudo assustada, o homem era da mesma altura que meu pai, seus cabelos eram negros e iam até o queixo, seus olhos escuros como a noite e seu rosto serio me deu medo.

- Você está prezo por agreção a menor, carceri privado e tentativa de assasinato pego em flagrante! - ele parecia com raiva e empurrou meu pai algemado para um outro homem o levasse.

- Por favor não prenda meu pai! - eu me levantei com dificuldade segurando meu braço e ele veio até mim - Ele é tudo que eu tenho! Não prenda ele por favor. - eu falei chorando agarrando o braço dele.

- Escute menina! Seu pai vai pagar por tudo que fez a você, eu te prometo que ele não vai sair impune disso. - ele suspirou - Agora venha eu preciso que me conte o que aconteceu em um lugar. Pode fazer isso?

- Não! Meu pai não merece tá prezo! Ele cuida de mim. - falei chorando e ele parecia serio o que me fez recua.

- Fugaku está assustamdo a menina! - uma mulher com cabelos vermelhos longos veio até mim - Venha pequena vamos cuidar dos seus machucados e ligar para alguem para cuidar de você! Você tem algum parente?

- Tia Tsunade ela é minha madrinha! - ela pareceu aliviada - Mais eu não quero fica longe do meu pai! - chorei - Eu já perdi a minha mãe, não me tirem meu pai.

- Ei ele vai pagar por ter te machucado. E sua mãe nunca te deixou ela está aqui! - ela apontou para dentro do meu coração - Vamos ligar para sua tia. - ela me olhou penalizada e deu a mão - Aproposito meu bem, meu nome é Kushina Uzumaki e aquele carrancudo é o meu parceiro o nome dele é Fugaku Uchiha.



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