História Aprendiz de Grimm - Capítulo 2


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Categorias Grimm
Personagens Capitão Sean Renard, Hank Griffin, Juliette Silverton, Monroe, Nick Burkhardt, Personagens Originais, Rosalee Calvert, Sargento Wu
Tags Grimm
Visualizações 20
Palavras 2.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CONTEÚDO SEXUAL NESTE CAPÍTULO

Capítulo 2 - The Sex War


Estacionamos em frente a um velho galpão, algo parecido com uma fabrica abandonada ou alguma coisa do tipo, desço do carro  em companhia ao Burkhardt e a Trubel, sigo eles até a mala do carro e quando ele abre vejo uma infinidade de facas, facões, machados, espadas antigas, martelos, e uma espingarda, Trubel puxa seu próprio facão enquanto o detetive pega um machado de lâmina dupla, eu não sei o que pegar, então pergunto:

-O que me recomenda detetive?

Ele responde:

-Por favor, me chame de Nick

Trubel então o interrompe:

-Pegue um facão, ele tem um alcance médio e é bem ágil

Sigo o conselho de Trubel e pego o facão, logo em seguida, fechamos a mala do carro e seguimos furtivamente em direção a porta dos fundos, após Trubel explicar todo o plano, Nick entraria pela porta da frente como distração, enquanto Eu Trubel atacaríamos pelos fundos do galpão, enquanto caminhávamos Trubel puxava assunto:

-Quando descobriu que era um Grimm?

-Há alguns minutos atrás

-Quando viu seu primeiro Wesen?
-Depois que minha irmã faleceu, ficou costumeiro vê-los

-Geralmente é assim que acontece, quando morre um Grimm na família, outro Grimm surge para manter o equilíbrio, é um fator genético.

Era interessante saber tudo aquilo sobre mim, mas minha irmã? Uma Grimm? Será que foi isso a causa das circunstâncias de sua morte, ela estava com a garganta dilacerada, como se tivesse sido atacada por um leão feroz. Estávamos dentro do galpão neste momento, escondidos atrás de caixotes imensos de madeira, de onde estávamos, podíamos contar por uma pequena fresta entre os caixotes quantos deles tinham, eram humanoides com a face parecida com a de um leão, eram 12 até onde pude contar, Truble cochicha em meu ouvido fazendo com que meus pelos da nuca se arrepiassem:

-O Nick já está em posição, você ataca pelo lado do caixote e eu ataco pelo outro, quando eu disser , 1...2..3... AGORA.

Quando ela diz agora em voz alta, meu ouvido fica sensível pelo grito, e denuncia a nossa posição então quando sai de trás do caixote e praticamente esbarro de frente com um Löwen, instintivamente lhe dou uma estocada na lateral da barriga e faço um corte de um lado a outro fazendo escorrer um misto de sangue e tripas pelo chão, logo em seguido parto para cima do segundo Löwen que consegue passar suas garras em meus ombros fazendo-me explodir e urrar em dor e raiva, automaticamente arranquei-lhe a cabeça fora, enquanto arrancava cabeças e estripava os Wesen, eu podia ver Trubel e Nick fazendo o mesmo, e após alguns poucos minutos de luta, só víamos corpos no chão, eu olhando aquela cena exclamei:

-UAU... Como eu fiz isso?

Nick e Trubel riram e Trubel respondeu:

-É seu instinto Grimm, ele te faz assim, com o tempo você vai ver seus instintos apurarem, seu condicionamento físico melhorar cada vez mais

Trubel é interrompida em sua fala por um barulho de urro, então olhamos todos de uma só vez em direção ao barulho e nos deparamos com muitos outros Löwen, mais de 20, Nick e Trubel correm em direção aos Löwen eu fico receoso, mas meu corpo me manda ir, e eu vou seguindo os dois, quando chegamos ao encontro das criaturas, uma nuvem vermelha de sangue paira sobre o lugar, eu posso sentir o cheiro e o gosto de sangue em minha boca, eu não conseguia contar quantas cabeças eu arrancava em seguida, e novamente o cenário se transformou em muitos corpos decapitados no chão, ao olhar aquilo eu percebo que meu instinto é sempre cortar as cabeças, então eu penso “Decapitari” , levanto meus olhos e vejo, um homem bem alto e extremamente atlético:
-Grimm’s, matarei três Grimm’s hoje

Então ele wogou, e partiu para cima de nós, rapidamente Trubel puxa uma pequeno arpão do bolso de seu casaco e atira no braço do Löwen, Trubel puxa a corda no braço do Löwen enquanto Nick também saca um pequeno arpão igual ao de Trubel e atira no seu outro braço, eles puxam, deixando-o totalmente vulnerável com os braços abertos, então Nick grita:
-Arranque-lhe a cabeça, agora.

