História AQUAMAN! - Capítulo 27


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Categorias Aquaman
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Palavras 364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - XXVII


         Outra coisa saiu das sombras, arrastando-se, com uma perna de aço, cavando sulcos profundos na areia negra; olhos encovados, cabelos brancos encaracolados, bochechas descascadas e olhos completamente brancos. --Ora, ora…--, Disse, com seu manto de escamas de prata ondulando atrás de si. Arthur e Mera recuam, seus cenhos franzidos. --Vejo que não tiveram problemas em seu livrar das minhas meninas, hã? Uma pena. Criar servos leais hoje em dia é tarefa difícil.-- --Quem é você?-- Mera rosnou, as mãos abertas, criando uma vintena de lanças d'água que pairavam sobre sua cabeça. O homem de olhos brancos sorria, exibindo duas fileiras de dentes podres. --Me chamo Anorak, capitão do Estrela do Mar. E vocês estão longe de casa, hã?--, Respondeu, passando por cima dos restos mortais dos tubarões. --Um atlanteano e uma xebeliana. Nossa, nunca pensei que ambos os reinos um dia encontrariam uma conciliação. Mas aqui estão, juntos.-- Mera e Arthur olharam um pro outro, confusos. --A que reino você pertence, Anorak?-- Arthur perguntou, desconfiado. O homem coçou os cabelos, fazendo-os flutuar. --Sou da… Não, eu era. Era da terra. Agora sou do mar.--, Respondeu, com uma expressão nostálgica em seu rosto morto. --Meu navio afundou há muitos anos. Ao invés de morrer transformaram-me… Nisso. Nessa coisa horrenda. Estou apodrecendo aos poucos, mas o tempo já não passa para mim como um dia passou. A morte nunca me pareceu tão distante.-- Mera lentamente abaixou as mãos, e as lanças desfizeram-se em espuma. Arthur se aproximou do velho, fitando-o com um olhar estudioso. --Quem fez isso com você?-- Perguntou, ao passo que o velho voltou a rir, e dise: --Já não me lembro.--, A voz era pastosa, arrastada, fraca demais até para um sussurro. --Atlanteanos, xebelianos, ambarianos… Tanto faz. São todos iguais.-- --Acho que temos que discordar.-- Mera interveio, o tom cortante. O velho abriu um sorriso amargo; uma esguia lacraia-d'água nadou para fora de sua boca e se perdeu na escuridão acima. --De toda forma não vejo a relevância disso.--, Falou, passando por eles enquanto arrastava sua perna de aço. --Vocês estavam indo para Xebel, hã? Sim, eu sei. Vão encontrar o rei xebeliano muito debilitado pela idade. Mas seus conselheiros lhe servirão bem.-- 



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