História AQUAMAN! - Capítulo 28


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Categorias Aquaman
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Palavras 386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - XXVIII


    --O rei de Xebel é só dez anos mais velho que eu!--, Esbravejou Mera, com chamas nos olhos e ácido na ponta da língua. --Como pode estar debilitado pela idade?-- Anorak abriu e fechou a boca, franziu as pálidas sobrancelhas e ponderou sobre aquilo. Foi Arthur quem lhe deu resposta. --Magia.-- Disse, em tom sombrio. Mera se virou para ele, os olhos arregalados. --Como assim, magia?--, Indagou. --O que isso quer dizer exatamente?-- --Uma magia que bebe da alma dos reis e os torna fracos e quebradiços, como eu.--, Foi Anorak quem falou, a voz falha e solene. --Imagino que haja um matador de reis e príncipes solto por aí, no mar. Ouvi histórias. Dizem que pretende começar uma guerra muito em breve. Não sei o quanto disso tudo é real ou só lenda, mas temo pelo o que pode significar.-- Arthur cruzou os braços e deixou-se cair num pensamento distante, ao passo que Mera dirigia-se até o soldado cego. --Pronto, venha, vamos sair daqui.--, Disse, desfazendo a bolha de água. --Arthur, não temos o tempo que pensávamos. Temos que ir para Xebel, agora!-- Arthur se virou e assentiu. --Você virá conosco?-- Perguntou, e o velho fez que não com a cabeça meio solta. --Meu lugar é aqui na escuridão, nas profundezas.--, Disse, débil demais. --Vocês devem ir. Se a guerra está a caminho então não podem se demorar muito em qualquer lugar. Vão, agora, e boa sorte.-- E assim partiram. Mera carregava o rapaz, um vórtice d'água nas pernas, impulsionando-os a uma velocidade surreal; enquanto Arthur cavalgava seu dragão-marinho, voando através das correntezas feito uma flecha lacerante. Enquanto isso, na terra… O céu estava profundamente azul, e o sol estava brilhando. Seis helicópteros sobrevoavam a praia, com o som intermitente das hélices ecoando por toda a parte. Milhares de curiosos por todo lado, com câmeras e celulares erguidos, os rostos pálidos, expressões que variavam de pânico e admiração. No mar, centenas de soldados, com lanças e disparadores nas mãos, montavam seus tubarões; só suas longas barbatanas podiam ser vistas dali, mas o ouro das armaduras reluzia fortemente, como relâmpagos. Orm foi o primeiro a sair da água, a armadura de ouro pingando, cintilante, a capa às suas costas, negra e encharcada, a lança era um mastro rijo, bebendo da luz do sol como um buraco-negro.         



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