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História Aprendendo A Te Amar - Vrene - Capítulo 34


Escrita por:


Notas do Autor


Ok, seis meses. Não sabem o quanto me sinto envergonhada por voltar aqui depois de tanto tempo. Mas diversas coisas aconteceram nesses meses, eu perdi algumas pessoas, perdi algumas motivações e, como se não bastasse, essa quarentena, esse ead... acho que vocês já sabem o que quero dizer hehe. Eu só quero pedir desculpas, mil desculpas.

Eu já havia pensado em parar com a história, inclusive até a excluí e pensei em recriar o plot. Mas então eu me lembrei do quanto planejei essa fanfic, cada acontecimento. Reli os capítulos e senti uma tremenda nostalgia. Talvez não tenha o mesmo engajamento de comentários de antes, mas ainda assim irei continuá-la até que eu possa, por fim finalizá-la.

Agora segue um pequeno resumo do que aconteceu nos últimos capítulos:

- Seulgi está grávida do Jimin.
- As Velvet's foram expulsa do colégio.
- Tae e Irene estão juntos de novo.
- Irene descobriu que seu pai tem uma filha com outra mulher e ela se chama Taeyeon.

O que será que vem aí?

Capítulo 34 - 32 - Todo relacionamento possui crises.


Fanfic / Fanfiction Aprendendo A Te Amar - Vrene - Capítulo 34 - 32 - Todo relacionamento possui crises.

Quando voltou para casa, Irene tratou de tomar um bom banho e de alimentar bastante no jantar. Sua cabeça estava cheia até demais, então a única forma de aliviar o estresse seria relaxar. E foi isso o que a Bae fez. Também contou para sua prima, para sua tia e seu namorado tudo o que havia dito ao pai em sua empresa.

Havia sido um longo dia, uma longa segunda-feira. Buscou ter uma ótima noite de sono para que pudesse acordar bem no próximo dia.

Com a terça-feira chegando, Taehyung pulou mais cedo de sua cama e se arrumou rapidamente para a escola, logo preparando seu café da manhã. Jinjoo até mesmo estranhou o fato de seu filho ter acordado mais cedo. O rapaz explicou que precisava passar em um lugar antes de ir à escola. Faltando, mais ou menos, meia hora para as sete horas, o Kim pediu ao seu irmão mais velho que o deixasse na floricultura, que ficava há dois quarteirões antes da escola. 

Lá o rapaz fez questão de pegar um lindo buquê de lírios do campo, uma das flores preferidas de sua namorada. Assim, o rapaz instruiu seu irmão para deixá-lo na casa de Irene é o deixasse por aquele lugar.

Taehyung desceu do carro um pouco nervoso, como se fosse o seu primeiro encontro com a Bae. A questão era que ele nunca havia a pegado de surpresa logo de manhã. Deu apenas um toque na campainha e não demorou muito para que Han Hi o viesse atender na porta.

— Tae… — A mulher soou surpresa ao vê-lo com um buquê nas mãos.

— Bom dia, dona Han Hi. — O Kim sorriu um tanto nervoso com a situação. — A Irene já acordou?

— Olha, para falar a verdade… — A mulher fez um rosto de desaprovação e rapidamente Taehyung entendeu a resposta. — Entre, por favor.

Taehyung adentrou no cômodo e passou a mão pelos cabelos, como um velho hábito que ele sempre cultiva. Seu coração pulsava um pouco mais rápido e seus lábios estavam um tanto secos. Han Hi até mesmo percebeu o estado do mais novo e riu por dentro.

— Quer tomar café com a gente?

— Não, dona Bae. Muito obrigado! — Disse formalmente. 

— Estarei na cozinha. — E se retirou da sala, seguindo para outro cômodo.

— Mãe, sabe onde está o meu livro de sociolo… omo! — Seulgi ia descendo as escadas, quando notou a presença de seu amigo na sala. — Taehyung? Aqui em casa a essa hora da manhã? 

— Bom dia, Seul. — Ele riu. — Vim fazer uma surpresa para a Irene. — Justificou-se.

