História AQUAMAN! - Capítulo 25


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Categorias Aquaman
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Palavras 373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - XXV


         Arthur e o estranho se chocaram contra o cume de um recife espinhento, transformando-o numa bagunça poeirenta; foram cair cinquenta metros mais abaixo, numa praia negra, com algas que rareavam aqui e ali e tinham mais de dez metros de altura. Arthur o empurrou para longe de si, e o estranho bateu com força numa parede rochosa. Ali embaixo na escuridão nada se via além de alguns metros à sua própria frente em todas as direções. Arthur então convocou um cardume de peixes com nadadeiras brilhantes, e em poucos segundos uma centena deles já nadava em círculos sobre ambos, iluminando tudo ao redor como uma centena de faróis ambulantes. --Quem é você?--, Arthur indagou, resfolegando. O sujeito revelou-se, enfim, sob a luz dos peixes. Era alto, meio magro demais, cabelos longos e e escuros; tinha ambos os olhos numa poça de sangue. Vestia um manto de pele de foca, cinza, e uma armadura de aço-vermelho. --N-Não sou ninguém. Não mais.--, Respondeu o estranho, com os lábios tremendo. --Ele matou a todos, menos a mim. Por que? Por que eu tive que ficar vivo? Por que!?-- Mera desceu logo depois, erguendo uma porção de areia negra quando as águas ao redor de suas pernas pararam de girar. --Por que atacou o Arthur?-- A rainha perguntou, os punhos cerrados. Arthur a puxou pelo ombro. --Quem matou o seu povo?-- Ele perguntou, e o homem respondeu, aos soluços. --O rei.-- Disse, simplesmente. Arthur e Mera entreolharam-se. --Orm Marius?--, A rainha quis saber, aproximando-se. O homem fez que sim. --E por que ele faria isso?-- --Por cinco gerações, nós, os ambarianos, fomos os responsáveis por cuidar das antigas relíquias dos sete mares.--, Segredou, baixo como uma criança assustada. --Ele nos prometeu terras, honrarias, ouro e… Paz. Ele nos prometeu paz se nós…-- --As relíquias dos sete reis?-- Mera indagou, já com a resposta ecoando em seus ouvidos. Arthur tomou a frente, punhos abertos, relaxados. --Você deu a ele?-- Quis saber, e o rapaz assentiu, temeroso, tremendo. --Se ele já tem as relíquias, então...-- Sua voz se perdeu em sua garganta, estrangulada por um terror que subiu-lhe pela espinha. Mera o abraçou por trás, guardando-lhe dentro de seus braços firmes. --Se assim for, não temos muito tempo, amor.--          



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