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História Aprendendo Amar - Capítulo 2


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Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês, comentem bastante, boa leitura ❤

Capítulo 2 - Revelações


Beverly Hills - Los Angeles
10:45 a.m

- o que tem a dizer sobre Elisabeth? - eu estava bastante curiosa.

Henrry me olhou e respirou fundo - Elisabeth tem apenas seis anos, mas você não faz ideia do que ela passou. - eu escutava tudo com atenção.

- Lis sempre foi rejeitada pela mãe, a mulher com quem eu me casei a oito anos atrás, mãe da minha filha, fez coisas terríveis com minha pequena. - ele parecia incomodado em falar tudo aquilo.

- Milla, o que você ouvir aqui, morre aqui. Estamos entendidos? - perguntou sério.

- sim senhor.

- a mãe de Elisabeth nunca quis tê-la. Tentou abortar três vezes, mas falhou nas três. Por isso que digo que minha filha é especial. Depois que ela nasceu, a mulher machucou Lis diversas vezes, fisicamente e verbalmente . - olhei para ele de olhos arregalados, quem teria coragem de machucar uma criança!?

-  Dizia que ela era uma desgraça em sua vida. - Henrry falava tudo com ódio.

- no início, eu pensei que era apenas nervosismo de ser mãe. Por que até seus dois anos, ela se recusava a ficar com ela e xingava, e eu como era apaixonado por aquele projeto do satanás, dava um voto de confiança a ela.

- Quando Lis fez cinco anos, nós fizemos uma festa para ela, no meio da noite tive um problema na empresa, pensei que seria coisa rápida, mas fiquei preso no trânsito por quase três horas. Quando cheguei em casa, não tinha ninguém, nenhum convidado. - eu podia perceber o ódio crescendo dentro de si

- nunca deveria ter saído naquela noite. Quando fui procurar por ela, Katarina estava quase espancado Elisabeth com um cinto. - coloquei minha mão na boca, isso é  tão terrível, juro que se visse aquela mulher na minha frente...

- Nesse dia decidir pedir o divórcio. Lis chorou horrores no meu colo, se lamentava perguntando por que sua mãe a odiava tanto. Expulsei Katarina de casa na manhã seguinte, até que a papelada estivesse pronta.

- faltei o trabalho, Lis não queria falar com ninguém, não queria se alimentar, e nada mais, as marcas do cinto em seu corpo me fez querer mandar aquela mulher direto para o inferno.

Eu prometi pra mim mesma que faria tudo que estivesse no meu alcance para cuidar da Elizabeth, nenhuma criança merecia passar por aquilo.

- depois de algumas semanas, quando cheguei da empresa, Cassandra estava andando de um lado para o outro, chorando horrores. Katarina havia entrado em casa e sequestrado Elisabeth. Sair que nem doido de casa, como Katarina estava hospedada em um hotel, não foi difícil encontra-la.

- meus seguranças foram comigo até o hotel, a recepcionista logo me reconheceu, subimos no quarto, e conseguimos arrombar a porta. - ele fez uma pausa passando a mão pelo cabelo puxando para trás, percebi que ele faz isso quando está nervoso.

- Lis chorava na cama, ela estava com os braços presos e uma fita na boca, a mulher ia bater nela, ou fazer coisa pior, por sorte chegamos a tempo. Pedi para um dos seguranças pegar minha filha e leva ela até o carro, acredite, eu mataria aquela mulher com minhas próprias mãos.

- nós começamos  discutir feio, mas aí, ela olhou para atrás de mim, e deu um grito... quando fui ver o que era, Elisabeth segurava uma arma com as mãos tremendo - como que diabos uma criança teria uma arma na mão!?

- Lis sempre foi esperta, ela escapou dos seguranças e pegou uma arma deles, apesar de eu querer aquela infeliz longe da terra, nunca que deixaria minha filha fazer isso. Pedi pra ela entregar a arma, mas ela nem olhava para mim. Ela foi rápida e puxou o gatilho. Duas vezes. - se eu já estava surpresa antes, nem pensem como eu estou agora.

- Quando ela percebeu o que ela fez, ela jogou a arma no chão e saiu correndo. Fui atrás dela, os seguranças deram um jeito em tudo, Katarina não tinha família, então nós... bem, nos livramos do corpo.

Abri e fechei minha boca diversas vezes, mas não saia nada.

- ela está com depressão Milla. Crises de ansiedade... raramente ela abre um sorriso. Ela se culpa todos os dias por ter matado a mãe, diz que era para ela está morta, por que ela era um verme. Assim como Katarina dizia. Eu faço tudo que está no meu alcance e fora dele para ver ela sorrir... Ela é a única família que me resta, não posso perde-la. - ele diz quase chorando

- senhor Cooper...

- apenas Henrry.

- Henrry... eu sinto muito, sinto de verdade, eu vou fazer o possível para ver ela sorrir. Não sou nenhuma profissional, mas vou cuidar da sua filha, isso é uma promessa.

Depois de tudo esclarecido, eu estava atordoada. Liguei para Cléo, o caminho até sua casa foi todo silencioso. Não estava pensando direito.

Depois que ela pediu  comida, contei tudo a ela. Tudo. Sei que Cléo é de confiança.

- meu. pai. amado. - ela diz boquiaberta

- eu sei... - me jogo no seu sofá macio e fecho os olhos.

- amiga

-uhm

-lembra quando você me diz que quando o destino tem um plano para nós, ninguém impede?

- destino sua cara, Deus.

- tá tá, Urr, você entendeu.

- fala logo Cléo

- e se... Sei lá, ela for uma espécie de anjo? Não, não, já sei! E se ela for uma espécie de assassina? - ela vai falando até a porta, indo buscar nossa comida que chegou - vai por mim, não deixe enganar pelo rostinho boni... oi gato.

Tiro meu braço de cima do rosto e vejo Cléo dando em cima do cara da comida, mereço,  reviro os olhos e vou até eles.

- você pode passar aqui mais tarde quem sabe e...

- obrigada tá moço, mas estamos bastantes ocupadas, bye. - pego a comida de sua mão e fecho a porta.

- eiii! - ela me olha chateada.

Olho para ela com uma cara nada boa e ela sai bufando até a sala. Criança

- liga a televisão, preciso me distrair. - falo levando o Yiakisoba até a boca. Estava morta de fome.

- sabe do que você precisa? De uma festa. - ela fala empolgada

- ou de um banho bem quente e boas horas maratonando. - ela me olha com uma cara feia e imita tudo que eu disse com uma voz de criança.

- você é muito sem graça. - ela fala revirando os olhos.

- e você é cheia dela. - digo mostrando minha língua

- quer domir aqui hoje? - ela pergunta ainda emburrada.

Dou uma risada alta - tá vendo, você não vive sem mim - digo toda convencida.

Fui para a faculdade às cinco e depois voltei pra casa da minha amiga. Na manhã seguinte me arrumei para meu novo trabalho... o dia seria longo.

~~~~~~~~~~~~~~~~☆~~~~~~~~~~~~~~~~


Notas Finais


Oii meus xuxus, mais um capítulo saindo do forno, não esqueçam de votar e comentar bastante.
Me sigam no insta também.

darabenevides

Não planejei uma rotina ainda para postar os capítulos. Mas prometo não demorar.

Beijinhos ❤


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