História AQUAMAN! - Capítulo 11


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Categorias Aquaman
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Palavras 319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - XI


         Disse Arthur, os cabelos soprados pelo vento, ereto, sombrio e, acima de tudo, confuso. O detetive se virou para dar uma olhadela na fera e novamente para Arthur. --Os radares nem detectaram essa coisa, Arthur. Acredito que tenha sido gravemente ferido por… alguma outra coisa.-- A voz do homem oscilava, como se fraquejasse ao dizer tais palavras. --Alguma coisa maior, talvez, entende? Digo, o que, pelo sangue de Cristo, poderia ferir um animal desse tamanho?-- Arthur estava pronto para se juntar à esposa quando ela vinha em sua direção; seus punhos quase fechados, seus olhos tremiam. --Há marcas de cortes nos tentáculos e na cabeça.--, Disse Mera, com um ar de terror que não conseguir conter em si. --Uma lança, talvez.-- --Arpões.-- Arthur rebateu, encarando-na de olhos fixos. O detetive ergueu um dedo, abriu e fechou a boca. --Nem cem arpões poderiam ter feito aquilo. Uma lança de aço-negro, porém…-- --Não sabemos disso.-- Retrucou Arthur. --Sabemos sim.-- Rebateu Mera, cruzando os braços. --Pode ter sido um acidente.-- Argumentou, sentindo-se enrubescer. Mera sorriu, irônica. --Está se ouvindo?--, Perguntou. --Esse animal é um tipo de leviatã, Arthur. Um dos cinco. Não deveria estar nem perto da superfície, mas está aqui, bem aqui, morto. O que mais poderia ter feito isso?-- Arthur se retraiu, sentindo o coração explodir repetidamente no peito. --Ah, do que estão falando, exatamente?-- O detetive estava branco feito leite, de olhos arregalados e mãos que não conseguiam pôr caneta e papel em sintonia. Arthur pousou uma mão sobre o ombro caído do homem e dirigiu-se até o enorme cadáver encalhado. Mera deixou-se ficar, seguindo-o com os olhos. Arthur se aproximou do animal morto e se agachou, tocando-o com a palma de sua mão; fechou os olhos e se concentrou no silêncio, ignorando as vozes dos murmúrios ao seu redor, e os gritos dos policiais. --Fale comigo, se ainda estiver aí. Mostre-me o que aconteceu, amigo. Mostre-me a verdade.--       



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