História AQUAMAN! - Capítulo 21


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Categorias Aquaman
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Palavras 333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - XXI


    --Senhor, o príncipe Willagar não recebeu sua mensagem, senhor.-- O primeiro soldado disse; um homem alto, truculento, cabelos e barba verdes. --Ele enviou um mensageiro, exigindo-lhe uma explicação, senhor.-- Disse o segundo soldado; um rapaz magricela, cabelos negros e olhos grandes. Orm balançou a cabeça, perdido em algum pensamento longínquo. --E onde está?-- Perguntou, e os soldados puseram-se a trazer o enviado. Não demorou muito e lá estava, escoltado por ambos os soldados. Vestia um manto de escamas vermelho-cintilante e uma dúzia de cordões de pedras preciosas; seu rosto era rosado, tinha cabelos loiros e vazios olhos verdes. Orm deu uma risadinha quando o viu ali, parado à sua frente. --Willagar exige uma explicação, fiquei sabendo.-- Disse, lançando uma isca para o jovem mensageiro, que é claro, a mordeu avidamente. --É claro que sim!--, Disse, em tom cortante. --O senhor, mesmo antes de se auto-proclamar rei de Atlantis prometeu ao príncipe Willagar 1/3 de terras e honrarias caso ele o ajudasse a libertar os Leviatãs. Ele o está ajudando, como vê, mas até agora nem sinal de que sua parte no trato será cumprida.-- Orm sorriu, e o enviado ficou sem entender o porquê. Reino desolado. No teto de pedra um rombo de mais de vinte metros de diâmetro; os peixes menores e os tubarões transitavam de um lado pro outro pelo salão real; que por sua vez não passava de uma ruína cavernosa, cheio de cracas invasoras que subiam pelas pilastras e paredes, junto das cracas e dos corais, que davam ao lugar um espírito de antiguidade e desolação. O trono não passava de um colapso rochosso, derretido e feio; a pedra escura e deformada amontoava-se, enquanto os recifes enegrecidos e fétidos acumulavam-se por toda a parte, abrigando hordas de caranguejos, lagostas-carnívoras e Tamboris de quaee três metros. E nele, entricheirado desconfortavelmente, Willagar. Trajava prata e aço-negro, um manto de escamas púrpura e luvas de escamas pretas. O rosto era feio, achatado demais, com um nariz grande demais e olhos esbugalhados demais.             



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