— É, to vendo… queria que o Jimin fosse assim também… — A Bae comentou um pouco sentida, mas logo riu também. — Se quiser ver minha prima, indico ir até o quarto dela, porque ela não sai de lá enquanto alguém clamar por seu santo nome! — Ludibriou.

— Ok… — O rapaz expressou um sorriso divertido.

Seulgi lançou um último olhar sonolento ao amigo e seguiu para a cozinha, junto à sua mãe. Taehyung, vendo que estava sozinho, resolveu subir as escadas, indo em direção ao quarto de sua namorada. 

Não era tão difícil saber qual era, bem porque ele já havia entrado lá uma vez, embora a experiência não tenha sido das melhores. Deu duas batidas na porta, sentindo sua mão ficar um pouco escorregadia devido ao suor.

— Pode entrar, Seulgi. — Irene disse, terminando de amarrar o nó de sua camisa para que a mesma ficasse presa, deixando seu abdômen à mostra, estando ela de frente para o espelho. — Por um acaso não tem uma saia reserva para me emprestar? Sei lá, to sentindo que essa está um pouco amarrotada…

— Está perfeita dessa forma. — A voz grave do Kim invadiu seus ouvidos, fazendo com que a menor sentisse um certo arrepio por seu corpo. Rapidamente ela se virou em direção a ele e o encarou surpresa.

— Tae… — Sorriu, ainda admirada com sua presença ali.

— São para você. — Ele estendeu o buquê de lírios para a Bae e a garota não pode deixar de se encantar com aquele gesto. 

Irene sentiu o perfume daquela flor, que vinha de maneira natural. Fechou seus olhos e imaginou diversas coisas bonita e poéticas. Quando os abriu, encarou novamente seu namorado parado em sua frente. Colocou as flores delicadamente sobre a penteadeira e caminhou até o mais alto, o beijando sem pensar duas vezes.

No início parecia ser um beijo calmo, mas posteriormente foi se tornando ainda mais apaixonado e sedento, como se ambos estivessem esperando a tempos por aquilo. Taehyung entrelaçou seus dedos por entre os fios negros e soltos da jovem Bae e pediu passagem para sua língua. Irene segurou o rosto do namorado firmemente e sentiu seu corpo bambear um pouco por conta do momento. 

Os dois foram caminhando para trás, até que Taehyung sentiu sua panturrilha tocar a guarda da cama de Irene. A garota vendo que eles estavam prestes a caírem na cama, finalizou o beijo com um simples selinho nos lábios do rapaz e foi se afastando aos poucos do Kim.

— Tae…, ainda bem que está aqui. Eu precisava te dizer algumas coisas. — A Bae iniciou sua fala um pouco mais séria é o maior mudou seu semblante.

— Pode dizer, minha linda. — A abraçou por trás.

— É sobre sexta-feira… — Falou sem jeito pelo assunto ser um tanto delicado.

— Ok… — Taehyung se afastou em seguida e suspirou algumas vezes. Novamente o nervosismo lhe tomou conta. — O que tem sexta-feira?

— Eu acho que você sabe do que estou falando. Bem, pelo menos eu acho, né…

— É, eu sei, sim. — Ele admitiu com o rosto envergonhado.

— Olha, eu só quero que saiba que não é obrigado a nada. Então, me desculpe se eu te pressionei. 

— Irene, fique tranquila: você não fez nada de errado… — Ele a assegurou.

— Bom, mas eu me senti culpada, né… você saiu praticamente correndo e depois não me falou mais nada. Eu conversei com a Seul e a Joy e elas me disseram que isso tem relação com a Adora.

Na mesma hora, o Kim mudou sua expressão. 

— Espera, você falou para elas sobre o que aconteceu? — Perguntou incrédulo.

— Não foi bem assim…

— Como você pôde fazer isso, Irene?! — Bradou e a jovem se assustou. 

— Meu Deus, Taehyung…

— Irene, você expôs sobre minha… ah, eu não acredito! — Ele se afastou da jovem. 

— Aish! Isso não é nada demais…

— Mas é claro que é! Não pode sair por aí contando o que nós fazemos quando estamos sozinhos, Irene!

