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História Aprisionada - imagine BTS - Capítulo 10


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Notas do Autor


Eai amoras e amores, mais um cap pra vcs.
Espero que gostem 😉🤗

Capítulo 10 - Verdades


Fanfic / Fanfiction Aprisionada - imagine BTS - Capítulo 10 - Verdades

Capítulo 10


    -- Pai!


   A palavra simplesmente, saiu da minha boca aí ver meu pai, parado bem atrás de Tae, que se virou seguindo meus olhos. Tae fez uma rápida reverência para meu pai, um costume coreano, e se virou para mim de novo. 


    -- Você disse, pai? - ele perguntou bem baixinho. Dei um sorriso meio sem graça. 


    -- Explico depois. - sussurrei de volta. -- Fique aqui. 


   Me aproximei do meu pai, que continuava parado no mesmo lugar nos olhando. 


    -- O que faz aqui? - perguntei. 


    -- Lorna, não avisou que eu viria hoje? - eu pisquei, boquiaberta. 


   Meu pai, chegando exatamente no dia que disse que viria? Essa é nova. 


    -- Desde quando você faz isso? 


    -- Desde que fui forçado a ficar longe da minha única filha. 


   Cerrei os olhos, não acreditando nenhum pouco no que disse. 


    -- Temos muito o que conversar, querida. - disse meu pai, colando a mão no meu ombro. 


   Olhei para Tae que me ainda me esperava e suspirei. Me voltei para meu pai. 


    -- Pode me dar um minuto? - meu pai olhou para Tae e entendeu. 


    -- Claro, vou te esperar na sala de Lorna. - assenti e ele saiu. 


   Voltei para Tae. Eu lhe disse que meu pai estava aqui para conversarmos e, que se ele quisesse poderíamos conversar mais tarde. Ele concoo, disse que poderíamos nos encontrar na festa mais tarde e que aí conversariamos. Eu sorri e me despedi dele. 

   Meu pai sempre tem que aparecer nos piores momentos, é incrível. Eu peguei os corredores longos para a sala da diretora e quando ao seu corredor, ao longe vi meu pai, mas ele não estava sozinho. Tinha um garoto com ele, que estava de costas pra mim. Seus cabelos eram cinza e estava com roupas pretas. Meu pai me viu chegando, foi quando o garoto virou a cabeça pra me olhar. Fiquei sem palavras. Era Yoongi. Esse garoto está em todo lugar. 

   Yoongi, olhou para meu pai novamente e logo foi embora, antes que eu os alcançasse. 


    -- Pai, o que estava falando com aquele garoto? - perguntei, quando me aproximei. -- Você o conhece? 


   Meu pai me olhou estranho, cerrando as sobrancelhas, mas logo voltou ao normal. Me disse, que não era nada e que apenas conhecia o pai do garoto. Eu aceitei, meu pai realmente, conhece muitas pessoas. 

   Esqueci um pouco aquele assunto e entrei, junto com meu pai, na sala da diretora, que estava vazia. Lorna, havia emprestado-a para ele, para que tivéssemos privacidades. 


    -- Onde está Sehun?


    -- Procurando por Kai, ele queria muito ver o irmão. 


   O silêncio reinou. Estava me deixando ainda mais nervosa. 


    -- Por que, me mandou pra cá? - apenas disparei de uma vez. -- E não minta pra mim, estou cansada de ouvir suas mentiras. Pelo uma vez, em toda minha vida, me diz a verdade. 


   Meu pai me encarava, mas não parecia bravo, ou preocupado, seu olhar era de... Orgulho, talvez. Ele soltou um risinho. 


    -- Se parece tanto com sua mãe. 


   Arregalei os olhos na hora. Era impressão, ou ele havia mesmo acabado de falar sobre minha mãe. Caramba, o que tá acontecendo aqui? 


    -- O que é você e o que fez com meu pai? - ele suspirou e pegou minha mão. 


    -- Vamos nos sentar. - me guiou até um pequeno sofá no canto da sala. -- Filha, eu sei que sempre escondi coisas de você, mas fiz porque achei que estava te protegendo. Os dias que passou aqui já deve ter percebido, que esse mundo, o nosso mundo, não é fácil. - ele olhava o tempo todo nos meus olhos. -- Te mandar pra cá foi preciso, aquele ataque a nossa casa não foi aleatório... queriam você. Você é o único meio que ele tem pra machucar. 


    -- Quem é "ele", pai?


    -- Alguém que fez parte do meu passado a muito tempo atrás. Isso não importa agora, porque ele não pode chegar até aqui. Você está segura aqui. - suspirei, mas não de alívio, sim de frustração. 


    -- Pai... - eu não conseguia achar palavras. Deus, eram tantas perguntas. -- O que eu sou? O que você é? Porque nunca me disse?


    -- Você sempre soube, queria. - cerrei o cenho. 


    -- O quê? 


    -- Você descobriu, quando era muito nova, não conseguiu aceitar... - ele tinha dor em sua voz. -- Então, trancou essas melhorias. Eu nunca quis isso pra você, deveria ser um fardo só meu, você merecia uma vida normal. 


    -- Pai, eu não entendo. - eu já estava ficando nervosa, com onde ele estava querendo chegar. 


