História AQUAMAN! - Capítulo 18


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Categorias Aquaman
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Palavras 378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - XVIII


    --Você as anuncia como se estivessem numa lista. Engraçado isso.--, Observou Mera, de braços cruzados e humor carregado. --Por que ele está libertando esses demônios? O que ele ganha com isso?-- Vulko limpou a garganta e desmontou da enguia; o animal chacoalhou as longas barbatanas, como um cão após se encharcar. --O objetivo dele é o seu mundo.--, Segredou, em tom baixo. Arthur e Mera trocaram rápidos olhares desconfiados. --Ele enfrentou um na presença de alguns terrestres, e agora eles o clamam de volta, julgando-o um salvador dos mares.-- Fez-se silêncio após as palavras do homem; Arthur sentiu o gosto amargo daquele plano na língua, como se pudesse saborea-lo. --Mas por que ele quer a afeição dos humanos?-- Perguntou, enfim, de sobrancelhas franzidas. E Vulko respondeu: --Ele não quer.--, Então tirou de seu manto um pergaminho-plasma (Um material resistência a erosão pela água) e o abriu ruidosamente. --Essa é a mensagem que ele enviou para um príncipe recém-coroado em um reino desolado. Aqui diz, como podem ver, que ele pretende falar com o líder da superfície e convencê-lo a lhe entregar suas armas nucleares.-- Arthur coçou o queixo, ao que Mera nadou até Vulko e com sua mão direita pressionou seu ombro direito. --Como, pelo coração dos mares, você pode ter tal informação?-- Ela indagou, as águas borbulhando ao seu redor. Vulko empalideceu. --Interceptei o mensageiro.--, Confessou, trêmulo. --E-Eu estava de olho em Orm já havia um tempo e-e eu sabia que estava tramando algo.-- --E por que devíamos confiar em você?-- Arthur perguntou, em tom penetrante. Vulko engoliu a seco e pestanejou antes de dizer: --O homem que o atacou… Haviam vinte deles. Vinte!--, As palavras escorregaram pra fora de sua grande boca rosada. --E-Eu juro, Arthur, juro! Pode confiar em mim...-- Arthur se virou, subitamente, como alguém que estava farto demais de tais discussões. Foi Mera quem avançou, fitando Vulko com um expressão sombria. --Assim como Arthur confiou em você há dois anos?-- Ponderou, e o homem engoliu a seco, de modo que seu enorme pomo de Adão subiu e desceu. --Em tempos desesperados nós nem sempre sabemos o que é o certo, minha rainha.-- Disse, com o tom que se esperava ouvir vindo de uma criança, não de um homem. Mera fixou o maxilar, contendo-se.    



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