História Aprendendo a ser uma Sonserina - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Argo Filch, Dominique Weasley, Fred Weasley Ii, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Visualizações 18
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - 08


Fanfic / Fanfiction Aprendendo a ser uma Sonserina - Capítulo 8 - 08

No dia seguinte, nossa pequena Myers se mostrou muito mudada. Acordou no mesmo horário que o anterior, contudo, desta vez fez o máximo possível para ficar mais apresentável e bonita. Quando finalmente finalizou o seu procedimento, Echollyne já estava de pé a sua espera para juntas irem para o grande salão comunal.

– E então, não vai me contar o que aconteceu ontem?

– Outra hora, Echo. Outra hora!

– Se você diz, por mim tudo bem.

– Bom dia meninas _disse Alvo Severo ao se dirigir as duas, ao mesmo tempo, em que sorria.

– Dia, Potter _elas responderam.

– Quanta formalidade, me chamem apenas de Alvo e já ficarei satisfeito.

– Certo Alvo _anunciou Abby com um meio sorriso.

E assim, os três andaram juntos até onde iriam fazer a sua primeira refeição.

Já sentado à mesa da Sonserina, estava um Malfoy visivelmente animado com a chegada de seus colegas de casa.

– Bom dia _ele disse quando os três se sentaram.

– Dia Doninha.

– Dia bom para você, Malfoy _respondeu a ruiva.

– Não vai me cumprimentar, Abby? _perguntou o loiro ao ver que a garota se mantinha.

– Para sua pessoa, sou Abby Myers _anunciou de má vontade.

– O que eu perdi? _quis saber o Potter.

– Garanto que isso não posso te responder, já que até mesmo eu estou perdida nesse quesito _respondeu Echo mostrando-se confusa.

– O que eu te fiz? _questionou Scorpius a senhorita Myers.

– Echo, querida, diga a esse filho de doninha que ele sabe muito bem o que fez.

– Scorpi... _ela ia começar a dizer, quando o colega a interrompeu.

– Diga a essa garota sem educação, que ela não pode me ignorar sem me dar um bom motivo. Além do mais, eu nem sei do que ela está falando.

– Echollyne, que tal irmos para outro canto da mesa? _sugeriu o moreno ao ver que o clima estava ficando sobrecarregado e muito estranho.

– Eu aceito de bom grado a sua sugestão! _e dizendo isso, ela saiu puxando o colega de casa para o extremo sul da mesa.

– Belos amigos, arrumei _esbravejou a menina.

– Você não está sozinha, estou aqui para lhe fazer companhia _retrucou Malfoy.

– Preferiria mil vezes ficar com fome a ter que ficar do seu lado.

– Está mentindo.

– Não mesmo.

– Hey! Hey! Hey! Posso saber o que está se passando aqui? _quis saber o professor Russel Von Kier, responsável pela casa da Sonserina_ Metade do salão comunal está ouvindo os desaforos dos dois. O que leva os dois companheiros de casa a brigarem desta forma?

– Malfoy não aceita que um bruxo Sonserino possa adquirir hábitos diferentes do que um puro sangue _Abby tentou explicar.

– Pois bem, para que ambos possam refletir sobre essa situação _o professor disse com cautela_ estão detidos por tempo indeterminado, mandarei uma coruja a cada um, avisando o dia e hora da primeira detenção.

– Ótimo! Agora estou em detenção por sua causa _reclamou a pequena ao frisar as últimas palavras para que o seu colega entendesse bem a quão raivosa estava.

Após o café da manhã, Abby decidiu escrever para sua família para contar o que estava acontecendo desde a sua partida, já que ainda tinha um tempinho livre antes da primeira aula. Contou que tinha conseguido parar em Sonserina e que tinha ganhado alguns amigos, mas que atualmente se desentendera com um e que justamente por este motivo tinha ganhado a sua primeira detenção.

Ao finalizar, disse aos avôs, o quanto estava com saudades e que breve esperava receber uma correspondência dos mesmos. Em seguida, se dirigiu até o corujal e procurou pela coruja que tinha adquirido quando fora ao Beco Diagonal.

***

Abby estava remexendo em seus pergaminhos, quando achou o suposto rolo que tinha esquecido no dia anterior, onde o jovem Johnatan Bryan, fez questão de lhe entregar. Ela desenrolou o mesmo e viu, que ele usara aqueles dizeres apenas como desculpa para convida-la para passar uma tarde com ele, ao que não pode evitar sorrir ao saber que ganhara o seu primeiro admirador.

Prendeu as suas madeixas em um rabo de cavalo e depois voltou a sua atenção para os deveres que deveriam ser feitos até o fim da semana. Tinha que entregar um sobre feitiços do dia a dia para a professora Berlin, contudo, achava que somente com as informações do "Livro Padrão de feitiços" (1ª série) de Miranda Goshawk, seria muito pouco, ou seja, insuficiente para impressionar os seus demais colegas e até mesmo para ganhar pontos para sua casa.

Decidiu então, visitar pela primeira vez, a biblioteca de Hogwarts, na esperança de aumentar ainda mais o seu conhecimento sobre o assunto. Quando chegou ao local, notou incontáveis prateleiras de livros e alguns alunos fazendo algumas pesquisas sobre diversos assuntos. Também era notável, assistir os mesmos alunos sendo escondidos por pilhas e mais pilhas de livros, na esperança de achar o assunto desejado nas muitas páginas daqueles grossos cadernos de capa de couro.

– Posso ajudar? _perguntou um aluno da Grifinoria.

– Dever de Feitiços...

– Ah, o que a senhorita Berlin passou? _ele indaga e Abby concorda com a cabeça_ Sei exatamente onde achar o livro necessário para esta questão. A propósito, não fomos apresentados de forma correta, sou Andrew Keyforth, mas pode me chamar apenas de Drew se quiser.

– Abby Myers _respondeu ao esticar a mão em forma de cumprimento.

– Bem, gosta tanto assim de ler?

– Quando necessário, somente.

– Entendo _ele pareceu chateado.

– Disse algo errado?

– Não, é que quase ninguém gosta de livros ou de ler... pensei que fosse diferente _comentou ao dar um sorriso sedutor para a garota.

Enquanto Sonserina e Grifinoria se encaminhavam para uma mesa mais afastada da biblioteca, a menina notou os olhares sobre o menino que a acompanhava. As garotinhas que estavam presentes, só faltavam babar.

– Bom, aqui está o tal livro que te falei _ele disse por fim.

– Agradeço.

– Quer que eu ajude a achar a página?

– Se não for lhe atrapalhar em seus planos, sim.

– Meus planos são você _sussurrou.

– Não entendi o que disse.

– Nada, eu não disse nada _desconversou.

– Myers? _chamou uma voz máscula.

A menina se voltou para trás e notou a figura de Bryan o aluno da Corvinal.

– Não sabia que gostava de ficar aqui também...

– Na verdade, estou fazendo uma pesquisa e nada além disso.

– Ah, você está ai Keyforth _comentou ao olhar para garoto.

– Sim, Bryan, eu estou aqui. Por quê?

– Senhorita Myers, se importa se eu estudar com a sua pessoa? _ perguntou o Corvino sem dar muita atenção ao outro.

– Claro, sinta-se a vontade.

– E então, o que achou da ideia do pergaminho? O convite ainda está de pé...

– Espera! _protestou o outro_ Você também está atrás dela?

– Eu a convidei para sair, é diferente _respondeu.

Antes mesmo que os dois começassem a discutir sobre quem deveria ou poderia ter algo com a mesma, Abby pegou os seus pertences e o livro que iria precisar para sua pesquisa e saiu.



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