    -- Você sabe o que eu sou, Samantha. Sempre soube. Pense bem. O que sempre ouviu sobre mim, memórias vagas da sua infância. Você sabe. 


    -- Não... Não pode ser. - estava começando a entender o que ele dizia e não estava gostando nem um pouco. 


    -- Sam... - ele estendeu a mão para me tocar, mas eh levantei com tudo. 


   -- Não! - gritei. -- Está mentindo. De novo. Isso não pode ser verdade. 


   Ele se levantou também e tentou chegar perto de mim, mas eu me afastava. Eu podia ver. A dor da verdade, em seus olhos. Ele não estava mentindo. 


    -- Não, não... - meu olhos se enchiam de água. 


   Eu fui me afastando dele cada vez mais, ate chegar perto da porta, me virei com tudo e a abri, saindo correndo da sala. 


    -- Samantha! - pude ouvir meu pai gritar, mas continuei correndo. 


   Isso não podia estar acontecendo. Não pode ser verdade. Tudo que eu ouvi minha vida toda, tudo que eu achava serem apenas boatos, agora eram a realidade. Por quê? Por que eu? Eu... Sou, realmente... A filha de Lúcifer!



                           P.O.V SEHUN 


   Assim que chegamos em Lookfordhouse, perguntei a Lucian se eu poderia ir procurar pro Kai, precisava saber se ele estava e se alguma coisa tinha mudado. 

   Não faz nem três dias que o deixei aqui, mas ele poderia mudar a qualquer momento. 

   Kai e eu, não somos bem humanos, na verdade. Ate uma certa idade, vivemos e agimos como humanos, mas somo muito mais. ,Por isso, Lucian, nos adotou. 

   Nós viemos por um portal dessa vez, que ficava no escritório dela. Eu sei o que estão pensando. Porque não viemos por um portal da primeira vez? Naquela hora, por terra era mais seguro para Sam. 

   Andei pela escola quase toda, até finalmente encontrá-lo. Ele estava no campo de futebol, conversando com uma garota. Fiquei nervoso. Naquela idade, Kai já sentia... O que os humanos chamam de puberdade, mas para nós era muito pior, ainda mais para Kai, que nunca fez sexo. 

   Nós somos Incubus, sim, somos demônios sexuais, mas as lendas exageram muito. Não saímos por aí, atacando mulheres enquanto dormem e as engravidando, é diferente, ainda mais para meu irmão e eu que fomos criados por Lucian. Aprendi a controlar minha fome e, logo, terei de ensinar Kai também. 

   A garota que conversava com Kai, parecia bonita e estava quase se atirando nele. Isso me fez rir, nunca vi Kai dar em cima de ninguém, ele sempre foi muito tímido e crescemos em um ambiente onde a única garota, era Sam, então ele não entendi nada sobre isso. A garota jogava o cabelo, ou enrolava uma mecha nos dedos e Kai... bom, ficava rindo feito bobo.

   Estava tão distraído com Kai, que bem vi quando Sam, se aproximou se agarrou o braço de Kai. Ele ficou em choque e... vermelho. Estranho. 

   A garota deixou aquela postura paqueradora e ficou rígida, parecia nervosa. Logo depois ela deu as costas e saiu, muito brava. Vi Sam começar a rir e soltar o braço de Kai. Ele continuava com a mesma reação, encarando Sam. Fiquei curioso, sobre o que ela disse para deixa-lo assim. 

   Sam, foi embora. Eu até ia chama-la, mas parecia com pressa, então deixei e me aproximei de Kai. 


    -- Eai, maninho. - eu disse, colocando meu braço em volta de seu pescoço. Ele continuava com a mesma expressão e não dizia nada. -- O que aconteceu?


    -- Sam... Me chamou de oppa. - ele olhou pra mim. -- Ela nunca me chamou assim. 


-- Tá com essa cara, porque a Sam, te chamou de oppa? - pisquei os olhos algumas vezes, sem entender nada. -- Só isso?


    -- Aaaah, hyung, eu sei que parece ridículo, mas não sei o que tá acontecendo. 


    -- Claro que sabe, eu disse a você que isso começaria logo. 


    -- Então, eu tô... Isso é... - Sehun afirmou com a cabeça. -- Cara, eu que eu vou fazer? Eu estou rodiado de garotas aqui, é diferente, não vou conseguir segurar por muito tempo, hyung. 


    -- Eu sei, mas você precisa. - Sehun colocou as mãos em seu ombro. -- A primeira vez não vai ser nada fácil de controlar, pode matar a garota se não parar antes de ser tarde. Precisa confiar em mim e aguentar o quanto puder, tá bom? - Kai balançou a cabeça dizendo que sim. 


   Para nós, a primeiro vez é muito mais complicada. Não temos controle, ou noção do tamanho do nosso poder. Não machucamos ninguém ao nos alimentar, um pouco da energia vital que sugamos durante o ato é suficiente para nos satisfazer, só que para um virgem, é outra história. 


Notas Finais


Heheh estou louca pra saber o que estão achando até aqui 🤭
Ainda tem muitas surpresas por vir, até o próximo 😘


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