— Ei, eu não espalhei sobre nossas coisas íntimas, Taehyung! Eu só fiquei confusa pelo que você fez, sem me dar explicações nenhuma!

— Então por que não perguntou diretamente a mim?

— Porque eu sabia que você iria inventar alguma coisa, ou fugiria do assunto! — Ela rebateu, sendo bastante franca.

— E aí sua melhor opção foi contar a Joy e Seulgi que eu não consegui transar com você? — Taehyung enunciava de maneira decepcionada e indignada.

— Dá pra você parar!

— Não, eu não consigo parar, Irene! Isso me irritou ao extremo!

— Já que está tão irritado, vai embora daqui então!

— Ok! — O Kim bufou e se retirou do quarto com o rosto repleto de fúria.

Seulgi, que esperava sentada no sofá, observou a expressão do amigo e não teve nem tempo de perguntar o que havia acontecido, pois o mesmo saiu sem dar tchau e subiu em sua moto. Já sabia que eles haviam brigado.

Logo, ela viu sua prima descendo a escadas também com uma feição não muito boa. Irene parecia querer quebrar a escada batendo os pés fortemente nos degraus.

— Irene, o que aconteceu? — A Bae mais velha não querendo conversar sobre nesse momento, disse-lhe que depois a contaria, já que ela não estava com cabeça para compartilhar o motivo pôr ter  brigado mais uma vez com seu namorado.

Irene nem quis tomar café da manhã, ela tinha perdido o apetite depois da briga como Tae. Ela se sentia um pouco culpada, mas ele deveria entender o ponto dela também, ele a deixou confusa logo após de "fugir" dela na sexta.


[...]


As três amigas caminhavam até a sua respectiva sala, a qual teriam aula de Literatura. Joy percebeu que Irene estava mais calada que normalmente, porém não interviu, com certeza a amiga teria seus motivos para tal ato. Perguntaria depois, quando ela sentisse que fosse o momento.

As aulas passaram voando e quando Irene se deparou, já era o intervalo. Ela estava se sentido um pouco triste, por isso triste e resolveu ficar um pouco sozinha. Ela estava sentada um pouco afastada do refeitório pensando em qual seria a melhor maneira de se redimir com o Kim. Apesar de ela ser na maioria das vezes orgulhosa, ela deixaria seu orgulho de lado - mesmo machucando o seu ego -, e iria falar com Taehyung. 

Eles não poderiam ficar assim por muito tempo, aliás não faz muito tempo que eles se reconciliaram e ela não queria ficar sem falar com ele, não por um motivo tão pequeno.

A Bae foi tirada dos seus pensamentos quando a sua prima a chamou. Ela estava um pouco ofegante, com certeza veio correndo até ela.

— Irene... sua mãe está aqui... Ela diz que quer falar com você. — a Bae mas nova fala e Irene fica um pouco tensa. 

O que diabos Minjee estaria fazendo aqui? Ela já não tinha deixado bem claro que não queria vê-los? Por quê eles insistem em deixar tudo mais difícil?

São perguntas que se passavam na cabeça da Bae. Ela já estava cansada de tantas "mentiras" da sua família, por isso decidiu manter distância. A Bae não estava aguentando tantos problemas, agora mais três. Seus pais. Sua meia irmã. Taehyung. Ela se esforçaria para resolver os três, e o dos seus pais seria agora.

— Onde ela está, Seulgi? — Sua voz saiu um pouco áspera. Talvez porque nesse momento ela esteja sentindo nojo do seu pai, nojo da sua mãe por ter continuado com seu pai mesmo sabendo que ele tinha traído ela e ainda pior: ele a traiu e ainda engravidou a mulher e abandonou sua filha. Ela estava enojada de dividir o mesmo sangue dos pais.

— Está no jardim. — A Bae mais nova respondeu um pouco hesitante, ela temia por Irene.

— Obrigada. — Foi tudo que Irene disse a prima antes de sair em passos largos até o jardim. 

Logo deslumbrou-se com a imagem de Minjee. Ela estava vestida com roupas caras e um lindo colar que - com toda certeza valia mais que seus órgãos-, enfeitava o belo pescoço da pessoa que algum dia da sua vida a chamou de mãe.

