História AQUAMAN! - Capítulo 20


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Categorias Aquaman
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Palavras 376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - XX


         O castelo real tinha mais de cem metros, todo ele de pedra vulcânica, ornamentado com belíssimos corais de todas as inimagináveis cores. Seu interior não era diferente; de poucos corredores, o castelo erguia-se como uma pilastra oca. O salão real era amplo, com um trono talhado em pedra e ouro, com a aparência de uma enorme barbatana. À frente do trono, um buraco com mais de trezentos metros de profundidade, e nos lados haviam as colunas, eretas, firmes e negras, sustentando um teto vítreo circular. Orm estava sentado no trono, com sua lança de aço-negro ao seu lado, encostada na pedra. Ele tinha um cálice de corais na mão direita, com gotículas de jade e diamante ornamentando-o, e na esquerda tinha um imenso e robusto camarão, debatendo-se entre seus dedos. Ele olhou o animal, com suas garras a beliscar a água, e sorriu; ele o cheirou e fechou os olhos, como se saboreasse perversamente a comida. --Majestade?--, Um soldado atlanteano nadou até a base do trono; o homem usava uma armadura de ouro cintilante, com um elmo que envocava a cabeça de um tubarão. --Sua guarda real já está pronta, senhor. Só esperam o seu comando.-- Orm assentiu, deu uma bocada na criatura e lhe arrancou a cabeça; seu sangue verde espalhou-se pela água, diluindo-se como óleo. Orm se levantou e nadou até o dito soldado, a boca ainda mastigando. --Quantos homens?-- Quis saber, de boca cheia. O soldado engoliu a seco; o rosto sob o elmo de tubarão empalideceu, como se qualquer resposta que desse ao seu susserano fosse desagrada-lo terrivelmente. --Sã-São 250 soldados, senhor.-- Respondeu o homem, finalmente. Orm não pareceu desapontado. Terminou de engolir o crustáceo e disse: --E montam?-- --Senhor?!-- O soldado pestanejou, confuso. --O que eles montam, soldado. Tubarões, tartarugas-gigantes, cefalópodes, caranguejos-aranha?-- Novamente o soldado pestanejou, mas comseguiu pôr as palavras em ordem em sua cabeça, ao passo que respondeu: --Tu-Tubarões e Tartarugas, meu senhor.-- Orm voltou a assentir, retirando um pedaço de carne dentre os dentes e dando-lhe um peteleco de leve. --Certo, então não vejo motivos para não irmos.-- Falou, mas antes que pudesse alçar nado para fora da câmara real, outros dois soldados apareceram, nadando de um jeito aflito, nervosos; a maré de espuma os acompanhou logo depois.     



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