Eu então me aproximo rapidamente do Löwen, ergo o facão e ele disse:
-Você parece com algum Grimm que eu matei, será que ela era sua irmã?  Acho que o nome dela era Jessy.

Ao ouvir o noem de minha irmã meu coração gela, e então eu exclamo:

-Por que a matou?

Ele olhou pra mim em seu único suspiro de vida, e diz:

-Ela era uma Grimm, quantos dos nossos vocês já não mataram?

Arranquei-lhe a cabeça fora e Trubel e Nick dizem tocando os socos:

-Crucificação Grimm

Eu estava abalado, minha irmã morreu pelo fato apenas de ter nascido na família errada, mas agora ele já estava morto, olhei para Nick e disse:

-Você sabia, o tempo todo você sabia e não me contou nada

Ele suspira e dá alguns tapinhas no meu ombro:

-Eu sabia que ela tinha sido morta por um Wesen, mas não sabia que ela era uma Grimm

Eu abaixo a minha cabeça enquanto Nick pega seu celular e da queixa sobre o galpão dizendo que há pessoas em cárcere no local, depois disso Trubel caminha comigo até o carro dizendo:
-Eu sei como se sente, mas vai passar, vai ficar tudo bem, eu prometo...

            Nick estaciona em frente a loja de especiarias, desço do carro, dou boa noite e então vou andando até a caminhonete, pego as chaves e destranco a porta, Trubel me alcança e diz:

-John, espera, pode me dar uma carona?

Eu aceno positivamente com a cabeça, não queria falar com ninguém, acho que Trubel percebeu isso, entrou no carro e começou uma conversa:

-Vamos pra algum lugar comer?

Eu achei o convite curioso e respondi:

-Não é perigoso para nós estarmos em qualquer lugar assim?

-Não muito

-Que tal se comprássemos algumas besteiras em algum mercado, algumas cervejas e fossemos para minha casa?

-Eu e você ? Sozinhos em casa ?- Eu percebi o quão tarado soou aquilo – É CLARO QUE TOPO.....

            Estavamos sentados já há algumas horas no balcão da cozinha, conversamos sobre os mais variados assuntos, ela sorria lindamente com um lápis em sua mão desenhando vários tipos diferentes de Wesen e me contando historias, além de me contar mais coisas, conversamos desde Wesen até sobre a época de escola dela, demos muitas gargalhadas, Trubel olha para o relógio e diz:

-Está tarde, é melhor eu ir andando.

Eu olho profundamente nos olhos dela:

-Por que não dorme aqui? Amanhã cedo no caminho para o trabalho eu deixo você onde você quiser, pode dormir no antigo quarto da minha irmã, eu sempre mantenho arrumado.

Ela acena com a cabeça e diz:

-Tudo bem, eu topo, só não tenho roupas para dormir aqui.

Eu respondo calmamente:

-Não tenho mais as roupas da minha irmã, doei todas elas, porém eu posso lhe emprestar uma das minhas antigas camisas de futebol.

Ela sorri e então me acompanha até o quarto, eu pego uma camisa no armário e entrego pra ela, ela caminha em direção ao banheiro e eu digo:

-Boa noite, se precisar de mim, vou deixar a porta aberta

Ela olha por cima do ombro e sorri...

 

Estou deitado olhando para o teto, cerca de 40 minutos já se passaram desde que Trubel sai do banheiro para o quarto de minha irmã, eu só consigo pensar em Trubel naquele momento, parece que eu realmente achei algo para me trazer um pequena centelha de esperança e alegria em meio a tanta preocupação e trevas, perdido em meus pensamentos, Trubel aparece na porta e me pergunta:

-Estou com muito frio, posso dormir com você?

Chego pro lado na cama, e só então eu percebo que a única coisa que ela usava por baixo da minha camisa, era apenas um calcinha que eu não conseguia desvendar a cor, pois a camisa cobria tudo, deixando tudo secretamente sexy e provocante, ela entende a deixa e deita-se ao meu lado, eu viro de costas para ela, borboletas começavam a invadir o meu estomago, o silêncio era bem constrangedor, ela passa as pontas das unhas nas minhas costas, eu fico arrepiado por todo corpo, e então ela me abraça pelas costas e diz:

-Você não vai me beijar?
Eu volto-me para ela e encaro os seus olhos, como o seu predador olha para a sua presa, Trubel era uma garota realmente excitante, ela olha para mim da mesma forma que eu olhava para ela, e então aproximei meus lábios dela até que nossos lábios se tocassem, a boca quente dela fez com que eu me excitasse, ela sente a protuberância desliza suas mãos pelo meu peito, chega próximo ao meu pênis, que nesse momento já estava latejando, segura a borda da minha camisa e rapidamente retira minha camisa, eu passo a mão pela coxa dela e subo até o seu bumbum, dou uma leve apertada, continuo beijando-a lentamente, enquanto sua afiada unha desce arranhando o meu peito e barriga até que suas mãos estão dentro das minhas calças fazendo movimentos firmes de sobe e desce, deslizo a mão de seu bumbum para suas coxas e logo depois para entre suas pernas, afasto sua calcinha para o lado e ponho os dedos lentamente em sua vagina, ela solta um pequeno grunhido enquanto aumenta a velocidade, ela me vira com força me prendendo costas para a cama, passou a língua no meu pescoço e foi descendo por todo o meu corpo, até chegar aos meus shorts, então ela os arranca bruscamente, sinto sua língua quente passando pelo meu pênis vagarosamente, ela sabia o que fazia, ela chupava ora com força, ora suave, até que eu a puxei pelos cabelos, joguei-a de costas na cama, arranquei lhe a camisa revelando seus pequenos e macios seios alvos, uma calcinha rosa de renda lhe caia bem em seu corpo claro, então suavemente retiro também sua calcinha, passo sua língua por sua virilha, até chegar em sua vagina, mexendo minha língua em círculos de uma maneira suave, porém num ritmo frenético, Trubel segurava meus cabelos empurrando-me contar seu corpo enquanto gemia e gritava, implorando por mais, até o momento em que ela olhou selvagemente para mim e disse:

-Me fode porra.

Eu então tiro minha língua de entre as suas pernas meu pênis extremamente rígido, vou para cima de Trubel, penetrando-a levemente apenas com os primeiros centímetros de meu pênis mediano, ela solta um grunhido de prazer, seguro com força seus braços e então a penetro com força, fazendo com que ela gemesse muito alto em meu ouvido enquanto eu a penetrava com extrema força e velocidade...

            O sol forte bateu em meu rosto, fizemos sexo por toda a madrugada e acabamos dormindo muito, e então olho o relógio, já passavam das 11 da manhã, Trubel dormia como um anjo calmamente em meu peito, mas eu estava extremamente atrasado para o trabalho, sai sorrateiramente do abraço de Trubel, me vesti tentando ser o mais silencioso possível para não acordá-la, sai do quarto, peguei um papel e escrevi um bilhete:

“Querida Trubel, precisei ir trabalhar, não quis te acordar, tem comida nos armários e na geladeira, pode ficar a vontade, na geladeira tem os telefones dos comércios próximos, pode pedir o que quiser na minha conta, te vejo quando voltar.

John”

 

Sai pela porta, entrei correndo na caminhonete e arranquei, fui o mais rápido que pude até a oficina.

            Chegando na oficina, me deparo com um rapaz latino, trabalhando com Joe, então olho para ele e digo em tom descontraído:

-Desculpe o atraso, funcionário novo?

Joe não estava com cara de muitos amigos e me respondeu:

-Garoto, eu entendo o que aconteceu com a sua irmã, até aguentei as farras e as bebedeira, os atrasos frequentes, mas ontem você sumiu o dia inteiro, hoje chegou atrasado, paciência tem limites, amanhã quero que passe aqui para pegar tudo que é seu de direito, tá despedido.

Meu chão desaba, eu fico perdido sem saber o que dizer, então resolvo sair dali sem dizer nada, entro em minha caminhonete e volto para casa...

Chegando em casa, vejo Trubel vestida em minha camisa novamente e sentada na bancada comendo uma torre de wafles e tomando um galão de leite, ao me ver ela abre um sorriso e diz:

-John, chegou cedo

Ela desmancha seu sorriso ao perceber a minha chateação, então caminha até mim, me dá um abraço e diz:

-O que houve?

Uma pequena e solitária lágrima escorre do meu rosto, então me desvencilho de seu abraço, sento na bancada e olho para baixo me deparando com o jornal de hoje, passei tão rápido pela porta quando sai, que nem me dei conta do jornal, Trubel deve ter pego, abaixo meus olhos e a pagina aberta mostra um anúncio em destaque:
“POLÍCIA DE PORTLAND ABRE SELEÇÃO PARA POLICIAIS”

Viro para Trubel e digo:

-Eu fui demitido, mas acho que já sei o que fazer, vamos para a delegacia.

Ela parece confusa no primeiro momento mas acena com a cabeça e diz:

-Não sei por quê, mas tudo bem, vou me trocar.

Eu sorri para ela, dou-lhe um beijo na boca e digo:

-Se troque, eu lhe explico tudo no caminho

Ela me dá uma beijoca na testa e corre para o quarto para se trocar...


Notas Finais


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