— O que faz aqui? Não ficou claro para Daesook que eu não queria vê-lo? E isso serve para você também, Minjee. — Irene percebeu que algumas pessoas prestavam atenção na conversa das duas Bae, porém, a Bae mais nova não ligou.

— Fale mais baixo, ok? Quer que todos ouçam nossa conversa? — A Bae mais velha interfere. 

— Vá embora. Eu não quero falar com você. Vá embora! — Irene não estava com paciência para conversar, principalmente com Minjee. Ela já tinha discutido com o namorado e isso bastava por hoje.

Do refeitório, Seulgi, Jimin, Hoseok e Taehyung testemunhavam a conversa nada discreta de Bae Minjee e Bae Irene. Era notável que Irene estava a um fio de perder a paciência.

Alguns alunos observavam, porém, não tinham coragem de ir chegarem próximo o suficiente para ouvir alguma palavra trocada entre as duas.

Irene ficou vermelha, mas não foi de vergonha, como normalmente, e sim de raiva, ódio, repulsa. Ela não acreditava nas palavras que a mãe acabara de proferir: 

— Perdoe seu pai, querida, ele está arrependido e nada foi realmente intencional por parte dele.

— Como você tem coragem de me pedir isso, hein!? Qual foi a parte que você ainda não entendeu? Eu não quero ver vocês, por mim, nunca mais! Então... você poderia ir embora para o seu ninho de cobra que você chama de casa, por favor? — Irene solta a respiração que nem percebeu ter prendido. Ela estava se corroendo de raiva.

— Ok, percebi que não vou conseguir isso de você agora, mas não vou desistir. — A Bae mais velha dá um longo suspiro e prossegue. — Não quero que chame Taeyeon para morar com você. Deixe ela, pelo menos faça isso.

Irene olha para o rosto de sua mãe e o que ela sente é uma ânsia, muita vontade vomitar! Taeyeon está sozinha e desamparada e ela tem coragem de dizer isso? De pedir isso? Apesar de ela estar com uma vontade enorme de falar algumas verdades para a mãe, ela se contém e não diz nada. 

— Bom, já disse tudo o que eu precisava dizer a você. Se cuide e me ouça, por favor, Irene. Tudo é para o seu bem. 

"Para o meu bem?" Irene se perguntou internamente, porém não poderia deixar Minjee ir antes de responder uma coisa.

— Espera, Minjee... preciso perguntar uma coisa. — A jovem sentiu a bile e o gosto amargo se espalhar por sua garganta. — Você sabia que Daesook havia lhe traído?

A resposta demora para sair dos lábios de Minjee, que parece está sentindo vergonha de si mesma. Mas enfim, saiu.

— Sim — A palavra foi emitida de uma maneira arranhada e dolorida dos lábios pintados de vermelho da Bae mais velha.

— É por isso que eu sinto repulsa, nojo! Nojo de vocês, nojo de ser filha de pessoas como vocês! Como puderam esconder Taeyeon? Vocês deveriam ter me contando sobre ela, ela é minha irmã! — Irene balbucia exasperada e furiosa. Seu rosto está em uma coloração totalmente avermelhada, porém, isso não importa a ela.

Seulgi está muito preocupada com a prima, vendo o estado dela totalmente furiosa, ela teme que Irene faça alguma coisa grave. Ela até tenta ir até a prima, mas é impedida por Jimin que a alertar que não é muito prudente fazer isso.

 — Eu já estou indo... E você, Irene, vai ver que está sendo totalmente radical e imatura! — Minjee se vira e some da vista de Irene que não faz questão alguma de olhá-la enquanto anda até a saída da escola.

O sinal bate, indicando que o intervalo teve seu fim. Seulgi corre até a prima, a amparado com um abraço, afinal, ela está destruída.

Os olhos de Irene pousam em Taehyung e tudo que ele faz é apenas se virar e ir embora. Isso faz com que a vontade imensa de chorar só aumente. Mas não ali naquele espaço, não na frente de todos. Ela nunca se mostraria tão frágil.

— Você está bem, prima? — A Bae mais nova pergunta e isso a faz despertar. 

