História AQUAMAN! - Capítulo 26


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Categorias Aquaman
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Palavras 372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - XXVI


         Arthur tomou a mão da esposa nas suas, acariciando-a. O rapaz, repentinamente, caiu de joelhos, gemendo. Mera o ajudou a se levantar movendo a água sob seu peito e fazendo-a empurra-lo de volta. Quando ficou de pé, titubeou, zonzo. --Vocês precisam sair daqui, agora.-- Disse, o reflexo das luzes dos peixes dançando sobre o terreno. Arthur se aproximou e apoiou uma mão sobre o ombro do rapaz. --Não vamos deixa-lo aqui, okay? Você virá com a gente, e vamos arranjar alguém pra dar um jeito nos seus olhos. Confia em mim, você ficará bem.-- O sujeito se livrou da mão de Arthur com um tapa e caiu para trás. Mera moveu as mãos pra cima e pra baixo, na tentativa de ergue-lo de novo, mas Arthur a interrompeu. --Espera, espera…--, Disse, uma mão levantada como sinal de aviso. --Há alguma coisa movendo-se nas sombras. Bem ali. Ela… Não, essa não… Mera, saia já daqui!!!-- Mas já era tarde. Um tubarão-branco, descarnado, com metade do corpo numa ruína de pele e ossos, irrompeu da escuridão e avançou contra Arthur; sua boca tinha uns cinco metros de diâmetro, e o homem segurou suas extremidades com ambas as mãos. O peso era descomunal; Arthur viu-se arrastado pela praia negra até ir de encontro a um rochedo. O tubarão debatia sua calda freneticamente, com a boca escancarada; a garganta era um abismo mal-cheiroso e negro. Mera criou um enorme machado d'água, girou-o velozmente e o lançou. A arma líquida chocou-se contra o corpo do monstro, partindo-o ao meio - as entranhas diluiram-se para fora; eram viscosas, escuras e barrentas. Uma podridão fétida e horrenda. --Tem mais deles!-- Gritou Mera, e Arthur avançou num nado veloz. Mais cinco deles surgiram, dois Brancos e três Martelos; dentes afiados, descarnados, gargantas abissais e obscuras. O rapaz cego tentou nadar para longe da batalha, mas falhou. Mera o envolveu numa bolha d'água, e em seguida partiu para ladear com o marido. Arthur golpeava um tubarão à esquerda; seu punho explodiu contra a face gélida e morta do animal, jogando-o para trás. Mera trucidava um à direita, criando espadas, lanças e clavas d'água, enterrando-as em seus crânios decompostos e flácidos. E assim foram todos mortos. Mas isso não era o fim.    



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