História AQUAMAN! - Capítulo 14


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Categorias Aquaman
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Palavras 379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - XIV


         Mais à frente esbarraram na primeira vila povoada do mar, chamada de Maré Vermelha. Arthur e Mera desceram até lá. O lugar era todo feito de recifes; as casas, as tabernas, e até as ruas eram talhadas dentre montanhas de recifes e delineadas conforme fosse necessário. Uma mistura inebriante de cores por toda parte; um azul com roxo que se entrelaçava ali, nas pedras, um verde e vermelho no chão, em fitas que serpenteavam, e dourado e preto acolá, nos recifes externos. E estava sempre cheia. Atlanteanos, xebelianos, ondularianos e ambarianos; todos sempre com vestimentas coloridas. Alguns usavam o verde-musgo nos mantos e braceletes, outros ostentavam ouro e prateado nos cabelos, e alguns, os poucos corajosos, esbanjavam o negro fosco da rebelião. --Será que vão nos reconhecer?-- Mera perguntou, enquanto os dois nadavam entre a multidão apressada. --Duvido muito.--, Disse Arthur, de cara feia; sempre esbarrando em alguém; um mercador, um jovem com metade de uma espada na mão, uma senhora que viera ou iria para um septo, ou qualquer outro que estivesse em seu caminho. --Dois anos pra um reino é uma eternidade. A realeza se desfez e com ela toda a esperança que essas pessoas alguma vez tiveram.-- --Isso tem um gosto amargo, quando para pra pensar.-- Mera falou, perdidamente em seus pensamentos. Arthur deu de ombros. --Aonde há vida há caos.--, Disse, mas não desprovido de emoções. --Infelizmente não podemos fazer nada. Não agora.-- Enquanto nadavam pela estreita rua de Maré Vermelha, um pequeno homem os parou; era de fato pequeno, com cabelos castanhos-claro e um rosto marcado por grossas e feias cicatrizes que cobriam-lhe da testa ao queixo. Ele puxou Arthur pelo pulso e o fez parar. --Você poderia me ajudar, nobre senhor?-- A voz do homem era roufenha e endurecida pela rouquidão. Arthur ficou alarmado por um momento, mas nada fez além de olhar pro estranho com o cenho franzido. --Do que precisa, pequeno homem?-- Arthur perguntou, com a mão áspera do sujeito ainda cravada em seu pulso. Este sorriu, revelando duas fileiras amarelas de dentes encavalados. --De sangue.-- Disse o homem, lentamente retirando um punhal de seu manto poído; a lâmina era curvada, cinza e o pomo era de pedra. Mera arregalou os olhos quando o brilho de uma luz relampejou no aço.               



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