É claro que ela está bem. Ela não pode ficar mal por alguém tão insignificante na sua vida.

— Estou ótima! Vamos para a aula? — Seulgi não se convenceu, porém, assentiu e andejou até a sala de aula junto da mais velha.


[...]


Já à caminho da casa, Irene passou a maior parte do trajeto olhando para as árvores de cada calçada, pensativa, enquanto que sua prima e Joy conversavam sobre algum assunto que ela não tinha ideia do que se tratava.

Na verdade, seus pensamentos emergiam somente em uma pessoa: Kim Taehyung. Eles não trocaram uma palavra sequer durante o dia todo, nem mesmo na aula. Embora ela constantemente buscasse demonstrar o quanto não se importava, no fundo, Irene sabia que não era bem assim. 

Mas também não iria ceder tão fácil. Odiava ser julgada ou contrariada e ainda assim pensa que Taehyung não tem nenhum direito de gritar com ela por algo tão bobo. Por isso, não queria abaixar a cabeça. Esperaria sentada, até o momento em que o Kim fosse o primeiro a dar o braço a torcer.

— A gente se vê na cafeteria então? — Joy bateu palminhas de entusiasmo, coisa que Irene não entendeu muito bem.

— Sim, Park… — Seulgi ria enquanto buscava pela chaves em sua mochila para abrir o portão de sua casa.

A outra Bae sequer havia notado que já haviam chegado em casa. Só foi cair na real quando Sooyoung fez questão de dar um forte abraço na mesma.

— Puxa, Bae, você veio muda o caminho todo… presumo que seja por causa do Tae. — A maior comentou.

— Por que diz isso? — Irene indagou.

— Hm, tenho o poder da percepção, minha colega… — Ela ludibriou, soltando um riso engraçado. — Bem, não foi muito difícil perceber que vocês dois brigaram, né?!

— De fato, prima. — Concordou Seulgi. — O que foi que aconteceu?

— Taehyung é um idiota, apenas isso. — Cruzou os braços.

— Puxa, vocês mal uniram os corações e já estão de DR?! 

— Diz isso para o Taehyung, Joy. Foi ele quem resolveu implicar dessa vez. — A Bae deu de ombros e logo adentrou em sua casa sem dizer mais nada. 

— Aish, Seul, a Irene literalmente não muda esse jeito dela…

— Ela tem muitas qualidades, acredite. Mas não pense que o ego dela vai diminuir por causa de uma mudança, amiga. — A Bae diz num tom de ironia e então se despede de sua melhor amiga com um abraço. — Irene…, ei… onde você está? — A garota passa a procurar a prima pela casa.

— Na cozinha. — A mais velha responde com a voz distante.

Seulgi adentra na cozinha e logo encontra sua prima sentada na mesa enquanto digita algumas coisas em seu notebook, estando concentrada.

— Sei que está brava com seu namorado…, mas sabe que precisará conversar com ele hoje na confeitaria, não sabe? 

— Não, eu não vou. — Disse ela, convicta.

— Como assim? Por que diz isso? — Seulgi franziu o cenho.

— Hoje minha mãe disse algo que me instigou muito.

— Uh?! — A Bae permanecia não entendendo nada.

— Ela disse que não era para eu chamar Taeyeon para morar comigo. Bem, exatamente isso o que irei fazer… — Irene esfregou uma mão na outra, lançando um olhar travesso.

— Espera… O QUÊ?!

— Fique calma, Seul, vou conversar bem com a tia Han Hi. Vai dar tudo certo, ok?! — A mesma assegurava, dando sua atenção inteiramente ao computador.

— Irene, oh meu Deus… isso é uma loucura. Ela nem gosta de você.

— Todo relacionamento possui crises, Seul. Como o nosso, no começo. Mas com o tempo nos tornaremos próximas, eu tenho certeza disso.







Notas Finais


Próximo capítulo: ---> Uma pessoa com defeitos. (18/07).

É isto, estabeleci este prazo de umas três semanas mais ou menos apenas para que eu possa me situar com os estudos e outras prioridades que também tenho. Mas prometo voltar. BOA NOITE! BEIJOSSSSZ


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