História AQUAMAN! - Capítulo 29


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Categorias Aquaman
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Palavras 314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - XXIX


         Uma vintena de viaturas policiais acumulava-se em ambas as pistas para-lá da praia, e delas, duas vintenas de policiais puseram-se a ter com Orm; os dedos tremendo à frente dos gatilhos das armas, olhos trêmulos, postura incerta. Mais pareciam crianças temerosas que homens treinados. Ao sentir o cheiro azedo do medo, Orm teve de sorrir. Um policial se adiantou à frente dos demais; era alto, negro, olhos grandes e claros, a testa ensopada de suor. --O-O que você quer, h-h-homem do mar?!-- A voz do policial dificilmente distinguia-se da de uma vítima horrorizada, que acabra de sofrer algum trauma. Acima, três gaivotas grasnaram uma canção. E novamente, Orm não conteve o sorriso. --Quero falar com o seu líder.--, Disse ao policial. --Leve-me até o seu… Presidente, e diga que tenho assuntos importantes a tratar com ele.-- O homem se virou para os outros, como se perguntasse "Por favor, o que faço agora?!". Mas não o fez. Ao invés disse, assentiu, e fez um breve gesto com a cabeça para que o seguisse. Enquanto isso, outro soldado deixava a água, caminhando pesadamente pela areia fumegante; a armadura negra, de escamas bronzeadas que tornavam a luz do sol um borrão fosco. O homem tinha a metade do rosto destruído, feito em ruina por algum tipo de animal selvagem, talvez. --Senhor?--, Falou, como um rosnado de um cão esfomeado. --Permissão para segui-lo?-- Orm se virou para ele balançou a cabeça. --Fique aqui--, Respondeu Orm; o vento começava a soprar e o manto do rei dançava furiosamente. --Assegure-se de que nada saia errado. Você é comandante, Murk. Faça essa gente tomar conhecimento disso.-- E após dizê-lo, seguiu o policial. Murk respirou fundo e desviou seu olhar carrancudo para as centenas de curiosos, com seus dedos apontados e risinhos fáceis. Escarrou na areia e sorriu; sentia que algo, definitivamente, daria errado. Mais uma vez ouviu-se gaivotas; elas pareciam assustadas.              



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