História AQUAMAN! - Capítulo 22


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Categorias Aquaman
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Palavras 368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - XXII


           Atlantis. --Seu nobre príncipe terá o seu pagamento.--, Disse Orm, com os olhos faiscando malícia e ironia; o enviado pareceu não notar, já que abrira um sorriso largo e confiante. --Eu enviei uma arca para ele, cheia, e quando abria-la, seus olhos sangrarão de tão incrédulos que ambos vão ficar. Oh sim. Eu sou um homem de palavra. Um rei de palavra, você vai ver.-- E o sorriso fácil do rapaz ficou ainda mais largo. Reino desolado. Uma dúzia de servos entraram pelas portas arruinadas de seu salão arruinado. Vestiam prata e preto, numa mistura de ferro para as mãos e os pés, e escamas prateadas para a capa e armadura; seus elmos estreitos envocavam a imagem de uma lula. --Majestade, o rei de Atlantis lhe enviou um presente.--, Disse uma mulher, seu cabelo curto e lilás dava-lhe um aspecto masculino, mas não roubava-lhe a beleza. Foram precisos seis homens para carregar a arca e coloca-la em frente ao trono; e quando colocada no chão, estrondou feito o ronco de um trovão, erguendo um mar de poeira. --O enviado dele não demorou, mas garantiu que as intenções de seu susserano são boas e que isso irá compensar o desencontro que tiveram.-- Willagar não parecia entusiasmado, embora estimasse que houvesse ali ouro e prata, numa quantidade que seus tesoureiros levariam semanas para contar. Fez um gesto com a mão direita, para que abrissem, e assim os servos puseram-se a fazer. Atlantis. O enviado fez uma descabida reverência e se virou, nadando em direção ao único portão da sala; Orm, porém, o chamou de volta. --Senhor?-- Disso o enviado, seu cenho franzido. Orm nadou até ele, sua lança presas nas costas. --Você é leal?-- Perguntou o rei, a voz transformada num assombro. O rapaz assentiu, sem pensar duas vezes. --Eu morreria pelo meu príncipe, se é isso o que pergunta, senhor.--, Falou, convicto. --Para mim não haveria maior honra.-- Aquilo fez Orm sorrir. --Uma baita coincidência, filho.-- E suas mãos agarraram a lança, e essa, voou contra a barriga do enviado, atravessando-o, rubra e rasante; o sangue dançava na água, tremulando, tênue e vagaroso. O rapaz tremia, seus olhos esbugalhados, sua face ficando roxa, a língua boiando dentro da boca.        



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