História AQUAMAN! - Capítulo 17


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Categorias Aquaman
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - XVII


        Arthur se virou para encarar a depressão escura à sua frente; bolhas d'água subiam, devagar, enquanto sons ecoavam nas sombras. --O mundo da superfície é perigosamente limitado.--, Disse Arthur, como se falasse para uma multidão. --Eles não conhecem outro caminho. Raiva e vingança fazem parte deles como as algas fazem parte do solo. Isso não terminará bem. E eu… Eu não… Não posso não fazer nada. É melhor travarmos uma única guerra entre nós do que uma dezena que envolva todo o resto do mundo. Eu posso dar conta dele, sei que posso.-- --Mas ele não estará sozinho.--, Argumentou a rainha, com uma mão que caiu como uma âncora sobre o ombro do marido. --Essas bestas, ele as está soltando uma a uma. Decerto sabe que não podemos com elas.-- --Então precisamos de nossas próprias bestas.-- A voz de Arthur soou com demasiada determinação; seus olhos azuis brilharam como pedras preciosas, cheias de um fulgor de malícia e ira. --Interessante, mas errado.-- A voz surgiu do nada, assustando a ambos. De repente, sobre o dorso de uma enguia de mais de cinco metros, presa por correntes de elos de bronze, dentes à amostra e longas barbatanas escuras, um homem revelou-se; era baixo, gordo e a cabeça era lisa e manchada, com cabelos que rareavam nas laterais sobre as orelhas. --Vulko!?-- --Vulko!?-- Disseram os dois ao menos tempo. E Vulko, assim chamado, assentiu, com nada além de um sorriso feio no rosto. --Sim. O bom e velho Vuko.--, O homem deu uma risada sem graça. --Segui vocês de Maré Vermelha. Aquele sujeito que tentou te apunhalar… Aquilo foi só o começo.-- Arthur se aproximou, um olho em Vulko, outro no monstro entre suas pernas. --O que você quer?-- Perguntou, em tom de denúncia. Vulko soltou as correntes e abriu as mãos. --Calma, calma, Arthur. Eu venho em paz.--, Disse, novamente sorrindo. --Só quero situa-los da devida maneira. Estão aqui a menos de um dia, e não podem achar que sabem como tudo está, porque não sabem. Os setes mares estão mergulhados em puro caos. Orm Marius banha-se no sangue de seus rivais. Uma guerra foi anunciada, muitos morrerão. Outro Leviatã foi solto.--     



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