História AQUAMAN! - Capítulo 10


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Categorias Aquaman
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Palavras 359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - X


         Perguntou Mera, de olhos fechados. Arthur respirou fundo - sentiu o cheiro salgado das ondas invadirem-lhe as narinas. E antes que pudesse responder, o som agudo de sirenes encheu o ar. Quando se viraram para ver, uma meia dúzia de viaturas cercava a casa. Eles se entreolharam, sem dizer nada; não era preciso, aliás. --Arthur? Mera?-- A voz da policial transformada pelo auto-falante, ecoando ruidosamente no fim da tarde. Arthur e Mera desceram do farol pela escada-caracol e foram ter com os oficiais. --Arthur e Mera?--, Disse a mulher; era alta e tinha um rosto comprido; olhos cor-de-avelã fitavam-nos cheios de acusações. --Preciso que venham comigo, os dois, e agora. É urgente.-- Arthur e Mera olharam um pro outro, os cenhos franzidos. --O que houve, policial? Qual o problema?-- Mera perguntou, mas a policial limitou-se a se virar e a gesticular para uma das viaturas. Marido e esposa entraram, enfim, preocupados. Passaram por avenidas, ruas e becos estreitos, todos abarrotados de gente; curiosos com câmeras e celulares erguidos - as luzes dos flashs quase traía a noite. --Por aqui, venham.-- Pediu a policial, deixando o carro. Ambos puseram-se a segui-la através daquele mar de gente, do burburinho incessante e dos flashs. Quando chegaram, enfim, viram. Arthur cerrou os punhos, ao passo que Mera abria e fechava a boca, como se as palavras faltassem-lhe justo ali. Afinal, não era todo dia que um monstruoso polvo de mais de noventa e cinco metros encalhava na praia de Amnesty bay. --Senhor e senhora Curry, olá!--, Um homem gordo, de queixo duplo e mancando veio ter com eles; vestia um terno e um sobretudo; o chapéu pardo sobre a cabeça calva mal cabia-lhe direito, e o bloco de notas e a caneta estavam ambos sujos de gordura. --Sei que já faz dois anos, mas… Bom, podem entender o motivo de tê-los chamados aqui, sim?-- Mera deixou Arthur para ir ver a criatura mais de perto; dois policiais tentaram impedi-la, mas o olhar da mulher exalou uma certa fúria que os fez recuar. --Não faço ideia de como ele veio parar aqui. Isso é incomum, mesmo para nós. Lamento pelo transtorno, detetive, lamento mesmo.--       



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