História AQUAMAN! - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Aquaman
Visualizações 4
Palavras 333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - XV


         Rápida como uma correnteza, Mera movimentou suas mãos habilmente, formando um punho d'água, dez vezes o tamanho de um punho humano; ela o puxou para trás e lançou à frente, golpeando o homem armado e jogando-o contra uma estalagem de ferreiro - a loja era toda esculpida em um emaranhado de recifes púrpuras e vermelho, com ramos de algas amarelas presas à rocha. As pessoas assustaram-se, afastando-se, correndo. Abriram espaço para Mera, Arthur e o dito homem, que não demorou a pôr-se de pé. --Quem é você e o que quer?-- Arthur rosnou, com ambos os punhos transformados em nós; as veias de seus braços sobressaltavam-se, latejantes. O homem voltou a sorrir. --A pergunta certa é… Quem é você!?--, Respondeu, fazendo sua lâmina girar em sua mão. --Depois de todo esse tempo… Pensamos que estivesse morto, mas ele sabia. Ele sabia no fundo de seus ossos. Pagou-nos tanto ouro que… Ah, todo aquele ouro. Valerá a pena, sim, oh sim. Valerá a pena cortar-lhe a garganta e de sua querida esposa.-- --Quem pagou a você?-- Mera indagou, com os braços a postos. O homem deu de ombros, ignorando-a, e avançou; usou os pés para impulsionar o nada e ganhar velocidade. Nadou rápido como um míssil. Arthur e Mera, porém, desviaram, abrindo caminho para o homem; quando ele parou, se virou, mas já era tarde para contra-atacar. Os punhos de Arthur já choviam sobre ele; uma sequência implacável de socos, e não demorou para que a água começasse a ter tons de grená. --Diga-nos o nome!-- Arthur esbravejava, socando-o na cara. Mera o conteve. Uma mão na garganta do homem, outra presa na água; pega por correntes d'água. Ele a encarou, os cabelos esvoaçando livres, negros. Ela fez que não com a cabeça e Arthur soltou o homem, e logo depois as correntes desfizeram-se em espuma. --Vo-Você sabe quem…--, Falou o sujeito, com sangue diluindo-se vagarosamente pra fora de seu nariz e boca. --Ele… Disse que… Você viria. Ele… Sabia. Outros… Virão até… Vocês.--  



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...